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24 de fevereiro de 2026

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 24 de fevereiro de 2026

24.2.26

Debate sobre Segurança Pública Domina o Quadro Social no Brasil: Análises e Impactos nas Cidades, Segundo Dados Recentes

 

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Rafaela Felicciano/Metrópoles


São Paulo, SP — A segurança pública voltou a ocupar o centro do debate nacional, impulsionada por uma série de indicadores e eventos recentes que colocam o tema em destaque entre autoridades, especialistas e a população em geral.


Nos últimos meses, pesquisas nacionais realizadas por instituições públicas e privadas mostraram preocupações crescentes relacionadas à violência urbana, sensação de insegurança e confiança nas forças de segurança. Em levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), mais da metade dos brasileiros apontou a criminalidade como um dos principais problemas enfrentados no país atualmente.

Especialistas afirmam que o debate não se limita mais aos índices de homicídios, mas também abrange desafios como crimes contra o patrimônio, violência doméstica, tráfico de drogas e crimes cibernéticos.


Crescimento da Percepção de Insegurança

De acordo com o mais recente Mapa da Violência, estudos mostram que a taxa de homicídios no Brasil tem apresentado variações entre unidades da federação, com redução em algumas regiões e estabilização em outras, mas com aumento nos registros de crimes como roubo e furto, especialmente em grandes centros urbanos.

Segundo o diretor do FBSP, em entrevista à imprensa, “a percepção de insegurança está diretamente relacionada ao medo de crimes contra o patrimônio e à sensação de impunidade, que ainda persiste em muitas cidades”. A pesquisa aponta que jovens entre 18 e 29 anos são o grupo que mais relata sentir insegurança constante em áreas urbanas.


Impactos Sociais e Econômicos nas Cidades


Além dos efeitos diretos sobre a população, a insegurança pública também traz impactos econômicos significativos. Dados levantados por secretarias estaduais de segurança indicam que:

  • O aumento de roubos e furtos influencia diretamente o custo do seguro patrimonial e de veículos.

  • Pequenos e médios comerciantes relatam queda no fluxo de clientes em áreas consideradas de maior risco.

  • Investimentos em segurança privada, como câmeras, alarmes e vigilância contratada, cresceram acima da média nos últimos dois anos.

No setor educacional, a preocupação também está presente. Gestores de escolas relatam que estudantes e familiares mostram maior apreensão em deslocamentos diários, o que acaba refletindo no rendimento escolar e nas atividades extracurriculares.


Respostas Institucionais e Debates Legislativos


O Ministério da Justiça reforçou que parte das ações em curso envolve a ampliação de programas de inteligência policial, cooperação entre estados e municípios, e investimento em tecnologias aplicadas à prevenção.

Em recente sessão no Congresso Nacional, parlamentares defenderam propostas de reforço às guardas municipais, expansão de projetos de policiamento comunitário e revisão de políticas de enfrentamento ao tráfico de drogas.

Entretanto, as propostas dividem opiniões. Enquanto alguns especialistas defendem maior presença policial como forma de redução da criminalidade, outros apontam que é necessário investir em políticas sociais, educação e geração de empregos como medidas de longo prazo para combater as causas profundas da violência.


O Papel da Sociedade na Agenda de Segurança


Organizações civis e movimentos comunitários têm participado ativamente do debate, promovendo fóruns, rodas de conversa e campanhas de conscientização sobre segurança e direitos humanos.

Segundo a presidente de uma ONG voltada para jovens em situação de vulnerabilidade, “a questão da segurança pública precisa ser tratada não apenas como combate ao crime, mas também como um compromisso com a inclusão social e oportunidades para os mais jovens”.


Conclusão

O tema da segurança pública no Brasil está no centro das preocupações sociais e políticas em 2026, impulsionado por dados recentes e pela crescente demanda da população por respostas mais eficazes. Entre propostas de maior presença policial, reformas nas políticas de prevenção e investimento em estratégias sociais, o debate continua complexo e desafiador — exigindo participação ativa das autoridades, especialistas e da própria sociedade.


Com informações da ES BRASIL  



24 de maio de 2024

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 24 de maio de 2024

24.5.24

SP: comunidade escolar critica imposição de uso de plataforma digital

 

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Crédito: Sam Balye / Unsplash

SP: comunidade escolar critica imposição de uso de plataforma digital

Sindicato dos professores estaduais afirma que não houve debate prévio


Professores e estudantes da rede pública do estado de São Paulo relatam se sentirem limitados e pressionados pelo sistema de plataformas digitais adotado para as aulas. Desde o ano passado, a Secretaria Estadual de Educação estabeleceu contratos com uma série de aplicativos educacionais.

Segundo o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), não houve diálogo prévio com as comunidades escolares para adoção do sistema, que exige que alunos realizem uma quantidade mínima de tarefas pelas plataformas digitais e que educadores usem os conteúdos em sala.

As queixas levaram o Apeoesp a convocar uma mobilização na semana passada contra o uso dos aplicativos. Os educadores que aderiram ao movimento passaram uma semana apenas registrando a chamada no sistema digital, como é obrigatório, mas lecionando a partir dos conteúdos que entendessem melhores para cada matéria. Uma nova assembleia da categoria está marcada para esta sexta-feira (24).

Em comunicado endereçado aos diretores de escolas, obtido pela reportagem da Agência Brasil, uma diretoria regional de ensino enfatiza que adoção das plataformas digitais é uma “exigência”. A mensagem tem data de 13 de maio, dia de início da mobilização convocada pelo sindicato, e tem como tema a proposta de uma semana sem uso dos aplicativos.

“Salientamos que a imperiosa responsabilidade coletiva dos professores em desenvolver na sua prática diária o uso das plataformas digitais reverbera nos indicadores educacionais apresentados nos painéis do BI Total [sistema que reúne os dados e estatísticas de uso das plataformas] e diretamente na avaliação da escola bem como dos profissionais que dela fazem parte”, afirma o comunicado, deixando claro que não acessar os conteúdos digitais teria implicação direta nas avaliações de professores e diretores feitas pela secretaria.

    Pressão

A pressão para o uso das plataformas – uma vez que o tempo de acesso influencia diretamente nas avaliações –, é uma das principais reclamações de estudantes e professores.

“Nós do terceiro ano, na plataforma do Khan Academy [de matemática], tivemos mais acertos. Ou seja, teoricamente fomos quem mais entendeu o conteúdo. Mas foi cobrado porque a gente não passou o tempo [mínimo exigido] na plataforma. O primeiro ano, que foi a sala comparada a nós, teve metade dos nossos acertos, mas como ficaram mais tempo [na plataforma], eles estavam melhores que a gente. Não está contando o nosso aprendizado e sim o quanto a gente fica on-line”, conta Luciano*, estudante de 18 aos de uma escola da zona sul paulistana.

O tempo e a quantidade de tarefas mínimas acabam fazendo com que estudantes e educadores se sintam pressionados. “Muitas vezes a gente não consegue dar conta das metas, porque tem uma quantidade, uma meta que é estabelecida. Hoje, falaram para mim que a meta era em média 10 atividades por aluno por semana”, desabafa Luís*, professor da rede estadual desde 2011, que preferiu não se identificar.

“É uma situação muito ruim, porque nós estamos falando de uma rede de ensino com 3,5 milhões de estudantes e 200 mil professores, que estão numa situação de serem avaliados usando critérios absolutamente arbitrários, baseado no tempo em que você fica conectado em um aplicativo, numa plataforma”, critica o professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), Fernando Cássio.

  Doações e compras

O material digital é composto por plataformas desenvolvidas por empresas e parte elaborada pela própria Secretaria de Educação. A pasta anunciou, há cerca de um mês, que está usando inteligência artificial para fazer parte do material didático disponibilizado à rede.

Algumas das plataformas foram doadas pelos desenvolvedores, como no caso da Me Salva, de exercícios preparatórios para o vestibular, e a Khan Academy, especializada em matemática. As doações publicadas no Diário Oficial do Estado são estimadas em R$ 40 milhões cada uma para o uso do material por 18 meses. A Alura, plataforma para o ensino de programação digital, foi adquirida para uso pelo mesmo prazo por R$ 30,8 milhões.

Para Fernando Cássio, esses contratos, que envolvem também a compra de computadores para as escolas são a grande motivação do uso obrigatório de plataformas pela rede estadual. “O que a gente está vendo é um movimento muito violento, essa é a palavra, de substituição tecnológica [dos professores] que, na verdade, serve unicamente para justificar as aquisições bilionárias de equipamentos eletrônicos pela Secretaria de Educação de São Paulo”, afirma.

O secretário de Educação de São Paulo, Renato Feder, foi dirigente e segue sendo acionista da Multilaser, empresa que fornece computadores para a área de educação, além de outros contratos com o governo paulista.

“Não é possível a gente tampar os olhos aí para não perceber que a gente tem um secretário de educação que não é um educador, é uma pessoa que tem uma trajetória que é toda vinculada aos negócios, a uma empresa de tecnologia que vende exatamente esses equipamentos”, relaciona Cássio.

A reportagem da Agência Brasil tenta contato com a Secretaria Estadual de Educação desde a última segunda-feira (20), para se posicionar às críticas ao sistema de plataformas digitais, mas não obteve retorno até a data de publicação do texto.

Em nota anterior, referente à mobilização dos professores contra as plataformas, a pasta afirmou que "as plataformas digitais são recursos tecnológicos agregadores na produção pedagógica desenvolvida em sala de aula, fazendo parte do conteúdo ministrado pelos docentes, e continuam sendo utilizadas normalmente".

Ainda segundo a pasta, "todos os recursos oferecidos pela a Secretaria da Educação têm o objetivo de aprimorar as habilidades dos estudantes e promover o avanço dos índices educacionais de São Paulo".

   Erros e inteligência artificial

A qualidade do material também é questionada pela comunidade escolar. “Eu não uso as plataformas. Faço a chamada, porque eu sou obrigada a fazer. A aula de filosofia, por exemplo, cada aula tem em média 20 slides. Nunca que eu vou passar 20 slides para os alunos dormirem. É bom para o professor que não sabe o conteúdo, é ótimo para o professor que não gosta de dar aula, porque aí qualquer ser humano que sabe ligar e desligar [o computador] vai dar aula. Mas o professor que quer ensinar alguma coisa, quer falar de conhecimento, para esse professor a plataforma é horrível”, afirma a professora Joana*, que dá aulas de filosofia e oratória.

Em 2023, foram identificados erros grosseiros de informação no material digital elaborado pela secretaria. Em um dos trechos, era dito que, em 1888, Dom Pedro II assinou a Lei Áurea, quando, na verdade, a lei que encerrou a escravidão institucionalizada no Brasil foi assinada pela filha do monarca, a Princesa Isabel. Em outro trecho se afirmava, também de forma equivocada, que o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade é transmissível pela água.

Professor da rede estadual, Pedro* diz que encontra diversos problemas no uso do aplicativo Redação Paulista, onde os alunos escrevem redações e têm a produção corrigida automaticamente. “Os principais problemas são não conseguir identificar um texto produzido por inteligência artificial, além de não identificar erros básicos de português na sua correção automática e não reconhecer plágio”, pontua o educador.

“Nós somos obrigados a pressionar os alunos para que utilizem essas duas aplicações, se não eles ficam sem nota na disciplina de redação e leitura. E isso esbarra em vários problemas que alunos e professores não conseguem resolver. Um desses problemas é o acesso. Ora a internet da escola não funciona, ora o aluno não tem equipamento, ora o aplicativo trava”, acrescenta o professor sobre as dificuldades enfrentadas no dia a dia.

Em abril deste ano, o governo de São Paulo anunciou a utilização da ferramenta de inteligência artificial para elaboração do material didático. “Você pode usar uma ferramenta que pode facilitar o esforço inicial, mas isso vai passar pela revisão, vai passar pelo olhar, vai passar pela inteligência dos nossos professores. Nós temos excelentes conteudistas, nós temos excelentes profissionais. Eu acredito muito na melhoria da qualidade do ensino”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas na ocasião.

Na semana passada, diversas entidades ligadas à área de educação lançaram uma nota contra a forma como a tecnologia está sendo utilizada nas escolas. “Do modo como está posto pelo governo do estado, o uso da inteligência artificial se coloca mais como um processo de controle dos conteúdos trabalhados pelas professoras e professores do que uma contribuição para a melhoria da qualidade do ensino”, diz o comunicado assinado pela Ação Educativa, pela Rede Escola Pública e Universidade e pelo Instituto Alana, entre outras organizações.

Apesar de discordarem da forma de implementação, as entidades destacam que não são contrárias à inovação tecnológica na educação. “O que propomos é que seu uso seja parte de uma discussão ampla e contextualizada numa perspectiva de que possa contribuir com a melhoria da qualidade educacional e com a valorização de profissionais da educação”, acrescenta o texto.

O posicionamento coincide com o defendido pelo sindicato dos professores: "não é uma greve contra a tecnologia, obviamente, porque nós queremos a tecnologia como suporte para o trabalho do professor”, diz o presidente da Apeoesp, Fábio Moraes, a respeito da mobilização feita ao longo da semana passada.

  Remoção e demissão

“Nós tivemos apoio de muitos, mas muitos gestores, diretores de escola, coordenadores, vice-diretores, que também sentem a opressão – porque a plataforma vai oprimindo do professor, na sala de aula, até o supervisor, na diretoria”, acrescentou o sindicalista ao fazer um balanço da ação da categoria. Segundo ele, os profissionais que não se adequam ao sistema correm o risco de serem removidos dos locais de trabalho.

No caso dos professores temporários há, segundo Fernando Cássio, o risco de perda do cargo, no caso de resistência ao sistema de ensino digital.

Em dez anos, a rede estadual paulista reduziu em 46% o número de professores efetivos, segundo pesquisa divulgada pela organização não governamental Todos Pela Educação em abril. De acordo com o estudo, atualmente os educadores com contratos permanentes representam apenas 43% do total.

*Os nomes dos professores e estudantes foram alterados a pedido dos entrevistados.

Fonte: Agência Brasil


 

26 de março de 2024

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 26 de março de 2024

26.3.24

Educação Bilíngue para Surdos: Desafios e Perspectivas em Debate na Câmara dos Deputados

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Renato Araújo/Câmara dos Deputados


Amália Barros lembrou que a educação bilíngue para surdos independe da educação especial


 Comunicação e Metodologia Específicas são Fundamentais

Especialistas reunidos em uma audiência pública na Câmara dos Deputados enfatizaram que a educação bilíngue para surdos demanda uma abordagem metodológica própria, indo além da mera disponibilização de intérpretes de Libras. Segundo Rodrigo Rosso Marques, professor-adjunto do Departamento de Libras da Universidade Federal de Santa Catarina, a língua de instrução deve ser a língua de sinais em todos os ambientes escolares, com o português sendo aprendido como segunda língua.

A Importância da Linguagem de Sinais na Educação

Para uma compreensão efetiva das necessidades dos alunos surdos, Rodrigo Marques destaca a relevância de os professores utilizarem a linguagem de sinais em vez de dependerem de intérpretes. Ele ressalta a necessidade de uma duração de aula mais longa nas escolas bilíngues para surdos, considerando o tempo adicional necessário para a comunicação visual e o registro de informações.

Legislação e Desafios Futuros

Embora a educação bilíngue para surdos esteja garantida por legislação, incluindo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e uma lei específica de 2021, ainda há desafios a superar. A deputada Amália Barros (PL-MT) enfatiza a importância de avançar para garantir uma educação de qualidade, destacando a necessidade de estrutura adequada, formação qualificada de profissionais e o respeito à cultura e identidade surdas.

Seleção de Professores e Fluência em Libras

Um aspecto crítico mencionado durante o debate foi a seleção de professores para as escolas bilíngues para surdos. Messias Ramos Costa, coordenador-substituto do Curso de Língua de Sinais Brasileira, aponta deficiências na fluência em Libras entre os professores, sugerindo a criação de bancas de avaliação compostas por pessoas surdas para corrigir esse problema.

Números Reveladores

Dados do censo escolar de 2020 mostraram que, embora existam cerca de 63.106 alunos surdos matriculados na educação básica no Brasil, apenas pouco mais de 7 mil estavam matriculados em instituições de educação bilíngue. Com uma comunidade surda estimada em cerca de 11 milhões de pessoas no país, esses números destacam a necessidade de expandir o acesso à educação bilíngue para surdos.

Ao abordar essas questões, fica evidente que a implementação efetiva da educação bilíngue para surdos requer não apenas esforços legislativos, mas também mudanças significativas na prática educacional e na seleção de profissionais, garantindo assim uma experiência educacional inclusiva e de qualidade para a comunidade surda no Brasil.

Fonte: Agência Câmara de Notícias



3 de março de 2024

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 3 de março de 2024

3.3.24

Fim da reeleição, mandatos de 5 anos, quarentena para militares: o que está em debate na reforma eleitoral

 

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Fim da reeleição, mandatos de 5 anos, quarentena para militares: o que está em debate na reforma eleitoral

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco quer aprovar 'megarreforma' nas regras eleitorais ainda neste semestre. Mudanças não valeriam para eleição municipal de 2024.


O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), estabeleceu como um dos objetivos da Casa neste ano a discussão de uma “reformulação do sistema eleitoral”.


Junto a lideranças partidárias, Pacheco tem defendido a análise de textos que atualizam o Código Eleitoral e que acabam com a reeleição para prefeitos, governadores e presidente da República.



Fonte: G1




7 de outubro de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 7 de outubro de 2021

7.10.21

Projeto 'Escolha a escola do seu filho' debate importância da educação infantil

 

No início da ação apresentada pelo Correio, a orientadora pedagógica da educação infantil do Colégio Presbiteriano Mackenzie Brasília, Laura Magalhães, reiterou a importância do ensino infantil para o desenvolvimento social
Live foi mediada pela jornalista Sibele Negromonte, que entrevistou Laura Magalhães, do Mackenzie - (crédito: Minervino Júnior/CB/D.A Press)

Projeto 'Escolha a escola do seu filho' debate importância da educação infantil

No início da ação apresentada pelo Correio, a orientadora pedagógica da educação infantil do Colégio Presbiteriano Mackenzie Brasília, Laura Magalhães, reiterou a importância do ensino infantil para o desenvolvimento social

Ana Maria Pol
 
A importância da educação infantil não pode ser subestimada. Isso porque é por meio da escola da primeira infância que acontece o desenvolvimento social, cognitivo e motor da criança. O tema pautou a primeira live do projeto Escolha a escola do seu filho, realizada ontem. Na mesa, a orientadora pedagógica da educação infantil do Colégio Presbiteriano Mackenzie Brasília, Laura Magalhães, falou sobre a importância do tema na formação do ser humano.
 
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Com a mediação da subeditora da Revista do Correio, Sibele Negromonte, Laura abordou a importância do desenvolvimento da personalidade humana na primeira infância — 0 a 6 anos de idade. “É a fase mais importante da vida de uma criança, porque é quando ocorre a formação da personalidade, do pensamento científico”, pontua. “Se essa estrutura está bem fortalecida, posso construir toda a minha história, toda a minha personalidade, algo que vou levar para o futuro da minha vida adulta”, disse. De acordo com a especialista, é comum haver mais atenção para o ensino médio. “Mas se tiver que escolher, invista mais no seu filho na educação infantil, porque dificilmente o que é consolidado ali ele desaprenderá”, destacou.

Segundo a orientadora, o processo de aprendizagem na educação infantil tem mudado ao longo dos anos. “Antes da pandemia, já havia uma reflexão sobre o fazer pedagógico da educação infantil. Algumas escolas já tinham um olhar, mas a Base Nacional Curricular Comum trouxe um olhar diferente, um campo de experiência em que a criança tem o direito de experimentar e viver. Então, hoje, todas as escolas de educação infantil do Brasil tem uma base a seguir. Isso agregou, trouxe uma importância maior para que a criança seja contemplada em todos os ângulos”, explicou.
 
 Pandemia

Durante a pandemia, os processos também mudaram. “A gente teve que fazer uma adaptação de atividades síncronas e assíncronas. Então, eles interagiam diretamente com um professor, ao vivo, por até 50 minutos. Em outras atividades, foram desenvolvidas videoaulas, tarefas conduzidas, atividades”, citou. Um dos benefícios que surgiram foi o fortalecimento do vínculo entre escola e família. “A pandemia trouxe essa parceria. Os pais tiveram de se tornar, do dia para a noite, professores e educadores”.

De acordo com Laura, a pandemia serviu, ainda, para rever as qualidades e malefícios do uso de telas para o público infantil. “A tecnologia está a nosso serviço. Não estamos nós a serviço dela. Nós, adultos, ainda não sabemos entender isso, mas as crianças sim”, ressaltou. “A tecnologia veio pra mostrar que temos acesso a pessoas do mundo inteiro. Por meio dela, uma criança doente pode interagir, podemos fazer visitações on-line em museus no mundo inteiro”, pontua.

O projeto Escolha a escola do seu filho será publicado no próximo dia 24, no Correio. Amanhã, acontece a segunda live da iniciativa, sob mediação da subeditora Carmen Souza. Na mesa, a presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do DF (Sinepe-DF), Ana Elisa Dumont, abordará o desenvolvimento educacional, social, emocional e psicológico de crianças e adolescentes. Assista no link. 
 
 

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25 de janeiro de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 25 de janeiro de 2021

25.1.21

A Profissão Contábil em Debate: Chegou 2021 – Saúde e Negócios, e Agora?

 O CRCSP, em parceria com o SESCON-SP e apoio das demais Entidades Congraçadas do Estado de São Paulo, convida você a participar de mais um debate com assuntos relevantes para sua carreira.

A Profissão Contábil em Debate: Chegou 2021 – Saúde e Negócios, e Agora?

O CRCSP, em parceria com o SESCON-SP e apoio das demais Entidades Congraçadas do Estado de São Paulo, convida você a participar de mais um debate com assuntos relevantes para sua carreira.

O debate "Chegou 2021 - saúde e negócios e agora?" será transmitido ao vivo no dia 26 de janeiro, das 17h00 às 18h30, no canal do CRCSP no YouTube.

O foco do debate será 'Engajamento dos profissionais da Contabilidade' e contará com os seguintes participantes:

José Donizete Valentina
José Donizete Valentina - presidente do CRCSP
Reynaldo Pereira Lima Junior
Reynaldo Pereira Lima Junior - presidente do SESCON-SP

Para participar

1. Inscreva-se na atividade, clicando aqui.

• Profissionais de outros estados: caso ainda não tenha cadastro, clique aqui.
• Estudantes: caso ainda não tenha cadastro, clique aqui.

2. Inscreva-se no canal do CRCSP no YouTube e ative o sininho para obter a notificação.

Para emissão do certificado de participação a presença deverá ser validada por meio de 2 (dois) links que aparecerão no chat durante a transmissão.

 Programa:

Engajamento dos profissionais da Contabilidade

Público Alvo:  Profissionais da Contabilidade com registro ativo no CRCSP/demais Estados e Estudantes do Estado de São Paulo com cadastro no CRCSP (5% das vagas)

Palestrante: JOSE DONIZETE VALENTINA


Presidente do CRCSP na gestão 2020-2021, Contador, empresário contábil e professor universitário, mestre em Educação com ênfase em Contabilidade pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), especialista em Liderança Contábil e Financeira pela Anderson University, na Carolina do Sul (EUA) e em auditoria contábil, planejamento societário e empreendedorismo.Diretor do Grupo Provector Soluções Integradas, autor do livro Guia para Abertura de Empresas: Aspectos Fiscais, Tributários e Contábeis e coautor do livro Acadêmicos Explicam os Pronunciamentos Contábeis. Foi Diretor do Sindicato dos Contabilistas de Campinas (Sindcon) e é membro da Academia Paulista de Contabilidade (APC), onde ocupa a cadeira de número 10, cujo patrono é Hirondel Simões Luders. Donizete é conselheiro desde 2006. Foi vice-presidente de Desenvolvimento Profissional, vice-presidente de Fiscalização, Ética e Disciplina, e vice-presidente de Administração e Finanças do Conselho.

Palestrante: REYNALDO PEREIRA LIMA JUNIOR


Contador e Administrador de empresas, com especialização nas áreas de tecnologia da informação e política e estratégia. Tem MBA internacional em Accouting Lidership. Atua há mais de 30 anos como empresário contábil, com foco nas áreas contábil, tributária e gestão de pessoas. Nos últimos 13 anos tem conciliado sua carreira profissional com o trabalho ativo e voluntário na defesa e valorização das categorias contábil e assessoramento. É atual presidente do SESCON-SP, gestão 2019/2021. Atua também como conselheiro na Associação Comercial de São Paulo ? Distrital Norte e na Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo ? Glesp, onde preside a Comissão de Economia e Finanças. É detentor da Medalha ?Lauro Ribas Braga?, concedida pelo Rotary Club São Paulo ? Norte e da Medalha Annibal de Freitas, do Sescon-SP.

Representando o CRCSP: CONSELHEIRO JOSE DONIZETE VALENTINA

Informações:  desenvolvimento@crcsp.org.br

 

Fonte: CRC-SP