Virou Notícias Publicamos Aqui!

LightBlog

7 de abril de 2026

7.4.26

A Ciência de Descansar: Por que Desacelerar é Essencial para a Saúde Mental e o Desempenho Humano

 

Alt text

O paradoxo moderno: quanto mais produtivos, mais cansados


Vivemos em uma era marcada pela velocidade, pela hiperconectividade e pela constante busca por resultados. Nunca se falou tanto em produtividade, metas e desempenho — e, paradoxalmente, nunca foi tão difícil descansar. A sensação de que é preciso estar sempre fazendo algo útil, mesmo fora do horário de trabalho, tornou-se uma norma silenciosa. Nesse cenário, o descanso passa a ser visto como perda de tempo, gerando culpa e ansiedade. Essa realidade tem sido amplamente discutida por psicólogos, que alertam para os impactos desse comportamento na saúde mental e no rendimento cognitivo.


A dificuldade em “desligar” não é apenas um hábito individual, mas um reflexo de uma cultura que valoriza a ação contínua e penaliza a pausa. O resultado é uma sociedade exausta, que muitas vezes confunde descanso com improdutividade, quando, na verdade, ele é um dos pilares fundamentais para o equilíbrio emocional e o funcionamento saudável do cérebro.


Descansar não é luxo: é uma necessidade biológica e psicológica

Do ponto de vista psicológico e neurocientífico, o descanso não é opcional — é essencial. Durante os períodos de pausa, o cérebro realiza funções fundamentais, como a consolidação da memória, a regulação emocional e a recuperação da energia mental. Sem esses momentos, há um acúmulo de estresse que compromete tanto a saúde quanto a capacidade de tomar decisões.


Especialistas destacam que o descanso funciona como um “antídoto” contra o esgotamento. Quando negligenciado, surgem sintomas como irritabilidade, dificuldade de concentração, queda de produtividade e até problemas mais graves, como ansiedade crônica e burnout. Ou seja, insistir em trabalhar sem pausas não aumenta a eficiência — pelo contrário, reduz o desempenho ao longo do tempo.


A culpa por não fazer nada: um dos maiores obstáculos ao descanso

Um dos fenômenos mais comuns na atualidade é a incapacidade de relaxar sem sentir culpa. Mesmo em momentos de lazer, muitas pessoas continuam mentalmente conectadas às suas obrigações. Pensamentos sobre tarefas pendentes, prazos e responsabilidades invadem o tempo livre, impedindo o verdadeiro descanso.

Esse comportamento está diretamente ligado à internalização de padrões de alta performance. A ideia de que o valor pessoal está associado à produtividade faz com que o indivíduo se sinta desconfortável ao simplesmente “não fazer nada”. Assim, o descanso deixa de ser um momento de recuperação e passa a ser mais uma fonte de ansiedade.


Tempo livre não é sinônimo de descanso

Um ponto importante levantado por psicólogos é a diferença entre ter tempo livre e realmente descansar. Muitas pessoas possuem momentos disponíveis ao longo do dia, mas não conseguem aproveitá-los de forma restauradora. Isso acontece porque o descanso exige presença — estar mentalmente envolvido na atividade, seja ela assistir a um filme, ouvir música ou simplesmente contemplar o ambiente.

Sem essa presença, o tempo livre perde sua função. A mente continua ativa, preocupada e sobrecarregada, impedindo a recuperação emocional. Dessa forma, aprender a descansar envolve mais do que reorganizar a agenda: exige uma mudança na forma de se relacionar com o tempo.


O impacto do estresse e a importância de se desconectar

Pesquisas acadêmicas reforçam que o problema não está apenas na quantidade de trabalho, mas na incapacidade de se desligar dele. Estudos indicam que pessoas que conseguem desconectar mentalmente após o expediente apresentam níveis mais baixos de estresse, maior energia e melhor desempenho no dia seguinte.


Por outro lado, quem permanece constantemente pensando em trabalho entra em um ciclo prejudicial: não descansa adequadamente, acorda cansado, produz menos e, como consequência, sente-se pressionado a trabalhar ainda mais. Esse ciclo gera um desgaste progressivo que pode afetar tanto a vida profissional quanto a pessoal.


O ciclo do cansaço: quando a mente não para

A ausência de descanso cria um efeito dominó. O cansaço acumulado reduz a produtividade, o que aumenta a sensação de inadequação e culpa. Para compensar, a pessoa tenta se dedicar ainda mais às tarefas, sacrificando novamente o descanso. Esse padrão se repete, levando ao esgotamento físico e mental.

Além disso, a falta de pausas interfere na criatividade e na capacidade de resolver problemas. O cérebro precisa de momentos de relaxamento para reorganizar informações e gerar novas ideias. Sem isso, o pensamento torna-se rígido e menos eficiente.


Aprender a descansar: uma habilidade essencial no século XXI

Diante desse cenário, especialistas defendem que descansar é uma habilidade que precisa ser reaprendida. Isso envolve reconhecer o valor do ócio, estabelecer limites claros entre trabalho e lazer e desenvolver a capacidade de estar presente no momento.

Práticas simples podem ajudar nesse processo, como:

  • Desconectar-se de dispositivos eletrônicos em determinados períodos;
  • Criar rotinas de relaxamento, como leitura ou meditação;
  • Valorizar atividades prazerosas sem objetivo produtivo;
  • Respeitar horários de descanso e sono.

Mais do que técnicas, trata-se de uma mudança de mentalidade: entender que o descanso não é perda de tempo, mas investimento em saúde e desempenho.


Descanso e produtividade: aliados, não inimigos

Contrariando a lógica comum, descansar não reduz a produtividade — ele a potencializa. Pessoas que conseguem equilibrar trabalho e pausa tendem a ser mais eficientes, cometer menos erros e apresentar maior capacidade de concentração.

Isso acontece porque o cérebro funciona melhor quando alterna entre esforço e recuperação. Assim como um músculo precisa de descanso para crescer, a mente também necessita de pausas para manter seu desempenho ideal.


Conclusão: desacelerar é uma forma de evoluir

Em um mundo que valoriza a pressa e a constante atividade, aprender a descansar torna-se um ato quase revolucionário. No entanto, é justamente essa capacidade que permite uma vida mais equilibrada, saudável e produtiva.


Desacelerar não significa desistir ou ser menos ambicioso. Pelo contrário: é uma estratégia inteligente para sustentar o desempenho a longo prazo e preservar a saúde mental. Ao reconhecer o descanso como parte essencial da rotina, abrimos espaço para uma vida mais consciente, eficiente e, acima de tudo, humana.


Com informações do G1



7.4.26

"Quanto mais olho para a Lua, mais marrom fica", diz astronauta da Artemis

 

Alt text
Foto - Reprodução CNN Brasil

Tripulação da missão realiza sobrevoo de 7 horas pela Lua nesta segunda-feira (6) e compartilha observações


Durante o sobrevoo de sete horas ao redor da Lua, iniciado oficialmente nesta segunda-feira (6), os tripulantes da missão Artemis II relataram novas percepções sobre a Lua. A bordo da espaçonave Orion, a astronauta da Nasa Christina Koch afirmou que a Lua, vista de perto, apresenta tons de cores diferentes do que é visto na Terra.

“Quanto mais olho para a Lua, mais marrom ela fica”, relatou a astronauta, citando também comentários da equipe responsável pelas janelas da cápsula.

Ainda de acordo com a astronauta, a tripulação têm notado que a Lua continua visivelmente maior, mesmo quando observada continuamente. “Na verdade, podemos ver a Lua e a Terra ao mesmo tempo agora. É interessante porque a Terra parece muito mais brilhante", contou.

A tripulação observa a Lua através da janela da espaçonave, com uma perspectiva única e jamais vista, atingindo a marca da maior distância já percorrida por humanos no espaço.

Outros integrantes da missão também compartilharam suas impressões durante a jornada. O astronauta Reid Wiseman e o canadense Jeremy Hansen descreveram característica que apelidaram de “impressão digital”, a qual ainda esperam obter mais informações.

O astronauta Victor Glover também relatou desafios operacionais enfrentados durante a missão após passar os últimos dias no espaço.

“É um evento muito cansativo para os olhos. Você olha para fora e vê a Lua extremamente brilhante, depois precisa voltar para a cabine escura e operar equipamentos, lidar com câmeras, microfones e outras tarefas. É algo difícil de administrar”, disse.

Victor ainda contou que gostaria de ter tido mais tempo durante a passagem pela Lua para refletir e apreciar a vista. Segundo descrito pelo cientista, a paisagem soa como uma linha irregular em vez de um arco suave. “O terminador está simplesmente fantástico agora”, disse Glover.

“É o mais acidentado que já vi. Do ponto de vista da iluminação, existem pequenas ilhas. Existem ilhas de terreno completamente cercadas pela escuridão, o que indica uma variação real no terreno. Ao norte, há uma cratera dupla muito bonita. Parece um boneco de neve sentado ali. E então, na borda sul, há quase como um buraco. E depois uma parede brilhante e, além do terminador, volta a ser preto.”

Para a doutora Kelsey Young, oficial de ciências, "esse tipo de observação é algo que os humanos são capazes de fazer de forma única, e você realmente nos levou junto com você".

Astronautas da Artemis II iniciam observação lunar; acompanhe

Neste momento, os astronautas da Artemis II se comunicam com o controle da missão enquanto sobrevoam a Lua.  A tripulação contornará o lado oculto da Lua antes de retornar em direção à Terra.

Artemis II

Com duração estimada de dez dias, a Artemis II seguirá uma trajetória em forma de “oito”, contornando o lado oculto da Lua, o qual jamais foi visto a olho nu por humanos.

Após duas órbitas iniciais ao redor da Terra, a nave será impulsionada em direção ao satélite natural em uma trajetória de livre retorno, na qual a gravidade lunar garantirá o caminho de volta sem a necessidade de manobras complexas.

bordo da Orion estão os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, da NASA, além de Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense.

O objetivo principal da missão é testar, pela primeira vez com humanos, sistemas essenciais da nave, como suporte à vida, navegação, comunicação e o desempenho do escudo térmico durante a reentrada na atmosfera.

Acompanhe a missão em tempo real


Fonte: CNN Brasil 



2 de abril de 2026

2.4.26

O que a psicologia diz sobre pessoas que têm pânico de dizer 'não'? Felca investiga

 

Alt text
Foto reprodução G1 



Comportamento comum pode esconder insegurança, necessidade de aprovação e relações desequilibradas, explicam especialistas.


Ser solícito, colaborativo e sempre disponível costuma render elogios. Mas até que ponto dizer “sim” o tempo todo é sinal de gentileza — e quando passa a ser sofrimento? Essa é a pergunta que guia a nova investigação de Felca no quadro "Sobre Nós", do Fantástico, sobre pessoas que simplesmente não conseguem dizer “não”.
"Eu não sei dizer não. Desde pequeno eu percebia que quando eu dizia sim, as pessoas sorriam. Quando eu dizia não, o ar mudava, relata o influenciador".

Medo de desagradar

Felca também compartilha uma experiência pessoal que ilustra o problema:

“Esses dias aconteceu uma coisa muito estranha comigo. Eu estava na casa de um amigo e ele me ofereceu um bolo que tinha na geladeira. Eu disse sim, mesmo não estando com vontade nenhuma. Por que eu disse que queria, sendo que não queria?”


Leia mais

em: https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2026/03/31/o-que-a-psicologia-diz-sobre-pessoas-que-tem-panico-de-dizer-nao-felca-investiga.ghtml

Fonte: G1



 


1 de abril de 2026

1.4.26

Quem tem direito à isenção do Imposto de Renda no Brasil: entenda as regras, doenças previstas em lei e como solicitar o benefício

Alt text

A isenção do Imposto de Renda ainda é pouco conhecida por quem tem direito

Todos os anos, milhões de brasileiros precisam prestar contas ao Fisco por meio da declaração do Imposto de Renda. No entanto, muitas pessoas desconhecem que a legislação brasileira prevê isenção total ou parcial do Imposto de Renda para determinados contribuintes, especialmente aposentados, pensionistas e pessoas diagnosticadas com doenças graves.


Esse direito, garantido pela legislação tributária brasileira, pode representar uma economia significativa ao longo dos anos e até permitir a restituição de valores pagos indevidamente no passado. Ainda assim, por falta de informação ou orientação adequada, inúmeros contribuintes continuam pagando imposto mesmo tendo direito à isenção.


Nesta matéria especial, você vai entender quem tem direito à isenção do Imposto de Renda, quais doenças garantem esse benefício, quais são os critérios legais e como solicitar o reconhecimento do direito junto aos órgãos responsáveis.

O que é a isenção do Imposto de Renda

A isenção do Imposto de Renda é um benefício fiscal que dispensa determinados contribuintes do pagamento do imposto sobre certos rendimentos. Esse direito está previsto principalmente na legislação tributária brasileira, especialmente na Lei nº 7.713, de 1988, que estabelece regras para pessoas acometidas por doenças graves.


É importante destacar que a isenção não se aplica a todos os rendimentos. Em geral, ela se restringe a rendimentos de aposentadoria, pensão ou reforma militar, e não aos salários ou atividades profissionais ainda em exercício.


Essa diferenciação é fundamental, pois muitas pessoas acreditam que basta ter uma doença grave para deixar de pagar Imposto de Renda, quando na realidade existem critérios específicos que precisam ser atendidos.

Quem tem direito à isenção do Imposto de Renda

De modo geral, podem ter direito à isenção do Imposto de Renda:

Aposentados

Pessoas que recebem aposentadoria podem solicitar a isenção se forem diagnosticadas com alguma das doenças previstas em lei.

Isso inclui aposentadorias concedidas por:

  • INSS
  • Regimes próprios de servidores públicos
  • Previdência privada (em alguns casos)

A aposentadoria é um dos requisitos mais importantes para a concessão do benefício.


Pensionistas

Pensionistas também podem ter direito à isenção quando diagnosticados com doenças graves.

Esse grupo inclui:

  • Pensionistas do INSS
  • Pensionistas de servidores públicos
  • Beneficiários de pensão por morte

Assim como ocorre com aposentados, a doença precisa estar formalmente comprovada por meio de laudo médico oficial.


Militares reformados

Militares que se encontram na condição de reforma ou reserva remunerada também podem solicitar a isenção caso sejam diagnosticados com alguma doença prevista na legislação.

Nesse caso, o pedido deve ser feito junto ao órgão militar responsável pelo pagamento dos proventos.


Doenças que garantem o direito à isenção

A legislação brasileira estabelece uma lista específica de doenças consideradas graves para fins de isenção do Imposto de Renda.

Entre elas estão:

Doenças neurológicas e degenerativas

Essas doenças afetam diretamente o sistema nervoso e podem causar limitações permanentes.

Incluem:

  • Esclerose múltipla
  • Doença de Parkinson
  • Alienação mental
  • Paralisia irreversível e incapacitante

Essas condições geralmente exigem acompanhamento médico contínuo e podem comprometer significativamente a qualidade de vida do paciente.

Doenças oncológicas

Entre as doenças mais conhecidas que garantem o direito à isenção está o câncer.

A legislação prevê:

  • Neoplasia maligna (câncer)

Um ponto importante é que o direito à isenção permanece mesmo após a cura da doença, desde que o diagnóstico tenha sido comprovado.

Isso é um detalhe essencial que muitas pessoas desconhecem.


Doenças cardíacas e vasculares

Doenças relacionadas ao coração também fazem parte da lista legal.

Entre elas:

  • Cardiopatia grave

Essas doenças podem incluir insuficiência cardíaca grave, doença coronariana avançada e outras condições que comprometam o funcionamento cardíaco.

Doenças infecciosas graves

Algumas doenças infecciosas também estão previstas na legislação.

São exemplos:

  • Tuberculose ativa
  • Hanseníase
  • AIDS

Essas doenças exigem acompanhamento especializado e podem causar incapacidades prolongadas.


Doenças metabólicas e sistêmicas

Outras doenças graves também garantem o direito ao benefício.

Incluem:

  • Hepatopatia grave
  • Nefropatia grave
  • Fibrose cística

Essas condições podem comprometer órgãos vitais e exigir tratamentos complexos e contínuos.


Outras condições previstas em lei

Além das já citadas, também estão incluídas:

  • Cegueira (inclusive em um dos olhos)
  • Contaminação por radiação
  • Doença de Paget em estado avançado
  • Espondiloartrose anquilosante

Cada uma dessas doenças possui critérios específicos de diagnóstico.


Quem não tem direito à isenção

Mesmo tendo uma doença grave, nem todas as pessoas terão direito ao benefício.

Não têm direito à isenção:

Pessoas que continuam trabalhando

Se a pessoa ainda recebe salário, esse rendimento continua sendo tributado normalmente.

A isenção vale apenas para:

  • Aposentadoria
  • Pensão
  • Reforma militar

Isso significa que um trabalhador ativo com câncer, por exemplo, continuará pagando imposto sobre seu salário.


Rendimentos não abrangidos

Mesmo para quem tem direito, alguns rendimentos continuam tributáveis.

Entre eles:

  • Salários
  • Aluguéis
  • Honorários profissionais
  • Aplicações financeiras
  • Atividades empresariais

Portanto, a isenção não significa ausência total de tributação.


O papel do laudo médico oficial

Um dos requisitos mais importantes para a concessão da isenção é o laudo médico oficial.

Esse documento deve ser emitido por:

  • Médicos do SUS
  • Serviços médicos oficiais da União
  • Estados ou municípios

O laudo deve conter:

  • Diagnóstico detalhado
  • Identificação da doença
  • Data do diagnóstico
  • Assinatura do profissional responsável

Sem esse documento, o pedido de isenção não pode ser concedido.


A isenção pode ser retroativa

Um dos direitos mais relevantes para quem descobre tardiamente a possibilidade de isenção é o pedido retroativo.

Isso significa que:

O contribuinte pode solicitar a restituição de valores pagos indevidamente nos últimos cinco anos.

Esse direito pode representar valores elevados, especialmente para pessoas que contribuíram durante anos sem saber que tinham direito à isenção.

Como solicitar a isenção do Imposto de Renda

O processo de solicitação pode variar conforme o tipo de aposentadoria ou pensão.

Mas, em geral, os passos são:

Passo 1 — Obter o laudo médico oficial

Esse é o primeiro passo obrigatório.

Sem o laudo médico emitido por órgão oficial, o pedido não será aceito.

Passo 2 — Protocolar o pedido junto ao órgão pagador

O pedido deve ser feito diretamente ao órgão responsável pelo pagamento.

Por exemplo:

  • INSS
  • Órgão público
  • Instituição previdenciária

Cada órgão possui procedimentos próprios.


Passo 3 — Aguardar análise do pedido

Após o protocolo, o órgão responsável realizará a análise documental.

Se aprovado, o benefício será concedido.


Passo 4 — Ajustar a declaração do Imposto de Renda

Após a concessão da isenção, é necessário atualizar as declarações futuras e, se for o caso, solicitar restituição de anos anteriores.


A importância da informação para garantir direitos

Especialistas apontam que um dos maiores problemas relacionados à isenção do Imposto de Renda é a falta de informação.

Muitas pessoas convivem com doenças graves por anos sem saber que têm direito ao benefício.

Isso ocorre principalmente entre:

  • Idosos
  • Aposentados
  • Pensionistas

A divulgação correta das regras pode evitar pagamentos indevidos e garantir justiça tributária.


Impacto financeiro da isenção para aposentados

A isenção pode representar um alívio financeiro importante.

Dependendo do valor da aposentadoria, o contribuinte pode economizar:

  • Centenas de reais por mês
  • Milhares de reais por ano

Ao longo dos anos, o impacto financeiro pode ser significativo.

Além disso, o direito à restituição retroativa pode resultar em valores expressivos.

Erros comuns ao solicitar a isenção

Muitas pessoas enfrentam dificuldades por erros simples durante o processo.

Entre os mais comuns estão:

  • Apresentar laudo médico particular (não oficial)
  • Não solicitar a retroatividade
  • Declarar incorretamente o benefício
  • Não manter cópias dos documentos

Evitar esses erros pode acelerar o reconhecimento do direito.


A legislação que garante o direito à isenção

A principal norma que regula esse benefício é:

Lei nº 7.713/1988

Essa lei estabelece:

  • A lista de doenças
  • Os critérios para concessão
  • As regras para aplicação do benefício

Outras normas complementares também podem ser aplicadas, especialmente em regimes próprios de previdência.


A importância do acompanhamento profissional

Embora o pedido possa ser feito pelo próprio contribuinte, em muitos casos é recomendável buscar apoio profissional.

Podem ajudar nesse processo:

  • Contadores
  • Advogados tributaristas
  • Especialistas em previdência

Esses profissionais podem orientar corretamente e evitar erros que atrasem o reconhecimento do direito.


Conclusão: conhecer seus direitos pode evitar prejuízos financeiros

A isenção do Imposto de Renda para pessoas com doenças graves é um direito garantido por lei e representa uma importante proteção social para aposentados, pensionistas e militares reformados.

No entanto, a falta de informação ainda é um dos principais obstáculos para que esse benefício seja amplamente utilizado por quem realmente precisa.

Por isso, conhecer as regras, entender os critérios e buscar orientação adequada são passos fundamentais para garantir o acesso ao benefício e evitar o pagamento indevido de impostos.

Em muitos casos, o simples conhecimento da legislação pode representar não apenas economia financeira, mas também segurança e dignidade para quem enfrenta condições de saúde delicadas.