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3 de fevereiro de 2026

3.2.26

Saiba como está Solange Couto após receber diagnóstico no BBB 26

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Saiba como está Solange Couto após receber diagnóstico no BBB 26


Solange Couto foi diagnosticada com cistite após relatar dores no BBB 26

A atriz Solange Couto, de 69 anos, revelou ter sido diagnosticada com cistite no BBB 26. Na madrugada desta terça-feira (3), ela contou ter passado mal e vomitado três vezes seguidas.

“Começou a me dar cistite. Parecia uma infecção urinária”, contou ela, que depois recebeu o diagnóstico da equipe médica do BBB 26.

Durante a madrugada, Solange foi até ao confessionário pedir atendimento, no entanto, ele estava fechado. Pouco depois, ela conseguiu comunicá-los sobre os sintomas.

Leia mais emhttps://www.itatiaia.com.br/entretenimento/bbb/saiba-como-esta-solange-couto-apos-receber-diagnostico-no-bbb-26

Fonte: Itatiaia 





3.2.26

'Você se considera o demônio?': entrevista inédita com Epstein é divulgada

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Jeffrey Epstein, morto em 2019, durante entrevista divulgada recentemente pelo governo dos EUA - Imagem: Reprodução


 'Você se considera o demônio?': entrevista inédita com Epstein é divulgada


A gravação de uma entrevista com o financista e criminoso sexual Jeffrey Epstein, até então inédita, foi divulgada recentemente pelo governo dos Estados Unidos. Nela, o bilionário aparece respondendo a perguntas de um entrevistador, que chega a compará-lo ao "demônio"


Matéria do UOL 




3.2.26

Enquete BBB 26: Última parcial mostra Ana Paula, Brigido e Leandro empatados no paredão

 

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Ana Paula, Brigido ou Leandro, um deles será o terceiro eliminado do BBB 26 (Fotos: Divulgação, Globo)

Enquete BBB 26: Última parcial mostra Ana Paula, Brigido e Leandro empatados no paredão

Confira situação da enquete na última atualização antes da eliminação na noite desta terça-feira (3

Faltam poucas horas para a terceira eliminação do BBB 26 e a Enquete do NSC Total mostra um quadro de empate acirrado entre os participantes deste paredão. Para se ter uma ideia, a diferença entre Leandro (mais rejeitado) e Ana Paula Renault (menos rejeitada) é de 1% apenas, com Brigido no meio, como segundo mais rejeitado, apenas 0.2% atrás de Leandro.





3.2.26

Por Que Sentimos Medo de Mudanças? Uma Análise Psicológica sobre Insegurança, Zona de Conforto e Evolução Pessoal

 
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Foto - Instagram 

Por Que Sentimos Medo de Mudanças? Uma Análise Psicológica sobre Insegurança, Zona de Conforto e Evolução Pessoal


Introdução


O medo da mudança é uma experiência humana universal. Mesmo quando uma transformação é reconhecida como necessária — seja no campo profissional, emocional, relacional ou pessoal — muitas pessoas resistem a ela. Essa resistência não está ligada à falta de inteligência ou maturidade, mas a mecanismos psicológicos profundamente enraizados no funcionamento do cérebro humano. A mudança rompe padrões conhecidos, desafia crenças estabelecidas e exige adaptação, o que naturalmente gera insegurança.


Na Psicologia, o medo de mudar é compreendido como uma resposta emocional ligada à autopreservação. O cérebro tende a priorizar aquilo que é previsível, ainda que desconfortável, em detrimento do novo, que é percebido como incerto. Este artigo analisa, sob uma perspectiva científica e psicológica, por que sentimos medo de mudanças, como a zona de conforto influencia esse processo e de que forma enfrentar esse medo contribui para a evolução pessoal, a autoconfiança e a autonomia emocional.


O Funcionamento do Cérebro Diante da Mudança

Do ponto de vista neuropsicológico, o cérebro humano é programado para buscar segurança e evitar riscos. Segundo LeDoux (1996), a amígdala cerebral desempenha um papel central na detecção de ameaças, reagindo rapidamente a qualquer estímulo interpretado como perigoso. A mudança, por representar o desconhecido, é frequentemente interpretada pelo cérebro como uma ameaça potencial, mesmo quando não há risco real envolvido.

Além disso, estudos em neurociência indicam que o cérebro consome menos energia quando opera em padrões já conhecidos. Isso explica por que hábitos, rotinas e situações previsíveis são mantidos, mesmo quando geram sofrimento. O novo exige esforço cognitivo, adaptação emocional e reestruturação de comportamentos, o que ativa respostas de ansiedade e medo. Assim, resistir à mudança é, em muitos casos, uma tentativa inconsciente de manter estabilidade interna.


Zona de Conforto: Segurança Psicológica ou Prisão Emocional?

O conceito de zona de conforto é amplamente discutido na Psicologia comportamental e organizacional. Trata-se de um estado psicológico no qual o indivíduo opera dentro de limites conhecidos, com níveis reduzidos de ansiedade. Embora essa zona proporcione sensação de segurança, ela também pode se tornar um espaço de estagnação emocional e pessoal.

Segundo White (2009), permanecer por longos períodos na zona de conforto impede o desenvolvimento de novas habilidades, reduz a autoconfiança e fortalece crenças limitantes. Muitas pessoas preferem lidar com problemas conhecidos a enfrentar a incerteza da mudança. Isso explica por que indivíduos permanecem em relacionamentos disfuncionais, empregos insatisfatórios ou padrões emocionais prejudiciais: o conhecido parece menos ameaçador do que o novo.


O Medo da Mudança e as Crenças Limitantes

O medo de mudar também está profundamente ligado às crenças que o indivíduo constrói ao longo da vida. De acordo com a Terapia Cognitiva de Aaron Beck (2013), pensamentos automáticos negativos e esquemas cognitivos disfuncionais influenciam diretamente as emoções e os comportamentos. Frases internas como “não sou capaz”, “vou fracassar” ou “é melhor não arriscar” reforçam a resistência à mudança.

Essas crenças, muitas vezes formadas na infância ou reforçadas por experiências negativas, fazem com que o indivíduo associe mudança a perda, dor ou rejeição. Mesmo quando a transformação representa crescimento, o medo do fracasso ou do julgamento social pode paralisar a ação. Assim, compreender e questionar essas crenças é um passo fundamental para superar o medo e avançar emocionalmente.


Mudança, Ansiedade e Controle

Outro fator relevante é a relação entre mudança e sensação de perda de controle. A Psicologia explica que o ser humano tende a buscar previsibilidade para reduzir a ansiedade. Mudanças implicam abrir mão do controle total sobre os resultados, o que gera desconforto emocional. Segundo Bauman (2001), em uma sociedade marcada pela incerteza, o desejo de controle se intensifica, tornando o medo da mudança ainda mais presente.

Esse medo não significa fraqueza emocional, mas sim uma tentativa de autoproteção. No entanto, quando o indivíduo evita sistematicamente qualquer transformação, ele passa a limitar seu próprio crescimento. A ansiedade, nesse contexto, não deve ser vista como um sinal de que algo está errado, mas como um indicativo de que há um processo de adaptação em curso.


Agir Apesar do Medo: Um Caminho para a Evolução Pessoal

A Psicologia contemporânea não propõe a eliminação do medo, mas o desenvolvimento da capacidade de agir apesar dele. Segundo Bandura (1997), a autoconfiança — ou autoeficácia — é construída a partir de experiências de enfrentamento bem-sucedidas. Cada vez que o indivíduo enfrenta uma mudança, mesmo com medo, ele fortalece sua percepção de competência e autonomia.

Agir conscientemente diante da mudança permite que o sujeito ressignifique o medo, transformando-o em aprendizado. Pequenas ações, metas realistas e consciência emocional ajudam a reduzir a ansiedade e aumentam a sensação de controle interno. Dessa forma, a mudança deixa de ser uma ameaça e passa a ser uma oportunidade de crescimento psicológico.


Transformações Conscientes e Autonomia Emocional

Mudanças conscientes são aquelas realizadas com reflexão, autoconhecimento e responsabilidade emocional. Elas não ocorrem de forma impulsiva, mas a partir da compreensão de que o desconforto faz parte do processo de amadurecimento. Segundo Rogers (1961), o crescimento pessoal está diretamente ligado à capacidade do indivíduo de se abrir a novas experiências.

Ao enfrentar o medo da mudança, o sujeito desenvolve autonomia emocional, fortalece sua identidade e amplia sua capacidade de adaptação. Transformar-se não significa perder quem se é, mas integrar novas possibilidades ao próprio percurso de vida. Esse processo contribui para uma vida mais autêntica, coerente com valores pessoais e emocionalmente saudável.


Considerações Finais

Sentir medo de mudanças é natural e faz parte da condição humana. Esse medo surge porque o cérebro prefere o conhecido ao novo, mesmo quando o novo é necessário para o crescimento. No entanto, compreender os mecanismos psicológicos por trás dessa resistência permite que o indivíduo desenvolva estratégias mais saudáveis para lidar com a insegurança.

A evolução pessoal exige coragem emocional, consciência e ação. Ao entender o medo e agir apesar dele, o sujeito fortalece sua autoconfiança, rompe padrões limitantes e constrói uma trajetória mais alinhada com seu verdadeiro potencial. Mudanças não são o fim da segurança, mas o início de uma autonomia emocional mais sólida e madura.


Valdivino Alves de Sousa
Psicólogo – CRP-SP nº 06/198683


Referências

  • Bandura, A. (1997). Self-efficacy: The exercise of control. Freeman.

  • Bauman, Z. (2001). Modernidade Líquida. Zahar.

  • Beck, A. T. (2013). Terapia Cognitiva: Teoria e Prática. Artmed.

  • LeDoux, J. (1996). The Emotional Brain. Simon & Schuster.

  • Rogers, C. (1961). On Becoming a Person. Houghton Mifflin.




2 de fevereiro de 2026

2.2.26

O brasileiro no centro do escândalo que levou ex-embaixador do Reino Unido a renunciar filiação ao partido do governo

 

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Getty Images - Peter Mandelson foi embaixador do Reino Unido nos EUA, secretário do governo Gordon Brown e membro da Câmara dos Lordes


O brasileiro no centro do escândalo que levou ex-embaixador do Reino Unido a renunciar filiação ao partido do governo

O ex-embaixador britânico Peter Mandelson decidiu deixar, na noite deste domingo (01/02), o Partido Trabalhista, do primeiro-ministro Keir Starmer, alegando que não queria "causar mais constrangimento" por causa de suas ligações com o criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein.

O nome de Mandelson e de seu marido, o brasileiro Reinaldo Avila da Silva, aparecem entre os milhões de documentos divulgados na sexta-feira relacionados a Epstein — o maior número compartilhado pelo governo dos EUA desde que uma lei determinou sua divulgação no ano passado.