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30 de janeiro de 2026

30.1.26

Homossexualidade na Terceira Idade: Visibilidade, Desafios e Afetos Tardios

 

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Foto - Reprodução 


Homossexualidade na Terceira Idade: Visibilidade, Desafios e Afetos Tardios




Por Regis  -  Revista Digital de Homens Maduros


Caro leitor, aqui estou novamente trazendo para vocês uma nova forma de escrita.

Há mais de três meses estou utilizando alguns temas para desenvolver conteúdo para o blog utilizando a IA – inteligência artificial.


A ideia é trazer temas relevantes, além de artigos curtos para preencher lacunas do mundo digital. Também, manter-me atualizado quanto as ferramentas do século XXI.

Leia: 👇🏽

Durante décadas, a homossexualidade foi cercada por preconceitos, silêncios e estigmas que levaram muitas pessoas a esconderem sua orientação sexual. Entre os mais afetados por esse contexto estão os idosos LGBT, que cresceram em uma época em que ser homossexual era visto como pecado, doença ou crime. Hoje, na terceira idade, muitos ainda enfrentam as consequências desse passado de repressão, mas também buscam, cada vez mais, viver suas identidades com liberdade e dignidade.


A homossexualidade na velhice traz à tona uma série de reflexões sobre envelhecimento, sexualidade e direitos. Muitos idosos LGBT passaram a maior parte da vida em casamentos heterossexuais forçados ou optaram pelo isolamento social para evitar rejeição. No entanto, com o avanço das discussões sobre diversidade sexual e o fortalecimento de movimentos sociais, cresce o número de pessoas idosas que decidem “sair do armário” tardiamente, em busca de uma velhice autêntica e afetiva.


Apesar dos avanços, ainda há desafios. A discriminação dentro de instituições de acolhimento, a falta de políticas públicas específicas e o preconceito até mesmo em espaços LGBT — muitas vezes dominados pela juventude — são barreiras significativas. Além disso, o medo da solidão e o luto por amores que não puderam ser vividos plenamente acompanham muitas dessas trajetórias.
Por outro lado, há histórias inspiradoras de resistência e reinvenção. Idosos que encontram novos companheiros, que se engajam em grupos de apoio ou que redescobrem sua sexualidade sem culpa.

A visibilidade dessas experiências é fundamental para desconstruir o mito de que envelhecer significa deixar de amar, desejar ou ser desejado.


A homossexualidade na terceira idade é, antes de tudo, um testemunho de resistência. É a prova de que nunca é tarde para viver com verdade, para amar sem medo, e para dizer ao mundo: “Eu sou quem sempre fui — e agora, finalmente, posso ser.”


Autor: Regis  Revista Digital de Homens Maduros










14 de outubro de 2020

14.10.20

'Após 45 anos com minha esposa, quero tentar sexo gay. Como fazer?'

 'Após 45 anos com minha esposa, quero tentar sexo gay. Como fazer?'

'Após 45 anos com minha esposa, quero tentar sexo gay. Como fazer?'

Serviço de aconselhamento publicou dúvida de idoso casado e com desejos homossexuais

  Terapeuta pode ajudar homem a decidir que caminho tomar.

 Alguns lidam e resolvem sua orientação sexual muito cedo na vida. Outros, enfrentam questões relacionadas ao autoconhecimento bem mais tarde.

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 Um homem de 68 anos e há 45 anos casado com a mesma mulher escreveu para uma coluna de sexo pedindo ajuda.

 Ele diz que criaram três filhos e sempre tiveram uma vida sexual ativa. Porém, nos últimos anos, os dois quase não transam mais. Ao mesmo tempo, neste período ele tem ficado fascinado sobre encontros com o mesmo sexo.

"Isso é incomum, principalmente tão tarde assim na vida? Como devo falar isso com a minha mulher?", pergunta o homem, que se mantém anônimo, à coluna How to Do It? (Como fazer isso?) do site Slate.

 Os responsáveis pela seção, Stoya e Rich Juzwiak, questionam entre si se este homem teria vivido a vida inteira no armário. Pode ser, sim? Mas não é o que parece, já que ele diz ter tido uma vida sexual saudável.

 "Nós temos essa ideia que a sexualidade das pessoas é estática", diz um dos especialistas. Eles pontuam que o acesso ao sexo pela internet e os aplicativos podem fazer com que as pessoas encontrem novos focos, novos interesses durante a vida. 

"E somos capazes de ver uma imagem muito mais variada da sexualidade, expondo-nos a interesses que talvez não tivéssemos realizado por conta própria."

 Os autores da coluna pedem que o anônimo não torne isso mais dramático do que realmente é. Considerando que ele não pense em se divorciar e que há cumplicidade, após décadas de casamento, com a esposa, deve-ser abordar a questão de maneira leve.

 Levando-se em consideração que a esposa talvez esteja em uma pós-menopausa e talvez se culpando pela falta de sexo dos dois atualmente, é necessária cautela.

 "É preciso que ele saiba que o relacionamento deles não está em risco. Pelo menos não tanto quanto ele está preocupado", aconselham.

 Eles sugerem que talvez junto a um terapeuta possa-se não só achar a melhor forma de abordar o tema, mas também dele se descobrir para saber se ele quer imergir na comunidade LGBT ou apenas transar com homens.

 

 Fonte: Guia Gay São Paulo 

 Tags: sexo gay idosos gays idosos bissexuais