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24 de fevereiro de 2026

24.2.26

Debate sobre Segurança Pública Domina o Quadro Social no Brasil: Análises e Impactos nas Cidades, Segundo Dados Recentes

 

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Rafaela Felicciano/Metrópoles


São Paulo, SP — A segurança pública voltou a ocupar o centro do debate nacional, impulsionada por uma série de indicadores e eventos recentes que colocam o tema em destaque entre autoridades, especialistas e a população em geral.


Nos últimos meses, pesquisas nacionais realizadas por instituições públicas e privadas mostraram preocupações crescentes relacionadas à violência urbana, sensação de insegurança e confiança nas forças de segurança. Em levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), mais da metade dos brasileiros apontou a criminalidade como um dos principais problemas enfrentados no país atualmente.

Especialistas afirmam que o debate não se limita mais aos índices de homicídios, mas também abrange desafios como crimes contra o patrimônio, violência doméstica, tráfico de drogas e crimes cibernéticos.


Crescimento da Percepção de Insegurança

De acordo com o mais recente Mapa da Violência, estudos mostram que a taxa de homicídios no Brasil tem apresentado variações entre unidades da federação, com redução em algumas regiões e estabilização em outras, mas com aumento nos registros de crimes como roubo e furto, especialmente em grandes centros urbanos.

Segundo o diretor do FBSP, em entrevista à imprensa, “a percepção de insegurança está diretamente relacionada ao medo de crimes contra o patrimônio e à sensação de impunidade, que ainda persiste em muitas cidades”. A pesquisa aponta que jovens entre 18 e 29 anos são o grupo que mais relata sentir insegurança constante em áreas urbanas.


Impactos Sociais e Econômicos nas Cidades


Além dos efeitos diretos sobre a população, a insegurança pública também traz impactos econômicos significativos. Dados levantados por secretarias estaduais de segurança indicam que:

  • O aumento de roubos e furtos influencia diretamente o custo do seguro patrimonial e de veículos.

  • Pequenos e médios comerciantes relatam queda no fluxo de clientes em áreas consideradas de maior risco.

  • Investimentos em segurança privada, como câmeras, alarmes e vigilância contratada, cresceram acima da média nos últimos dois anos.

No setor educacional, a preocupação também está presente. Gestores de escolas relatam que estudantes e familiares mostram maior apreensão em deslocamentos diários, o que acaba refletindo no rendimento escolar e nas atividades extracurriculares.


Respostas Institucionais e Debates Legislativos


O Ministério da Justiça reforçou que parte das ações em curso envolve a ampliação de programas de inteligência policial, cooperação entre estados e municípios, e investimento em tecnologias aplicadas à prevenção.

Em recente sessão no Congresso Nacional, parlamentares defenderam propostas de reforço às guardas municipais, expansão de projetos de policiamento comunitário e revisão de políticas de enfrentamento ao tráfico de drogas.

Entretanto, as propostas dividem opiniões. Enquanto alguns especialistas defendem maior presença policial como forma de redução da criminalidade, outros apontam que é necessário investir em políticas sociais, educação e geração de empregos como medidas de longo prazo para combater as causas profundas da violência.


O Papel da Sociedade na Agenda de Segurança


Organizações civis e movimentos comunitários têm participado ativamente do debate, promovendo fóruns, rodas de conversa e campanhas de conscientização sobre segurança e direitos humanos.

Segundo a presidente de uma ONG voltada para jovens em situação de vulnerabilidade, “a questão da segurança pública precisa ser tratada não apenas como combate ao crime, mas também como um compromisso com a inclusão social e oportunidades para os mais jovens”.


Conclusão

O tema da segurança pública no Brasil está no centro das preocupações sociais e políticas em 2026, impulsionado por dados recentes e pela crescente demanda da população por respostas mais eficazes. Entre propostas de maior presença policial, reformas nas políticas de prevenção e investimento em estratégias sociais, o debate continua complexo e desafiador — exigindo participação ativa das autoridades, especialistas e da própria sociedade.


Com informações da ES BRASIL  



23 de fevereiro de 2026

23.2.26

Governo Federal Anuncia Pesquisa para Avaliar Restrição ao Uso de Smartphones em Escolas

 

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Foto - ChatGpt  - Governo federal anuncia restrição ao uso de celulares nas escolas; medida busca melhorar a concentração dos alunos e reduzir impactos do excesso de telas no ambiente escolar.

Ilustração representa restrição do uso de celulares nas escolas brasileiras, medida do governo federal para melhorar foco e desempenho escolar.



Brasília, DF — O Ministério da Educação (MEC) publicou nesta terça-feira (13) que realizará, no primeiro semestre de 2026, uma pesquisa nacional para analisar os efeitos da Lei nº 15.100/2025, que restringiu o uso de celulares nas escolas de educação básica em todo o país. A medida, que completou um ano desde sua vigência, foi criada para reduzir distrações, melhorar a concentração dos estudantes e promover um ambiente escolar mais favorável à aprendizagem.


A pesquisa terá como objetivo mapear como a lei vem sendo implementada nas diferentes redes de ensino públicas e privadas e quais impactos ela tem produzido no cotidiano escolar, conforme divulgado pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom).


Medida visa foco e bem-estar dos alunos

A legislação federal passou a vigorar em janeiro de 2025 e determina que o uso de celulares e outros aparelhos eletrônicos portáteis no ambiente escolar deve ser restrito, com exceções para fins pedagógicos, de acessibilidade ou em situações de saúde, sob supervisão docente.


Durante evento comemorativo pelos primeiros 12 meses da norma, o ministro da Educação, Camilo Santana, destacou que a restrição tem apresentado resultados positivos no engajamento dos alunos nas atividades educacionais. “Sabemos que o brasileiro passa horas em frente a telas, o que pode causar ansiedade e déficit de atenção. A ideia é que o espaço escolar seja um ambiente de aprendizagem com menos distração sensorial”, disse o ministro.

Dados preliminares de estudos associam o uso excessivo de celulares a desafios como dificuldades de concentração e agravamento de sintomas de ansiedade em estudantes, motivando a adoção de políticas públicas que incentivem o uso responsável da tecnologia.


Perspectivas de escolas e famílias

Especialistas em educação veem na pesquisa uma oportunidade para ajustar a norma conforme as realidades regionais do país. Professores ouvidos por entidades escolares relatam que, apesar de desafios iniciais de adaptação, muitos estudantes estão mais concentrados nas atividades, e professores têm relatado maior participação nas aulas.


Pais e familiares também acompanham atentamente os resultados do estudo. Segundo avaliação de diretores de escola, a convivência entre os alunos tem melhorado em alguns colégios, com menos episódios de distração por celular e maior envolvimento nas discussões em sala de aula.


Tendência global de restrição de telas

A preocupação com o uso excessivo de dispositivos eletrônicos por crianças e adolescentes não é exclusiva do Brasil. Países de alta renda também têm discutido medidas para regular o tempo de tela em ambientes educacionais, com foco em saúde mental e desempenho acadêmico.


No Brasil, a iniciativa federal unifica diretrizes que já vinham sendo implementadas por estados e municípios desde 2025, como parte de uma política pública para equilibrar o uso de tecnologias digitais nas escolas e promover cidadania digital. 


Fonte: Secom 



21 de fevereiro de 2026

21.2.26

Pós-carnaval: mais de 100 blocos agitam as ruas de SP neste fim de semana

 

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Para outros, no entanto, carnaval é para se aproveitar durante todo fevereiro, do pré ao pós-carnaval. E, para essa turma, a agenda está cheia.

Pós-carnaval: mais de 100 blocos agitam as ruas de SP neste fim de semana

Entre os grandes nomes, estão Daniela Mercury, Léo Santana, Pedro Sampaio e Baiana System

Para alguns, o fim do carnaval é sinônimo de começo de ano. Nas redes sociais, o cansaço físico e mental depois de tantos dias de folia até rendeu o meme “NDF”, ou “Nojo de Farra”, para simbolizar uma nova era sem purpurina, fanfarra e bebidas alcoólicas.

Para outros, no entanto, carnaval é para se aproveitar durante todo fevereiro, do pré ao pós-carnaval. E, para essa turma, a agenda está cheia.

Mesmo depois de blocos sertanejos, clássicos e até com ritmos de K-pop, o pós-carnaval paulistano promete lotar as ruas com mais de 100 opções de blocos para este final de semana. Entre os grandes nomes, estão Daniela Mercury, Léo Santana, Pedro Sampaio e Baiana System.

LEIA MAIS EMhttps://jovempan.com.br/noticias/brasil/pos-carnaval-mais-de-100-blocos-agitam-as-ruas-de-sp-neste-fim-de-semana.html

21.2.26

Brasil subiu imposto de importação de mais de mil produtos, incluindo smartphones

 

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— Foto: Jornal Nacional/ Reprodução


Brasil subiu imposto de importação de mais de mil produtos, incluindo smartphones


Fazenda argumentou que a penetração de produtos importados está 'níveis que ameaçam colapsar elos da cadeia produtiva e provocar regressões produtiva e tecnológica no país'. Importadores dizem que medida afeta competividade das empresas e tem efeito inflacionário.


O governo brasileiro elevou, no início deste mês, o imposto incidente sobre mais de mil produtos importados do exterior. Entre os itens afetados, estão os telefones inteligentes (smartphones). Veja outros exemplos no fim desta reportagem.


A decisão, que afeta bens de capital, ou seja, máquinas e equipamentos para produção, além de bens de informática e telecomunicação, elevou a taxação dessas compras do exterior em até 7,2 pontos percentuais — impactando setores e consumidores que buscam esses produtos em outros países.







21.2.26

Terras raras: Queremos atrair cadeia dessa riqueza para o Brasil, diz Lula

 

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Presidente Luiz Inácio Lula da Silva  • REUTERS/Adriano Machado

Terras raras: Queremos atrair cadeia dessa riqueza para o Brasil, diz Lula


Declarações foram feitas após acordo sobre minerais críticos com a Índia; Brasil possui a segunda maior reserva desses recursos no mundo


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou a posição estratégica do Brasil como polo de minerais críticos e terras raras.

Em discurso durante o Fórum Empresarial Brasil-Índia, neste sábado (21), o presidente brasileiro comemorou o acordo entre os países sobre o tema e classificou as matérias-primas como "riqueza".

"O Brasil conta com, pelo menos, 26% das reservas mundiais de minerais críticos, tendo apenas 30% de seu território prospectado. Queremos atrair a cadeia de processamento dessa riqueza para o território brasileiro, sem fazer opções excludentes. O acordo que assinamos hoje com a Índia vai nessa direção", disse Lula.


LEIA MAIS EMhttps://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/terras-raras-queremos-atrair-cadeia-dessa-riqueza-para-o-brasil-diz-lula/