Virou Notícias Publicamos Aqui!

LightBlog

Mostrando postagens com marcador Vivendo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vivendo. Mostrar todas as postagens

15 de janeiro de 2024

15.1.24

Desconexão da Realidade: Vivendo com o Transtorno de Despersonalização eDesrealização

Alt text

Desconexão da Realidade: Vivendo com o Transtorno de Despersonalização e Desrealização

Viver em um estado constante de distanciamento do próprio corpo e dos processos mentais pode ser uma realidade para aqueles que enfrentam o Transtorno de Despersonalização/Desrealização. Este distúrbio dissociativo, muitas vezes desencadeado por situações de estresse grave, apresenta desafios significativos para quem o vivencia, impactando a forma como percebemos a nós mesmos e ao mundo ao nosso redor.

O que é o Transtorno de Despersonalização/Desrealização?

O Transtorno de Despersonalização/Desrealização é caracterizado por sentimentos recorrentes ou persistentes de distanciamento do próprio corpo ou processos mentais. As pessoas que sofrem desse transtorno frequentemente experimentam a sensação de serem observadores externos de suas próprias vidas (despersonalização) ou de estarem desconectados de seu ambiente (desrealização).

Esse distúrbio psicológico, embora menos conhecido do que alguns outros transtornos mentais, pode ter um impacto significativo na qualidade de vida. Os episódios de despersonalização/desrealização podem ser assustadores e desorientadores, deixando quem os experimenta se sentindo isolado e desconectado.

Causas e Diagnóstico: Uma Jornada Complexa

O Transtorno de Despersonalização/Desrealização é, muitas vezes, desencadeado por estresse grave, mas suas causas exatas ainda são objeto de pesquisa. O diagnóstico é desafiador e geralmente baseia-se nos sintomas apresentados após a exclusão de outras possíveis causas, garantindo uma abordagem cuidadosa e completa.

Tratamento: Uma Abordagem Multifacetada

O tratamento para o Transtorno de Despersonalização/Desrealização envolve uma abordagem multifacetada. A psicoterapia é frequentemente recomendada, permitindo que os indivíduos explorem e compreendam os gatilhos subjacentes ao seu distúrbio. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) pode ser particularmente eficaz, ajudando a modificar padrões de pensamento disfuncionais.

Além da psicoterapia, a terapia medicamentosa pode ser prescrita para tratar comorbidades, como depressão e ansiedade, frequentemente associadas ao transtorno. No entanto, é essencial que qualquer intervenção medicamentosa seja cuidadosamente monitorada por profissionais de saúde.

A Importância da Conscientização e Apoio

A conscientização sobre o Transtorno de Despersonalização/Desrealização é fundamental para promover a compreensão e reduzir o estigma associado a transtornos mentais menos conhecidos. Aqueles que vivenciam esse distúrbio precisam de apoio e compreensão da sociedade, amigos e familiares.

Entender que o Transtorno de Despersonalização/Desrealização é uma condição real e tratável é o primeiro passo para criar uma comunidade mais solidária e informada. Com o apoio adequado, aqueles que enfrentam esse desafio podem encontrar caminhos para a recuperação e para reconectar-se consigo mesmos e com o mundo ao seu redor.

Da redação, publicado em 15/01/2024



26 de janeiro de 2022

26.1.22

Novo Censo da População de Rua de São Paulo, 4,2% concluíram o ensino superior

 

Segundo novo Censo da População de Rua de São Paulo, 4,2% concluíram o ensino superior, o censo foi divulgado neste domingo (24) pelo Fantástico, da TV Globo, com exclusividade, aponta que o perfil majoritário das quase 32 mil pessoas que estão atualmente nas ruas da capital paulista é de homens com idade economicamente ativa média de 41,7 anos e 70,8% deles são pretos ou pardos.

Conforme mostrado pelo Fantástico, o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade cresceu mais de 31% em relação a 2019, quando o total na rua era de 24,3 mil. O contingente total da população de rua da cidade é maior que a população de 69,6% dos municípios do próprio estado de SP

Do total da população de rua, 39,2% das pessoas são naturais da própria cidade de São Paulo, 19,86% são de outras cidades do estado de São Paulo e 40,94% são naturais de outros estados do Brasil, como Bahia (8,47%), Minas Gerais (5,44%) e Pernambuco (5,28%).

De acordo com o Instituto Qualitest, que fez o levantamento, os distritos pertencentes à Subprefeitura da Mooca registraram o maior aumento de concentração de pessoas em situação de rua na cidade nos últimos dois anos. Em 2019, havia 1.419 pessoas na região e, agora, há 2.254. Crescimento de 170% em apenas dois anos. 

 Perfil do morador de rua de SP - 2021

 96,44% das pessoas em situação de rua na cidade são nascidas no Brasil

  • 39,2% das pessoas são naturais da cidade de São Paulo
  • 19,86% são de outras cidades do estado de SP
  • 40,94% são naturais de outros estados brasileiros
  • 3,56% são estrangeiros
  • Idade média: 41,7 anos
  • 70,8% deles são pretos ou pardos.
  • 93,5% das pessoas frequentaram escola
  • 92,9% sabem ler e escrever
  • 21,4% têm ensino médio completo
  • 15,3% concluíram o ensino fundamental
  • 4,2% concluíram o ensino superior 

  • Fonte: Instituto Qualitest 

 Leia a matéria completa no G1  

Moradores de rua de São Paulo têm idade média de 41,7 anos e 70,8% são pretos ou pardos, diz censo da Prefeitura; Mooca e Sé concentram maioria dos sem-teto