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31 de março de 2026

31.3.26

Tadeu Schmidt anuncia que finalistas do BBB 26 ganharão apartamentos

 
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Os três participantes que chegarem à Final do reality serão contemplados com um imóvel



Nesta segunda-feira (30), Tadeu Schmidt anunciou uma novidade para o BBB 26. Agora, os finalistas da temporada ganharão um apartamento. "É isso mesmo! Quem chegar ao Top 3 também será dono de um apartamento. Então, façam tudo por esse Top 3", disse o apresentador.


"Se o Boneco, a Samira ou a Solange estiverem entre os três finalistas, eles levam mais um apê e serão donos de dois apartamentos", avisou Tadeu.

Até agora, Samira e Leandro Boneco já haviam conquistado seus apartamentos dentro do confinamento. O produtor cultural foi o primeiro a conseguir, durante uma ação especial em comemoração aos 50 dias dentro da casa mais vigiada do Brasil.


Quem também já garantiu o seu imóvel foi a atendente de bar. A sister conquistou o espaço por chegar ao Top 10 depois de ter vencido a sétima Prova do Líder, além de cumprir todas as regras da ação.

Solange Couto também ganhou um apartamento, por conta de uma ação que celebrou o Top 10 do reality, durante o programa ao vivo desta segunda-feira.


Fonte: Gshow



30 de março de 2026

30.3.26

Erika Hilton no Roda Viva (30/03/2026): deputada alerta sobre violência política e diz que “o ódio perdeu o pudor”

 

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Primeira mulher trans a presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, deputada federal debate democracia, violência política e direitos sociais em entrevista ao Roda Viva

No #RodaViva desta segunda-feira (30), a deputada Erika Hilton analisa o agravamento da violência política e afirma: "o ódio perdeu o pudor".
Com apresentação de @ernestopaglia , o programa vai ao ar toda segunda-feira, às 22h, na TV Cultura, no site da emissora e no Youtube!



Na noite desta segunda-feira, 30 de março de 2026, o tradicional programa Roda Viva, exibido pela TV Cultura, recebeu como convidada central a deputada federal Erika Hilton. Durante a entrevista, a parlamentar fez um alerta contundente sobre o cenário político brasileiro e afirmou que “o ódio perdeu o pudor”, ao analisar o crescimento da violência política e da intolerância no país.

A edição foi conduzida pelo jornalista Ernesto Paglia, que comandou o debate com uma bancada formada por jornalistas, analistas políticos e especialistas convidados. O programa foi transmitido ao vivo às 22h, com exibição simultânea pela televisão aberta, site oficial e plataformas digitais.

A entrevista em um momento político simbólico

A participação de Erika Hilton ocorreu em um momento considerado histórico dentro do cenário político brasileiro. Recentemente, a deputada foi eleita presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados, tornando-se a primeira mulher trans a assumir o comando do colegiado desde a criação da comissão.


Esse marco institucional foi um dos temas centrais do programa, especialmente por ocorrer no encerramento simbólico do chamado Mês da Mulher, período tradicionalmente dedicado à discussão de políticas públicas voltadas à igualdade de gênero, proteção social e combate à violência.


Durante a entrevista, Hilton destacou que sua eleição representa não apenas um avanço individual, mas um sinal de mudança estrutural na política brasileira.

Segundo a parlamentar, ocupar a presidência da comissão amplia o alcance de debates sobre direitos humanos, igualdade e combate à violência de gênero, temas que continuam entre os maiores desafios sociais do país.


“O ódio perdeu o pudor”: alerta sobre violência política"

Um dos momentos mais marcantes da entrevista foi a declaração da deputada sobre o aumento da violência política no Brasil. Ao analisar o ambiente digital e institucional, Erika Hilton afirmou que discursos agressivos e ataques pessoais se tornaram mais frequentes e visíveis.

Segundo ela, a violência política deixou de ser um fenômeno isolado e passou a se tornar uma prática recorrente, alimentada por polarizações ideológicas e discursos intolerantes.

A frase “o ódio perdeu o pudor” sintetizou sua análise sobre o cenário atual, apontando que o medo de expressões violentas diminuiu em determinados setores, o que contribui para um ambiente hostil ao diálogo democrático.


Durante o debate, a parlamentar ressaltou que esse tipo de comportamento afeta diretamente a qualidade das instituições e compromete a participação política de grupos historicamente marginalizados.


Ela destacou ainda que mulheres, pessoas LGBTQIA+ e minorias sociais frequentemente são alvos de ataques, tanto em redes sociais quanto em espaços institucionais.


Debate amplo com especialistas e jornalistas

A bancada de entrevistadores contou com nomes de diferentes áreas do jornalismo, direito e comunicação, ampliando a diversidade de perspectivas ao longo do programa.

Participaram do debate profissionais ligados a veículos nacionais, instituições acadêmicas e organizações voltadas à liberdade de expressão e análise política.

Esse formato, característico do programa, permite que o entrevistado seja questionado por múltiplos pontos de vista, criando um ambiente de discussão aprofundada sobre temas sensíveis e relevantes.

Além das perguntas diretas, o programa também contou com a participação de um cartunista, elemento tradicional do formato do Roda Viva, responsável por interpretar momentos da entrevista por meio de ilustrações críticas e simbólicas.


A importância histórica do Roda Viva no debate público

O Roda Viva é considerado um dos programas jornalísticos mais influentes da televisão brasileira. Desde sua criação, tornou-se referência em entrevistas políticas e debates públicos, recebendo ao longo das décadas presidentes, ministros, parlamentares, intelectuais e líderes sociais.


O formato circular do programa — com o convidado posicionado no centro e entrevistadores ao redor — simboliza a pluralidade de vozes e o confronto de ideias.

Ao longo dos anos, o programa consolidou-se como um espaço essencial para o aprofundamento de discussões políticas e sociais, contribuindo para a formação da opinião pública e o fortalecimento da democracia.

A edição com Erika Hilton reforça esse papel histórico ao abordar temas contemporâneos como violência política, direitos humanos e representação social.


Erika Hilton: trajetória política e ascensão nacional

A presença da deputada no programa também destacou sua trajetória política, considerada uma das mais relevantes entre novas lideranças nacionais.

Eleita deputada federal por São Paulo, Erika Hilton construiu sua carreira política com forte atuação em pautas sociais, direitos humanos e combate à desigualdade.

Antes de chegar à Câmara dos Deputados, ela ganhou destaque em movimentos sociais e na política municipal, consolidando sua imagem como uma voz ativa em debates relacionados à cidadania e inclusão social.

Sua eleição para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher foi interpretada por analistas como um marco institucional importante, refletindo mudanças no perfil político e social do Parlamento brasileiro.


Direitos das mulheres e políticas públicas em destaque

Outro eixo central da entrevista foi o debate sobre políticas públicas voltadas às mulheres.

Durante o programa, a deputada destacou que a violência doméstica e institucional ainda representa um dos principais desafios enfrentados pelo Brasil.


Segundo ela, o fortalecimento de políticas públicas depende da integração entre diferentes áreas do governo, incluindo segurança pública, saúde e assistência social.


Hilton também ressaltou a necessidade de ampliar investimentos em programas de proteção às mulheres, especialmente em regiões com altos índices de violência.


Ela afirmou que o trabalho da comissão que preside deve priorizar ações legislativas voltadas à prevenção e ao acolhimento das vítimas.


Redes sociais e o impacto do discurso político

Outro tema debatido foi o papel das redes sociais na disseminação de discursos de ódio e desinformação.

Durante a entrevista, foi discutido como o ambiente digital ampliou a visibilidade de debates políticos, mas também criou novos desafios relacionados à responsabilidade no uso da informação.


A deputada afirmou que o crescimento da violência política nas plataformas digitais exige respostas institucionais e políticas públicas capazes de proteger cidadãos e representantes eleitos.

Ela destacou que o combate à desinformação deve caminhar junto com a defesa da liberdade de expressão, sem comprometer os princípios democráticos.


Impactos políticos e sociais da entrevista

A participação de Erika Hilton no programa foi considerada relevante por analistas políticos, principalmente por ocorrer em um período de intensificação dos debates sobre democracia e direitos civis no Brasil.


Entrevistas em programas de grande alcance nacional frequentemente influenciam o debate público e ampliam a visibilidade de temas considerados prioritários pela sociedade.

Nesse contexto, a presença da deputada contribuiu para reforçar discussões sobre igualdade, representatividade e combate à violência política.


A repercussão nas redes sociais e nos meios de comunicação demonstra o impacto simbólico e político do encontro.


Democracia, diversidade e representação política

Ao longo da entrevista, também foram discutidas questões relacionadas à representatividade política e à inclusão de diferentes grupos sociais no ambiente institucional.

A eleição de Erika Hilton para cargos de destaque foi apontada como um exemplo de ampliação da diversidade política no Brasil.

Segundo analistas, a presença de diferentes perfis sociais no Parlamento contribui para enriquecer o debate democrático e ampliar a construção de políticas públicas mais representativas.


Esse tema foi abordado sob diferentes perspectivas, incluindo o papel da sociedade civil e a necessidade de ampliar o acesso à participação política.


O significado simbólico da liderança feminina

A presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher foi apresentada como um símbolo relevante no cenário político brasileiro.

Além da dimensão institucional, a conquista representa um avanço simbólico na luta por igualdade e reconhecimento social.

Durante o programa, foi enfatizado que a liderança feminina em cargos estratégicos contribui para fortalecer debates sobre direitos e inclusão.

Esse aspecto foi considerado essencial para a construção de políticas públicas mais sensíveis às demandas sociais contemporâneas.


Conclusão: uma entrevista que reflete os desafios do Brasil contemporâneo


A edição do Roda Viva exibida em 30 de março de 2026 marcou um momento importante no debate político brasileiro ao reunir temas centrais para o presente e o futuro da democracia.

Ao abordar violência política, direitos humanos e representatividade, a participação de Erika Hilton ampliou discussões relevantes para a sociedade brasileira.


A frase “o ódio perdeu o pudor” tornou-se um dos principais destaques da entrevista, simbolizando um alerta sobre os riscos do crescimento da intolerância e da polarização política.


Em um cenário marcado por transformações sociais e desafios institucionais, entrevistas como essa reforçam o papel do jornalismo na promoção do diálogo democrático e na construção de uma sociedade mais informada e participativa.

Acompanhe os comentários no Instagram do programa Roda Viva

Com informações do site:  https://cultura.uol.com.br 



29 de março de 2026

29.3.26

Felca alerta sobre o impacto devastador das apostas digitais entre adolescentes e defende regras mais rígidas nas redes sociais

Influenciador expõe riscos do vício em jogos online, cobra responsabilidade das plataformas e impulsiona debate nacional sobre proteção digital de crianças e jovens

A nova era das apostas digitais e o alerta que ecoou no Brasil

O crescimento acelerado das plataformas digitais transformou radicalmente o comportamento social, econômico e cultural em todo o mundo. No Brasil, esse cenário ganhou novos contornos com a popularização das apostas online, conhecidas como “bets”, que se tornaram presença constante nas redes sociais, na televisão e em eventos esportivos. 

Nesse contexto, a participação do influenciador digital Felipe Bressanim Pereira, popularmente chamado de Felca, no programa Roda Viva trouxe à tona um debate urgente sobre o impacto das apostas digitais na vida de adolescentes brasileiros.

Leia mais: “Eu acredito que a rede social é problemática até para adultos”, afirma Felca.


Durante a entrevista exibida pela TV Cultura, o influenciador destacou que os adolescentes estão entre os grupos mais vulneráveis aos efeitos negativos das apostas digitais. Segundo ele, o vício em jogos online não vem sendo tratado com a gravidade necessária pela sociedade, pelas plataformas digitais e até mesmo por parte dos veículos de comunicação.


Felca argumentou que o ambiente digital atual favorece comportamentos impulsivos e cria uma falsa percepção de sucesso rápido, estimulando jovens a acreditar que é possível obter ganhos financeiros fáceis por meio das apostas. Esse discurso, amplamente disseminado por influenciadores e anúncios publicitários, contribui para a normalização de práticas potencialmente perigosas.


Adolescentes no centro da crise: o grupo mais vulnerável

Um dos pontos centrais abordados durante a entrevista foi a vulnerabilidade dos adolescentes diante da publicidade digital e dos algoritmos das redes sociais. Segundo Felca, jovens em fase de desenvolvimento emocional e psicológico são particularmente suscetíveis à influência de conteúdos repetitivos que prometem ganhos financeiros rápidos e aparentemente acessíveis.


A adolescência é um período marcado pela busca por identidade, pertencimento social e independência financeira. Nesse cenário, a exposição constante a conteúdos relacionados a apostas pode funcionar como um gatilho comportamental. Muitos adolescentes passam a enxergar as apostas como uma forma legítima de renda, ignorando os riscos envolvidos e as possíveis consequências a longo prazo.


Felca destacou que a ludomania — termo técnico que define o vício em jogos — possui uma das maiores taxas de suicídio entre todos os tipos de dependência. Essa informação, ainda pouco discutida em debates públicos, revela a gravidade do problema e a urgência de medidas preventivas mais eficazes.

          Assista ao programa completo:



Já está em vigor no Brasil o novo Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), também conhecido como Lei Felca. A medida ganhou força após o influenciador denunciar, em vídeo publicado em agosto do ano passado, perfis nas redes sociais que exploravam a sexualização de menores.

Na edição, o influenciador é questionado sobre a forma como os algoritmos exercem influência sobre os conteúdos, a necessidade de se olhar para outros temas da sociedade e onde são necessárias regras nas redes sociais.

Leia mais: Eca Digital: Felca diz que plataformas digitais precisam padronizar a verificação de idade

“Se eu fosse impor uma regra, se tivesse esse poder, a primeira coisa que faria seria impor limites à forma como as bets são propagadas. São extremamente danosas, em um grau que não fazemos ideia”, afirma Felca.

O influenciador destaca que a ludomania, o vício em apostas, possui a maior taxa de suicídio entre todos os vícios, mas que o assunto é retratado na televisão e na internet como algo divertido.

“A sociedade ainda está naquele lugar em que estava com o cigarro, quando não sabíamos exatamente a totalidade dos danos. Estamos nesse mesmo lugar com as apostas. Se eu fosse impor uma regra, eu proibiria a forma como as propagandas de jogos de apostas são feitas. São terríveis e não tratam as apostas com a seriedade que elas exigem", ressalta.

Leia mais: “Eu acredito que a rede social é problemática até para adultos”, afirma Felca.

Para responder a essas e outras perguntas, bancada de entrevistadores será formada por Bruno Lucca, repórter de Cotidiano da Folha de S.PauloDaniel Becker, pediatra e colunista do jornal O GloboFernanda Campagnucci, diretora-executiva do InternetLab; Iberê Dias, juiz da Coordenadoria da Infância e Juventude do TJSP; Maria Mello, gerente do Eixo Digital do Instituto Alana; e Renata Cafardo, repórter especial e colunista do Estadão.

Com apresentação de Ernesto Paglia, o Roda Viva é exibido pela TV Cultura às segundas-feiras, a partir das 22h, com transmissão simultânea no YouTube e site da emissora. Os desenhos em tempo real são do cartunista Eduardo Baptistão.



Além disso, o influenciador chamou atenção para o fato de que a ludomania ainda é frequentemente retratada como entretenimento leve, tanto em programas televisivos quanto em conteúdos digitais. Essa abordagem, segundo ele, contribui para minimizar os riscos associados ao comportamento compulsivo e impede que o tema seja tratado como um problema de saúde pública.

Algoritmos e influência digital: quando a tecnologia molda comportamentos


Outro tema abordado durante o programa foi o papel dos algoritmos das plataformas digitais na amplificação do alcance das apostas online. Esses sistemas automatizados são responsáveis por selecionar quais conteúdos serão exibidos aos usuários com base em seus interesses e comportamentos anteriores.

Na prática, isso significa que adolescentes que demonstram curiosidade inicial por conteúdos relacionados a apostas passam a receber recomendações frequentes sobre o mesmo tema. Esse ciclo cria um ambiente digital altamente estimulante e repetitivo, aumentando o risco de desenvolvimento de hábitos compulsivos.

Felca ressaltou que os algoritmos não são neutros. Pelo contrário, eles são projetados para maximizar o tempo de permanência do usuário nas plataformas, favorecendo conteúdos que geram maior engajamento — independentemente do impacto social ou psicológico desses conteúdos.


Esse modelo de negócios, baseado em engajamento e monetização, levanta questionamentos éticos importantes. Até que ponto as plataformas digitais devem ser responsabilizadas pelos conteúdos que promovem? E quais limites devem ser estabelecidos para proteger usuários vulneráveis?


Essas perguntas continuam sendo debatidas por especialistas em tecnologia, educação e saúde mental, que defendem a necessidade de regulamentação mais clara e fiscalização mais rigorosa.


A origem da chamada Lei Felca e o nascimento do ECA Digital

O debate sobre segurança digital ganhou novos contornos após a divulgação de um vídeo publicado por Felca em agosto do ano anterior. Na ocasião, o influenciador denunciou a existência de perfis em redes sociais que exploravam a sexualização de menores, expondo práticas consideradas altamente prejudiciais ao desenvolvimento infantil.


A repercussão nacional do vídeo impulsionou discussões legislativas e mobilizou autoridades públicas, culminando na criação do chamado Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, também conhecido informalmente como “Lei Felca”.


O novo estatuto tem como objetivo estabelecer diretrizes específicas para a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. Entre suas principais propostas estão:

  • Regras mais rígidas para verificação de idade em plataformas digitais
  • Responsabilização de empresas por conteúdos nocivos
  • Maior controle sobre publicidade direcionada a menores
  • Incentivo à educação digital nas escolas

A criação do ECA Digital representa um marco histórico na legislação brasileira, sinalizando uma mudança significativa na forma como o país encara os desafios da era digital.


Publicidade de apostas: uma estratégia que preocupa especialistas

Durante sua participação no programa, Felca foi enfático ao afirmar que, se tivesse poder para implementar uma única regra, ela estaria relacionada à limitação da publicidade de apostas online.


Segundo o influenciador, a forma como esses anúncios são apresentados cria uma narrativa enganosa, sugerindo que as apostas são uma forma segura e lucrativa de entretenimento. Em muitos casos, propagandas exibem influenciadores celebrando ganhos financeiros e exibindo estilos de vida luxuosos, criando uma associação direta entre apostas e sucesso pessoal.


Especialistas em comportamento e saúde mental alertam que esse tipo de publicidade pode estimular expectativas irreais, principalmente entre jovens que ainda não possuem maturidade financeira ou emocional para avaliar riscos.

Felca comparou a atual situação das apostas com o período histórico em que o cigarro era amplamente divulgado sem que seus riscos fossem plenamente conhecidos. Segundo ele, a sociedade ainda está em fase inicial de compreensão dos danos causados pelas apostas digitais.

Essa analogia reforça a ideia de que medidas preventivas devem ser adotadas antes que o problema alcance proporções ainda maiores.


A banalização do vício e o desafio da conscientização pública

Um dos maiores desafios apontados por especialistas é a banalização do vício em apostas. Diferentemente de outras formas de dependência, como álcool ou drogas ilícitas, o jogo online ainda é frequentemente associado a diversão e entretenimento casual.

Essa percepção equivocada dificulta o reconhecimento do problema e atrasa a busca por ajuda especializada. Muitos jovens e adultos só percebem a gravidade do vício quando já enfrentam consequências financeiras e emocionais severas.

Felca destacou que o tratamento do vício em apostas precisa ser abordado com a mesma seriedade dedicada a outras formas de dependência. Isso inclui campanhas de conscientização pública, investimentos em saúde mental e regulamentação adequada do setor.

Ele também enfatizou que a responsabilidade não deve recair apenas sobre os indivíduos, mas também sobre empresas e plataformas que lucram com a disseminação desses conteúdos.


O papel da mídia tradicional e digital no debate sobre apostas

A entrevista exibida no Roda Viva, apresentado por Ernesto Paglia, reuniu especialistas de diferentes áreas para discutir os desafios relacionados ao ambiente digital.


Entre os participantes estavam profissionais ligados ao jornalismo, medicina, direito e tecnologia, refletindo a complexidade do tema e a necessidade de abordagem multidisciplinar.


A presença de especialistas contribuiu para ampliar o debate e fornecer diferentes perspectivas sobre o impacto das apostas digitais na sociedade.


O programa também destacou a importância da mídia na disseminação de informações confiáveis e na promoção de debates públicos responsáveis. Ao abordar temas sensíveis como vício digital e proteção infantil, veículos de comunicação desempenham papel fundamental na formação de opinião pública e na conscientização coletiva.


Com informações da TV Cultura