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24 de maio de 2024

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 24 de maio de 2024

24.5.24

SP: comunidade escolar critica imposição de uso de plataforma digital

 

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Crédito: Sam Balye / Unsplash

SP: comunidade escolar critica imposição de uso de plataforma digital

Sindicato dos professores estaduais afirma que não houve debate prévio


Professores e estudantes da rede pública do estado de São Paulo relatam se sentirem limitados e pressionados pelo sistema de plataformas digitais adotado para as aulas. Desde o ano passado, a Secretaria Estadual de Educação estabeleceu contratos com uma série de aplicativos educacionais.

Segundo o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), não houve diálogo prévio com as comunidades escolares para adoção do sistema, que exige que alunos realizem uma quantidade mínima de tarefas pelas plataformas digitais e que educadores usem os conteúdos em sala.

As queixas levaram o Apeoesp a convocar uma mobilização na semana passada contra o uso dos aplicativos. Os educadores que aderiram ao movimento passaram uma semana apenas registrando a chamada no sistema digital, como é obrigatório, mas lecionando a partir dos conteúdos que entendessem melhores para cada matéria. Uma nova assembleia da categoria está marcada para esta sexta-feira (24).

Em comunicado endereçado aos diretores de escolas, obtido pela reportagem da Agência Brasil, uma diretoria regional de ensino enfatiza que adoção das plataformas digitais é uma “exigência”. A mensagem tem data de 13 de maio, dia de início da mobilização convocada pelo sindicato, e tem como tema a proposta de uma semana sem uso dos aplicativos.

“Salientamos que a imperiosa responsabilidade coletiva dos professores em desenvolver na sua prática diária o uso das plataformas digitais reverbera nos indicadores educacionais apresentados nos painéis do BI Total [sistema que reúne os dados e estatísticas de uso das plataformas] e diretamente na avaliação da escola bem como dos profissionais que dela fazem parte”, afirma o comunicado, deixando claro que não acessar os conteúdos digitais teria implicação direta nas avaliações de professores e diretores feitas pela secretaria.

    Pressão

A pressão para o uso das plataformas – uma vez que o tempo de acesso influencia diretamente nas avaliações –, é uma das principais reclamações de estudantes e professores.

“Nós do terceiro ano, na plataforma do Khan Academy [de matemática], tivemos mais acertos. Ou seja, teoricamente fomos quem mais entendeu o conteúdo. Mas foi cobrado porque a gente não passou o tempo [mínimo exigido] na plataforma. O primeiro ano, que foi a sala comparada a nós, teve metade dos nossos acertos, mas como ficaram mais tempo [na plataforma], eles estavam melhores que a gente. Não está contando o nosso aprendizado e sim o quanto a gente fica on-line”, conta Luciano*, estudante de 18 aos de uma escola da zona sul paulistana.

O tempo e a quantidade de tarefas mínimas acabam fazendo com que estudantes e educadores se sintam pressionados. “Muitas vezes a gente não consegue dar conta das metas, porque tem uma quantidade, uma meta que é estabelecida. Hoje, falaram para mim que a meta era em média 10 atividades por aluno por semana”, desabafa Luís*, professor da rede estadual desde 2011, que preferiu não se identificar.

“É uma situação muito ruim, porque nós estamos falando de uma rede de ensino com 3,5 milhões de estudantes e 200 mil professores, que estão numa situação de serem avaliados usando critérios absolutamente arbitrários, baseado no tempo em que você fica conectado em um aplicativo, numa plataforma”, critica o professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), Fernando Cássio.

  Doações e compras

O material digital é composto por plataformas desenvolvidas por empresas e parte elaborada pela própria Secretaria de Educação. A pasta anunciou, há cerca de um mês, que está usando inteligência artificial para fazer parte do material didático disponibilizado à rede.

Algumas das plataformas foram doadas pelos desenvolvedores, como no caso da Me Salva, de exercícios preparatórios para o vestibular, e a Khan Academy, especializada em matemática. As doações publicadas no Diário Oficial do Estado são estimadas em R$ 40 milhões cada uma para o uso do material por 18 meses. A Alura, plataforma para o ensino de programação digital, foi adquirida para uso pelo mesmo prazo por R$ 30,8 milhões.

Para Fernando Cássio, esses contratos, que envolvem também a compra de computadores para as escolas são a grande motivação do uso obrigatório de plataformas pela rede estadual. “O que a gente está vendo é um movimento muito violento, essa é a palavra, de substituição tecnológica [dos professores] que, na verdade, serve unicamente para justificar as aquisições bilionárias de equipamentos eletrônicos pela Secretaria de Educação de São Paulo”, afirma.

O secretário de Educação de São Paulo, Renato Feder, foi dirigente e segue sendo acionista da Multilaser, empresa que fornece computadores para a área de educação, além de outros contratos com o governo paulista.

“Não é possível a gente tampar os olhos aí para não perceber que a gente tem um secretário de educação que não é um educador, é uma pessoa que tem uma trajetória que é toda vinculada aos negócios, a uma empresa de tecnologia que vende exatamente esses equipamentos”, relaciona Cássio.

A reportagem da Agência Brasil tenta contato com a Secretaria Estadual de Educação desde a última segunda-feira (20), para se posicionar às críticas ao sistema de plataformas digitais, mas não obteve retorno até a data de publicação do texto.

Em nota anterior, referente à mobilização dos professores contra as plataformas, a pasta afirmou que "as plataformas digitais são recursos tecnológicos agregadores na produção pedagógica desenvolvida em sala de aula, fazendo parte do conteúdo ministrado pelos docentes, e continuam sendo utilizadas normalmente".

Ainda segundo a pasta, "todos os recursos oferecidos pela a Secretaria da Educação têm o objetivo de aprimorar as habilidades dos estudantes e promover o avanço dos índices educacionais de São Paulo".

   Erros e inteligência artificial

A qualidade do material também é questionada pela comunidade escolar. “Eu não uso as plataformas. Faço a chamada, porque eu sou obrigada a fazer. A aula de filosofia, por exemplo, cada aula tem em média 20 slides. Nunca que eu vou passar 20 slides para os alunos dormirem. É bom para o professor que não sabe o conteúdo, é ótimo para o professor que não gosta de dar aula, porque aí qualquer ser humano que sabe ligar e desligar [o computador] vai dar aula. Mas o professor que quer ensinar alguma coisa, quer falar de conhecimento, para esse professor a plataforma é horrível”, afirma a professora Joana*, que dá aulas de filosofia e oratória.

Em 2023, foram identificados erros grosseiros de informação no material digital elaborado pela secretaria. Em um dos trechos, era dito que, em 1888, Dom Pedro II assinou a Lei Áurea, quando, na verdade, a lei que encerrou a escravidão institucionalizada no Brasil foi assinada pela filha do monarca, a Princesa Isabel. Em outro trecho se afirmava, também de forma equivocada, que o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade é transmissível pela água.

Professor da rede estadual, Pedro* diz que encontra diversos problemas no uso do aplicativo Redação Paulista, onde os alunos escrevem redações e têm a produção corrigida automaticamente. “Os principais problemas são não conseguir identificar um texto produzido por inteligência artificial, além de não identificar erros básicos de português na sua correção automática e não reconhecer plágio”, pontua o educador.

“Nós somos obrigados a pressionar os alunos para que utilizem essas duas aplicações, se não eles ficam sem nota na disciplina de redação e leitura. E isso esbarra em vários problemas que alunos e professores não conseguem resolver. Um desses problemas é o acesso. Ora a internet da escola não funciona, ora o aluno não tem equipamento, ora o aplicativo trava”, acrescenta o professor sobre as dificuldades enfrentadas no dia a dia.

Em abril deste ano, o governo de São Paulo anunciou a utilização da ferramenta de inteligência artificial para elaboração do material didático. “Você pode usar uma ferramenta que pode facilitar o esforço inicial, mas isso vai passar pela revisão, vai passar pelo olhar, vai passar pela inteligência dos nossos professores. Nós temos excelentes conteudistas, nós temos excelentes profissionais. Eu acredito muito na melhoria da qualidade do ensino”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas na ocasião.

Na semana passada, diversas entidades ligadas à área de educação lançaram uma nota contra a forma como a tecnologia está sendo utilizada nas escolas. “Do modo como está posto pelo governo do estado, o uso da inteligência artificial se coloca mais como um processo de controle dos conteúdos trabalhados pelas professoras e professores do que uma contribuição para a melhoria da qualidade do ensino”, diz o comunicado assinado pela Ação Educativa, pela Rede Escola Pública e Universidade e pelo Instituto Alana, entre outras organizações.

Apesar de discordarem da forma de implementação, as entidades destacam que não são contrárias à inovação tecnológica na educação. “O que propomos é que seu uso seja parte de uma discussão ampla e contextualizada numa perspectiva de que possa contribuir com a melhoria da qualidade educacional e com a valorização de profissionais da educação”, acrescenta o texto.

O posicionamento coincide com o defendido pelo sindicato dos professores: "não é uma greve contra a tecnologia, obviamente, porque nós queremos a tecnologia como suporte para o trabalho do professor”, diz o presidente da Apeoesp, Fábio Moraes, a respeito da mobilização feita ao longo da semana passada.

  Remoção e demissão

“Nós tivemos apoio de muitos, mas muitos gestores, diretores de escola, coordenadores, vice-diretores, que também sentem a opressão – porque a plataforma vai oprimindo do professor, na sala de aula, até o supervisor, na diretoria”, acrescentou o sindicalista ao fazer um balanço da ação da categoria. Segundo ele, os profissionais que não se adequam ao sistema correm o risco de serem removidos dos locais de trabalho.

No caso dos professores temporários há, segundo Fernando Cássio, o risco de perda do cargo, no caso de resistência ao sistema de ensino digital.

Em dez anos, a rede estadual paulista reduziu em 46% o número de professores efetivos, segundo pesquisa divulgada pela organização não governamental Todos Pela Educação em abril. De acordo com o estudo, atualmente os educadores com contratos permanentes representam apenas 43% do total.

*Os nomes dos professores e estudantes foram alterados a pedido dos entrevistados.

Fonte: Agência Brasil


 

26 de novembro de 2023

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 26 de novembro de 2023

26.11.23

Os Relacionamentos Amorosos Através De Aplicativos E Redes Sociais: Os Possíveis Impactos À Saúde Mental Dos Usuários

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Photo by Dan Nelson on Unsplash
 

Os Relacionamentos Amorosos Através De Aplicativos e Redes Sociais: Os Possíveis Impactos À Saúde Mental Dos Usuários


Artigo aprovado como Trabalho de Conclusão de Curso – TCC para a obtenção do título de Bacharel em Psicologia - São Paulo -SP. Ano: 2023.  

E-mail do autor: valdivinosousa.mat@gmail.com


Os Relacionamentos Amorosos Através De Aplicativos e Redes Sociais: Os Possíveis Impactos À Saúde Mental Dos Usuários. Artigo (Trabalho de Conclusão de Curso de Psicologia) - Universidade Anhanguera de São Paulo, p. 1-15. 2023




   Valdivino Alves de Sousa    
  • Universidade Anhanguera de São Paulo -SP

RESUMO

Na era do amor fluido e das relações virtuais, os indivíduos passam a manter relações frouxas para desvendá-las rapidamente. Nesse contexto, conforme a análise, os relacionamentos amorosos aparecem como uma forma que interage tanto com fatores positivos quanto negativos para contribuir com a qualidade de vida e sofrimento psíquico. A tecnologia avança em um ritmo que não conseguimos acompanhar, o número de computadores e smartphones com acesso à internet cresce a cada dia e os relacionamentos virtuais na era digital são cada vez mais numerosos. Este estudo é relevante porque cresce a cada dia o número de pessoas que utilizam aplicativos de namoro, e, por outro lado, cresce também o número de golpes e crimes por parte de pessoas mal-intencionadas que visam prejudicar os usuários. Diante disso, o objetivo dessa pesquisa foi apresentar os possíveis impactos na saúde mental destes usuários que usam aplicativos de namoro e redes sociais em relacionamentos amorosos. O tipo de pesquisa realizada foi uma revisão bibliográfica qualitativa e descritiva na qual foram selecionados livros, teses e artigos científicos através de buscas, em sites de banco de dados como: Scielo e Google Acadêmico.


Palavras-chave: 

Relacionamentos Amorosos. Aplicativos. Redes Sociais. Saúde
mental.


 Como citar este artigo: 
SOUSA, Valdivino Alves de. Os Relacionamentos Amorosos Através De Aplicativos e Redes Sociais: Os Possíveis Impactos À Saúde Mental Dos Usuários. Artigo (Trabalho de Conclusão de Curso de Psicologia) - Universidade Anhanguera de São Paulo, p. 1-15. 2023. Disponível em: <https://www.top10news.com.br/2023/11/os-relacionamentos-amorosos-atraves-de.html>. Acesso em: (dia) (mês). (ano).




REFERÊNCIAS

ACSELRAD, Marcio; BARBOSA, Rafaelly Rocha Lima. O amor nos tempos do Tinder: Uma análise dos relacionamentos amorosos na contemporaneidade a partir da compreensão de adultos e jovens adultos. Estud. pesqui. psicol., Rio de Janeiro v.17, n.1, p.161-180, jan. 2017. Disponível em:http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1808-42812017000100010&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt. Acesso em: 12  Mar. 2023.

 BORGES, Cassepp Vicente; LANA, Érica de. Aplicativos de relacionamento: Conhecendo o crush na era digital. In: NUNAN, Adriana; PENIDO, Maria Amélia. Relacionamentos amorosos na era digital. 1ª. ed. São Paulo: Editora dos Editores, 2019. v. 1, cap. 2, p. 35-48.

BASTOS, Gustavo Grandini.  Os sujeitos-gays nas tramas da(s) rede(s): o discurso sobre os aplicativos de relacionamento. Ribeirão Preto, 2018.328 p. : il. ; 30 cm.  Tese de Doutorado, apresentada à Faculdade de Filosofia,Ciências e Letras de Ribeirão Preto/USP. Área de concentração:Psicologia.Disponível em:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59142/tde-25082018-224849/publico/gustavograndinibastosversaocorrigida.pdf. Acesso em: 15  Mar. 2023

DOMINGO, Espetacular. Como não cair em um golpe virtual amoroso? Especialista dá dicas | DE Responde. Disponível em: https://recordtv.r7.com/domingo-espetacular/conteudo-exclusivo/de-responde/videos/como-nao-cair-em-um-golpe-virtual-amoroso-especialista-da-dicas-de-responde-26022023,  Reportagem na íntegra, Fev. 2023. Disponível em: https://youtu.be/2dqSoZaHW8E.  Acesso em: 20 Mar. 2023. 

LIVEIRA, Rosangela Frota A internet na vida dos casais contemporâneos. Monografia (Programa de pós-graduação do Departamento de Psicologia) - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro -PUC-RJ, p. 15-47. 2018. Disponível em: https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/56948/56948.PDF.   Acesso em: 10  Mar. 2023.

MOREIRA, Jacqueline de Oliveira; LIMA, Nádia Laguárdia; STENGEL, Márcia; PENA, Breno Ferreira; SALOMÃO, Breno Ferreira. A exposição do amor na internet: público ou íntimo?.Arq. bras. psicol. vol. 69,  n.1, Rio de Janeiro,  2017. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1808-42812017000100010&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt . Acesso em: 12  Mar. 2023

MELO, Fernando Nícolas de Araújo;  MACIEL, Larissa Emanuelle Pereira do Vale; CARLOS, Pedro Víctor do Vale;  SANTOS, Joseylson Fagner dos. It’s a Match: Uma Análise das Mudanças Sofridas pelas Dinâmicas de Relacionamentos Através do Aplicativo Tinder.. XVIII Congresso de Ciências da Comunicação na Região Nordeste – Caruaru - PE – Jul. 2016. Disponível em:https://www.portalintercom.org.br/anais/nordeste2016/resumos/R52-1714-1.pdf. Acesso em: 16  Mar. 2023.

NUNAN, Adriana; FIGUEIREDO, Cristiane. Relacionamentos amorosos à distância e golpes na internet. In: NUNAN, Adriana; PENIDO, Maria Amélia. Relacionamentos amorosos na era digital. 1ª. ed. São Paulo: Editora dos Editores, 2019. v. 1, cap. 6, p. 77-89.

PAURA, Marcelo Dias Carvalho; GASPAR, Danielle. OS RELACIONAMENTOS AMOROSOS NA ERA DIGITAL: Um Estudo de Caso do Site Parperfeito. Estação Científica - Juiz de Fora, no17, jan – jun / 2017. Disponível em: https://portal.estacio.br/media/3728713/os-relacionamentos-amorosos-na-era-digital.pdf. Acesso em: 18  Mar. 2023.               

ROSSET, S. M. (2004). O casal de cada dia. Curitiba-PR

SCORSOLINI-Comin, F. (2009a). Casar, verbo (in)transitivo: Conjugalidade, bem-estar subjetivo e satisfação conjugal na perspectiva da psicologia positiva. Dissertação de Mestrado. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP.      

SCORSOLINI-Comin, F. (2012b). Por uma nova compreensão do conceito de bem-estar: Martin Seligman e a psicologia positiva. Paidéia, 22(53), 433-435.

 SCORSOLINI-Comin, F., & SANTOS, M. A. dos (2009c). Casar e ser feliz: Mapeando a mensuração da satisfação conjugal. Psico, 40(4), 430-437.    

SCORSOLINI-Comin, F., & SANTOS, M. A. dos (2010d). Sustentabilidade dos afetos: Notas sobre a conjugalidade como dimensão de análise da família na contemporaneidade. Psychologica, 53, 259-274.   

 SCORSOLINI-Comin, F., & Santos, M. A. dos (2010e). Satisfação com a vida e satisfação diádica: Correlações entre construtos de bem-estar. Psico-USF, 15(2), 249-256.       







31 de outubro de 2023

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 31 de outubro de 2023

31.10.23

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12 de fevereiro de 2022

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 12 de fevereiro de 2022

12.2.22

USP promove escola de verão para garotas criarem aplicativo de celular

O Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP) terá uma escola de verão gratuita e online para que garotas entre 8 e 18 anos aprendam a criar aplicativos para celular.
 USP promove escola de verão para garotas criarem aplicativo de celular. O ICMC (Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação) da USP (Universidade de São Paulo) terá uma escola de verão gratuita e online para que garotas entre 8 e 18 anos aprendam a criar aplicativos para celular.
 
O Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP) terá uma escola de verão gratuita e online para que garotas entre 8 e 18 anos aprendam a criar aplicativos para celular.

O link para as inscrições será divulgado durante um evento ao vivo, que ocorre hoje (12), às 14h. O evento será transmitido pelo YouTube.

 Para se inscrever, não é necessário ter experiência prévia na área de tecnologia. As participantes precisam se identificar com o gênero feminino (englobando transexuais e não-binários), ter uma conta do Gmail e acesso à internet, além de um computador e um smartphone.

Também é preciso ter disponibilidade para participar dos encontros online da escola de verão e interagir de forma remota (via Whatsapp e por meio de reuniões).

 As atividades vão ser realizadas de forma remota entre os dias 5 de março e 23 de abril.

 Serão oferecidas 60 vagas para estudantes de escolas públicas e privadas de todo o Brasil. O objetivo da escola é ensinar as garotas a transformar ideias em aplicativos, estimulando habilidades relacionadas ao empreendedorismo, ao trabalho em equipe e à arte de falar em público.

 Mais informações podem ser obtidas no site.

  Fonte: Agência Brasil