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3 de março de 2024

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 3 de março de 2024

3.3.24

Gil do Vigor defende expulsão de Wanessa Camargo do 'BBB24': 'Triste, mas é a realidade'

 

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Gil do Vigor
TV Globo/João Miguel Júnior

Gil do Vigor defende expulsão de Wanessa Camargo do 'BBB24': 'Triste, mas é a realidade'

Cantora foi desclassificada por agredir Davi


Após Wanessa Camargo ser expulsa do 'Big Brother Brasil 24', Gil do Vigor usou as redes sociais para dar sua opinião sobre a desclassificação. Neste sábado (2), o ex-'BBB' se posicionou a favor da decisão da produção do programa e citou as regras do reality ao se justificar.


Fonte: O Dia 



15 de janeiro de 2024

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 15 de janeiro de 2024

15.1.24

Desconexão da Realidade: Vivendo com o Transtorno de Despersonalização eDesrealização

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Desconexão da Realidade: Vivendo com o Transtorno de Despersonalização e Desrealização

Viver em um estado constante de distanciamento do próprio corpo e dos processos mentais pode ser uma realidade para aqueles que enfrentam o Transtorno de Despersonalização/Desrealização. Este distúrbio dissociativo, muitas vezes desencadeado por situações de estresse grave, apresenta desafios significativos para quem o vivencia, impactando a forma como percebemos a nós mesmos e ao mundo ao nosso redor.

O que é o Transtorno de Despersonalização/Desrealização?

O Transtorno de Despersonalização/Desrealização é caracterizado por sentimentos recorrentes ou persistentes de distanciamento do próprio corpo ou processos mentais. As pessoas que sofrem desse transtorno frequentemente experimentam a sensação de serem observadores externos de suas próprias vidas (despersonalização) ou de estarem desconectados de seu ambiente (desrealização).

Esse distúrbio psicológico, embora menos conhecido do que alguns outros transtornos mentais, pode ter um impacto significativo na qualidade de vida. Os episódios de despersonalização/desrealização podem ser assustadores e desorientadores, deixando quem os experimenta se sentindo isolado e desconectado.

Causas e Diagnóstico: Uma Jornada Complexa

O Transtorno de Despersonalização/Desrealização é, muitas vezes, desencadeado por estresse grave, mas suas causas exatas ainda são objeto de pesquisa. O diagnóstico é desafiador e geralmente baseia-se nos sintomas apresentados após a exclusão de outras possíveis causas, garantindo uma abordagem cuidadosa e completa.

Tratamento: Uma Abordagem Multifacetada

O tratamento para o Transtorno de Despersonalização/Desrealização envolve uma abordagem multifacetada. A psicoterapia é frequentemente recomendada, permitindo que os indivíduos explorem e compreendam os gatilhos subjacentes ao seu distúrbio. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) pode ser particularmente eficaz, ajudando a modificar padrões de pensamento disfuncionais.

Além da psicoterapia, a terapia medicamentosa pode ser prescrita para tratar comorbidades, como depressão e ansiedade, frequentemente associadas ao transtorno. No entanto, é essencial que qualquer intervenção medicamentosa seja cuidadosamente monitorada por profissionais de saúde.

A Importância da Conscientização e Apoio

A conscientização sobre o Transtorno de Despersonalização/Desrealização é fundamental para promover a compreensão e reduzir o estigma associado a transtornos mentais menos conhecidos. Aqueles que vivenciam esse distúrbio precisam de apoio e compreensão da sociedade, amigos e familiares.

Entender que o Transtorno de Despersonalização/Desrealização é uma condição real e tratável é o primeiro passo para criar uma comunidade mais solidária e informada. Com o apoio adequado, aqueles que enfrentam esse desafio podem encontrar caminhos para a recuperação e para reconectar-se consigo mesmos e com o mundo ao seu redor.

Da redação, publicado em 15/01/2024



5 de dezembro de 2022

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 5 de dezembro de 2022

5.12.22

Fuvest 2023: 9 questões mais difíceis da prova, resolvidas

Com um alto grau de interdisciplinaridade, algumas questões exigiram bastante dos candidatos

 Fuvest 2023: 9 questões mais difíceis da prova, resolvidas

Com um alto grau de interdisciplinaridade, algumas questões exigiram bastante dos candidatos

Neste domingo (4), milhares de estudantes prestaram a primeira fase da Fuvest, porta de entrada para a USP (Universidade de São Paulo). A prova apresentou diversas questões interdisciplinares e cobrou temas atuais e pertinentes à realidade brasileira, sem deixar de lado assuntos internacionais.

Leia mais em: https://guiadoestudante.abril.com.br/universidades/fuvest-2023-9-questoes-mais-dificeis-da-prova-resolvidas/

 

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23 de maio de 2022

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 23 de maio de 2022

23.5.22

Amarga vingança: o desejo de vingança forma um carcereiro para um suposto prisioneiro

Amarga vingança  O desejo de vingança forma um carcereiro para um suposto prisioneiro
Amarga vingança.

O desejo de vingança forma um carcereiro para um suposto prisioneiro.

O desejo de vingança forma um carcereiro para um suposto prisioneiro.

Mesmo que este último seja real, ambos compartilham da mesma masmorra. Ambos.

Por vezes o encarcerado cumpre sua pena e vai embora.

Enquanto isso, o autointitulado aprisionador ou vingador permanece a maior parte dos seus dias (e noites) no confinamento que criou para si.

Se doce se lhe parece a vingança, muito amargo se torna o seu lar-doce-lar.

Triste fim.

A vingança, se chegar à realidade, pode causar sérios danos à vítima, sim.

A única certeza é a de que, antes, ela já destruiu o vingador.

Cego em ira, a maior punição que deu foi a si mesmo.

Obs.1 :
a reflexão pode ser adaptada a outros sentimentos também.

É o caso de ressentimentos, mágoas, ciúmes, etc, geralmente negativos e intensos.

Tais sentimentos podem ser positivos também, como expectativas muito elevadas e irreais de ser correspondido numa paixão, num grande negócio, na profissão, etc.

Alimentar pensamentos neste sentido aprisiona mais a você do que à “pessoa odiada”, por isso a analogia com a masmorra.

E depois de um tempo a pessoa contra ou a favor de quem você projeta seus sentimentos pouco ou nada tem a ver com eles: passa a ser apenas uma internalização, algo que você escolheu remoer e sofrer sozinho.

A outra pessoa pode até ter dado causa, talvez: ofendido, gerado desconfiança ou expectativa.

Mas a sequência é com você:

quer nutrir pensamentos e se aprisionar aos sentimentos que eles geram?

Ou quer encerrar um ciclo nocivo e retomar o controle da sua vida?

Obs.2 : essa reflexão pode ajudar no seu processo psicoterapêutico, mas não substitui a psicoterapia. Se algo lhe chamou a atenção, converse com seu (sua) psicólogo (a) a respeito.

 

 Pascoal Zani – CRP-PR 08/04471

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psicologopascoalzani@gmail.com

Fonte: https://www.psicologopascoalzani.com.br 

Psicólogo Pascoal Zani – CRP 08/04471 | Instagran: psicologopascoalzani

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10 de março de 2020

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 10 de março de 2020

10.3.20

Velhice gay: a homossexualidade na terceira idade


Velhice gay: a  homossexualidade na terceira idade
Caro leitor, hoje eu inicio um ciclo de textos para a reflexão sobre os problemas da homossexualidade na terceira idade, bem como algumas soluções muitas vezes simples e que estão ao alcance de todos.
Envelhecer não é nada legal do ponto de vista dos pessimistas, mas quem chega aos sessenta anos percebe rapidamente a complexidade das questões sociais e sexuais do último terço da vida.

Os gays na maturidade tem a percepção de que terminarão a vida sozinhos, doentes, sem amparo, amigos, companheiros, familiares, colegas de trabalho ou vizinhos. Isso tudo pode até ser realidade, mas cada um tem o controle da sua vida e pode criar mecanismos para evitar o isolamento social.
Muitos se questionam se valeu a pena os sacrifícios desde a juventude para na velhice viverem como zumbis.