Virou Notícias Publicamos Aqui!

LightBlog

Mostrando postagens com marcador Escola. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Escola. Mostrar todas as postagens

3 de março de 2024

3.3.24

A professora que doou US$ 1 bi para quitar todas as mensalidades de alunos de medicina em faculdade dos EUA

 

Alt text

A professora que doou US$ 1 bi para quitar todas as mensalidades de alunos de medicina em faculdade dos EUA

A professora emérita da Escola de Medicina Albert Einstein, no Bronx, herdou uma fortuna ao falecer seu marido e deseja que a doação possa possibilitar o acesso de jovens de todas as classes sociais à universidade.


Quando a professora emérita Ruth Gottesman anunciou na última segunda-feira o teor da doação feita à Escola de Medicina Albert Einstein, no Bronx, em Nova York, os alunos levantaram-se de suas cadeiras e explodiram em aplausos e vivas. E não era para menos.


O US$ 1 bilhão (aproximadamente R$ 4,9 bilhões) que Gottesman, de 93 anos, doou a esta faculdade localizada no distrito mais pobre da cidade será destinado a cobrir perpetuamente as mensalidades dos alunos, que totalizam US$ 59.000 ao ano.


Esta é uma das maiores doações já feitas a uma universidade nos EUA e a maior a uma faculdade de medicina. Os estudantes do último ano terão a matrícula do último trimestre reembolsada, e a partir de agosto, todos os alunos, incluindo os já matriculados, terão o curso gratuito.



Fonte: G1



13 de fevereiro de 2024

13.2.24

Rainha da Mocidade Alegre, Aline Oliveira chora com o título: 'Bicampeã!'

Alt text

Aline Oliveira comemora o título da Mocidade Alegre
Imagem: Reprodução/Instagram/Aline Oliveira


Rainha da Mocidade Alegre, Aline Oliveira chora com o título: 'Bicampeã!'

Aline Oliveira, rainha de bateria da escola de samba Mocidade Alegre, começou a transmitir a festa na quadra da escola bicampeã do Carnaval de São Paulo assim que apuração terminou. Aline chorou muito e explodiu de emoção quando saiu a última nota 10 da Mocidade: "Bicampeã!", gritou. Veja abaixo no link: 

https://www.instagram.com/p/C3Tb4s1PJCN/

Este é o 12º título da Mocidade Alegre no Grupo Especial. Aline é rainha da escola desde o desfile de 2012. Este é o quinto título dela à frente da bateria da Mocidade (2012, 2013, 2014, 2023 e 2024).

Leia mais em

https://www.uol.com.br/carnaval/noticias/redacao/2024/02/13/rainha-da-mocidade-alegre-aline-oliveira-comemora-titulo-bicampea.htm

Fonte: UOL 



5 de novembro de 2023

5.11.23

Escola do Ceará vence prêmio de melhor do mundo

 

Alt text
Foto: Reprodução G1

Escola do Ceará vence prêmio de melhor do mundo

A unidade de ensino cearense concorreu na categoria “Apoiando Vidas Saudáveis”, com o projeto “Adote um Estudante”, ação voltada à saúde mental dos alunos.


Escola de Ensino Médio de Tempo Integral Joaquim Bastos Gonçalves, localizada na cidade de Carnaubal, a 346 km de Fortaleza, venceu o prêmio "Melhores Escolas do Mundo". A escola ganhou 50 mil dólares, aproximadamente R$ 250 mil.

Unidade de ensino cearense venceu na categoria “Apoiando vidas saudáveis”, com o projeto “Adote um Estudante”, ação voltada à saúde mental dos alunos. O prêmio foi criado pela T4 Education, apoiado pela Fundação Lemann, Accenture e American Express.

Leia mais em: 

Fonte: G1


3 de novembro de 2023

3.11.23

Duas escolas brasileiras concorrem a um prêmio internacional de educação; conheça os projetos desenvolvidos pelas instituições

Alt text
Foto: Reprodução  G1

Duas escolas brasileiras concorrem a um prêmio internacional de educação; conheça os projetos desenvolvidos pelas instituições

Concorrem ao prêmio a Escola Joaquim Bastos Gonçalves, de Carnaubal (CE), e a Escola Professor Edson Pisani, de Belo Horizonte (MG).


Uma organização britânica vai anunciar neste sábado (4) os vencedores do prêmio Melhores Escolas do Mundo. Das mais de 100 instituições participantes, duas finalistas são escolas públicas brasileiras.


Concorrem ao prêmio a Escola Joaquim Bastos Gonçalves, de Carnaubal (CE), e a Escola Professor Edson Pisani, de Belo Horizonte (MG).


O prêmio, criado em 2022, tem cinco categorias e, em cada uma, três escolas foram selecionadas como finalistas. A Escola Professor Edson Pisani concorre na categoria colaboração comunitária. E a Escola Joaquim Bastos Gonçalves é concorrente na categoria apoiando vidas saudáveis.



Fonte: G1



1 de outubro de 2022

1.10.22

No interior da Paraíba, professor usa bulas de remédio para ensinar matemática

Alunos do 6º ano de escola pública em Umbuzeiro aprendem operações matemáticas a partir das orientações das bulas de medicamentos.

Alunos do 6º ano de escola pública em Umbuzeiro aprendem operações matemáticas a partir das orientações das bulas de medicamentos.

Criar estratégias para aproximar o ensino da matemática às situações do cotidiano traz grandes benefícios para o aprendizado das crianças. A forma tradicional de abordar o conteúdo, por vezes, não atinge o resultado necessário. Pensando nisso, desenvolvi uma atividade bastante integradora e envolvente para ensinar multiplicação e divisão com os alunos do 6º ano da Escola Coronel Antonio Pessoa, localizada em Umbuzeiro (PB).

Pedi a eles que trouxessem para a sala de aula bulas de medicamentos que são utilizados por pessoas de suas casas ou familiares próximos. Em uma primeira conversa, falamos sobre os benefícios desses remédios e os riscos da automedicação ou utilização de maneira errada. Durante três momentos diferentes, com duração de três aulas, partimos, então, para as operações matemáticas. 

Leia mais em: https://porvir.org/no-interior-da-paraiba-professor-usa-bulas-de-remedio-para-ensinar-matematica/

 Fonte: Porvir 

 

12 de fevereiro de 2022

12.2.22

USP promove escola de verão para garotas criarem aplicativo de celular

O Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP) terá uma escola de verão gratuita e online para que garotas entre 8 e 18 anos aprendam a criar aplicativos para celular.
 USP promove escola de verão para garotas criarem aplicativo de celular. O ICMC (Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação) da USP (Universidade de São Paulo) terá uma escola de verão gratuita e online para que garotas entre 8 e 18 anos aprendam a criar aplicativos para celular.
 
O Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP) terá uma escola de verão gratuita e online para que garotas entre 8 e 18 anos aprendam a criar aplicativos para celular.

O link para as inscrições será divulgado durante um evento ao vivo, que ocorre hoje (12), às 14h. O evento será transmitido pelo YouTube.

 Para se inscrever, não é necessário ter experiência prévia na área de tecnologia. As participantes precisam se identificar com o gênero feminino (englobando transexuais e não-binários), ter uma conta do Gmail e acesso à internet, além de um computador e um smartphone.

Também é preciso ter disponibilidade para participar dos encontros online da escola de verão e interagir de forma remota (via Whatsapp e por meio de reuniões).

 As atividades vão ser realizadas de forma remota entre os dias 5 de março e 23 de abril.

 Serão oferecidas 60 vagas para estudantes de escolas públicas e privadas de todo o Brasil. O objetivo da escola é ensinar as garotas a transformar ideias em aplicativos, estimulando habilidades relacionadas ao empreendedorismo, ao trabalho em equipe e à arte de falar em público.

 Mais informações podem ser obtidas no site.

  Fonte: Agência Brasil

2 de outubro de 2021

2.10.21

As crianças que esqueceram como ler e escrever durante a pandemia

 

Unicef ​​afirma que 86 milhões de menores só na América Latina não voltaram à escola; elas passaram a ser chamadas de 'geração perdida'.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Imagem no formato quadrado. Uma ilustração com duas crianças, uma menina e um menino. Eles estão sentados em uma mesma carteira, e seguram um livro, com capa na cor laranja. Do livro, saem várias letras e figuras coloridas. Disponível em: https://www.portalacesse.com/o-jogo-dos-sons-na-educacao-infantil/shutterstock_255546268-converted/

As crianças que esqueceram como ler e escrever durante a pandemia

Unicef ​​afirma que 86 milhões de menores só na América Latina não voltaram à escola; elas passaram a ser chamadas de 'geração perdida'.

Por BBC

Elas já são chamadas de "a geração perdida": em relatório recente, a ONU alertou que quase 1 bilhão de crianças em todo o mundo correm o risco de "perda de aprendizagem" significativa devido a interrupções na frequência escolar durante a pandemia da Covid-19.

E não é só isso: em muitos países, o sistema educacional está prestes a entrar em colapso, se outros fatores como mudanças climáticas e conflitos internos forem adicionados, além da pandemia.

Um exemplo dessa crise alertada pela ONU acontece na Índia.

A jornalista da BBC Divya Arya descobriu que crianças em várias regiões deste país asiático "se esqueceram de ler e escrever" porque foram impedidas de frequentar a escola no ano passado.

Arya revela o caso de Radhika Kumari, de 10 anos, que basicamente se esqueceu de escrever porque "passou 17 meses" fora da sala de aula.

Radhika mora no estado de Jharkhand, onde a exclusão digital é enorme. E, quando a pandemia de Covid-19 forçou o fechamento de escolas, muitas crianças em escolas públicas não tiveram acesso a dispositivos que lhes permitissem continuar seus estudos remotamente.

"Foi realmente chocante descobrir que, de 36 crianças matriculadas em um único curso do Ensino Fundamental, 30 não sabiam ler uma única palavra", diz o economista Jean Dreze, que analisa a situação nesta região da Índia desde que os alunos puderam para voltar para a sala de aula. 

"Se você não se esquece de ler e escrever, ficar um pouco para trás pode ser remediado. Mas, se esquecer o básico, ao voltar para a sala de aula e avançar a próxima série, a lacuna vai ser pior", acrescenta.

Estudantes latino-americanos

Na América Latina, o quadro é semelhante: segundo o relatório da Unicef, o braço da ONU para a infância e adolescência, ​​há uma semana, cerca de 86 milhões de crianças ainda não voltaram às aulas, colocando em risco o progresso do aprendizado e os níveis de conhecimento previamente adquiridos.

"Nos últimos 18 meses, a maioria das crianças e adolescentes da América Latina e do Caribe não viu seus professores ou amigos fora de uma tela. Quem não tem internet não os viu diretamente", explica Jean Gough, diretor-regional da Unicef para a América Latina e o Caribe.

Ele acrescenta que não existe apenas o risco de as crianças deixarem de aprender as competências básicas para a vida, mas também de nunca mais regressarem à educação formal.

"A educação virtual deve continuar e melhorar, mas é claro que durante a pandemia as famílias mais marginalizadas não tiveram acesso ao aprendizado", completa.

A realidade é ainda mais dura entre os grupos mais vulneráveis, para os quais a evasão escolar era um problema antes da pandemia.

"Cada dia fora da sala de aula aproxima as crianças e adolescentes mais vulneráveis ​​da evasão escolar, da violência de gangues, do abuso ou do tráfico de pessoas", acrescenta.

'Minha escola falhou'

Para muitos dos alunos, durante estes últimos 18 meses "nada foi aprendido".

A BBC News Mundo, o serviço de notícias em espanhol da BBC, conversou com algumas crianças em idade escolar em partes da América Latina que foram afetadas pela falta de conectividade e baixa frequência escolar durante a pandemia.

Uma deles é Richard Guimarães. Ele tem 15 anos e mora em San Rafael, uma comunidade indígena localizada a duas horas e meia da cidade de Pucallpa, na Amazônia peruana. 

O sonho dele é se tornar designer gráfico.

"Meus pais fazem artesanato e eu aprendi a tecer e a fazer várias coisas que vendemos no mercado", conta Richard à BBC News Mundo. "E quero aprender a fazer isso melhor".

Um ano atrás, Richard estava na escola quando a pandemia fez com que milhões ao redor do mundo ficassem em casa. "Nesse último ano e meio não aprendi nada".

Antes da pandemia, ele frequentava a escola das 7h30 ao meio-dia. "Naquela época, estudávamos durante a semana 12 disciplinas".

Mas, depois que a pandemia começou e as aulas foram suspensas, tudo ficou mais difícil. "Passamos de 12 disciplinas para apenas seis".

O sistema estabelecido para remediar a crise funcionava assim: todo mês os professores vinham à sua cidade, deixavam uma espécie de lição de casa e os alunos tinham que fazê-la e mandar as respostas pelo WhatsApp.

Arte, que é sua aula preferida, ficou reduzida a desenhos que ele fazia em casa e que mandava para a professora no celular.

"Meu pai vive do artesanato e da venda de bananas, moramos em uma área muito remota, por isso é difícil acessar a internet", diz.

Como muitos de seus professores não moravam perto de sua comunidade, ele só podia contatá-los por telefone quando se conectava à internet. Além disso, algumas das lições de casa pareciam confusas e às vezes até ininteligíveis.

Aumento da desigualdade

Para muitos especialistas em psicopedagogia e processos educacionais, está claro que as crianças precisam retornar à sala de aula o mais rápido possível.

O desaparecimento desse espaço de aprendizagem e socialização tem sido para muitos meninos e meninas — principalmente entre as famílias de menor nível sociocultural — "uma catástrofe".

"É uma catástrofe. Vai demorar muito para superarmos isso", afirma Guillermina Tiramonti, especialista em educação e pesquisadora da Flacso Argentina, à BBC News Mundo. 

"Dou um exemplo: um menino que estava no primeiro ano do Ensino Fundamental antes da pandemia, e ainda não tinha conseguido aprender a ler, agora que voltou à escola deve terminar a segunda série sem saber o básico", assinala.

Para os acadêmicos, não se trata apenas do conteúdo que não foi aprendido ou incorporado, mas de algo mais importante: resgatar o hábito de aprender.

"A perda de conhecimento não é só não ter aprendido determinados conteúdos, mas sim o fato de perder o ritmo, o hábito, a rotina escolar", ressalta.

"Tome como exemplo os códigos linguísticos. As crianças dos setores socioculturais inferiores não estão acostumadas com esses códigos complexos e só têm acesso a eles na escola, onde são essenciais para o avanço do conhecimento. Não têm acesso a eles em casa."

Para crianças que não são expostas a esses códigos há dois anos, o declínio cognitivo é muito grande, conclui Tiramonti.

Objetivos revistos

À medida que as restrições à pandemia são suspensas em diferentes regiões, a reabertura de escolas se tornou uma prioridade para muitos governos. Até o momento, o relatório da ONU indica que 47 milhões de crianças voltaram gradativamente para a sala de aula.

E a próxima etapa também destaca o grande desafio de atualizar as crianças com os objetivos que deveriam ter aprendido neste um ano e meio.

"A educação das crianças se perdeu no esforço de proteger a vida de toda a população do coronavírus", explica Irma Martínez, especialista em educação da ONG Human Rights Watch.

Mas, se oportunidades surgem em crises, esse é o momento de repensar algumas das premissas da escolaridade e do sistema educacional como um todo, defendem os especialistas.

"O objetivo não deve ser simplesmente voltar a ser como as coisas eram antes da pandemia, mas corrigir as falhas dos sistemas que há muito impedem as escolas de serem abertas e receptivas a todas as crianças", acrescenta Martínez. 

Sobre essa questão, Tiramonti é categórico: "Não podemos voltar para a escola e fingir que nada aconteceu", diz.

"É preciso fazer uma avaliação, ver o que aconteceu com as crianças, quais são as perdas, quais são os problemas de aprendizagem que elas têm e montar um programa para que elas recuperem esses conhecimentos básicos para seguir adiante em sua jornada escolar".

"É preciso muito trabalho profissional para encontrar formas de recuperar o tempo perdido", assinala.

Há menos de um mês, Richard Guimarães é um das dezenas de milhares de alunos que voltaram para a sala de aula depois de quase um ano e meio.

E embora esteja feliz, ele sabe que não será nada fácil: "Agora estamos estudando matérias que deixamos de estudar na pandemia e está sendo difícil acompanhá-las. É como começar tudo do zero." 

 

Fonte: G1 via BBC 
 
 

8 de março de 2021

8.3.21

Volta às aulas: o que fazer se algum aluno ou funcionário da escola pegar Covid-19?

 

Volta às aulas: o que fazer se algum aluno ou funcionário da escola pegar Covid-19? Quem apresentou sintomas da doença ou teve contato próximo com infectados deve alertar a comunidade escolar. Isolamento por duas semanas é necessário para evitar surtos.

Volta às aulas: o que fazer se algum aluno ou funcionário da escola pegar Covid-19?

Quem apresentou sintomas da doença ou teve contato próximo com infectados deve alertar a comunidade escolar. Isolamento por duas semanas é necessário para evitar surtos. 

Diante da reabertura das escolas no pior cenário da pandemia, especialistas reforçam a importância de seguir um protocolo rígido quando alunos ou funcionários apresentarem sintomas de Covid-19. 

Duas palavras resumem bem o que deve ser feito: isolamento e testagem.

“Se um estudante estiver infectado ou for um caso suspeito, todas as pessoas que tiveram contato com ele nos últimos dias devem ser avisadas, isoladas e testadas", afirmou a epidemiologista e professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) Ethel Maciel, em programa ao vivo do G1 (assista a um trecho acima).

O ideal, segundo o infectologista Jamal Suleiman, do Instituto Emílio Ribas, é rastrear inclusive quem mora com os envolvidos. “Vamos supor que tenha havido um caso de Covid em uma sala de 15 pessoas. Todas elas e as que vivem com elas deveriam ser monitoradas”, diz.

Sala de aula com distanciamento entre alunos na reabertura das escolas no Rio de Janeiro.

É preciso considerar que, cerca de três dias antes do aparecimento dos primeiros sintomas, o indivíduo já está transmitindo o vírus. Por isso, quanto mais cedo os contatos próximos forem isolados, maior a chance de evitar novos casos da doença.

Casos suspeitos ou negativos: isolamento do mesmo jeito

Mesmo sem o diagnóstico confirmado, crianças ou funcionários não devem ir à escola se:

  • entraram em contato com alguém contaminado nos últimos dias;
  • estiverem com sintomas característicos da doença.

Rachel Stucchi, infectologista da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, recomenda um isolamento de 14 dias para os casos acima.

Ela acrescenta que, por mais que seja importante fazer o teste de Covid-19, os cuidados devem ser mantidos independentemente do resultado.

“Mesmo que seja negativo, é adequado manter o isolamento por duas semanas, porque é possível que, no dia do exame, o paciente estivesse na janela da infecção”, afirma.

O pico da carga viral ocorre depois do terceiro dia de sintomas - antes disso, há risco maior de falso negativo.

Comunicação transparente

Só é possível isolar os contatos próximos e evitar novas contaminações se houver uma comunicação franca e direta entre a escola e os familiares dos alunos (veja vídeo abaixo).

Volta às aulas: a importância da comunicação entre escola e família

Volta às aulas: a importância da comunicação entre escola e família

A criança visitou alguém que descobriu depois estar doente? O professor apresenta sintomas respiratórios? O pai de um aluno está com Covid? Tudo deve ser comunicado imediatamente à comunidade escolar.

O G1 recebeu relatos de casos em que crianças assintomáticas, que testaram positivo para a Covid, estavam indo às aulas da mesma maneira.

“De fato, as orientações têm sido muito burladas”, conta Stucchi.

Daniel Lahr, professor do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP), reforça a importância da transparência.

“Precisa acontecer uma conversa franca. O problema é que a escola não tem como fiscalizar ou impedir que alguém com familiar sintomático vá à aula. Ela não tem esse poder de mando”, diz Daniel Lahr, professor do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP).

Ou seja: a proteção de todos dependerá da colaboração de alunos, familiares e funcionários do colégio.

 Fonte: G1

 

Mais Notícias do G1

O casal fez o anúncio no site da ONG Giving Pledge. Dan Jewett foi professor em escola particular de Seattle, onde filhos de Scott estudam.
Segundo investigações preliminares, Nilton Rodrigues da Silva, de 60 anos, conhecido como Passim, atirou acidentalmente na mão e na perna. Ele foi encontrado morto numa fazenda do sertanejo.
Levantamento junto a secretarias de Saúde aponta que 8.497.929 pessoas tomaram a primeira dose e 2.848.847 a segunda, num total de mais de 11,3 milhões de doses aplicadas. G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL divulgam diariamente os dados de imunização no país.
Outros 17 pacientes estão na fila à espera de uma vaga na UTI pelo governo do estado.

Atriz diz ter sido envolvida em uma 'mentira' e afirma que estava com apenas três amigos. Doria entrou com queixa-crime contra vizinha que fez acusação.

Duque de Sussex pediu que Oprah Winfrey esclarecesse questão após dizer, em entrevista, que membros da família real questionaram o 'quão escura' seria pele de seu filho com Meghan Markle. Ele afirmou que jamais dirá quem foram autores dos comentários.
Boa noite. Aqui estão as notícias para você terminar o dia bem-informado.
 
O número de pessoas recuperadas no estado é de 324.781.

Aqueles que comprovarem que estão morando no país de forma contínua vão receber uma extensão de 18 meses de permanência e também poderão adquirir autorizações para trabalhar. Decisão pode ajudar cerca de 320 mil pessoas e é cumprimento de uma promessa de campanha.
Operação foi motivada por aumento no número de casos registrados durante a pandemia pelo Disque 100.

O ministro Edson Fachin, do STF, considerou que a 13ª Vara Federal de Curitiba não tinha competência para julgar casos do triplex do Guarujá, do sítio de Atibaia e do Instituto Lula.
Veículo foi encontrado em uma estrada de terra, em Birigui (SP). Motorista foi embora antes da chegada das equipes.
Durante todo o dia, parlamentares de diferentes forças políticas usaram as redes sociais para se manifestar sobre a decisão do ministro Fachin.

Na reunião, os governadores pediram explicações para a redução no número de doses de vacina para março. Eles cobraram também estratégias de enfrentamento da Covid, rapidez na distribuição das vacinas para todo o país e mais profissionais de saúde.
Prêmio de R$ 200 mil foi sorteado para moradora de Palmas, nesta segunda-feira (8); programa devolve até 30% do ICMS para contribuintes que solicitam CPF em notas fiscais no comércio.
Segundo prefeitura, a paciente, que não teve a idade revelada, está bem e fora do período de transmissão.
Espaço em Niterói recebe a exposição Múltiplos Olhares-Mulheres Artistas nas Coleções FUNARJ.
Segundo o ministro do STF, no caso de outros políticos acusados pelo Ministério Público de adotar conduta semelhante à do ex-presidente Lula, o plenário e a 2ª Turma decidiram retirar da competência da Vara Federal de Curitiba.


Segundo a Associação Médica de Cascavel, espaço do ambulatório e medicamentos são bancados por empresários. Cidade enfrenta crise no sistema de saúde.

O texto não autoriza a compra imediata das vacinas, mas cria mecanismos para que a compra seja feita caso o Plano Nacional de Imunização (PNI) não consiga absorver toda a demanda.
Nas cidades onde estão valendo as regra da fase laranja, bares e restaurantes só podem funcionar com 50% de sua capacidade das 6h às 20h.


Novos casos de vítimas fatais do coronavírus foram conformados pelas prefeituras nesta segunda-feira (8).
Com mudança, empresários terão mais três meses para começar a pagar empréstimo do ano passado. Segundo governo, medidas são analisadas para garantir recursos em 2021.
Medida foi anunciada nesta segunda-feira (8), pelo prefeito Colbert Martins, e começa a valer a partir de quarta-feira (10). Comércio poderá funcionar normalmente na terça-feira (9).

Do total, 130.793 pessoas já receberam a segunda dose do imunizante.