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15 de janeiro de 2026

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 15 de janeiro de 2026

15.1.26

Atendimento psicológico online ganha novo espaço com lançamento de site do psicólogo Valdivino Sousa

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Foto reprodução - Instagram 

O atendimento psicológico online tem se consolidado como uma alternativa segura, acessível e eficaz para a promoção da saúde mental no Brasil. A ampliação do acesso à psicoterapia por meio das tecnologias digitais acompanha uma demanda crescente da população por cuidados emocionais, especialmente diante dos desafios contemporâneos relacionados à ansiedade, depressão, relações interpessoais e sofrimento psíquico. Nesse contexto, o psicólogo clínico Valdivino Alves de Sousa (CRP 06/198683) anuncia o lançamento de seu site profissional, voltado ao atendimento psicológico online e à disseminação de informação qualificada em Psicologia.


O novo portal, disponível em www.psicologovaldivinosousa.com.br, foi desenvolvido com o objetivo de aproximar o público do cuidado psicológico, oferecendo informações claras sobre o processo terapêutico, a formação do profissional e as modalidades de atendimento clínico. O site reúne conteúdos institucionais, educativos e orientativos, respeitando os princípios éticos que regem a atuação do psicólogo no Brasil.


Formação sólida e abordagem clínica integrada

Valdivino Alves de Sousa possui uma trajetória acadêmica e profissional marcada pela formação multidisciplinar e pelo aprofundamento teórico-clínico. Antes mesmo de concluir a graduação em Psicologia, o profissional já contava com formação em Psicanálise desde 2007, o que contribuiu para o desenvolvimento de uma escuta clínica aprofundada e sensível às complexidades da subjetividade humana.


Além disso, o psicólogo possui pós-graduação em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), abordagem amplamente reconhecida por sua eficácia no tratamento de diversos transtornos emocionais. A TCC é utilizada para auxiliar o paciente a identificar e modificar padrões disfuncionais de pensamento, emoção e comportamento, promovendo mudanças práticas e duradouras. Valdivino também é especialista em Psicopedagogia, o que amplia sua compreensão sobre processos de aprendizagem, desenvolvimento cognitivo e dificuldades associadas ao desempenho acadêmico e emocional.


Atendimento psicológico online com ética e acolhimento

O atendimento psicológico online oferecido por Valdivino Sousa segue rigorosamente as diretrizes do Conselho Federal de Psicologia, garantindo sigilo, ética profissional e qualidade técnica. A modalidade online possibilita que pessoas de diferentes regiões do país tenham acesso à psicoterapia, superando barreiras geográficas e facilitando a continuidade do acompanhamento psicológico.


No site, os visitantes encontram seções como Home, Sobre Mim, Como é meu Atendimento? e Atendimento Clínico, nas quais o psicólogo explica de forma acessível como funciona o processo terapêutico, quais são as abordagens utilizadas e de que maneira o acompanhamento psicológico pode contribuir para o fortalecimento emocional e o bem-estar psicológico.

Conteúdos educativos e compromisso com a saúde mental

Além do atendimento clínico, o site psicologovaldivinosousa.com.br também se destaca pela produção de conteúdos educativos, como artigos informativos e materiais reflexivos sobre temas atuais da Psicologia. Assuntos como ansiedade, relacionamentos abusivos, estelionato emocional, autoestima, dependência emocional e saúde mental são abordados com linguagem clara, responsável e baseada em fundamentos científicos.

Essa iniciativa reforça o compromisso do psicólogo com a conscientização emocional e a prevenção do sofrimento psíquico, ampliando o acesso da população a informações confiáveis sobre saúde mental.

Psicologia como missão de cuidado e transformação

Para Valdivino Alves de Sousa, a Psicologia vai além de uma atividade profissional. Segundo o psicólogo, o exercício clínico representa uma missão de cuidado, escuta e transformação, na qual cada paciente é respeitado em sua singularidade, história e contexto de vida. O processo terapêutico é compreendido como um espaço de construção de autonomia emocional, fortalecimento da autoestima e desenvolvimento de estratégias mais saudáveis para lidar com os desafios da vida cotidiana.

Com o lançamento do site, o psicólogo amplia sua presença digital e reafirma seu compromisso com uma prática clínica ética, humanizada e acessível. Mais informações sobre o atendimento psicológico online, a formação profissional e os conteúdos educativos podem ser acessadas diretamente em www.psicologovaldivinosousa.com.br



26 de dezembro de 2025

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 26 de dezembro de 2025

26.12.25

A judicialização da saúde mental no Brasil: avanços, desafios e casos que moldam o futuro do direito ao cuidado emocional

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A judicialização da saúde mental no Brasil é um fenômeno que tem ganhado protagonismo nos últimos anos, marcado por uma quantidade crescente de ações voltadas ao acesso a tratamentos psicológicos e psiquiátricos, medicamentos de alto custo e internações necessárias que, muitas vezes, não são ofertadas de forma adequada pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Esse movimento não se restringe ao Brasil — há precedentes no mundo inteiro que demonstram a importância do acesso ao cuidado mental como direito fundamental. Nos Estados Unidos, por exemplo, casos históricos como o O’Connor v. Donaldson — onde a Suprema Corte decidiu que um Estado não pode reter um indivíduo não perigoso em instituição psiquiátrica sem justificativa legal — mudaram profundamente a forma como o direito lida com liberdade e saúde mental civil. Wikipedia Isso demonstra que a judicialização, ainda que complexa, tem raízes profundas na busca por dignidade humana e proteção constitucional em contextos clínicos e sociais.


No Brasil, o marco constitucional que garante a saúde como direito de todos (artigos 6º e 196 da Constituição) impõe ao Estado a obrigação de oferecer acesso universal e igualitário aos serviços de saúde, incluindo os de saúde mental, como parte essencial da política pública de saúde. CNJ Isso significa que, quando o SUS não atende de forma eficaz as demandas por tratamento psicológico ou psiquiátrico, a população recorre ao Judiciário para assegurar aquilo que deveria ser garantido de forma estruturada e contínua. Esse cenário representa tanto uma conquista civilizacional, por reconhecer que sofrimento psíquico não pode ser negligenciado, quanto um sinal de alerta sobre a insuficiência das políticas públicas e a necessidade de reforma profunda na atenção à saúde mental.


Um dos principais avanços da judicialização foi a efetivação do direito individual à saúde mental por meio de decisões que obrigam a oferta de medicamentos de alto custo, terapias especializadas e tratamentos contínuos, mesmo quando o poder público não os oferece espontaneamente. Além disso, essa atuação judicial também fortaleceu o reconhecimento jurídico de transtornos mentais como questões de alta relevância social e constitucionais, rompendo com a ideia ultrapassada de que saúde mental seria assunto secundário ou restrito ao campo médico. Esse reconhecimento ajudou a trazer visibilidade às dores emocionais de milhões de brasileiros que, antes, não encontravam respaldo institucional ou humanizado diante de seu sofrimento.

No entanto, a judicialização enfrenta desafios estruturais que colocam em xeque sua eficácia sustentável. Um dos principais problemas é a desigualdade de acesso ao Judiciário: cidadãos com maior acesso à informação, suporte jurídico ou renda são mais propensos a conseguir decisões favoráveis do que aqueles em situação de vulnerabilidade social. Além disso, o volume de processos sobrecarrega a Justiça, gerando lentidão e, muitas vezes, decisões divergentes pelo país — situações que comprometem a uniformidade de critérios para concessão de tratamentos, medicamentos ou internações. Essa realidade revela um paradoxo importante: embora a Justiça seja acionada em defesa da saúde mental, ela não substitui políticas públicas eficientes e bem estruturadas.


Outro desafio crítico está relacionado às decisões sem base técnica adequada. Juízes e desembargadores, por mais sensíveis que sejam, nem sempre possuem formação específica em saúde mental, o que pode resultar em orientações judiciais que não respeitam as diretrizes clínicas necessárias ao cuidado contínuo. Esse problema já foi identificado por operadores do direito e especialistas no Brasil, que defendem a necessidade de maior integração entre decisões judiciais e pareceres técnicos, bem como a formação contínua de magistrados sobre questões complexas de saúde mental. esmat.tjto.jus.br


Casos envolvendo a judicialização das internações compulsórias também ilustram a necessidade de uma abordagem intersetorial. Estudos acadêmicos demonstram que demandas por internações — que muitas vezes deveriam ser tratadas em serviços comunitários — acabam sendo resolvidas em cenários judiciais que carecem de alinhamento com políticas de saúde pública, gerando desperdício de recursos e carecendo de eficácia no cuidado contínuo. Repositório UFMG


Exemplos práticos vividos por milhões de brasileiros mostram a face humana e judicial dessa realidade. São inúmeros os relatos de pessoas que dependem de decisões judiciais para ter acesso a medicamentos essenciais, como antidepressivos ou ansiolíticos — medicamentos estes que não são regularmente fornecidos pelo SUS e cujo custo pode comprometer grande parte da renda familiar. rsdjournal.org Em muitas dessas situações, a tutela provisória é a única maneira de garantir a sobrevivência emocional de pacientes que enfrentam sofrimento intenso e incapacitante, reforçando que a saúde mental não pode ser vista apenas como uma questão clínica isolada, mas sim como um direito social fundamental que atravessa dimensões jurídicas, éticas e humanas.


Para enfrentar esses desafios e construir um modelo mais equilibrado de judicialização, especialistas defendem algumas mudanças estruturais, como o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), ampliação de Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), maior presença de psicólogos e psiquiatras no SUS e a elaboração de protocolos clínicos que possam orientar decisões judiciais de forma mais técnica e humanizada. Essas medidas sugerem que a solução deve ir além da Justiça e envolver políticas públicas robustas que diminuam a necessidade de recorrer ao Judiciário para garantir o direito à saúde mental.


Em síntese, a judicialização da saúde mental no Brasil representa tanto um símbolo de avanço civilizacional, por assegurar que o sofrimento psíquico não seja negligenciado, quanto um sinal de alerta sobre lacunas profundas em nossa política pública de saúde. Enquanto o Estado não promover uma reforma efetiva no acesso e na qualidade dos serviços de saúde mental, o Poder Judiciário continuará sendo acionado como caminho para assegurar direitos que, na constituição, já deveriam ser plenamente garantidos. O futuro da saúde mental no Brasil passa, inevitavelmente, por ações interdisciplinares que integrem Direito, Psicologia, Saúde Pública e políticas sociais, de forma a assegurar acesso humano, contínuo e igualitário ao cuidado emocional.



Valdivino Alves de Sousa é Psicólogo (CRP-SP 06/198683), Contador (CRC-SP 223709), Bacharel em Direito, Mestre em Educação, Matemático e Escritor. Site: www.valdivinosousa.com.br 




2 de outubro de 2025

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 2 de outubro de 2025

2.10.25

Sofrimento Psíquico no Trabalho Levanta Debate Sobre Limites da Legalidade e Cuidado Psicológico

 

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Psicólogo  Valdivino Sousa - Foto Instagram

O ambiente de trabalho, muitas vezes visto como espaço de realização pessoal e profissional, tem se tornado também palco de sofrimento psíquico para milhares de brasileiros. Casos de assédio moral, sobrecarga de tarefas e cobranças abusivas vêm crescendo e chamando atenção tanto do ponto de vista jurídico quanto da saúde mental.

De acordo com especialistas, o trabalho deve ser fonte de dignidade e pertencimento. No entanto, quando ultrapassa os limites do razoável, pode transformar-se em um fator de adoecimento emocional.


A dimensão psicológica do problema


Segundo o psicólogo Valdivino Sousa, o impacto do trabalho tóxico vai além do desgaste físico: “Muitos trabalhadores desenvolvem ansiedade, insônia, irritabilidade e até depressão em função de pressões constantes e humilhações sutis ou explícitas. O que deveria ser um espaço de crescimento se torna uma experiência de sofrimento.”

Para o especialista, o assédio moral é um dos grandes vilões: “Ele mina a autoestima, destrói a confiança e compromete não apenas a saúde mental do indivíduo, mas também suas relações sociais e familiares.”

O olhar da legalidade


Do ponto de vista jurídico, a legislação trabalhista brasileira prevê proteção contra práticas abusivas. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) garante que o empregador tem o dever de assegurar um ambiente saudável, livre de humilhações e abusos.

A Justiça do Trabalho vem reconhecendo cada vez mais casos em que o trabalhador sofre danos emocionais decorrentes de situações de assédio e pressão excessiva. Nessas situações, há possibilidade de reparação por meio de indenizações, além de penalidades aplicáveis às empresas.


Cuidado psicológico como prevenção


Além da via legal, especialistas reforçam a importância do acompanhamento psicológico. Segundo o psicólogo Valdivino Sousa, o apoio clínico ajuda o trabalhador a reconhecer limites, elaborar experiências dolorosas e desenvolver estratégias de enfrentamento. “O processo terapêutico não apenas trata os sintomas, mas auxilia o trabalhador a reconstruir sua autoestima e ressignificar sua relação com o trabalho.”


Conclusão


O debate sobre sofrimento psíquico no trabalho revela que legalidade e cuidado psicológico precisam andar lado a lado. Enquanto a lei garante proteção e reparação, a Psicologia atua na prevenção e no acolhimento.

O desafio das empresas está em criar ambientes realmente saudáveis, onde a busca por resultados não custe a dignidade e a saúde emocional dos trabalhadores.


Reportagem: Redação Top10News — com informações do psicólogo Valdivino Sousa (CRP-SP 06/198683).




9 de julho de 2024

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 9 de julho de 2024

9.7.24

Padrão de comportamento obsessivo pelo trabalho pode prejudicar a saúde mental, diz psicologa

 

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Padrão de comportamento obsessivo pelo trabalho pode prejudicar a saúde mental, diz psicologa Crédito: Freepik

Padrão de comportamento obsessivo pelo trabalho pode prejudicar a saúde mental, diz psicologa

Os workaholics tem semelhanças com outros tipos de dependência, como o alcoolismo, ou seja, a compulsão por trabalho acaba gerando um sofrimento emocional que afeta a saúde física e mental.

Os workaholics são pessoas com padrão de comportamento obsessivo em relação ao trabalho, ou seja, tem compulsão extrema por trabalhar. Um estudo publicado no periódico Journal of Occupational Health Psychology feito por pesquisadores italianos aponta que os workaholics tem semelhanças com outros tipos de dependência, como o alcoolismo, ou seja, a compulsão por trabalho acaba gerando um sofrimento emocional que afeta a saúde física e mental.

Muitos profissionais tiram férias durante o mês de julho, uma alternativa para acompanhar as férias escolares e poder aproveitar a família. Porém, no caso dos workaholics se desconectar do ambiente de trabalho é um grande desafio.

Para a psicóloga Daniele Boulhosa os workaholics utilizam o trabalho como uma defesa para escapar de áreas da vida que não possuem sucesso, como a família por exemplo. “A área familiar pode estar desmoronando e por isso essa pessoa procura trabalhar muito para evitar lidar com esse tipo de problema. Isso pode ser evidenciado durante as férias, pois o que deveria ser um momento de lazer entre a família acaba se tornando algo estressante, pois os workaholics buscam preencher os vazios existentes através do excesso de trabalho. Acaba sendo um mecanismo de fuga”, explica.

“Os workaholics trabalham muito, não porque o momento exige como, por exemplo, para pagar uma dívida ou atingir um objetivo específico. Sem perceberem, essas pessoas dedicam a vida ao trabalho deixando de lado, noites de sono, momentos em família, folgas e até mesmo férias”, acrescenta Daniele.


Fonte: Roma News


31 de março de 2024

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 31 de março de 2024

31.3.24

USP e UFMG abre Curso Gratuito: Como Identificar e Lidar com a Depressão em Idosos

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Depressão em idosos: USP e UFMG abrem curso gratuito de capacitação

A depressão em idosos é uma realidade muitas vezes negligenciada, mas sua identificação precoce é crucial para garantir o bem-estar e a qualidade de vida dessa parcela da população. Para abordar essa questão de forma abrangente e eficaz, a Casa Ondina Lobo, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), está oferecendo um curso de capacitação online gratuito voltado para profissionais da saúde.

Identificação e Diagnóstico


O curso abordará desde os fundamentos da depressão em idosos até os desafios de identificação e diagnóstico dessa condição. Com o apoio de especialistas renomados, os participantes serão capacitados para reconhecer os primeiros sinais de depressão, que muitas vezes passam despercebidos, sendo erroneamente atribuídos ao processo natural de envelhecimento.

Uso da Plataforma de Apoio à Depressão 60+

Uma das ferramentas-chave apresentadas no curso é a Plataforma de Apoio à Depressão 60+, desenvolvida para auxiliar no rastreamento, monitoramento e acompanhamento personalizado dos idosos com depressão. Os participantes aprenderão a utilizar essa plataforma de forma eficaz, visando aprimorar o cuidado e a intervenção precoce.

Certificado e Benefícios do Curso

Ao completarem o curso, os participantes receberão um certificado reconhecido, atestando sua capacitação nesse importante campo da saúde mental. Além disso, o impacto positivo do projeto já é evidente, com resultados promissores obtidos durante o piloto realizado no primeiro semestre de 2023.

A Importância da Identificação Precoce

A depressão em idosos é uma condição que pode passar despercebida, aumentando o risco de eventos adversos de saúde, como quedas, hospitalizações e até mesmo óbito. Portanto, é fundamental treinar os profissionais de saúde para identificar e abordar essa questão de maneira adequada.

Como se Inscrever

O evento de lançamento do curso ocorrerá no dia 15 de maio, das 9h00 às 10h00, e as inscrições estão abertas no site da Casa Ondina Lobo. Os interessados devem garantir sua vaga o mais rápido possível, pois estas são limitadas.

Não perca esta oportunidade única de aprimorar seus conhecimentos e contribuir para o cuidado e o bem-estar dos idosos em sua comunidade. Inscreva-se agora mesmo!

Como se inscrever

O evento online de lançamento do curso será dia 15 de maio, das 9h00 às 10h00.

Interessados devem se inscrever para o lançamento oficial da capacitação pela internet.

Basta entrar no site: www.ondinalobo.org.br/projeto-plataforma.

Lembrando que as vagas são limitadas.

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Fonte: Adaptado de Só Notícia boa



28 de março de 2024

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 28 de março de 2024

28.3.24

Reconhecendo a Depressão de Alto Funcionamento: Sinais, Perfil e Tratamento

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Getty Images

Enquanto a imagem tradicional da depressão nos remete a indivíduos reclusos e desanimados, há um grupo que vive uma realidade diferente: a depressão de alto funcionamento, também conhecida como "depressão disfarçada". Nesse cenário, os sintomas típicos podem ser camuflados por uma vida agitada e bem-sucedida, dificultando o reconhecimento tanto por parte do paciente quanto das pessoas ao seu redor.

Perfil dos deprimidos altamente funcionais

A depressão não é exclusiva de um perfil específico, mas estudos indicam que há certas características associadas aos que sofrem com a depressão de alto funcionamento. São indivíduos frequentemente sob pressão para alcançar alto desempenho em suas áreas profissionais ou acadêmicas. Essas pessoas enfrentam uma luta interna contra sentimentos de inadequação e autocrítica, mantendo uma fachada de normalidade. Esta categoria inclui desde estudantes exemplares até líderes de empresas, mães e pais dedicados à família. O disfarce dos sintomas pode retardar a busca por ajuda, agravando o quadro depressivo.

Como identificar a DAF?

Detectar a depressão de alto funcionamento é um desafio, mas alguns sinais podem indicar sua presença:

  • Perfeccionismo extremo: Estabelecem padrões muito altos para si mesmos, gerando sobrecarga emocional e mental.
  • Dificuldade em relaxar: Mesmo em momentos de lazer, persiste a preocupação com desempenho e responsabilidades.
  • Fadiga persistente: Sentem-se constantemente cansados, mesmo após períodos de descanso.
  • Isolamento social: Ocultam seus verdadeiros sentimentos por medo de julgamento.
  • Insônia ou distúrbios do sono: Pensamentos acelerados e cobranças constantes interferem no sono.
  • Persistência de sentimentos negativos: Apesar de sucesso externo, mantêm sentimentos de tristeza e vazio.
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Conhecer esses sinais é crucial para buscar ajuda profissional adequada quando necessário.

O tratamento

Assim como na depressão convencional, o tratamento da depressão de alto funcionamento requer uma abordagem multidisciplinar. Terapia psicológica aliada ao uso de antidepressivos costuma ser recomendada, sob orientação médica. Além disso, adotar hábitos saudáveis, como sono regular, alimentação balanceada e exercícios físicos, pode auxiliar no manejo dos sintomas, mas não substitui o acompanhamento profissional.

Ao reconhecer e compreender a depressão de alto funcionamento, podemos oferecer suporte adequado a quem enfrenta essa condição e contribuir para uma abordagem mais eficaz na luta contra a doença.

Fonte: Adaptado de Metrópoles


27 de dezembro de 2023

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 27 de dezembro de 2023

27.12.23

Entenda o que é 'geração do quarto', fenômeno muito comum entre adolescentes

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Entenda o que é 'geração do quarto', fenômeno muito comum entre adolescentes

Cada vez mais jovens optam por interagir com o mundo somente através das telas; entretanto, isolamento levanta debate sobre a saúde mental


Espaço para estudar, para ler livros, assistir a filmes e séries, jogar online, trabalhar, para se conectar com o mundo. Já faz algum tempo que o quarto não é apenas o cômodo da casa para dormir e descansar. Em muitos lares, ele se transformou em um local multifuncional e, também, no universo particular de quem prefere passar horas ali a conviver com as demais pessoas que moram sob o mesmo teto. 
É a chamada “geração do quarto”, nome dado pelo educador e psicólogo Hugo Monteiro Ferreira aos adolescentes, público que, nos últimos anos, mais tem demonstrado esse comportamento. Entretanto, essa tendência tem levantado questionamentos sobre a saúde física e mental desses adolescentes. 

Leia mais em

Fonte: O tempo