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3 de março de 2024

3.3.24

'Matemática deve ser tratada como bem da humanidade'

 

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'Matemática deve ser tratada como bem da humanidade'

Desde quando acordamos até quando adormecemos, é quase impossível passar uma só hora sem ter algum contato com a matemática, mesmo que da forma mais simples possível, mas apesar disso, muitas pessoas ainda continuam tratando a matemática como se fosse algo de outro planeta.

No Seminário “Contribuição da Matemática para a Economia”, realizado pelo o Itáu Social em parceria com a Folha de S.Paulo, especialistas em educação levantaram uma questão importante: “É hora da Matemática ser tratada como bem da humanidade.” O debate gerou uma reportagem no caderno especial da Folha sobre o evento, publicado no domingo (25).

Participante da mesa, Ya Jen Chang, presidente do Instituto Sidarta, defendeu que a matemática está presente na nossa vida desde sempre. “Existe um estudo que mostra que bebês com oito meses têm noção de probabilidade estatística… Mesmo não sabendo, somos todos matemáticos”, disse.

Apesar disso, o Brasil tem consecutivos resultados ruins no Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes). No exame de 2022, apenas 1% dos alunos tiveram nota 5 ou 6 na disciplina, consideradas ideais. A média da OCDE, entidade que reúne os países ricos e organiza a prova, é 9%.

É na fase do Ensino Básico que os estudantes se distanciam da matemática, dificultando todo o aprendizado nos anos seguintes, segundo Alex Sandro Gomes, líder do grupo de pesquisa Ciências Cognitivas e Tecnologia Educacional na UFPE (Universidade Federal de Pernambuco).

Os especialistas ouvidos na matéria apontam ainda que outro grande problema é que a matemática acaba sendo a matéria que os outros docentes menos têm contato, dificultando o entrosamento presente, por exemplo, entre geografia e história. 

Entrevista com Nobel de Economia David Card

Outra reportagem no caderno especial, traz entrevista com David Card, Nobel de economia sobre os desafios para a educação no Brasil. Para ele, o país deveria focar em resolver os problemas com a matemática no Ensino Médio para se desenvolver economicamente, e uma das sugestões de Card para isso, seria a Inteligência Artificial.

“É possível que (Inteligência Artificial) auxilie no ensino, no desenvolvimento de habilidades matemáticas. Há muitas pesquisas sobre isso agora. Uma máquina com IA pode interagir com outro computador e exibir um diagrama tridimensional, para que você possa ver como ele funciona e interpretá-lo. Presumo que assim a IA será útil na educação”, disse Card.

Falta de recursos didáticos e financeiros na formação de professores

Ao mesmo tempo, outra frente que deve ser resolvida é a questão da formação de professores e a falta de recursos. Assunto foi tratado na reportagem “Professores de matemática enfrentam falta de recursos didáticos e financeiros durante licenciatura” presente no caderno especial.

Segundo Estudo do Instituto Semesp (Sindicato das Entidades Mantenedoras de Ensino Superior) divulgado em 2022, o Brasil sofre um déficit geral de professores, sendo as áreas de exatas a mais afetada. 

Esse déficit pode ser justificado pela baixa remuneração e a desvalorização que esses profissionais sofrem. “Temos no Brasil uma cultura de desvalorização do professor, não somente o de matemática. De um modo geral, todos são financeiramente desvalorizados, em comparação às outras profissões”, afirma Rogério Grotti, professor de matemática no Instituto Federal Farroupilha, no Rio Grande do Sul.

Grotti, por outro lado, pontuou que existem aqueles que adentram no curso de licenciatura com certo gosto pela profissão, como Eloá Cristina da Silva Lemes, de 22 anos. “Eu decidi fazer matemática para mostrar sua beleza para as próximas gerações. Tem muita gente que vê a matemática com um olhar meio crítico por ela ser um pouco difícil, mas quero poder demonstrar a essência dela, que está em tudo na vida”, disse.

Fonte: IMPA 

Matéria orginal da Folha de S. Paulo 

Linkhttps://www1.folha.uol.com.br/seminariosfolha/2024/02/matematica-deve-ser-tratada-como-bem-da-humanidade.shtml



23 de janeiro de 2024

23.1.24

Sua segunda graduação foi em Ciências Contábeis, e desde 2003 atua na área: A jornada Acadêmica de Valdivino Sousa

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Foto: Reprodução Instagram


Na busca pelo conhecimento, algumas pessoas se destacam não apenas pela excelência em suas áreas de atuação, mas também pela extraordinária trajetória acadêmica que percorreram. Este é o caso do Professor e Contador Valdivino Sousa, que superou desafios e dedicou-se incansavelmente aos estudos, acumulando cinco graduações, três pós-graduações e, atualmente, encontra-se mestrando em Educação.

Determinação e busca por conhecimentos 


Determinado a seguir na área contábil, ele cursou o Técnico em Contabilidade no ano de 2000, em seguida ingressou no mercado de trabalho. No entanto, ele buscava muito mais conhecimento e sua segunda graduação foi em Ciências Contábeis, sendo assim, desde o ano de 2003 é inscrito no CRC (Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo.

Suas raízes e o início de sua  jornada acadêmica


Valdivino Sousa, é natural do interior do sudoeste da Bahia, chegou a São Paulo em 1989 e, somente após completar 20 anos, despertou sua paixão pelos os estudos. Sua jornada começou em 1998, quando realizou o supletivo do ensino médio, conhecido como (antigo segundo grau). Determinado a seguir na área contábil, ele cursou o Técnico em Contabilidade e rapidamente ingressou no mercado de trabalho.

Mas ele não queria ficar somente com os conhecimentos de nível técnico em contabilidade, entre idas e vindas em 2008 ingressou no curso de Ciências Contábeis, essa foi a sua segunda graduação, pois antes ele cursou Pedagogiaou seja, a sua vontade insaciável de aprender e buscar novos horizontes acadêmicos, em 2004, ele iniciou sua jornada na Pedagogia. Surpreendentemente, a diversidade de interesses de Valdivino o levou a abraçar áreas tão distintas como: Pedagogia, Ciências Contábeis, Matemática, Direito e Psicologia, totalizando cinco graduações concluídas com sucesso.

Atualmente possui cinco graduações todas concluídas


Além das graduações cinco graduações todas concluídas, Valdivino Sousa não parou por aí. Ele conquistou três pós-graduações, demonstrando seu comprometimento com o aprimoramento profissional. Atualmente, encontra-se mergulhado no universo acadêmico, cursando mestrado em Educação.

Sua atuação profissional é tão diversificada quanto sua formação acadêmica. Valdivino desempenha um papel fundamental como Professor e Tutor em Educação a Distância (EAD), compartilhando seus vastos conhecimentos com estudantes por meio de plataformas online. Além disso, exerce as funções de Contador e Consultor de Educação, aplicando sua experiência em diferentes áreas.

Duas áreas afins: Pedagogia e Psicologia


Como Pedagogo, Valdivino contribui para o desenvolvimento educacional, e como Psicólogo, oferece suporte emocional e orientação a quem busca seus serviços. Sua versatilidade é notável, refletindo não apenas uma formação acadêmica sólida, mas também uma habilidade única de aplicar seus conhecimentos em diversas esferas da vida profissional.

A trajetória de Valdivino Sousa é um exemplo inspirador de perseverança, superação e dedicação ao conhecimento. Sua história é uma prova de que é possível atingir o sucesso em diferentes campos, desde que haja paixão pelo aprendizado e uma vontade inabalável de enfrentar desafios.

No cenário educacional e profissional, Valdivino Sousa destaca-se como um verdadeiro polímata, mostrando que os limites do conhecimento são constantemente desafiados por aqueles que têm a coragem de trilhar caminhos menos convencionais em busca do saber.

Da Redação, publicado em 23/01/2024


29 de setembro de 2022

29.9.22

Quando procurar um psicólogo ou psiquiatra? Setembro Amarelo

Desde 2014, o Brasil vem se acostumando a falar de saúde mental pelo menos uma vez por ano. Há oito anos, o Conselho Federal de Psiquiatria criou a Campanha Setembro Amarelo

Desde 2014, o Brasil vem se acostumando a falar de saúde mental pelo menos uma vez por ano. Há oito anos, o Conselho Federal de Psiquiatria criou a Campanha Setembro Amarelo de prevenção ao suicídio. E essa conscientização passa, necessariamente, por uma conversa franca sobre saúde mental. Segundo dados da própria campanha, cerca de 96,8% dos casos de suicídio estavam relacionados a transtornos mentais. No entanto, mais da metade dessas pessoas nunca se consultou com um profissional de saúde mental.

Um passo bastante importante, mas que pode ser difícil, é respeitar sua dor. Ou seja: não minimizar problemas e angústias que você possa estar sentindo. Isso pode te afastar de profissionais de saúde que poderiam ajudar - e muito.

Leia mais em: https://www.uol.com.br/vivabem/especiais/conteudo-de-marca/vida-v-toda-dor-importa.htm

 Fonte: Uol