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2 de maio de 2026

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 2 de maio de 2026

2.5.26

Globo avança em negociações com ex-BBB 26 e amplia estratégia com talentos do reality

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Emissora intensifica aposta em ex-participantes e pode firmar o maior número de contratos desde 2023


A TV Globo já começou a movimentar os bastidores após o fim do Big Brother Brasil 26, encerrado em 21 de abril de 2026. A emissora abriu negociações para firmar contrato com alguns dos nomes mais marcantes da edição, reforçando uma estratégia que vem ganhando força desde 2023: transformar ex-BBBs em talentos fixos de seu elenco.

A iniciativa sinaliza uma mudança clara na forma como a Globo aproveita a popularidade instantânea gerada pelo reality, apostando em perfis que já chegam ao público com grande engajamento e identificação.

Cinco nomes estão no radar da emissora

De acordo com informações divulgadas pelo jornalista Gabriel Vaquer, da Folha de S.Paulo, pelo menos cinco participantes estão em negociação com a emissora. Entre eles estão nomes que se destacaram dentro e fora da casa mais vigiada do Brasil.

Os cotados são: Ana Paula Renault, Tia Milena, Juliano Floss, Chaiany Andrade e Jonas Sulzbach. Caso as negociações avancem, este será o maior grupo de ex-participantes contratados simultaneamente pela Globo desde o início desse modelo de agenciamento.

Vitória histórica impulsiona favoritismo

Entre os nomes cotados, o destaque absoluto é Ana Paula Renault. A participante venceu o BBB 26 com expressivos 75,94% dos votos, conquistando o maior prêmio já pago pelo programa: R$ 5,7 milhões. Sua trajetória foi marcada por forte presença, posicionamentos firmes e grande repercussão nas redes sociais.

Além da vitória, Ana Paula também entrou para a história como a campeã mais velha do reality, o que ampliou ainda mais sua visibilidade e relevância junto ao público. Na final, ela superou Tia Milena, que ficou em segundo lugar com 17,29%, e Juliano Floss, que terminou em terceiro com 6,77%.

Estratégia da Globo foca em engajamento e relevância

A movimentação da Globo não é por acaso. Nos últimos anos, a emissora percebeu o potencial comercial e midiático dos ex-BBBs, especialmente aqueles que conseguem manter relevância após o fim do programa.

Ao investir nesses nomes, a empresa busca fortalecer seu elenco com personalidades já conhecidas do público, capazes de gerar audiência, engajamento digital e novas oportunidades comerciais. Programas de entretenimento, publicidade e até projetos no streaming passam a contar com esses rostos populares.

Participações pontuais ainda não garantem contrato

Apesar de alguns participantes continuarem em evidência, nem todos têm contrato garantido. É o caso de Samira, que recentemente participou da cobertura do evento “Todo Mundo no Rio”, ligado ao show da cantora Shakira.

Mesmo com a exposição recente, ainda não há confirmação de negociações para um vínculo mais longo com a emissora, o que mostra que a escolha dos contratados segue critérios estratégicos e seletivos.

Reality show segue como celeiro de talentos

O Big Brother Brasil continua se consolidando não apenas como líder de audiência, mas também como uma vitrine poderosa para novos talentos. A edição de 2026 reforçou esse papel ao revelar participantes com forte apelo popular e potencial de carreira fora do confinamento.

Com essa nova rodada de negociações, a Globo reafirma sua aposta no reality como um dos principais pilares de renovação de seu elenco e de conexão com o público contemporâneo.

Conclusão: uma nova fase para ex-BBBs na televisão brasileira

O movimento da Globo indica que o futuro dos participantes do BBB vai muito além do prêmio final. Hoje, sair do programa com visibilidade pode significar o início de uma carreira sólida na televisão e no entretenimento.

Se confirmados, os novos contratos devem consolidar ainda mais essa tendência, transformando o BBB em uma verdadeira plataforma de lançamento para celebridades do país.

 Com informações do Correio 24 Horas 


26 de janeiro de 2022

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 26 de janeiro de 2022

26.1.22

Novo Censo da População de Rua de São Paulo, 4,2% concluíram o ensino superior

 

Segundo novo Censo da População de Rua de São Paulo, 4,2% concluíram o ensino superior, o censo foi divulgado neste domingo (24) pelo Fantástico, da TV Globo, com exclusividade, aponta que o perfil majoritário das quase 32 mil pessoas que estão atualmente nas ruas da capital paulista é de homens com idade economicamente ativa média de 41,7 anos e 70,8% deles são pretos ou pardos.

Conforme mostrado pelo Fantástico, o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade cresceu mais de 31% em relação a 2019, quando o total na rua era de 24,3 mil. O contingente total da população de rua da cidade é maior que a população de 69,6% dos municípios do próprio estado de SP. 

Do total da população de rua, 39,2% das pessoas são naturais da própria cidade de São Paulo, 19,86% são de outras cidades do estado de São Paulo e 40,94% são naturais de outros estados do Brasil, como Bahia (8,47%), Minas Gerais (5,44%) e Pernambuco (5,28%).

De acordo com o Instituto Qualitest, que fez o levantamento, os distritos pertencentes à Subprefeitura da Mooca registraram o maior aumento de concentração de pessoas em situação de rua na cidade nos últimos dois anos. Em 2019, havia 1.419 pessoas na região e, agora, há 2.254. Crescimento de 170% em apenas dois anos. 

 Perfil do morador de rua de SP - 2021

 96,44% das pessoas em situação de rua na cidade são nascidas no Brasil

  • 39,2% das pessoas são naturais da cidade de São Paulo
  • 19,86% são de outras cidades do estado de SP
  • 40,94% são naturais de outros estados brasileiros
  • 3,56% são estrangeiros
  • Idade média: 41,7 anos
  • 70,8% deles são pretos ou pardos.
  • 93,5% das pessoas frequentaram escola
  • 92,9% sabem ler e escrever
  • 21,4% têm ensino médio completo
  • 15,3% concluíram o ensino fundamental
  • 4,2% concluíram o ensino superior 

  • Fonte: Instituto Qualitest 

 Leia a matéria completa no G1  

Moradores de rua de São Paulo têm idade média de 41,7 anos e 70,8% são pretos ou pardos, diz censo da Prefeitura; Mooca e Sé concentram maioria dos sem-teto