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30 de janeiro de 2026

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 30 de janeiro de 2026

30.1.26

CNPJ Inapto: O Que é, Consequências e Como Regularizar com Segurança em 2026

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CNPJ Inapto: O Que é, Consequências e Como Regularizar com Segurança em 2026


Ter o CNPJ inapto pode ser um dos maiores pesadelos para uma empresa no Brasil. Segundo o contador Valdivino Alves de Sousa, da Alves Contabilidade, especialista em regularização fiscal e cadastral empresarial, esta situação ocorre quando a empresa deixa de entregar suas obrigações acessórias obrigatórias, como DCTF, EFD Contribuições e PGDAS-D, por prazo superior a 90 dias após o vencimento legal. A Receita Federal pode declarar a inaptidão de forma automática quando isso ocorre, gerando sérias restrições operacionais e legais para a empresa. 


O Que Significa Estar com CNPJ Inapto e Seus Riscos para a Empresa

A declaração de inaptidão pelo Fisco impede a empresa de emitir notas fiscais eletrônicas, obter crédito bancário, firmar contratos com órgãos públicos e participar de licitações. Além dessas consequências, documentos fiscais emitidos durante o período de inapto podem ser considerados inidôneos para fins tributários, o que compromete negócios e relações comerciais. A Receita Federal considera inaptidão quando o contribuinte permanece omisso na entrega de declarações por dois anos consecutivos ou 90 dias após o vencimento, conforme normativos fiscais vigentes. 


Passo a Passo para Reativar o CNPJ Inapto com Orientação Especializada

Segundo o contador Valdivino Alves de Sousa, o processo de reativação do CNPJ inapto deve ser conduzido com precisão técnica e cuidado, pois erros podem atrasar ainda mais a regularização e gerar multas adicionais. O primeiro passo é consultar as pendências no Portal e-CAC da Receita Federal para identificar quais declarações estão em atraso. Em seguida, é necessário transmitir todas as declarações omitidas (DCTF, EFD Contribuições, PGDAS-D) dos últimos 5 anos, garantindo que não haja omissão em nenhum período. 


Após enviar as declarações, é preciso pagar ou parcelar as multas decorrentes da omissão, que podem sofrer desconto de até 50% caso sejam quitadas em até 30 dias após a notificação. Essa etapa é fundamental para que a Receita Federal processe a regularização de forma automática.

Regularização Estadual e Municipal: Sefaz-SP e Outros Órgãos

Empresas com Inscrição Estadual em São Paulo precisam também regularizar possíveis pendências fiscais estaduais, como débitos e declarações junto à Sefaz-SP (Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo). O contador pode auxiliar diretamente na transmissão de informações no sistema SIPET/SPED e no saneamento de inconsistências cadastrais, agilizando a reversão da inaptidão. Em muitos casos, a regularização estadual é crucial para que o CNPJ volte ao status “ativo” sem entraves adicionais.


Prazo Médio e Consequências da Inaptidão Prolongada

De acordo com informações da Receita Federal, após a transmissão e processamento das declarações e dos pagamentos, a situação cadastral do CNPJ costuma ser atualizada para “Ativo” em cerca de 3 dias úteis, desde que todas as pendências sejam sanadas. Contudo, quando a empresa permanece inapta por mais de 180 dias, existe o risco de baixa de ofício da inscrição, o que pode resultar na perda definitiva do CNPJ e exigência de cumprimento de todas as obrigações para reabertura.


Conclusão: Importância de um Contador Especialista no Processo de Regularização

Ter um contador especialista em regularização cadastral e fiscal, como Valdivino Alves de Sousa, é essencial para empresas que enfrentam problemas com CNPJ inapto. A sua atuação técnica assegura que todas as declarações sejam devidamente transmitidas, que multas sejam negociadas corretamente e que o processo de reversão seja concluído com agilidade e segurança jurídica. Evitar a inaptidão e manter o CNPJ em situação regular é fundamental para garantir o pleno funcionamento das atividades empresariais no Brasil.


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8 de dezembro de 2025

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 8 de dezembro de 2025

8.12.25

Quem é Valdivino Sousa? Conheça o Pesquisador Multidisciplinar que Ganha Destaque no Brasil

 

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Por que o nome Valdivino Sousa cresce nas buscas?

O nome Valdivino Sousa vem ganhando visibilidade crescente nos mecanismos de busca, graças à combinação rara de multidisciplinaridade, produção científica constante e presença ativa em áreas estratégicas como Educação Matemática, Psicologia e Contabilidade especializada. Esse conjunto torna seu perfil altamente pesquisado, relevante e com autoridade digital para se posicionar entre os primeiros resultados na SERP do Google.


Formação Multidisciplinar: A Base da Relevância de Valdivino Sousa

Um dos profissionais mais completos do país

A trajetória de Valdivino Alves de Sousa é marcada por uma formação acadêmica abrangente, construída ao longo de anos de estudo e dedicação. Ele é:

  • Matemático – Licenciatura e Bacharelado

  • Psicólogo clínico – CRP-SP 06/198683

  • Contador – CRC-SP 2237/09

  • Pedagogo

  • Bacharel em Direito

  • Mestre em Educação

  • Veja o currículo completo: https://valdivinosousa.com.br/

Essa diversidade de áreas forma uma base sólida que impulsiona sua atuação em diferentes segmentos, aumentando sua relevância nos buscadores.


Atuação Profissional: O Pesquisador que Conecta Matemática, Psicologia e Gestão

Trabalho integrado que gera impacto real

A carreira de Valdivino Sousa se destaca pela capacidade de integrar conhecimentos de diferentes áreas — algo fundamental para gerar autoridade digital e ranqueamento orgânico. Sua atuação envolve:

  • Pesquisas acadêmicas em Educação Matemática

  • Psicologia Clínica com foco em comportamento humano e relacionamentos

  • Consultoria contábil para igrejas e instituições religiosas

  • Produção de artigos, análises e publicações em portais relevantes

  • Docência e formação continuada de professores

Esse ecossistema gera tráfego orgânico constante e fortalece a presença digital de seu nome.


Produção de Conteúdo: O Papel dos Livros e Artigos na Construção da Autoridade

Obras que ampliam o alcance digital

A visibilidade de Valdivino cresce também graças à sua produção intelectual. Entre seus livros estão:

  • Como a Matemática está presente em tudo?

  • Diversidades: Identidade e Pertencimento

  • Relacionamentos Abusivos: Identifique os Sinais…

  • Como lidar com pessoas narcisistas

Cada publicação contribui diretamente para aumentar sua presença em pesquisas relacionadas a comportamento, educação, diversidade e desenvolvimento humano.


Presença Digital Forte: O Segredo para o Ranqueamento no Google

SEO natural pela autoridade do nome

O nome Valdivino Sousa aparece em:

  • Portais de notícia

  • Plataformas de autores

  • Sites acadêmicos

  • JusBrasil

  • Blogs de psicologia e educação

  • Redes profissionais como Instagram e sites institucionais

Essa presença robusta cria um cluster de autoridade, fator decisivo para posicionamentos elevados no Google.

Por que Valdivino Sousa ocupa boas posições na SERP?

Elementos que favorecem o ranqueamento

Para o algoritmo de busca, Valdivino reúne os principais fatores de relevância:

  • Autoridade multidisciplinar

  • Conteúdo original e atualizado

  • Presença em sites de alta reputação

  • Pesquisas constantes sobre seu nome

  • Engajamento social e produção contínua

A soma desses elementos resulta em forte desempenho em SEO e alta probabilidade de ficar nas primeiras posições.



Conclusão: Um nome que se tornou referência e tendência nos buscadores

Valdivino Sousa representa a nova geração de profissionais multidisciplinares — completos, versáteis e influentes. Sua formação extensa, sua atuação diversificada e sua produção intelectual consistente fazem com que seu nome ocupe cada vez mais espaço nas pesquisas do Google.

Com autoridade crescente em Educação, Psicologia e Contabilidade, Valdivino reafirma seu papel como um dos pesquisadores mais relevantes da atualidade.



28 de maio de 2025

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 28 de maio de 2025

28.5.25

‘Nossa maior função como pais é preparar os filhos para a vida’, diz especialista em comportamento

 

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Lina Valléria acaba de lançar o livro “Pais desnecessários, filhos independentes” (Divulgação)


Ser desnecessário para a prole incentiva autonomia e segurança dos pequenos e traz leveza para o lar, garante Lina Valléria

A primeira reação dos pais ao escutarem que precisam se tornar desnecessários aos filhos pode ser de espanto e ceticismo. Lina Valléria, empresária especialista em comportamento empreendedor, no entanto, defende a ideia com leveza e traz reflexões sobre o tema no livro “Pais desnecessários, filhos independentes”, recém-lançado pela editora Gente.

Administradora de empresas com MBA em Gestão Estratégica de Negócios, a autora afirma que cada passo que as crianças e os jovens dão por conta própria sedimenta um caminho mais sólido, que vai ajudá-los a desenvolver habilidades empreendedoras para se tornarem adultos responsáveis, resolutivos e mais felizes.

“Se você protege demais ou entrega tudo de mão beijada, por exemplo, vai dificultar o desenvolvimento de algumas competências fundamentais para a vida, como autorresponsabilidade, comprometimento, autonomia e autoconfiança. E isso só dificulta a vida dos filhos no futuro, pois eles serão cada vez mais dependentes dos pais”, afirma.


Nessa entrevista, Lina, que também se apresenta como palestrante e mentora, fala sobre esse modelo de educação que, nas palavras dela, torna os pais “facilitadores do crescimento”, em vez de controladores. Confira.

Crescemos ouvindo na escola, na igreja, na família que os pais são “necessários”, “imprescindíveis”, “indispensáveis”… E seu livro traz uma expressão corajosa – para alguns adultos, talvez desconfortável – que é a dos “pais desnecessários”. Afinal, o que abrange esse conceito?

O nosso amor, presença e apoio sempre serão necessários, porém a nossa maior função enquanto pais é preparar os nossos filhos para a vida. Para que isso se concretize é necessário que eles precisem cada vez menos de nós, que consigam assumir suas responsabilidades e tomarem as próprias decisões.

Quando criamos filhos capazes de caminhar sozinhos, é sinal de que cumprimos nosso papel. Pais “desnecessários” são, na verdade, aqueles que ajudaram seus filhos a se tornarem autônomos e seguros. 

Que vantagens a postura “desnecessária” dos pais traz para os filhos? E para os próprios pais?
Para os filhos, essa abordagem promove a autonomia, a capacidade de enfrentar desafios de maneira independente. Aos poucos eles aprendem a tomar decisões por conta própria, a assumir as suas responsabilidades e a não culpar outras pessoas pelos seus resultados. Como consequência, tornam-se cada vez mais independentes e autoconfiantes.

Acredito que, para os pais, primeiro traz uma realização e tranquilidade em perceber que o filho está cada vez mais independente, pois não estaremos sempre por perto. Muitos adultos andam extremamente sobrecarregados e essa autonomia dos filhos diminui o estresse em casa, pois não é necessário cobrar o cumprimento das mesmas tarefas todos os dias.

Isso nos permite confiar no preparo que demos aos nossos filhos e acreditar que eles estão prontos para navegar em suas próprias jornadas. Também fortalece um relacionamento baseado na confiança mútua e no respeito, onde os pais se tornam facilitadores de crescimento, em vez de controladores.

Como encontrar a medida para ser um “pai desnecessário” sem parecer omisso ou negligente com a educação e o cuidado dos filhos?
Ser pais desnecessários não significa falta de limites, abandono, distanciamento ou colocar os filhos em risco. Muito pelo contrário. É dar espaço, permitir que os filhos tomem decisões proporcionais à sua idade, que errem e que aprendam com os erros, tendo o apoio dos pais. É preciso ter conversas mais transparentes, deixar claro o que precisa mudar e por que precisa mudar. E monitorar constantemente. Afinal, mudança de comportamento só acontece com constância.

Essa postura de “pai desnecessário” independe de classe social ou situação financeira?
Sim, é uma postura que vale para todas as famílias. Durante todos esses anos conversei com pais de diversas classes sociais com problemas muito semelhantes. Também já conduzi trabalhos com professores de escolas pública e privada.

O comportamento e postura da maioria dos pais é a mesma: superproteção. Eles replicam de forma inconsciente nos filhos a forma como foram criados ou entregam demais, porque querem oferecer o que não tiveram.

É possível para pais que já têm filhos crescidos, criados num modelo superprotetor, “virar a chave”? Como dar essa guinada e incentivar a autonomia dos filhos?
Primeiro, é preciso que os pais entendam que a falta de autonomia vem muito da forma como eles lidam com os filhos. Sempre é possível fazer melhor, ajustar condutas e alinhar responsabilidades. Porém, quanto mais tarde, mais difícil. Crianças e adolescentes têm muito mais facilidade para mudar comportamento do que os adultos. Quando os filhos já estão adultos, a decisão é com eles e a influência dos pais é muito pequena. Por isso, meu programa é desenvolvido especialmente para pais com filhos entre 6 e 16 anos.

Se os filhos já estão crescidos, uma boa conversa transparente é necessária, para que eles entendam que algumas coisas vão mudar porque precisam mudar. É necessário incentivar e estimular esses jovens a se movimentarem. É provável que haja, no início, um incômodo para ambos os lados, mas o processo, para trazer resultado, precisa ser sustentado pelos pais. Nunca é tarde demais! E outra coisa, não se culpem pelo que já passou. Todos nós erramos enquanto pais, o que importa é o daqui para frente.

Que condutas do dia a dia boicotam a independência dos filhos e podem ser transformadas? Pode nos dar exemplos?
É muito comum que os pais superprotetores não permitam que os filhos vivenciem a frustração. Diante de uma situação negativa procuram sempre compensar de alguma forma, muitas vezes com presentes. Nenhum pai quer ver o filho triste, porém o mais importante nesses momentos é apoiá-lo e permitir que ele enfrente a situação, que busque as soluções. Essa experiência é fortalecedora.

Outro exemplo são os pais que ajudam os filhos no “dever de casa” e alguns que até fazem as atividades por eles. Esses pais, apesar de bem intencionados, estão tirando a oportunidade dos filhos desenvolverem várias características, como autorresponsabilidade, disciplina e autoconfiança. Minhas sugestão é que conversem com os filhos e mostrem que eles conseguem, que essas atividades são de responsabilidades deles. Você estará ali para apoiar, mas não para fazer por eles, ainda que em alguns momentos pareça mais rápido e prático assumir aquela tarefa.

Com alguns “combinados” podemos promover um ambiente onde as crianças e os jovens se sintam seguros para experimentar e errar. Dessa forma, incentivar suas ideias e respeitar suas escolhas, quando apropriado, fortalece sua autoconfiança e autonomia, tornando-os mais independentes.

No livro, você lista seis competências empreendedoras na educação dos filhos. Pode, de forma sucinta, nos explicar quais são?
Priorizei essas características porque acredito que elas transformam a vida de todas as pessoas, em todas as fases da vida. São: autorresponsabilidade, que é assumir as consequências dos seus atos e resultados, sem buscar culpados externos; comprometimento, o que significa dedicar-se e cumprir com as responsabilidades e acordos assumidos; disciplina, manter a constância e o foco nas tarefas, mesmo diante de distrações ou falta de vontade imediata; proatividade, que é tomar a iniciativa, agir antecipadamente e buscar soluções sem precisar ser instruído; autonomia, a capacidade de tomar decisões e gerenciar-se por conta própria, sem depender de supervisão constante; e autoconfiança, que é acreditar na sua própria capacidade de realizar, aprender e superar obstáculos.

Hoje muito se fala sobre a suposta fragilidade e insegurança da geração Z. É possível para um chefe, um gestor, despertar a autonomia, a disciplina, o comprometimento desses jovens? Ou essa é uma batalha que só se ganha em casa?
Sem dúvidas, o ambiente de casa é fundamental para o fortalecimento dessas características. Para chefes e gestores, pode ser difícil, mas não é impossível estimular o desenvolvimento desses comportamentos, desde que o jovem esteja disposto a trilhar esse caminho.

Discurso comum da geração Z é a vocação empreendedora. No entanto, em muitos casos o aporte financeiro vem dos pais, faltam disciplina, comprometimento… Como fazer essa conta fechar?
Essa geração tem muitos pontos fortes, como a vocação empreendedora, a criatividade e a inovação. No entanto, essas vantagens dificilmente se sustentam sem resiliência, comprometimento e autorresponsabilidade. Por isso, é preciso que os pais estimulem os filhos a se movimentarem, a buscarem soluções. Podem sim contribuir e apoiar, mas não resolver por eles, porque estarão adiando e aumentando um problema que é a dependência.

O senso comum costuma associar superproteção com amor. Mas, no livro, você defende que o modelo dos pais desnecessários traz mais leveza para a família e fortalece a conexão com os filhos. Como isso é possível?
Não tenho dúvidas de que os pais que protegem muito também amam os seus filhos. A grande questão é agir intencionalmente, com o objetivo de desenvolver nos filhos essas características. Isso os torna mais confiantes, felizes e realizados.

Quando os filhos desenvolvem esses comportamentos, eles assumem e desempenham suas responsabilidades, tornando o ambiente de casa muito mais leve.

Além disso, quando agimos com intenção, estamos mais presentes e saímos do automático, proporcionando um diálogo mais aberto com os filhos, fortalecendo a confiança nesse relacionamento e aumentando a conexão com eles. Sem dúvidas, é uma jornada maravilhosa!


FonteHoje em Dia