Virou Notícias Publicamos Aqui!

LightBlog

12 de abril de 2026

12.4.26

Parcial da enquete 'BBB 26' atualizada sinaliza votação acirrada entre Boneco e Marciele; vote

 
Alt text



Depois das parciais indicarem folga na eliminação do baiano, sister teve aumento na porcentagem



Neste domingo (12), durante a primeira exibição do “BBB 26” por volta das 17h30, um dos três empareadados, Gabriela, Marciele ou Leandro Boneco, deixará o programa. Aqui fora, a parcial atualizada da enquete feita pelo jornal EXTRA mostra uma mudança na diferença entre o baiano e a cunhã.

Boneco, que continua como o favorito dos leitores para deixar o programa, acumulava 47,73% dos votos às 11h00. Marciele diminuiu a diferença com o brother e saltou para 47,05%. Gabriela permanece como a menos provável de sair, com 5,22%.

A formação de paredão começou na noite de sexta, com Juliano Floss indicando Gabriela. Ele também desempatou entre Boneco e Marciele, que receberam a mesma quantidade de votos pela casa. A cunhã parou no paredão, mas ganhou o direito do contragolpe e puxou o baiano ao paredão.

A decisão do contragolpe foi uma escolha de Milena, que deveria entregar ao emparedado pela casa ou ao líder. A regalia foi conquistada na quinta-feira (9) de manhã, quando ela foi a primeira a apertar o botão vermelho misterioso no gramado da casa. A babá acabou dando o poder para Marciele.

Um deles deixará o programa no domingo (12) e o jornal EXTRA quer saber dos leitores: quem merece sair? Vote abaixo na enquete.


11 de abril de 2026

11.4.26

DIFERENÇA ENTRE PAIXÃO E AMOR — Você sabe distinguir? Uma análise psicológica, científica e emocional sobre os vínculos afetivos

Alt text


Uma análise psicológica, emocional e científica sobre os vínculos afetivos humanos


RESUMO

Este artigo tem como objetivo abordar as diferenças fundamentais entre paixão e amor sob a perspectiva psicológica, neurocientífica e sociocultural, contribuindo para a compreensão científica dos vínculos afetivos humanos. A investigação baseia-se em modelos teóricos reconhecidos na literatura internacional, incluindo a Teoria Triangular do Amor proposta por Robert Sternberg, a Teoria do Apego desenvolvida por John Bowlby e ampliada por Mary Ainsworth, além de contribuições contemporâneas da neurociência afetiva e da psicologia clínica. O estudo analisa características emocionais, cognitivas e comportamentais associadas à paixão e ao amor, destacando aspectos como intensidade emocional, idealização, estabilidade relacional e construção gradual do vínculo afetivo.

Adicionalmente, o artigo examina os mecanismos neurobiológicos envolvidos nesses fenômenos, enfatizando o papel do sistema de recompensa cerebral, da dopamina e da ocitocina na formação e manutenção dos vínculos afetivos. Também são discutidos fatores socioculturais que influenciam a construção social do amor e as expectativas contemporâneas sobre relacionamentos, evidenciando a influência de normas culturais e históricas na experiência emocional humana. No campo clínico, o estudo apresenta implicações terapêuticas relevantes, incluindo a identificação de dependência emocional, o tratamento de relacionamentos disfuncionais e o desenvolvimento de estratégias de educação emocional voltadas à promoção de vínculos saudáveis.

Por fim, o trabalho propõe uma análise integrada entre paixão e amor, destacando que, embora a paixão represente um estado emocional intenso e frequentemente transitório, o amor caracteriza-se como um processo contínuo, sustentado por confiança, respeito mútuo e comprometimento emocional. Dessa forma, a distinção entre esses fenômenos contribui significativamente para a promoção da saúde mental, prevenção de vínculos tóxicos e fortalecimento das relações interpessoais, oferecendo subsídios teóricos e práticos para profissionais da psicologia, educadores e pesquisadores interessados na compreensão dos relacionamentos humanos.

Palavras-chave:

amor, paixão, apego emocional, dependência emocional, relacionamentos amorosos, neurociência do amor, inteligência emocional, relacionamentos saudáveis


ABSTRACT

This article aims to address the fundamental differences between passion and love from psychological, neuroscientific, and sociocultural perspectives, contributing to the scientific understanding of human affective bonds. The investigation is based on well-established theoretical models in international literature, including the Triangular Theory of Love proposed by Robert Sternberg, the Attachment Theory developed by John Bowlby and expanded by Mary Ainsworth, as well as contemporary contributions from affective neuroscience and clinical psychology. The study analyzes emotional, cognitive, and behavioral characteristics associated with passion and love, highlighting aspects such as emotional intensity, idealization, relational stability, and the gradual construction of emotional bonds.

Additionally, this article examines the neurobiological mechanisms involved in these phenomena, emphasizing the role of the brain reward system, dopamine, and oxytocin in the formation and maintenance of affective relationships. Sociocultural factors influencing the social construction of love and contemporary expectations regarding romantic relationships are also discussed, demonstrating the influence of cultural and historical norms on human emotional experiences. In the clinical field, the study presents relevant therapeutic implications, including the identification of emotional dependency, treatment of dysfunctional relationships, and the development of emotional education strategies aimed at promoting healthy interpersonal bonds.

Finally, this work proposes an integrated analysis of passion and love, emphasizing that while passion represents an intense and often temporary emotional state, love is characterized as a continuous process sustained by trust, mutual respect, and emotional commitment. Therefore, distinguishing between these phenomena significantly contributes to mental health promotion, prevention of toxic relationships, and strengthening of interpersonal connections, offering theoretical and practical support for psychologists, educators, and researchers interested in understanding human relationships.

8 de abril de 2026

8.4.26

Roda Viva debate Autismo em 2026: avanços no diagnóstico precoce e os desafios da inclusão no Brasil

 


Alt text



Um tema urgente em destaque nacional

No primeiro programa do mês dedicado à conscientização sobre o autismo, o tradicional Roda Viva trouxe uma discussão profunda e necessária ao receber o renomado neuropediatra José Salomão Schwartzman. Referência nacional no estudo do Transtorno do Espectro Autista (TEA) e de outros distúrbios do desenvolvimento, o especialista abordou os avanços científicos, os desafios enfrentados pelas famílias e a importância de políticas públicas eficazes no Brasil. O programa, exibido pela TV Cultura, reforça o papel da informação de qualidade na construção de uma sociedade mais inclusiva.


O que é o Transtorno do Espectro Autista (TEA)?

O Transtorno do Espectro Autista é uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por dificuldades na comunicação social, comportamentos repetitivos e interesses restritos. O termo “espectro” reflete a ampla variação de sintomas e níveis de suporte necessários para cada indivíduo.

Nos últimos anos, o aumento dos diagnósticos não significa necessariamente maior incidência, mas sim evolução nos critérios clínicos, maior conscientização da sociedade e acesso ampliado à informação. Hoje, especialistas reconhecem que o diagnóstico precoce pode transformar significativamente a qualidade de vida da pessoa com TEA.


        RODA VIVA | JOSÉ SALOMÃO SCHWARTZMAN | 06/04/2026



Avanços no diagnóstico precoce: ciência a favor da inclusão

Durante a entrevista no programa, José Salomão Schwartzman destacou que um dos maiores avanços recentes está na identificação precoce do autismo. Crianças podem apresentar sinais já nos primeiros anos de vida, como ausência de contato visual, atraso na fala e dificuldade de interação social.

A detecção precoce permite intervenções mais eficazes, aproveitando a plasticidade cerebral da criança. Terapias multidisciplinares — envolvendo fonoaudiologia, psicologia, terapia ocupacional e acompanhamento médico — podem promover ganhos significativos no desenvolvimento cognitivo e social.

Além disso, novas tecnologias e ferramentas digitais vêm sendo utilizadas para auxiliar no rastreamento de sinais iniciais, ampliando o alcance do diagnóstico, inclusive em regiões mais afastadas.


A importância da intervenção multidisciplinar

O tratamento do TEA não é padronizado, pois cada indivíduo apresenta necessidades específicas. Por isso, a abordagem multidisciplinar é essencial. Segundo Schwartzman, o sucesso do acompanhamento depende da integração entre profissionais da saúde, educadores e familiares.

Programas de intervenção precoce, quando bem estruturados, podem melhorar habilidades sociais, comunicação e autonomia. O envolvimento da família também é um fator determinante, já que o ambiente doméstico desempenha papel fundamental no reforço das estratégias terapêuticas.


Inclusão social e educacional: um desafio contínuo no Brasil

Apesar dos avanços científicos, a inclusão ainda é um grande desafio no país. Muitas escolas não possuem estrutura adequada ou profissionais capacitados para atender alunos com TEA. Isso impacta diretamente o desenvolvimento e a integração dessas crianças na sociedade.

A legislação brasileira prevê o direito à educação inclusiva, mas a realidade prática ainda está distante do ideal. Investimentos em formação de professores, adaptação curricular e suporte especializado são medidas urgentes para garantir equidade no acesso à educação.

No mercado de trabalho, a inclusão também avança lentamente. Empresas começam a reconhecer o potencial de pessoas com autismo, especialmente em áreas que exigem concentração e habilidades técnicas, mas ainda há barreiras culturais e estruturais a serem superadas.


Conscientização: informação que transforma vidas

O mês de conscientização do autismo é fundamental para combater o preconceito e disseminar conhecimento. Programas como o Roda Viva cumprem um papel essencial ao levar informação confiável ao grande público, promovendo empatia e compreensão.

A sociedade precisa compreender que o autismo não é uma doença a ser “curada”, mas uma condição que exige respeito, apoio e inclusão. Quanto maior o nível de informação, menores são as barreiras enfrentadas pelas pessoas com TEA e suas famílias.


O papel da mídia e da TV Cultura na educação social

A TV Cultura tem se destacado ao abordar temas relevantes com profundidade e responsabilidade. Ao trazer especialistas como Schwartzman, o Roda Viva contribui para elevar o nível do debate público e incentivar políticas mais eficazes.

A transmissão multiplataforma — TV, site e YouTube — amplia o alcance da informação, permitindo que mais pessoas tenham acesso ao conteúdo educativo e transformador.

Conclusão: um futuro mais inclusivo começa com conhecimento

O debate apresentado no Roda Viva reforça que o Brasil está avançando no entendimento do autismo, mas ainda há um longo caminho a percorrer. O diagnóstico precoce, a intervenção adequada e a inclusão social são pilares fundamentais para garantir qualidade de vida às pessoas com TEA.

Mais do que políticas públicas, é necessário um compromisso coletivo — envolvendo governo, profissionais, famílias e sociedade — para construir um ambiente verdadeiramente inclusivo. Informação, empatia e ação são os principais instrumentos para transformar essa realidade.


Com informações https://cultura.uol.com.br



7 de abril de 2026

7.4.26

A Ciência de Descansar: Por que Desacelerar é Essencial para a Saúde Mental e o Desempenho Humano

 

Alt text

O paradoxo moderno: quanto mais produtivos, mais cansados


Vivemos em uma era marcada pela velocidade, pela hiperconectividade e pela constante busca por resultados. Nunca se falou tanto em produtividade, metas e desempenho — e, paradoxalmente, nunca foi tão difícil descansar. A sensação de que é preciso estar sempre fazendo algo útil, mesmo fora do horário de trabalho, tornou-se uma norma silenciosa. Nesse cenário, o descanso passa a ser visto como perda de tempo, gerando culpa e ansiedade. Essa realidade tem sido amplamente discutida por psicólogos, que alertam para os impactos desse comportamento na saúde mental e no rendimento cognitivo.


A dificuldade em “desligar” não é apenas um hábito individual, mas um reflexo de uma cultura que valoriza a ação contínua e penaliza a pausa. O resultado é uma sociedade exausta, que muitas vezes confunde descanso com improdutividade, quando, na verdade, ele é um dos pilares fundamentais para o equilíbrio emocional e o funcionamento saudável do cérebro.


Descansar não é luxo: é uma necessidade biológica e psicológica

Do ponto de vista psicológico e neurocientífico, o descanso não é opcional — é essencial. Durante os períodos de pausa, o cérebro realiza funções fundamentais, como a consolidação da memória, a regulação emocional e a recuperação da energia mental. Sem esses momentos, há um acúmulo de estresse que compromete tanto a saúde quanto a capacidade de tomar decisões.


Especialistas destacam que o descanso funciona como um “antídoto” contra o esgotamento. Quando negligenciado, surgem sintomas como irritabilidade, dificuldade de concentração, queda de produtividade e até problemas mais graves, como ansiedade crônica e burnout. Ou seja, insistir em trabalhar sem pausas não aumenta a eficiência — pelo contrário, reduz o desempenho ao longo do tempo.


A culpa por não fazer nada: um dos maiores obstáculos ao descanso

Um dos fenômenos mais comuns na atualidade é a incapacidade de relaxar sem sentir culpa. Mesmo em momentos de lazer, muitas pessoas continuam mentalmente conectadas às suas obrigações. Pensamentos sobre tarefas pendentes, prazos e responsabilidades invadem o tempo livre, impedindo o verdadeiro descanso.

Esse comportamento está diretamente ligado à internalização de padrões de alta performance. A ideia de que o valor pessoal está associado à produtividade faz com que o indivíduo se sinta desconfortável ao simplesmente “não fazer nada”. Assim, o descanso deixa de ser um momento de recuperação e passa a ser mais uma fonte de ansiedade.


Tempo livre não é sinônimo de descanso

Um ponto importante levantado por psicólogos é a diferença entre ter tempo livre e realmente descansar. Muitas pessoas possuem momentos disponíveis ao longo do dia, mas não conseguem aproveitá-los de forma restauradora. Isso acontece porque o descanso exige presença — estar mentalmente envolvido na atividade, seja ela assistir a um filme, ouvir música ou simplesmente contemplar o ambiente.

Sem essa presença, o tempo livre perde sua função. A mente continua ativa, preocupada e sobrecarregada, impedindo a recuperação emocional. Dessa forma, aprender a descansar envolve mais do que reorganizar a agenda: exige uma mudança na forma de se relacionar com o tempo.


O impacto do estresse e a importância de se desconectar

Pesquisas acadêmicas reforçam que o problema não está apenas na quantidade de trabalho, mas na incapacidade de se desligar dele. Estudos indicam que pessoas que conseguem desconectar mentalmente após o expediente apresentam níveis mais baixos de estresse, maior energia e melhor desempenho no dia seguinte.


Por outro lado, quem permanece constantemente pensando em trabalho entra em um ciclo prejudicial: não descansa adequadamente, acorda cansado, produz menos e, como consequência, sente-se pressionado a trabalhar ainda mais. Esse ciclo gera um desgaste progressivo que pode afetar tanto a vida profissional quanto a pessoal.


O ciclo do cansaço: quando a mente não para

A ausência de descanso cria um efeito dominó. O cansaço acumulado reduz a produtividade, o que aumenta a sensação de inadequação e culpa. Para compensar, a pessoa tenta se dedicar ainda mais às tarefas, sacrificando novamente o descanso. Esse padrão se repete, levando ao esgotamento físico e mental.

Além disso, a falta de pausas interfere na criatividade e na capacidade de resolver problemas. O cérebro precisa de momentos de relaxamento para reorganizar informações e gerar novas ideias. Sem isso, o pensamento torna-se rígido e menos eficiente.


Aprender a descansar: uma habilidade essencial no século XXI

Diante desse cenário, especialistas defendem que descansar é uma habilidade que precisa ser reaprendida. Isso envolve reconhecer o valor do ócio, estabelecer limites claros entre trabalho e lazer e desenvolver a capacidade de estar presente no momento.

Práticas simples podem ajudar nesse processo, como:

  • Desconectar-se de dispositivos eletrônicos em determinados períodos;
  • Criar rotinas de relaxamento, como leitura ou meditação;
  • Valorizar atividades prazerosas sem objetivo produtivo;
  • Respeitar horários de descanso e sono.

Mais do que técnicas, trata-se de uma mudança de mentalidade: entender que o descanso não é perda de tempo, mas investimento em saúde e desempenho.


Descanso e produtividade: aliados, não inimigos

Contrariando a lógica comum, descansar não reduz a produtividade — ele a potencializa. Pessoas que conseguem equilibrar trabalho e pausa tendem a ser mais eficientes, cometer menos erros e apresentar maior capacidade de concentração.

Isso acontece porque o cérebro funciona melhor quando alterna entre esforço e recuperação. Assim como um músculo precisa de descanso para crescer, a mente também necessita de pausas para manter seu desempenho ideal.


Conclusão: desacelerar é uma forma de evoluir

Em um mundo que valoriza a pressa e a constante atividade, aprender a descansar torna-se um ato quase revolucionário. No entanto, é justamente essa capacidade que permite uma vida mais equilibrada, saudável e produtiva.


Desacelerar não significa desistir ou ser menos ambicioso. Pelo contrário: é uma estratégia inteligente para sustentar o desempenho a longo prazo e preservar a saúde mental. Ao reconhecer o descanso como parte essencial da rotina, abrimos espaço para uma vida mais consciente, eficiente e, acima de tudo, humana.


Com informações do G1



7.4.26

"Quanto mais olho para a Lua, mais marrom fica", diz astronauta da Artemis

 

Alt text
Foto - Reprodução CNN Brasil

Tripulação da missão realiza sobrevoo de 7 horas pela Lua nesta segunda-feira (6) e compartilha observações


Durante o sobrevoo de sete horas ao redor da Lua, iniciado oficialmente nesta segunda-feira (6), os tripulantes da missão Artemis II relataram novas percepções sobre a Lua. A bordo da espaçonave Orion, a astronauta da Nasa Christina Koch afirmou que a Lua, vista de perto, apresenta tons de cores diferentes do que é visto na Terra.

“Quanto mais olho para a Lua, mais marrom ela fica”, relatou a astronauta, citando também comentários da equipe responsável pelas janelas da cápsula.

Ainda de acordo com a astronauta, a tripulação têm notado que a Lua continua visivelmente maior, mesmo quando observada continuamente. “Na verdade, podemos ver a Lua e a Terra ao mesmo tempo agora. É interessante porque a Terra parece muito mais brilhante", contou.

A tripulação observa a Lua através da janela da espaçonave, com uma perspectiva única e jamais vista, atingindo a marca da maior distância já percorrida por humanos no espaço.

Outros integrantes da missão também compartilharam suas impressões durante a jornada. O astronauta Reid Wiseman e o canadense Jeremy Hansen descreveram característica que apelidaram de “impressão digital”, a qual ainda esperam obter mais informações.

O astronauta Victor Glover também relatou desafios operacionais enfrentados durante a missão após passar os últimos dias no espaço.

“É um evento muito cansativo para os olhos. Você olha para fora e vê a Lua extremamente brilhante, depois precisa voltar para a cabine escura e operar equipamentos, lidar com câmeras, microfones e outras tarefas. É algo difícil de administrar”, disse.

Victor ainda contou que gostaria de ter tido mais tempo durante a passagem pela Lua para refletir e apreciar a vista. Segundo descrito pelo cientista, a paisagem soa como uma linha irregular em vez de um arco suave. “O terminador está simplesmente fantástico agora”, disse Glover.

“É o mais acidentado que já vi. Do ponto de vista da iluminação, existem pequenas ilhas. Existem ilhas de terreno completamente cercadas pela escuridão, o que indica uma variação real no terreno. Ao norte, há uma cratera dupla muito bonita. Parece um boneco de neve sentado ali. E então, na borda sul, há quase como um buraco. E depois uma parede brilhante e, além do terminador, volta a ser preto.”

Para a doutora Kelsey Young, oficial de ciências, "esse tipo de observação é algo que os humanos são capazes de fazer de forma única, e você realmente nos levou junto com você".

Astronautas da Artemis II iniciam observação lunar; acompanhe

Neste momento, os astronautas da Artemis II se comunicam com o controle da missão enquanto sobrevoam a Lua.  A tripulação contornará o lado oculto da Lua antes de retornar em direção à Terra.

Artemis II

Com duração estimada de dez dias, a Artemis II seguirá uma trajetória em forma de “oito”, contornando o lado oculto da Lua, o qual jamais foi visto a olho nu por humanos.

Após duas órbitas iniciais ao redor da Terra, a nave será impulsionada em direção ao satélite natural em uma trajetória de livre retorno, na qual a gravidade lunar garantirá o caminho de volta sem a necessidade de manobras complexas.

bordo da Orion estão os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, da NASA, além de Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense.

O objetivo principal da missão é testar, pela primeira vez com humanos, sistemas essenciais da nave, como suporte à vida, navegação, comunicação e o desempenho do escudo térmico durante a reentrada na atmosfera.

Acompanhe a missão em tempo real


Fonte: CNN Brasil