Smartick: plataforma revoluciona ensino da matemática com aulas de 15 minutos ao dia

Smartick: plataforma revoluciona ensino da matemática com aulas de 15 minutos ao dia

 

Método de ensino e treino de matemática é voltado para crianças de 4 a 14 anos, sem necessidade de acompanhamento dos pais e professores

Smartick: plataforma revoluciona ensino da matemática com aulas de 15 minutos ao dia

Método de ensino e treino de matemática é voltado para crianças de 4 a 14 anos, sem necessidade de acompanhamento dos pais e professores

A rotina de famílias com crianças e adolescentes mudou drasticamente durante a pandemia de covid-19. Por conta do isolamento social, todas as atividades passaram a ser feitas de casa: home office e homeschooling têm sido palavras do cotidiano de grande parte da sociedade.

Com isso, pais e mães tiveram que se virar nos 30 para dar conta das demandas de seus empregos, tarefas domésticas e dar atenção redobrada a seus filhos, que tiveram que ficar tempo integral em casa.

Estes, por sua vez, perderam não só o convívio social mas também o acompanhamento direto de professores em sala de aula, momentos nos quais as escolas têm papel extremamente importante.

Mesmo com esforços por parte das escolas, pais e mães e dos próprios alunos, os estudantes regrediram no aprendizado de português e matemática após um ano de aulas online. O dado é de recente pesquisa desenvolvida pela Secretaria de Estado da Educação de São Paulo.

A situação torna-se uma bola de neve quando, ao ter dificuldade no aprendizado, a criança desenvolve um bloqueio ou aversão a matérias de exatas. A médio e longo prazo, além do impasse com os números, isso reflete em perda da autoestima, sentimento de incapacidade e ansiedade, que podem comprometer o desempenho em outras disciplinas também.

Neste cenário, a plataforma Smartick ganha destaque ao entregar um método de ensino e treino de matemática para crianças de 4 a 14 anos. Com apenas 15 minutos ao dia, em um tablet ou computador, alunos de mais de 100 países apresentaram significativa melhora no conhecimento da disciplina.

Mais de 80% tiveram notas mais altas de matemática na escola, enquanto 94% melhoraram a capacidade de cálculo, lógica e resolução de problemas.

Não tem “decoreba”

Para o Smartick, é essencial que o aluno aprenda a pensar e a entender o porquê das coisas. Com um sistema de inteligência artificial, a plataforma vai muito além do treinamento de operações básicas e estimula a criança a trabalhar o raciocínio e a lógica. Sem decoreba.

No método não existem dois exercícios iguais. Isso porque a variedade destes é muito ampla e só tende a aumentar, visto que todo mês a equipe formada por profissionais da educação, cientistas da computação, matemáticos e pedagogos desenvolve novos conteúdos sobre diferentes áreas do aprendizado matemático: comparação, aritmética e reconhecimento de quantidade, algarismos e numeração, entre outras.

Todas as crianças de 4 a 14 anos podem usar Smartick para aprender e aprimorar seus conhecimentos em matemática. A plataforma é voltada tanto para crianças que apresentam uma boa desenvoltura na disciplina quanto aquelas que têm dificuldades de aprendizagem com a matéria ou apresentam Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), Síndrome de Down, Asperger, dislexia, autismo e superdotação.

Com um sistema de inteligência artificial, a Smartick estimula a criança a trabalhar o raciocínio e a lógica. Sem decoreba!
Crédito: Smartick | DivulgaçãoCom um sistema de inteligência artificial, a Smartick estimula a criança a trabalhar o raciocínio e a lógica. Sem decoreba!

Outro distúrbio de aprendizagem que acomete ao menos uma a cada 25 crianças (5 a 7% da população infantil) é a discalculia. De origem neurobiológica, a discalculia afeta a aquisição de conhecimentos sobre os números e deve ser diagnosticada o mais cedo possível, de preferência entre os 6 e 8 anos de idade.

Pensando nisso, o Smartick desenvolveu, em conjunto com especialistas das Universidades de Málaga e Valladolid (ambas espanholas), um teste rápido, online e gratuito para detectar o risco de discalculia nas crianças. Abordando as principais áreas do aprendizado matemático, o questionário foi elaborado com a participação de 800 alunos em diferentes áreas da Espanha para então ser validado.

“As crianças com discalculia precisam de um treinamento diário adaptado, baseado em uma compreensão profunda de conceitos e procedimentos. Os exercícios e atividades do plano de estudos personalizado que propomos no método podem ajudar muito os alunos com estas dificuldades”, explica Javier Arroyo, cofundador da Smartick ao lado de Daniel González de Vega.

Mais autonomia para as crianças e para os pais

Os alunos desfrutam de um ambiente digital totalmente explicativo e interativo durante os exercícios, que podem ser feitos apenas em tablets ou no computador.

Ao demorar para responder às questões, a inteligência da Smartick identifica e disponibiliza vídeos de exercícios guiados para auxiliar na resolução dos problemas. Ao errar, a correção e explicação aparece automaticamente na tela.

Quanto mais questões a criança acertar, mais pontos ela acumula. Estes podem ser utilizados em outra área do site, onde ela cria seu avatar personalizado e pode comprar itens virtuais como roupas, bichos de estimação e outros brinquedos. Nesta área também há dezenas de jogos que estimulam raciocínio, memória, contagem e outras habilidades correlativas.

Os pais, por sua vez, não precisam se preocupar em acompanhar os vídeos tutoriais, já que o método é pensado para estimular a autoaprendizagem dos alunos. E também não precisam checar os exercícios, pois são corrigidos instantaneamente pela plataforma, que dá feedback em tempo real.

Após cada sessão, os responsáveis recebem e-mail com os resultados e, na Área de Pais do site, podem ver todas as atividades realizadas pelo aluno. Tudo com precisão e detalhes, bem como indicadores e gráficos sobre o progresso.

Teste gratuitamente por uma semana

Ao acessar o site oficial, além de todas as informações detalhadas e vídeos com histórias de sucesso de clientes, pais e mães podem agendar uma ligação com a equipe pedagógica para sanar todas as dúvidas a respeito da plataforma e do método.

Para ver com seus próprios olhos, basta se registrar e experimentar o método Smartick gratuitamente por uma semana. Após, o valor mensal varia de R$129,92 a R$199, dependendo do número de crianças inscritas e do pacote escolhido.

Leitores da Catraca Livre ainda podem desfrutar de 30 dias de uso gratuito para experimentar a plataforma. Para garantir essa vantagem é só clicar aqui.

Smartick: a próxima geração vai ser de exatas

Criado em 2009 por Daniel González de Vega e Javier Arroyo, ambos graduados pela Universidade de Stanford e pela Harvard Business School, a plataforma está presente em mais de 100 países e com mais de 50 mil crianças beneficiárias.

Em 2016, foi escolhida como uma das 15 melhores startups do mundo pelo júri do The Next Web em Nova Iorque e em 2018, o Congresso dos Estados Unidos concedeu-lhe o Eisenhower Fellowship, entregue por Colin Powell, como reconhecimento pelos bons resultados do Smartick na educação mundial.

Ficou curioso sobre a plataforma?! É só clicar aqui e começar agora a mesmo a testar.

 Fonte: Catraca Livre

 

A 16ª Olímpiada de Matemática aplica provas até 3 de agosto

A 16ª Olímpiada de Matemática aplica provas até 3 de agosto

As provas da primeira fase da 16ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) serão aplicadas até o próximo dia 3 de agosto pelas escolas, que deverão enviar para o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA)

A 16ª Olímpiada de Matemática aplica provas até 3 de agosto

A aplicação dos exames começou ontem

As provas da primeira fase da 16ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) serão aplicadas até o próximo dia 3 de agosto pelas escolas, que deverão enviar para o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) a relação dos estudantes classificados para a segunda etapa do certame, pelo correio ou por aplicativo, até o dia 11 de agosto. A aplicação das provas começou ontem (28). Os testes são elaborados e fornecidos pelo IMPA.

O coordenador-geral da OBMEP e diretor adjunto do IMPA, Claudio Landim, lembrou hoje (29), em entrevista à Agência Brasil, que uma das mudanças introduzidas na olimpíada, em razão da pandemia do novo coronavírus, foi dar às escolas mais tempo para aplicarem os exames.

“A ideia é garantir a presença de um maior número de alunos na segunda fase. Como muitas escolas estavam fechadas e, de fato, algumas ainda não voltaram às aulas presenciais, nós permitimos que as escolas aplicassem as provas no período de um pouco mais de um mês, com a única ideia de a escola poder escolher o dia mais conveniente para aplicar a prova. E dando liberdade às escolas que ainda estão em modo virtual de aplicar o exame nesse formato”, explicou Landim.

Seleção

O coordenador salientou, no entanto, que as provas da primeira fase servem exclusivamente para a escola selecionar, internamente, 5% dos alunos inscritos em cada nível que vão participar da segunda fase e concorrerão às medalhas e prêmios.

A OBMEP acontece em duas fases. A primeira é composta por uma prova de múltipla escolha com 20 questões, e a segunda por uma prova discursiva com seis questões. Os exames são divididos por grau de escolaridade: Nível 1 (6º e 7º anos do Ensino Fundamental), Nível 2 (8º e 9º anos) e Nível 3 (Ensino Médio).

No dia 9 de setembro, a organização divulgará os classificados para a segunda fase, prevista para acontecer de forma presencial, em 6 de novembro. “Nós vamos respeitar as medidas sanitárias, com distanciamento social, vamos entregar máscaras para os alunos que tiverem esquecido de levar, para aplicar (a prova) com toda a segurança possível, mas será uma prova presencial, como de hábito, tradicionalmente”, informou Claudio Landim. Nove mil centros escolares espalhados pelo Brasil serão locais de prova da segunda fase da OBMEP, além de institutos federais e universidades.

Universitários

Outra novidade importante causada pela pandemia é o atendimento a uma solicitação dos alunos que, no ano passado, estavam no terceiro ano do ensino médio, saíram da educação básica e não tiveram a chance de participar da olimpíada, cuja edição não ocorreu em 2020. “Muitos alunos que participavam tradicionalmente da olimpíada ficaram frustrados por não terem participado no ano passado. Este ano, nós estamos admitindo esses alunos, que já estão na universidade, e vão concorrer a medalhas, sem prejudicar os estudantes que estão no ensino médio. Vai ter uma premiação especial para esses alunos que já estão na universidade”.

Serão distribuídas aos alunos participantes dos três níveis de ensino 575 medalhas de ouro, 1.725 medalhas de prata e 5.175 medalhas de bronze, além de 51.900 menções honrosas. Todos os medalhistas serão convidados a participar do Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC), como incentivo e promoção do desenvolvimento acadêmico dos estudantes. Será distribuído um número extra de medalhas para contemplar os alunos universitários.

Os resultados da segunda fase da 16ª OBMEP serão divulgados em dezembro. A premiação será em 2022, porém, ainda não tem dada definida, disse Claudio Landim. O diretor adjunto do IMPA informou ainda que não há definição também quanto à premiação da OBMEP de 2019, que deveria ter acontecido em 2020. “Ela está prevista para acontecer em outubro deste ano, mas nós vamos aguardar mais um pouco para confirmar, porque não sabemos como estará a situação do país em outubro”, comentou.

Criada pelo IMPA em 2005, a OBMEP é realizada com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), com recursos dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovações e da Educação. Além de estimular o estudo da matemática no país, a competição visa identificar jovens talentosos e promover inclusão social por meio da difusão do conhecimento.

Fonte: Agência Brasil

 

 

Morre Januário de Oliveira, ex-locutor da Rádio Nacional

Morre Januário de Oliveira, ex-locutor da Rádio Nacional

 O jornalismo esportivo perdeu, na tarde de segunda-feira (31), um ícone do rádio e da TV.

Morre Januário de Oliveira, ex-locutor da Rádio Nacional 

O jornalismo esportivo perdeu, na tarde de segunda-feira (31), um ícone do rádio e da TV. Após 12 dias internado, por conta de uma pneumonia, faleceu em Natal (RN), Januário de Oliveira, que marcou época com suas narrações na Rádio Nacional e na TV Brasil.

Januário sofria de diabetes, doença que o fez perder cerca de 90% da visão e que foi a responsável por ele ter abandonado as transmissões em 1998, logo após a Copa do Mundo. O narrador vivia em Natal, ao lado de familiares, mas há cerca de dois anos apresentava saúde debilitada.

Após uma viagem ao Rio de Janeiro, em março de 2019, Januário apresentou quadro de pneumonia persistente, seguida por um acidente vascular cerebral. Ambas as condições de saúde não o impediram de festejar o aniversário de 80 anos com a família.

Em 23 de maio, uma nova pneumonia o levou para o hospital, onde permaneceu internado. A suspeita de tuberculose foi afastada, mas Januário precisou se submeter a hemodiálise desde o dia 27, quando o quadro se agravou.

Nascido em Alegrete (RS), em 19 de setembro de 1939, Januário Soares de Oliveira era torcedor do Internacional e sonhava ser jogador de futebol. Mas não levava jeito. A outra paixão o conquistou e o levou ao patamar dos maiores locutores do país.

Januário começou a carreira na Rádio Farroupilha, em Porto Alegre. No Rio de Janeiro, trabalhou na Rádio Mauá e, na Nacional, transformou-se num dos principais narradores do futebol carioca. Foi na emissora que começou a criar seus famosos bordões. “Taí o que você queria” surgiu após mais de duas horas aguardando o início de um jogo, no estádio Ítalo del Cima, em Campo Grande.

Assista à entrevista de Januário de Oliveira na TV Brasil:

Na TV Educativa, ao lado dos comentaristas Achilles Chirol e José Ignácio Werneck, era o responsável pela narração dos jogos de domingo, que iam em videoteipes nas noites de domingo, tendo os repórteres José Luiz Furtado, Sebastião Pereira, Sergio du Bocage e Fernando Domingues nas transmissões. Quantos até hoje se lembram do grito de gol? “É disso, é disso que o povo gosta!”.

Júnior Baiano, o zagueiro, o ajudou a criar o bordão “tá lá o corpo estendido no chão”, logo após derrubar mais um adversário. Não faltava a Januário criatividade.

Januário era, também, o apresentador da mais tradicional mesa de debates das noites de domingo: o Esporte Visão. Ao lado dele, além de Chirol e Werneck, despontavam outros ilustres comentaristas, como Luiz Mendes, Sérgio Noronha, Ruy Porto, Gérson, Washington Rodrigues e Sérgio Cabral. Foi nesta época, em 1987, que Januário sofreu uma parada cardíaca que o afastou da TV por quase um ano.

Já aposentado, Januário passou a integrar a equipe de locutores da Bandeirantes. E lá vieram novos bordões. Cruel, sinistro. E os famosos apelidos transformando jogadores em personagens eternizados por sua voz e na mente dos torcedores. O Super-Ézio e Sávio, o Anjo Louro da Gávea, certamente eram os mais queridos por ele.

 O programa No Mundo da Bola desta segunda-feira, 31, homenageou Januário de Oliveira revivendo uma narração do locutor, de 20 de junho de 1978, quando Fluminense vencia o Náutico por 2x1. Jorge narra o segundo gol do Fluminense, marcado por Robertinho. 


Texto: Sérgio Du Bocage - Repórter da TV Brasil - Rio de Janeiro

 

Fonte: Trilha do Rádio 


Helena Lúcia Cochlar ajudou a revolucionar a programação da Rádio Nacional de Brasília no início da década de 1980

Helena Lúcia Cochlar ajudou a revolucionar a programação da Rádio Nacional de Brasília no início da década de 1980

Em 1979, a publicitária e modelo Helena Lúcia Cochlar trocou o Rio de Janeiro por Brasília e,  dois anos depois, ingressou na Rádio Nacional de Brasília

Helena Lúcia Cochlar ajudou a revolucionar a programação da Rádio Nacional de Brasília no início da década de 1980 

Em 1979, a publicitária e modelo Helena Lúcia Cochlar trocou o Rio de Janeiro por Brasília e,  dois anos depois, ingressou na Rádio Nacional de Brasília para integrar a primeira equipe do programa Viva Maria, que estava sendo encabeçado pela radialista Mara Régia. Na emissora, que vivia um processo de segmentação de sua programação, Helena Lúcia participaria da produção dos principais programas que surgiram no início da década de 1980.

Além do Viva Maria, que estreou em 14 de setembro de 1981, logo em seu primeiro ano na emissora, ela passou a produzir o programa Carinhoso, que era apresentado por Célio Rodrigues, de segunda a sexta-feira, das 23h às 0h, com poesias e músicas românticas.  Já em 1983, além do Viva Maria, ela também participava da produção do Madrugada Nacional e do Geração Colorida, programa apresentado por Luciano Barroso, que abriu as portas da Rádio Nacional de Brasília para o rock, gênero efervescente na capital federal. 

Helena Lúcia Luciano Barroso, do programa 'Geração Colorida'. Acervo/Na Trilha do Rádio, 1992
Entre outros programas, Helena Lúcia também participou da produção do programa Bom Dia Brasil. Atuou exclusivamente na Rádio Nacional de Brasília até 1983, quando migrou para TV Nacional, assumindo a direção do programa Geração Colorida, que também alcançou um espaço na televisão. Nesse período continuou participando do Viva Maria com o quadro Realce, com dicas de moda e beleza. Na TV Nacional,  Helena Lúcia passou a atuar no departamento de TV, onde ficou até 1987, quando deixou a emissora. Nesse período, também integrou a equipe do programa Repórter Musical, apresentado por ela e Márcio Lacombe. Em entrevista exclusiva para o blog Na Trilha do Rádio, Helena Lúcia Cochlar revisita momentos marcantes da sua trajetória, na Rádio Nacional de Brasília. Fala dos bastidores e apresenta curiosidades dos programas que produziu na emissora brasiliense, recorda a relação da rádio com os ouvintes e profissionais que ajudaram a fazer a história da emissora na década de 1980. “Uma oportunidade deliciosa de reviver um tempo lindo, tempos de um rádio mágico. Eu sou muita honrada por ter tido a oportunidade de conviver com pessoas tão talentosas”, definiu.    

 

 Clique e Ouça a entrevista

Fonte: Blog na Trilha do Rádio

 

Mundo VUCA ou Mundo BANI?

Mundo VUCA ou Mundo BANI?

 

Que muVUCA era essa, heim? E até ela mudou, estão dizendo agora que o Mundo é BANI! Manter-se sadio ou insano em cenário muito louco: eis a questão!

Por Pascoal Zani, psicólogo. 

Mundo VUCA ou Mundo BANI?

Que muVUCA era essa, heim? E até ela mudou, estão dizendo agora que o Mundo é BANI! Manter-se sadio ou insano em cenário muito louco: eis a questão!

No jargão popular, confusão, aglomeração: muvuca; na Guerra Fria, VUCA indicava o contexto mundial: Volatilidade, Incerteza (Uncertainty), Complexidade e Ambiguidade; entre executivos o conceito tem embasado planejamentos empresariais.

Porém, recentemente, Jamais Cascio sugeriu um novo olhar, o Mundo BANI:

B Ele não é Volátil; é Frágil (Brittle), pode romper a qualquer momento; quem tiver valores sólidos estará mais forte na fragilidade dele (humm!);

A Para além de Incerto, ele é muito Ansioso, por tanta imprevisibilidade; o autoconhecimento e a atenção plena ajudarão a produzir mais por mais tempo sem adoecer (Olha só!);

N É Não-linear, acima do Complexo; na rapidez, ação e reação se confundem, exigindo adaptação e flexibilidade, desaprender e reaprender; o “Lifelong learning” poderia mudar para “unlearning and relearning”, heim?!;

I Mais que Ambíguo, tem muito de Incompreensível; requer criatividade, aceitação e humanização: “Não sois máquinas, homens é que sois!” (Charles Chaplin)

Apesar do panorama descrito, cada situação abre possibilidade de escolha e atuação. Se puder ser resolvida ou influenciada, a ideia é agir. Se não puder: a) afastar-se, evitar; ou b) aceitar e se adaptar.

Toda circunstância é um estressor. Então, lidar com estresse e ansiedade é importante para produzir “tanto por tanto tempo”. No meu blog estão sugestões práticas de como manter corpo e mente saudáveis em cenário turbulento: www.psicologopascoalzani.com.br.

No dia-a-dia, para se manter produtivo e saudável em meio às situações do mundo BANI, algumas dicas podem ser interessantes:

Cuidados pessoais:

manter disciplina de sono, alimentação e atividade física

regular uso de cafeína e bebidas alcóolicas

praticar “ócio criativo” e hobbies, buscar lazer e entretenimento

aprimorar os relacionamentos treinando assertividade, Comunicação Não-Violenta

treinar habilidades de inteligência emocional

que tal alguns momentos mais leves, em contato com a natureza?

Cuidados profissionais:

responder para si mesmo: "o que me motiva", "quais são as minhas paixões"?

planejar a Vida e a Carreira Profissional

estabelecer prioridades, planejar rotinas e formas de realizá-las com menor desgaste emocional e físico

aprender a dizer “não” quando for o caso

A Terapia Cognitivo-comportamental treina habilidades de resolução de problemas, redescoberta de valores, tomada de decisões, aperfeiçoamento de relacionamentos, resiliência, autoconhecimento, atenção plena, flexibilidade e inteligência emocional, melhorando, assim, as armas para enfrentar E tirar proveito das batalhas que o mundo BANI apresenta.

Enfim, o cenário é global e a decisão, individual! Situações difíceis existirão sempre, são da Vida! O detalhe é como cada um escolhe viver cada evento: Ameaça ou Oportunidade?

 

Pascoal Zani – CRP-PR 08/04471

Fone whats: https://wa.me/5541988488303

https://linktr.ee/Psicologopascoalzani

psicologopascoalzani@gmail.com

Fonte: https://www.psicologopascoalzani.com.br 

Psicólogo Pascoal Zani – CRP 08/04471 | Instagran: psicologopascoalzani

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Entenda o que muda no ensino médio de SP em 2022

Entenda o que muda no ensino médio de SP em 2022

 

Entenda o que muda no ensino médio de SP em 2022

Por Bárbara Muniz Vieira, G1 SP — São Paulo

Entenda o que muda no ensino médio de SP em 2022

A partir de 2022, os alunos do 2º ano do ensino médio das escolas estaduais de São Paulo terão uma aula a mais por dia. Os alunos do 3º ano passarão a ter 8 aulas por dia em 2023. Ensino híbrido (remoto e presencial) será mantido. Veja outras mudanças.

O governo de São Paulo anunciou nesta terça-feira (20) a expansão do Novo Ensino Médio para o segundo ano a partir de 2022. Dentre as principais mudanças, os alunos terão uma aula a mais por dia.

 Além disso, o ensino híbrido será mantido, ou seja, mesmo com a retomada das aulas presenciais, o aprendizado remoto vai permanecer.

O investimento será de R$ 303,5 milhões, e há a previsão da contratação de até 10 mil professores.

Entenda o que muda:

  • Atualmente, os alunos do ensino médio no período diurno têm 35 aulas semanais (7 por dia). Eles passarão a ter 40 aulas semanais (8 por dia);
  • No noturno, são 25 aulas semanais. Eles passarão a ter 33 aulas semanais (aumentando em 8 aulas a carga geral);
  • A mudança será gradual: os alunos do 2º ano terão uma aula a mais por dia já a partir do próximo ano;
  • Os alunos do 3º ano passarão a ter 8 aulas por dia em 2023;
  • Para as turmas do período noturno, a ampliação para 8 aulas diárias irá ocorrer já a partir do 1º ano;
  • As aulas presenciais não serão obrigatórias em agosto. Em setembro, cada escola pode reavaliar essa definição;
  • O ensino híbrido, com aulas online e presenciais, vai continuar;
  • A partir de 2022, o segundo ano contará com 10 aulas semanais dedicadas ao aprofundamento curricular escolhido conforme as opções apresentadas pela escola. No terceiro ano, serão 20 aulas.

Novo Ensino Médio

No ano letivo de 2021, a implementação do novo currículo do ensino médio teve início para os mais de 460 mil alunos matriculados no primeiro ano, de acordo com o secretário da Educação, Rossieli Soares. Em 2022, o novo modelo será expandido para 422 mil alunos do segundo ano.

Atualmente, o Novo Ensino Médio atende estudantes do primeiro ano da rede pública estadual por meio dos três componentes ofertados pelo programa Inova Educação – Projeto de Vida, Eletivas e Tecnologia e Inovação.

A ideia é que o próprio aluno escolha uma ou duas áreas para se aprofundar em conhecimentos específicos, conforme interesse individual.

A relação trouxe 10 opções de aprofundamento curricular:

Quatro delas são nas áreas de conhecimento:

  • Linguagens:
  • Matemática;
  • Ciências Humanas;
  • Ciências da Natureza.

Seis delas são opções integradas, que apresentam combinações:

  • Linguagens e Matemática:
  • Linguagens e Ciências Humanas:;
  • Linguagens e Ciências da Natureza;
  • Matemática e Ciências Humanas;
  • Matemática e Ciências da Natureza;
  • Ciências Humanas;
  • Ciências da Natureza.

Com os dados obtidos via Secretaria Escolar Digital (SED), as escolas vão definir os aprofundamentos curriculares a serem ofertados a partir de agosto, durante o processo de rematrícula.

Mais de 376 mil estudantes do primeiro ano do ensino médio - 89% do total potencial de respondentes - da rede pública estadual manifestaram interesse no aprofundamento do currículo do Novo Ensino Médio.

Na manifestação, o estudante também pode demonstrar interesse em outros dois grupos de itinerários formativos.

O segundo deles mescla as áreas do conhecimento com a qualificação profissional, via Novotec Expresso, e permite um aprofundamento curricular em uma das áreas do conhecimento e dois certificados profissionalizantes durante o ano.

São cursos relacionados:

  • Programação;
  • Design;
  • Dados;
  • Tecnologia;
  • Ciências sociais;
  • Comunicação.

O terceiro grupo, alinhado ao programa Novotec Integrado, oferece a oportunidade de o estudante sair com um diploma de curso técnico e com o do ensino médio.

São 21 opções de cursos técnicos:

  • Administração;
  • Marketing;
  • Logística;
  • Recursos Humanos;
  • Comércio;
  • Finanças;
  • Contabilidade;
  • Desenvolvimento de Sistemas;
  • Informática para Internet;
  • Serviços Jurídicos;
  • Serviços Públicos;
  • Guia de Turismo;
  • Design Gráfico;
  • Design de Interiores;
  • Eventos;
  • Nutrição e Dietética;
  • Eletrônica;
  • Eletrotécnica;
  • Química;
  • Análises Clínicas;
  • Farmácia.

As escolas também receberão o programa de Atividades Complementares de Arte. Será possível criar, por exemplo, grupos de teatro nas escolas.

Investimento

O investimento total para o ensino médio é de R$ 303 milhões. Os recursos serão repassados às 3,6 mil escolas estaduais que atendem esse público-alvo, via Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE-SP). Pelo programa, cada escola recebe a verba e pode direcioná-la de acordo com a necessidade local.

Desta verba, R$ 150 milhões poderão ser usados para equipar as escolas em diferentes áreas do conhecimento.

O valor mínimo para escolas pequenas é de R$ 10 mil, mas ele pode chegar a R$ 200 mil para unidades maiores. Cada escola pode dizer no Plano de Aplicação Financeira (PAF) em que pretende aplicar a verba.

Outros R$ 100 milhões serão destinados a Laboratório de Ciências e os demais R$ 50 milhões serão aplicados na aquisição de materiais e componentes eletrônicos para o trabalho de Programação e Robótica, bem como de ferramentas e insumos, como alicates, chave de fenda e equipamentos de proteção individual (EPIs) para que os estudantes possam utilizar esses materiais enquanto constroem os seus protótipos.

Para miniestúdios serão destinados R$ 3,5 milhões. Essas unidades vão funcionar como um HUB para toda a diretoria. O estúdio será equipado para que sejam feitas transmissões e reuniões, por exemplo.

Com o aumento do tempo em classe, haverá mais 121 mil aulas atribuídas e um potencial crescimento de 12% no total de professores com aulas atribuídas. 

 

Fonte: G1 


Ministro da Educação defende retorno às aulas presenciais  'Necessidade urgente'

Ministro da Educação defende retorno às aulas presenciais 'Necessidade urgente'

Ministro da Educação defende retorno às aulas presenciais em pronunciamento em rede nacional: 'Necessidade urgente'

Ministro da Educação defende retorno às aulas presenciais  'Necessidade urgente'

Ministro da Educação defende retorno às aulas presenciais em pronunciamento em rede nacional: 'Necessidade urgente'

Por lei, os estados têm autonomia para decidir sobre volta às aulas na rede estadual; os municípios, na rede municipal. Ribeiro falou que o governo federal não tem autonomia sobre o tema.

O Ministro da Educação, Milton Ribeiro, defendeu nesta terça-feira (20) em pronunciamento o retorno às aulas presenciais em todo o país.

"Quero neste momento conclamá-los ao retorno às aulas presenciais. O Brasil não pode continuar com as escolas fechadas gerando impacto negativo nestas e nas futuras gerações", disse.

Por lei, os estados têm autonomia para decidir sobre volta às aulas na rede estadual; os municípios, na rede municipal. Ribeiro falou que o governo federal não tem autonomia sobre o tema.

"O ministro da Educação não pode determinar o retorno presencial das aulas. Caso contrário, eu já teria determinado", afirmou. Segundo ele, "a vacinação de toda a comunidade escolar não pode ser condição para a reabertura das escolas".

A volta, segundo ele, é uma "necessidade urgente". O ministro falou que o fechamento de escolas impõe "consequências devastadoras"

Retorno

Em 1º de julho, Ribeiro já havia defendido o retorno às aulas presenciais em uma audiência pública no Senado:

"O Brasil é, infelizmente, um dos últimos países do mundo a reabrir as escolas. E não há que se dizer que o assunto foi a vacinação. Acabo de chegar da Itália e lá os países estão todos retornando, alguns com porcentagem de vacinação inferior ao Brasil”, afirmou Ribeiro, citando a reunião dos ministro da Educação do grupo de países conhecido como G20. 

 "Já há protocolos de biossegurança estabelecidos que reduzem riscos de contágio no ambiente escolar. Todos estes protocolos se baseiam fundamentalmente em distanciamento, uso de máscaras e de álcool em gel. Isso está mais do que sabido", afirmou.

Entretanto, estudo feito por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) aponta que ainda há falhas em protocolos de reabertura das escolas justamente porque não consideram pontos que a ciência já comprovou também serem importantes para frear a contaminação, como ventilação dos espaços e escalonamento no transporte público para evitar aglomeração.

No último dia 30 de junho, véspera da audiência do ministro no Senado, o Ministério da Educação (MEC) divulgou em uma rede social o Guia de Retorno às Aulas Presenciais, um documento elaborado pela pasta em 2020. 

 

 

 

 

 

 

 

 

LEIA TAMBÉM:

Uma análise do documento feita pelo físico Vitor Mori, do Observatório Covid-19, a pedido do G1, indicou que ainda há muito foco em limpeza de superfícies e pouca informação sobre a importância de fazer atividades em ambientes ventilados ou cuidar para que haja ventilação dos espaços. "

 

 Fonte: G1