14 de outubro de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 14 de outubro de 2021

14.10.21

Você sabe quais os tipos de alterações contratuais de uma empresa?

 

O processo de alteração também é elaborado pelo Portal Redesim – Via Rápida Empresa – sistema integrado que permite a legalização de empresas na Junta Comercial. Vamos ao passo a passo:

Muitos não sabem, mas existem vários tipos de alterações contratuais de uma empresa, algumas razões levam uma alteração contratual, e qualquer registro na Junta Comercial, ou Cartório representa uma mudança no atual contrato social. Veja os tipos mais comuns de alterações de uma empresa.

  • Alteração de endereço;
  • Alteração do nome empresarial;
  • Alteração de natureza jurídica;
  • Alteração de atividades econômicas (objeto social) ;
  • Alteração de quadro societário;
  • Transformação de tipo jurídico.
  • Alteração no capital e outras cláusulas contratuais.

Veja também:

Como fazer uma alteração de empresa na JUCESP

Quais os tipos de alterações contratuais de uma empresa?

Como fazer alteração de empresa na JUCESP

O processo de alteração também é elaborado pelo Portal Redesim – Via Rápida Empresa – sistema integrado que permite a legalização de empresas na Junta Comercial. Vamos ao passo a passo:

I– Viabilidade

Não são todas as alterações ocorridas na JUCESP que necessitam de consulta de viabilidade. As alterações mais comuns que se faz necessária a Viabilidade, são as seguintes:

  • Alteração de endereço dentro do mesmo município;
  • Alteração de nome empresarial;
  • Alteração de natureza jurídica;
  • Alteração de atividade econômica;
  • Alteração do tipo de unidade;
  • Alteração da forma de atuação.

Se a alteração que deseja realizar se enquadrar em alguma dessas, é necessário efetuar a Consulta de Viabilidade no Portal Via Rápida Empresa. Além disso, depois da Viabilidade aprovada o próximo passo é o Preenchimento do DBE.

II– Preenchimento do DBE

Se houver a necessidade de realizar a Consulta de Viabilidade, nesse passo de preenchimento será necessário informar o Protocolo dessa consulta.

Faça o preenchimento de todas as informações solicitadas. Além disso, verifique as pendências e antes de finalizar averigúe todo o documento básico para não precisar de retrabalho.

Todo esse processo de preenchimento do DBE pode ser transmitido/assinado pelo certificado digital.

III – Registro

Enquanto o DBE (Documento básico) está sendo processado, faça o preenchimento do registro.

O processo de alteração não é digital, ou seja, é necessário comparecer à Junta Comercial com as devidas vias assinadas.

Para realizar a impressão da documentação que deverá ser conduzida ao órgão responsável – JUCESP, é necessário, ao finalizar o preenchimento do Registro, consultar o processo.

É necessário realizar o preenchimento das informações e logo após será liberado a impressão dos documentos. O guia para pagamento (DARE) poderá ser impresso junto com a documentação.

Sobre a impressão dos documentos serão necessárias 3 vias. Além disso, será necessário solicitar as assinaturas dos empresários e encaminhar essa documentação a Junta do Estado.

Precisa fazer uma alteração?

Entre em contato conosco.

Fones: 11 -3229-9277 Cel e Whatsap: (11) 9.9608-3728

E-mail: alvescontabilidade@uol.com.br

Rua Brigadeiro Tobias, 247, Conj. 1219, Centro, São Paulo -SP

Cep 01032-000  Próximo a  Praça do Correio e Metrô São bento.

 

 Fonte: Hasa

 

 

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11 de outubro de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 11 de outubro de 2021

11.10.21

Passo a passo como abrir uma empresa, seja ela um Empresário individual, Uma Sociedade Unipessoal, Ou Uma Sociedade Ltda.

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10 de outubro de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 10 de outubro de 2021

10.10.21

Aluno que participa da olimpíada de matemática vai melhor no Enem

 

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8 de outubro de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 8 de outubro de 2021

8.10.21

Ronaldo Conde Aguiar (Velhote do Penedo)

"A pior invenção do homem foi o celular; de Deus, a pior invenção foi a velhice (Velhote, em crise)".
Ronaldo Conde Aguiar "O Velhote do Penedo autografando em minha humilde residência. Quanta honra!"

Ronaldo Conde Aguiar (Velhote do Penedo)

"A pior invenção do homem foi o celular; de Deus, a pior invenção foi a velhice (Velhote, em crise)".

Sua página do Facebook inicia com estes dizeres, recentemente sua postagem no facebook chamou atenção de seus seguidores: Reflexão: Ronaldo Conde Aguiar - Penso na vida e choro

Leia o texto a seguir

Eu era casado, tinha duas filhas, morava em São Paulo – e era formado em sociologia. Corria o ano de 1972. Na época, eu trabalhava numa empresa de consultoria, especializada em elaborar estudos de desenvolvimento para estados e municípios. Um dia, tocado por minha admiração ao professor Orlando Valverde, resolvi fazer vestibular para geografia, na USP. 

Passei. Montei meus horários de aula de forma compatível com minhas atividades profissionais. Deu certo, mas fui obrigado a trabalhar nos fins de semana (em casa) e a fazer serões que me obrigavam dormir não antes das três horas.
 
No primeiro dia de aula, alunos veteranos nos cercaram: queriam fazer o clássico trote. Bolas! Eu fizera, em 1965, vestibular para sociologia na velha Faculdade Nacional de Filosofia – e o trote foi uma palestra sobre o golpe militar, que tivemos de ouvir, embora o palestrante nada dissesse que fosse novidade para nós outros. Feridas ainda estavam abertas. Mas, vá lá! Submeti-me ao ritual: eu era jovem e ainda acreditava nessas coisas.
 
Mas, voltemos aos veteranos de geografia e sua intenção de nos submeter a um trote, que envolvia tintas, máscaras, grosserias e humilhação. Os calouros pareciam resignados ao sofrimento do trote, mas o Velhote do Penedo resolveu engrossar: cheguei perto do chefão dos veteranos (um sujeito gordo, barbudo, cara de caipira) – e fui direto e claro: eu não aceitaria ser submetido ao trote.
 
 Fui incisivo: quem chegasse perto de mim – ameacei - ia se dar mal. Fui olhado com surpresa, escárnio e ódio. Outro calouro, alto e parrudo, aliou-se a mim. Em alguns segundos éramos um grupo disposto a enfrentar os veteranos. Não iríamos nos submeter ao show. Não sei se ainda fazem trote, mas, ao longo de minha vida universitária, vi coisas horrorosas.
 
Melamos o trote que desejavam nos submeter. Fiz o curso, ao longo do qual aprendi e acumulei utilidades e inutilidades, mais estas que aquelas. Nunca fui buscar o diploma. Mudei-me para o Rio, onde fiquei três ou quatro anos. Em 1980, vim morar em Brasília, onde fiz mestrado e doutorado em sociologia. Escrevi 14 livros, ganhei netos e, agora, uma bisneta, a gloriosa Luna. Plantei inúmeras árvores – ninguém pode me acusar de agredir o meio ambiente. Não creio que tenha ajudado o mundo a ser melhor, mas em compensação não contribuí para sua piora.
 
Fiz política desde os 16 anos. Pertenci aos quadros da Polop, um bando de intelectuais bem-intencionados (nem todos) que imaginava, um dia, botar fogo no país em nome do melhor dos mundos, o socialismo. Hoje, aos 79 anos, desencantado das muitas verdades que um dia acreditei e defendi, limito-me a ler, a ouvir música e a escrever. Evito dizer e ouvir tolices e besteiras – por isso quase não vejo televisão. Não acredito mais que sejamos capazes de enfrentar e resolver os problemas brasileiros e mundiais.
 
A desigualdade e as chamadas injustiças sociais fazem parte do mundo que a civilização criou. Vivemos um dilema: o socialismo desmoronou, foi por água abaixo, embora ainda haja quem acredite nas suas possibilidades e – pior - na sua reedição; o capitalismo, por sua vez, não existe para incluir o povão nos ganhos do desenvolvimento, não irá superar as taras da desigualdade, pois estas lhe dão suporte e vida. Tudo isso significa que vivemos um mundo de muita dor e sofrimento, mas o que fazer?
 
No mundo tecnológico, não cabem os quase oito bilhões de habitantes planetários. Vivemos a era do malthusianismo tecnológico. O avanço das técnicas devorou empregos reais ou supostos, criando, como diria Marx, um exército industrial de reserva de dimensão mundial, que jamais será absorvido pelo mercado. 
 
Vi recentemente no canal smithsonian um documentário sobre a automatização das fábricas. Fico pasmo como, diante desse processo incoercível, tanta gente ainda acredita no socialismo.
 
A questão é que o socialismo não liquidou a desigualdade, ele apenas nivelou a sociedade por baixo. Estive em Cuba algumas vezes – e, tirante os cenários de propaganda do governo, é flagrante que a pobreza é um fato generalizado na ilha. Marx jamais admitiu que o socialismo florescesse sobre os escombros do subdesenvolvimento. Marx acreditava que a revolução socialista ocorreria numa sociedade burguesa plenamente amadurecida, num quadro de abundância material e elevado nível cultural. Tal previsão de Marx, contudo, não se realizou. As revoluções socialistas aconteceram apenas em países pobres e atrasados, onde a escassez de meios de produção, de bens de consumo, de qualificações, de habilidades e experiências profissional e cultural – sociedades, enfim, onde o embrião do socialismo não tivera ainda tempo de amadurecer, para usarmos a metáfora do próprio Marx
.
A leitura de Marx – e, infelizmente, raros sãos os marxistas que leram Marx – explica o fracasso do socialismo real.
Putz! Comecei o texto falando de mim. Terminei falando de Marx. Paro por aqui senão vou acabar discorrendo sobre o Joãozinho da Goméia.
 
 

Ronaldo Conde Aguiar(Velhote do Penedo)

"A pior invenção do homem foi o celular; de Deus, a pior invenção foi a velhice (Velhote, em crise)".