Inscrições para o Enem 2024 terminam nesta sexta-feira

Inscrições para o Enem 2024 terminam nesta sexta-feira

 

Alt text

Inscrições para o Enem 2024 terminam nesta sexta-feira


Provas serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro

Terminam na próxima sexta-feira (7) as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024. Interessados devem acessar a Página do Participante e utilizar o cadastro na conta Gov.br. O prazo também vale para pedidos de atendimento especializado e tratamento por nome social. As provas serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro.

A taxa de inscrição custa R$ 85 e pode ser paga por boleto, pix, cartão de crédito e débito em conta corrente ou poupança até o dia 12 de junho. Os resultados de recursos sobre isenção da taxa foram divulgados no último dia 24, assim como de recursos que tratam das justificativas de ausência no Enem 2023 para candidatos que estavam isentos da taxa.

Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul, em razão da situação de calamidade pública provocada pelas enchentes, a população terá um prazo extra para se inscrever no exame. Um calendário estendido ainda será divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Moradores de municípios gaúchos têm isenção da taxa de inscrição.

O exame

Criado em 1998, o Enem avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. O exame é considerado como a principal porta de entrada para a educação superior no país.

Os resultados da prova podem ser usados para acesso ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e ao Programa Universidade para Todos (ProUni), além de serem aceitos em instituições privadas e de outros países de língua portuguesa que tenham acordo com o Brasil.

Estudantes que não concluíram o ensino médio podem participar do Enem na condição de treineiros, para autoavaliação nos anos anteriores ao término da educação básica.

Fonte: Agência Brasil 


Secretário de Educação diz que consultas públicas sobre terceirização da gestão de colégios estaduais do Paraná devem começar em 20 de outubro

Secretário de Educação diz que consultas públicas sobre terceirização da gestão de colégios estaduais do Paraná devem começar em 20 de outubro

Alt text

Secretário de Educação diz que consultas públicas sobre terceirização da gestão de colégios estaduais do Paraná devem começar em 20 de outubro

Comunidade escolar de 204 unidades de ensino do estado deve ser consultada sobre modelo até o mês de novembro.


O secretário de Educação do Paraná, Roni Miranda, disse, em entrevista ao g1, que as consultas públicas que podem definir pela implantação da terceirização da gestão em colégios estaduais devem começar em 20 de outubro e seguir até novembro deste ano.


O governo pretende implantar o modelo em 204 instituições de ensino, o que corresponde a pouco mais de 10% da rede estadual de ensino. Veja a lista das unidades abaixo.


O projeto que prevê a terceirização foi aprovado nesta terça-feira (4) pela Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) por 38 votos a favor e 13 contra, sob protesto de professores, servidores e alunos que invadiram o prédio do Legislativo durante os dois dias de votação.



Fonte: G1




Entrevista ao Jornal Band News | Waldenor detalha destino de suas emendas e investimentos em Vitória da Conquista

Entrevista ao Jornal Band News | Waldenor detalha destino de suas emendas e investimentos em Vitória da Conquista

Alt text
Foto: BLOG DO ANDERSON

Entrevista ao Jornal Band News | Waldenor detalha destino de suas emendas e investimentos em Vitória da Conquista

 / Anderson BLOG @blogdoanderson

Com atuação em todo o Centro Sul Baiano, o deputado federal Waldenor Alves Pereira Filho (PT-BA) tem que distribuir R$ 37 milhões de emendas impositivas previstas para o Orçamento 2024. Por não destinar valores diretamente aos cofres da Prefeitura de Vitória da Conquista, figuras políticas e comunicadores têm reclamado quase que diariamente. Em entrevista ao Jornal Band News gravada e reproduzida pelo BLOG DO ANDERSON nesta segunda-feira (27) Waldenor Pereira, que é pré-candidato à Prefeitura de Vitória da Conquista pela Frente Partidária União e Reconstrução por Conquista [PT, PCdoB, PV, PSB, PSD, Rede e PSOL] explicou os motivos dessa posição.  Para Waldenor, “isso aí natural, faz parte da disputa política”. “São milhões e milhões de reais que eu transfiro de emendas parlamentares para Vitória da Conquista.

 É algo que muitas vezes a Prefeitura reclama de não transferir através da Prefeitura, mas, por exemplo, esse ano estou destinando recursos para Polícia Federal, para Polícia Civil, para o Corpo de Bombeiros, para as três Universidades [Universidade Estadual do Sudoeste, Universidade Federal, Instituto Federal], estou destinando recursos para o Instituto Médico Legal, IML, construímos a unidade da Polícia Rodoviária Federal mais moderna, de arquitetura mais moderna do Brasil”, explicou que ainda adiciona milhões de recursos para saúde, praças, pavimentação. 

“É que alguns ficam chateados porque eu não encaminho através da Prefeitura, realmente não faço”, disparou o petista. Na reportagem, direto da Fazenda Vidigal, em Barra do Choça, Waldenor Pereira falou sobre a 15ª Semana Nacional do Café e também das Eleições 2024.

Ouça a entrevista na íntegra:  https://www.blogdoanderson.com/2024/05/27/wsd/ 


Fonte: Blog do Anderson



SP: comunidade escolar critica imposição de uso de plataforma digital

SP: comunidade escolar critica imposição de uso de plataforma digital

 

Alt text
Crédito: Sam Balye / Unsplash

SP: comunidade escolar critica imposição de uso de plataforma digital

Sindicato dos professores estaduais afirma que não houve debate prévio


Professores e estudantes da rede pública do estado de São Paulo relatam se sentirem limitados e pressionados pelo sistema de plataformas digitais adotado para as aulas. Desde o ano passado, a Secretaria Estadual de Educação estabeleceu contratos com uma série de aplicativos educacionais.

Segundo o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), não houve diálogo prévio com as comunidades escolares para adoção do sistema, que exige que alunos realizem uma quantidade mínima de tarefas pelas plataformas digitais e que educadores usem os conteúdos em sala.

As queixas levaram o Apeoesp a convocar uma mobilização na semana passada contra o uso dos aplicativos. Os educadores que aderiram ao movimento passaram uma semana apenas registrando a chamada no sistema digital, como é obrigatório, mas lecionando a partir dos conteúdos que entendessem melhores para cada matéria. Uma nova assembleia da categoria está marcada para esta sexta-feira (24).

Em comunicado endereçado aos diretores de escolas, obtido pela reportagem da Agência Brasil, uma diretoria regional de ensino enfatiza que adoção das plataformas digitais é uma “exigência”. A mensagem tem data de 13 de maio, dia de início da mobilização convocada pelo sindicato, e tem como tema a proposta de uma semana sem uso dos aplicativos.

“Salientamos que a imperiosa responsabilidade coletiva dos professores em desenvolver na sua prática diária o uso das plataformas digitais reverbera nos indicadores educacionais apresentados nos painéis do BI Total [sistema que reúne os dados e estatísticas de uso das plataformas] e diretamente na avaliação da escola bem como dos profissionais que dela fazem parte”, afirma o comunicado, deixando claro que não acessar os conteúdos digitais teria implicação direta nas avaliações de professores e diretores feitas pela secretaria.

    Pressão

A pressão para o uso das plataformas – uma vez que o tempo de acesso influencia diretamente nas avaliações –, é uma das principais reclamações de estudantes e professores.

“Nós do terceiro ano, na plataforma do Khan Academy [de matemática], tivemos mais acertos. Ou seja, teoricamente fomos quem mais entendeu o conteúdo. Mas foi cobrado porque a gente não passou o tempo [mínimo exigido] na plataforma. O primeiro ano, que foi a sala comparada a nós, teve metade dos nossos acertos, mas como ficaram mais tempo [na plataforma], eles estavam melhores que a gente. Não está contando o nosso aprendizado e sim o quanto a gente fica on-line”, conta Luciano*, estudante de 18 aos de uma escola da zona sul paulistana.

O tempo e a quantidade de tarefas mínimas acabam fazendo com que estudantes e educadores se sintam pressionados. “Muitas vezes a gente não consegue dar conta das metas, porque tem uma quantidade, uma meta que é estabelecida. Hoje, falaram para mim que a meta era em média 10 atividades por aluno por semana”, desabafa Luís*, professor da rede estadual desde 2011, que preferiu não se identificar.

“É uma situação muito ruim, porque nós estamos falando de uma rede de ensino com 3,5 milhões de estudantes e 200 mil professores, que estão numa situação de serem avaliados usando critérios absolutamente arbitrários, baseado no tempo em que você fica conectado em um aplicativo, numa plataforma”, critica o professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), Fernando Cássio.

  Doações e compras

O material digital é composto por plataformas desenvolvidas por empresas e parte elaborada pela própria Secretaria de Educação. A pasta anunciou, há cerca de um mês, que está usando inteligência artificial para fazer parte do material didático disponibilizado à rede.

Algumas das plataformas foram doadas pelos desenvolvedores, como no caso da Me Salva, de exercícios preparatórios para o vestibular, e a Khan Academy, especializada em matemática. As doações publicadas no Diário Oficial do Estado são estimadas em R$ 40 milhões cada uma para o uso do material por 18 meses. A Alura, plataforma para o ensino de programação digital, foi adquirida para uso pelo mesmo prazo por R$ 30,8 milhões.

Para Fernando Cássio, esses contratos, que envolvem também a compra de computadores para as escolas são a grande motivação do uso obrigatório de plataformas pela rede estadual. “O que a gente está vendo é um movimento muito violento, essa é a palavra, de substituição tecnológica [dos professores] que, na verdade, serve unicamente para justificar as aquisições bilionárias de equipamentos eletrônicos pela Secretaria de Educação de São Paulo”, afirma.

O secretário de Educação de São Paulo, Renato Feder, foi dirigente e segue sendo acionista da Multilaser, empresa que fornece computadores para a área de educação, além de outros contratos com o governo paulista.

“Não é possível a gente tampar os olhos aí para não perceber que a gente tem um secretário de educação que não é um educador, é uma pessoa que tem uma trajetória que é toda vinculada aos negócios, a uma empresa de tecnologia que vende exatamente esses equipamentos”, relaciona Cássio.

A reportagem da Agência Brasil tenta contato com a Secretaria Estadual de Educação desde a última segunda-feira (20), para se posicionar às críticas ao sistema de plataformas digitais, mas não obteve retorno até a data de publicação do texto.

Em nota anterior, referente à mobilização dos professores contra as plataformas, a pasta afirmou que "as plataformas digitais são recursos tecnológicos agregadores na produção pedagógica desenvolvida em sala de aula, fazendo parte do conteúdo ministrado pelos docentes, e continuam sendo utilizadas normalmente".

Ainda segundo a pasta, "todos os recursos oferecidos pela a Secretaria da Educação têm o objetivo de aprimorar as habilidades dos estudantes e promover o avanço dos índices educacionais de São Paulo".

   Erros e inteligência artificial

A qualidade do material também é questionada pela comunidade escolar. “Eu não uso as plataformas. Faço a chamada, porque eu sou obrigada a fazer. A aula de filosofia, por exemplo, cada aula tem em média 20 slides. Nunca que eu vou passar 20 slides para os alunos dormirem. É bom para o professor que não sabe o conteúdo, é ótimo para o professor que não gosta de dar aula, porque aí qualquer ser humano que sabe ligar e desligar [o computador] vai dar aula. Mas o professor que quer ensinar alguma coisa, quer falar de conhecimento, para esse professor a plataforma é horrível”, afirma a professora Joana*, que dá aulas de filosofia e oratória.

Em 2023, foram identificados erros grosseiros de informação no material digital elaborado pela secretaria. Em um dos trechos, era dito que, em 1888, Dom Pedro II assinou a Lei Áurea, quando, na verdade, a lei que encerrou a escravidão institucionalizada no Brasil foi assinada pela filha do monarca, a Princesa Isabel. Em outro trecho se afirmava, também de forma equivocada, que o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade é transmissível pela água.

Professor da rede estadual, Pedro* diz que encontra diversos problemas no uso do aplicativo Redação Paulista, onde os alunos escrevem redações e têm a produção corrigida automaticamente. “Os principais problemas são não conseguir identificar um texto produzido por inteligência artificial, além de não identificar erros básicos de português na sua correção automática e não reconhecer plágio”, pontua o educador.

“Nós somos obrigados a pressionar os alunos para que utilizem essas duas aplicações, se não eles ficam sem nota na disciplina de redação e leitura. E isso esbarra em vários problemas que alunos e professores não conseguem resolver. Um desses problemas é o acesso. Ora a internet da escola não funciona, ora o aluno não tem equipamento, ora o aplicativo trava”, acrescenta o professor sobre as dificuldades enfrentadas no dia a dia.

Em abril deste ano, o governo de São Paulo anunciou a utilização da ferramenta de inteligência artificial para elaboração do material didático. “Você pode usar uma ferramenta que pode facilitar o esforço inicial, mas isso vai passar pela revisão, vai passar pelo olhar, vai passar pela inteligência dos nossos professores. Nós temos excelentes conteudistas, nós temos excelentes profissionais. Eu acredito muito na melhoria da qualidade do ensino”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas na ocasião.

Na semana passada, diversas entidades ligadas à área de educação lançaram uma nota contra a forma como a tecnologia está sendo utilizada nas escolas. “Do modo como está posto pelo governo do estado, o uso da inteligência artificial se coloca mais como um processo de controle dos conteúdos trabalhados pelas professoras e professores do que uma contribuição para a melhoria da qualidade do ensino”, diz o comunicado assinado pela Ação Educativa, pela Rede Escola Pública e Universidade e pelo Instituto Alana, entre outras organizações.

Apesar de discordarem da forma de implementação, as entidades destacam que não são contrárias à inovação tecnológica na educação. “O que propomos é que seu uso seja parte de uma discussão ampla e contextualizada numa perspectiva de que possa contribuir com a melhoria da qualidade educacional e com a valorização de profissionais da educação”, acrescenta o texto.

O posicionamento coincide com o defendido pelo sindicato dos professores: "não é uma greve contra a tecnologia, obviamente, porque nós queremos a tecnologia como suporte para o trabalho do professor”, diz o presidente da Apeoesp, Fábio Moraes, a respeito da mobilização feita ao longo da semana passada.

  Remoção e demissão

“Nós tivemos apoio de muitos, mas muitos gestores, diretores de escola, coordenadores, vice-diretores, que também sentem a opressão – porque a plataforma vai oprimindo do professor, na sala de aula, até o supervisor, na diretoria”, acrescentou o sindicalista ao fazer um balanço da ação da categoria. Segundo ele, os profissionais que não se adequam ao sistema correm o risco de serem removidos dos locais de trabalho.

No caso dos professores temporários há, segundo Fernando Cássio, o risco de perda do cargo, no caso de resistência ao sistema de ensino digital.

Em dez anos, a rede estadual paulista reduziu em 46% o número de professores efetivos, segundo pesquisa divulgada pela organização não governamental Todos Pela Educação em abril. De acordo com o estudo, atualmente os educadores com contratos permanentes representam apenas 43% do total.

*Os nomes dos professores e estudantes foram alterados a pedido dos entrevistados.

Fonte: Agência Brasil


 

Greve nas Universidades e Institutos Federais de Ensino Superior Continua: Entenda os Motivos

Greve nas Universidades e Institutos Federais de Ensino Superior Continua: Entenda os Motivos

 

Alt text
Crédito - Fábio Rodrigues - Pozzebom / Agência Brasil

Greve nas Universidades e Institutos Federais de Ensino Superior Continua: Entenda os Motivos

As universidades e institutos federais de ensino superior (Ifes) seguem em greve, após rejeitarem o fim das negociações proposto pelo governo. Coordenadores do movimento insistem na continuidade do diálogo com o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos.

Negociações Interrompidas

Na última quarta-feira (22), o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos comunicou que as negociações com os professores das universidades e institutos federais estavam encerradas. O encontro previsto para segunda-feira (27) seria apenas para assinatura do acordo, sem espaço para novas propostas.

Reação dos Sindicatos

Gustavo Seferian, presidente do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), criticou a atitude do governo. "Repudiamos a interrupção unilateral do processo democrático de negociação pelo governo federal", afirmou Seferian. Ele destacou a necessidade de continuar o diálogo para atender às demandas remuneratórias e de investimento nas instituições.

Contexto da Greve

A greve dos professores e técnicos administrativos começou em 15 de abril. Assembleias realizadas até o momento indicam a continuidade da greve em 59 universidades e mais de 560 colégios federais. A proposta do governo, apresentada em maio, prevê aumentos salariais de 13,3% a 31% até 2026, com os reajustes começando em 2025. Os índices variam conforme a categoria, sendo menores para os que ganham mais e maiores para os que ganham menos.

Questionamentos e Demandas

A principal crítica dos grevistas é a ausência de reajuste para este ano. "Temos mais de 30 assembleias que vêm sinalizando rechaço à proposta do governo federal. A greve não só continua, mas segue mais forte do que nunca", afirmou Seferian. O comando de greve argumenta que há espaço no orçamento para atender às demandas da categoria, especialmente após o desbloqueio de R$ 2,9 bilhões no relatório orçamentário.

Impacto nas Instituições Federais

David Lobão, da direção do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinafese), destacou o sucateamento das instituições federais nos últimos anos e a necessidade de mais recursos. "Estamos lutando para retomar e reconstruir nossos institutos federais, que já foram referência mundial em educação", concluiu.

Apoio Técnico-Administrativo

As negociações para os técnicos administrativos continuam. A proposta do governo inclui um aumento médio de 28% entre 2023 e 2026, com reajustes maiores para as carreiras de menor remuneração. Ivanilda Reis, coordenadora-geral da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições de Ensino Superior (Fasubra), expressou apoio aos docentes e criticou o fim das negociações para esta categoria.

Posição do Governo

O Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos afirmou que os ganhos acumulados dos docentes nos quatro anos variam de 28% a 43%, considerando o reajuste de 9% concedido em 2023. Além disso, todos os servidores receberão um auxílio-alimentação de R$ 1 mil este ano, um aumento significativo em relação ao governo anterior.

As entidades sindicais esperam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva intervenha nas negociações, reforçando o compromisso do governo com a educação e a valorização dos profissionais do setor.

Conclusão

A greve nas universidades e institutos federais de ensino superior continua, com as entidades sindicais insistindo na necessidade de mais diálogo e melhores propostas do governo. O movimento segue forte, com apoio tanto dos docentes quanto dos técnicos administrativos, que buscam recompor as perdas salariais e garantir investimentos adequados para o futuro das instituições.

Fonte: Agência Brasil