Como preencher o DBE – Documento Básico de Entrada no CNPJ

Como preencher o DBE – Documento Básico de Entrada no CNPJ

 Como preencher o DBE – Documento Básico de Entrada no CNPJ

 O  Manual Prático Abertura de Empresas, Alteração e Baixa

 Ensina como preencher na prática o DBE - Documento Básico de Entrada no CNPJ,  você aprenderá na prática como abrir uma empresa, alterar ou dar baixa.

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Manual, destina-se a todos os que necessitam executar tarefas relacionadas com rotinas contábeis, proporcionando condições de desempenhar suas funções nos departamentos legais,  e nos órgãos públicos em geral. Conhecerá todas às rotinas passo a passo para abrir, alterar e encerrar uma empresa.

 Aprenda passo a passo como abrir uma empresa, seja ela um Empresário individual,  Uma Sociedade Unipessoal, Ou Uma Sociedade Ltda.

Passo a passo para abertura de uma empresa, como fazer a viabilidade, como acessar o portal Redesim.

Como preencher o DBE – Documento Básico de Entrada no CNPJ

Material didático: O Manual é composto por uma única apostila, incluindo modelos de contratos,  abordando os assuntos e mostrando como é feita cada etapa para abertura de uma empresa, alteração, ou baixa.

Público a que se destina: todas às pessoas ligadas direta ou indiretamente com a contabilidade.

Conteúdo / Assuntos abordados:

  – Forma jurídica das empresas (fundamentos legais)

 – Tipos de empresas e Fundamento Legal das sociedades limitadas

 – Tipos de Empresas e quais as mais utilizadas

– Formas de Enquadramento Tributário

– Quais as diferenças: MEI, Empresário Individual, EIRELI, Sociedade Unipessoal e Sociedade Ltda?

 – Como abrir uma empresa passo a passo?

– Como fazer a viabilidade?

– Como acessar o portal Redesim – DBE

– Como preencher o DBE – Documento Básico de Entrada no CNPJ

 – Procedimentos – passo a passo para abrir uma empresa

 – Regras e vantagens para quem quer ser MEI

 –  Passo a Passo para Inscrição de Microempreendedor Individual

 – Modelos de contratos sociais: Abertura, Alteração e Baixa.

Dúvidas: A  contar da data de aquisição deste manual, você tem 4 (quatro) meses, para tirar dúvidas com o Professor e Contador atuante da Alves Contabilidade E-mail: alvescontabilidade@uol.com.br

Após este prazo o suporte será suspenso, mas o acesso ao manual na área de estudo é vitalício.

Após a confirmação do pagamento você recebe um E-mail com as informações de acesso ao manual, e você pode baixar e estudar.

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Estudos mostram vantagens na criação de galinhas livres

Estudos mostram vantagens na criação de galinhas livres

Estudos mostram vantagens na criação de galinhas livres

Estudos mostram vantagens na criação de galinhas livres

 Galinhas criadas livres traz uma série de benefícios para o animal e melhora a qualidade dos ovos.

O Brasil Rural conversou com Leonardo Henrique Zanetti, professor da graduação do curso de Zootecnia da Unoeste, que falou dos benefícios que podem trazer ao produtor criando galinhas soltas, livres de gaiolas.

De acordo com o professor ao observar que galinhas presas deixam de apresentar seu comportamento natural, como ciscar, rolar na areia, empoleirar, e com isso cai muito a produtividade, além de desenvolver doenças.

Leonardo Zanetti explica que as galinhas soltas aumentam a produtividade, tem baixa nos custos, diminui a incidência de doenças, e melhora a qualidade dos ovos.

"Quando a gente trabalha com saúde animal, temos que ter essa preocupação, porque algumas doenças , se perder o controle, podem atingir a todos nós", conta. Complementando que "hoje, uma preocupação que temos, porque vários consumidores já se mostram preocupados com o bem estar do animal, ficam dispostos a pagar um pouquinho mais. A gente sabe que se trabalhamos de forma 

legal com os animais, acaba refletido no alimento de boa qualidade".

Ouça a entrevista completa no player abaixo.

Professor Valdivino Sousa Equações de 1° grau com uma e duas incógnitas

Professor Valdivino Sousa Equações de 1° grau com uma e duas incógnitas

 

Professor Valdivino Sousa Equações de 1° grau com uma e duas incógnitas

 Professor Valdivino Sousa Equações de 1° grau com uma e duas incógnitas

Equação é uma maneira de resolver situações nas quais surgem valores desconhecidos quando se tem uma igualdade. A palavra “equação” vem do latim equatione, equacionar, que quer dizer igualar, pesar, igualar em peso. E a origem primeira da palavra “equação” vem do árabe adala, que significa “ser igual a“, de novo a ideia de igualdade. 

Por serem desconhecidos, esses valores são representados por letras. Por isso na língua portuguesa existe uma expressão muito usada: “o x da questão”. Ela é utilizada quando temos um problema dentro de uma determinada situação. Matematicamente, dizemos que esse x é o valor que não se conhece. 

Os gregos resolviam equações através de Geometria. Mas foram os árabes que, cultivando a Matemática dos gregos, promoveram um acentuado progresso na resolução de equações. Para representar o valor desconhecido em uma situação matemática, ou seja, em uma equação, os árabes chamavam o valor desconhecido em uma situação matemática de “coisa”. Em árabe, a palavra “coisa” era pronunciada como xay. Daí surge o x como tradução simplificada de palavra “coisa” em árabe.

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 No trabalho dos árabes, destaca-se o de Al-Khowarizmi (século IX), que resolveu e discutiu equações de vários tipos.

Al-Khowarizmi é considerado o matemático árabe de maior expressão do século IX. Ele escreveu dois livros que desempenharam importante papel na história da Matemática. Num deles, Sobre a arte hindu de calcular, Al-Khowarizmi faz uma exposição completa dos numerais hindus. O outro, considerado o seu livro mais importante, Al-jabr wa’l mugãbalah, contém uma exposição clara e sistemática sobre resolução de equações. 


As equações ganharam importância a partir do momento em que passaram a ser escritas com símbolos matemáticos e letras. O primeiro a fazer isso foi o francês François Viète, no final do século XVI. Por esse motivo é chamado “pai da Álgebra”. Viète também foi o primeiro a estudar as propriedades das equações através de expressões gerais como ax + b = 0. Graças a Viète os objetos de estudo da Matemática deixaram de ser somente problemas numéricos sobre preços das coisas, idade das pessoas ou medidas dos lados das figuras, e passaram a englobar também as próprias expressões algébricas.


A partir desse momento, as equações começaram a ser interpretadas como as entendemos atualmente: equação, o idioma da álgebra. Atualmente as equações são usadas, entre outras coisas, para determinar o lucro de uma firma, para calcular a taxa de uma aplicação financeira, para fazer a previsão do tempo, etc. E devido a evolução dos estudos das equações, podemos utilizar outras variáveis, letras, para representar o valor desconhecido, ou seja, o que se quer descobrir em uma equação.Hoje, chamamos o termo desconhecido de incógnita, que é uma palavra originária do latim incognitu, que também quer dizer “coisa desconhecida”. A incógnita é um símbolo que está ocupando o lugar de um elemento desconhecido em uma equação.

Ao resolvermos uma equação do 1º grau obtemos um resultado (esse resultado é um valor numérico que, substituindo a incógnita por ele, chegamos a uma igualdade numérica), esse pode ser chamado de raiz da equação ou conjunto verdade ou conjunto solução da equação. Veja o exemplo:
2x - 10 = 4  é uma equação do 1º grau.
2x = 4 + 10
2x = 14
x = 14 /2    Logo  7 é o conjunto verdade da equação, solução ou raiz da equação 2x - 10 = 4.
Se substituirmos o x (incógnita) pela raiz, chegaremos a uma igualdade numérica, veja:
2 . 7 - 10 = 4
  14 – 10 = 4      veja que  4 = 4 é uma igualdade numérica, tiramos a prova real de que 7 é raiz da equação

É através desse conjunto verdade que identificamos as equações equivalentes, pois quando o conjunto verdade de uma equação é igual ao conjunto verdade de outra equação dizemos que as duas são equações equivalentes. Assim, podemos definir equações equivalentes como:

Duas ou mais equações somente são equivalentes se o seu conjunto verdade for igual

Veja um exemplo de equação equivalente:
Dada as equações 5x = 10 e x + 4 = 6. Para verificar se elas são equivalentes deve-se primeiro achar o conjunto verdade de cada uma.
5x = 10                     x + 4 = 6
x = 10 : 5                  x = 6 - 4
x = 2                         x = 2

Princípio aditivo da igualdade.


Vamos a mais um exemplo:
Conforme o princípio aditivo da igualdade, as duas equações são equivalentes. Se acharmos as raízes das duas equações, perceberemos que são iguais, então afirmaremos o que esse princípio diz que as duas são equivalentes. Veja o cálculo das suas raízes:
3x – 1 = 8                     3x + 4 = 13
3x = 8 + 1                     3x = 13 - 4
3x = 9                           3x = 9
x = 9 : 3                          x = 9 : 3
x = 3                               x = 3

Princípio multiplicativo da igualdade
Esse princípio diz que ao multiplicarmos ou dividirmos os dois membros da igualdade pelo mesmo número, desde que esse seja diferente de zero, obteremos outra equação que será equivalente à equação dada. Veja o exemplo:

Dada a equação x – 1 = 2, uma das formas de achar uma equação equivalente a ela é utilizando o princípio multiplicativo da igualdade. Se multiplicarmos os dois membros dessa igualdade por 2, teremos:

4 . (x – 1) = 2 . 4
4x – 4 = 8 chegamos à outra equação que é equivalente à equação x – 1 = 2.

Já sabemos que suas equações são equivalentes se suas raízes são iguais. Então, vamos calcular as raízes do exemplo acima, para verificarmos se realmente são equivalentes.

x – 1 = 2            4x – 4 = 8
x = 2 + 1            4x = 8 + 4
x = 3                   4x = 12
                              x = 12 : 4
                              x = 3
As raízes são iguais, portanto confirmamos o princípio multiplicativo da igualdade.

Toda equação do 1º grau com uma incógnita é representada pela forma geral ax + b = c, com a, b e c pertencentes aos números reais, sendo a ≠ 0

Existe também as equações do 1º grau com duas incógnitas são representadas pela expressão ax + by = c, com a ≠ 0, b ≠ 0 e c assumindo qualquer valor real. Nesse modelo de equação, os valores de x e y estão ligados através de uma relação de dependência. Observe exemplos de equações com duas incógnitas:
 3x + 7y = 5,
Essa relação de dependência pode ser denominada de par ordenado (x, y) da equação, os valores de x dependem dos valores de y e vice versa. Atribuindo valores a qualquer uma das incógnitas descobrimos os valores correlacionados a elas. Por exemplo, na equação
3x + 7y = 5, vamos substituir o valor de y por 2:
3x + 7*2 = 5
3x + 14 = 5
3x = 5 – 14
3x = – 9
x = – 9 / 3
x = – 3
Temos que para y = 2, x = – 3, estabelecendo o par ordenado (–3, 2).


A determinação do par ordenado é de grande importância para a construção da reta representativa da equação do 1º grau no plano cartesiano. Esses conceitos são muito utilizados na elaboração de gráficos de funções, como na Geometria Analítica que relaciona os estudos algébricos com a Geometria, sendo de extrema importância para o cotidiano matemático. 

 

Valdivino Sousa é Professor, Matemático, Pedagogo, Contador, Bacharel em Direito, Psicanalista e Escritor. Criador do método X Y Z que facilita a aprendizagem de equação e expressão algébrica com objetos ilustrativos. Autor de mais de 15 livros e têm vários artigos publicados em revistas e jornais. É editor do blog Valor x Matemática News, Produtor de Conteúdo e Colunista Mtb 60.448. Semanalmente escreve para o portal D.Dez e TOP 10 News, sobre: Comportamento, Educação Matemática e Desenvolvimento da Aprendizagem. E-mail: valdivinosousa.mat@gmail.com Whatsap: 11 – –9.9608-3728 Veja Biografia

 

Após Doria determinar retorno obrigatório, secretaria diz que só 24% das escolas estaduais estão aptas a receber 100% dos alunos

Após Doria determinar retorno obrigatório, secretaria diz que só 24% das escolas estaduais estão aptas a receber 100% dos alunos

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As aulas presenciais voltam a ser obrigatórias na rede pública e privada do estado de São Paulo a partir da próxima segunda-feira (18). — Foto: CESAR CONVENTI/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Após Doria determinar retorno obrigatório, secretaria diz que só 24% das escolas estaduais estão aptas a receber 100% dos alunos.

Governo estipulou retorno presencial obrigatório a partir da segunda-feira (18). Na prática, porém, regra só deverá ser cumprida em novembro, quando não será mais exigido o distanciamento entre os estudantes.

Apenas 1.251 das 5.130 escolas estaduais de São Paulo vão voltar a receber 100% dos alunos todos os dias da semana na próxima segunda-feira (18). Isso porque somente elas conseguem garantir o distanciamento de 1 metro.

Nas demais, onde isso não é possível por falta de espaço físico, as aulas presenciais só voltam a ser obrigatórias para todos os estudantes em 3 de novembro.

A exigência também vale para as escolas privadas, mas elas terão prazos definidos pelo Conselho de Educação para se adaptarem.

No caso das municipais, a maioria das prefeituras tem autonomia para decidir. Somente em cidades menores, que não têm Conselho de Educação próprios, devem seguir a determinação do estado.

A cidade de Ribeirão Preto é uma das que manterá o esquema híbrido até ao menos o final do mês.

"A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) informa que 1.251 estão aptas a receber 100% dos estudantes sem revezamento. A pasta ressalta que os casos prováveis de servidores, funcionários e alunos são acompanhados por meio do SIMED (Sistema de Informação e Monitoramento da Educação para COVID-19) da Seduc-SP, que tem os dados atualizados periodicamente", disse a pasta em nota.

Mais cedo durante coletiva de imprensa, o secretário estadual da Educação, Rossieli Soares, afirmou que o distanciamento ainda deve ser mantido até 3 de novembro.

"Começamos com a obrigatoriedade dos estudantes já na segunda-feira. O Conselho vai deliberar sobre o prazo para as escolas privadas. Vai ter um prazo em que a escola privada poderá se adaptar à regra. Para as redes municipais, deverá ser observada a regra de cada conselho", disse o secretário.

De acordo com o secretário, os estudantes só poderão deixar de frequentar as escolas mediante apresentação de justificativa médica, ou aqueles que fazem parte do grupo de exceções definidos:

  • Gestantes e puérperas
  • Comorbidades com idade a partir de 12 anos que não tenham completado ciclo vacinal contra a Covid
  • Menores de 12 anos que pertencem a grupos de risco para a Covid e ou condição de saúde de maior fragilidade

O uso de máscara por parte de estudantes e funcionários permanece obrigatório para todos, assim como a utilização de álcool em gel nas escolas e equipamentos de proteção individual por parte de professores e demais funcionários.

No início de agosto, o governo estadual liberou o retorno às aulas presenciais com 100% ocupação respeitando os protocolos sanitários, o que em algumas unidades exigiu revezamento de grupos.

Apesar da autorização, o envio do estudante para a sala de aula era facultativo aos pais. Na ocasião, as prefeituras também tinham autonomia para definir as datas e regras de abertura. 

Quanto aos casos suspeitos, a Secretaria afirmou que as "bolhas" das pessoas em contato seguirão sendo suspensas das aulas presenciais.

"Servidores, funcionários e alunos são acompanhados por meio do Sistema de Informação e Monitoramento da Educação para Covid-19 da Secretaria e quando há o surgimento de diagnóstico provável ou suspeito no ambiente escolar, os contactantes são identificados, a pessoa é isolada e orientada a buscar atendimento na rede de saúde. É o médico quem determina, conforme avaliação, o período de afastamento e a indicação e o tratamento que deverá ser seguido.

Os alunos contactantes, por sua vez, são afastados das aulas presenciais e acompanham as atividades de classe por intermédio do Centro de Mídias, sem prejuízo para o aprendizado. No caso dos servidores e funcionários, também são orientados para o acompanhamento médico, que irá determinar o afastamento e o tratamento", diz a nota. 

Sindicato é contrário

O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) considerou a medida desnecessária, descabida e perigosa.

Na avalição da Apeopesp, as escolas não têm condições de cumprir os protocolos de segurança contra a Covid.

O sindicato ainda alega que em diversas instituições não há funcionários de limpeza para garantir a higienização das unidades. 

Unesco é favorável

A Unesco não tem dúvidas de que este é o momento de reabrir as escolas, especialmente considerando os prejuízos do ensino à distância na aprendizagem.

"Nada substitui o ensino presencial e sabemos que muitos alunos e famílias tiveram problemas de conectividade e nos equipamentos para o ensino hibrido. As populações vulneráveis não têm condições de comprar pacotes de dados e o suporte não foi suficientemente bem estruturado no Brasil, apesar do esforço das secretarias de Educação. A Unesco vêm alertando para a catástrofe que o ensino à distância pode causar na aprendizagem, com perdas educacionais muito expressivas, inclusive no processo cognitivo", disse Marlova Noleto, diretora e representante da Unesco no Brasil.

Vacinação no estado de SP

Segundo dados do Vacinômetro atualizados até as 18h42 desta quarta (13), foram aplicadas 67,1 milhões de doses no estado, o que representa:

  • 99,43% da população adulta com uma dose
  • 80,95% da população adulta com esquema vacinal completo
  • 82,84% da população total com uma dose
  • 62,08% da população total com esquema vacinal completo

Histórico

Em setembro do ano passado, o estado retomou as aulas presenciais durante a pandemia, mas manteve um percentual limitador de 35% dos alunos matriculados por dia.

Durante a fase emergencial, em março deste ano, as instituições ficaram abertas apenas para acolhimento de crianças em situação de maior vulnerabilidade e oferta de merenda.

Em abril, as escolas foram liberadas para voltar a receber alunos, desde que mantendo a capacidade máxima de 35%. 

 

Fonte: G1

     

Dia do Professor o querer ser e fazer

Dia do Professor o querer ser e fazer

 

Hoje, 15 de Outubro  comemora -se o dia do Professor. Ensinar, acima de tudo, é um ato de amor, porque só por amor, doamos o nosso tempo para que outras pessoas tenham oportunidades.

Dia do Professor o querer ser e fazer

Hoje, 15 de Outubro  comemora -se o dia do Professor. Ensinar, acima de tudo, é um ato de amor, porque só por amor, doamos o nosso tempo para que outras pessoas tenham oportunidades.

 Quem não conhece a perguntinha chata que os pais e conhecidos fazem as crianças: “O que você quer ser quando crescer?”. Como se o ser humano fosse limitado e quando crescer só pudesse fazer uma coisa,  porque são crianças elas até respondem que quando crescerem quer ser: astronauta, cientista, engenheiro, advogado, outras artistas, jogador de futebol etc. Tais respostas apontam o interesse atual da crianças monetário, ou sua admiração por pessoas ou personagens públicas, e revelam, invariavelmente, seu descompromisso para um com o futuro.

Crianças não pensam no que virá, a não ser no que estiver bem próxima a ela e, que certamente se tornará realidade: as férias, os presentes que esperam ganhar, a festa a que irão, por isso, que essa pergunta idiota, não afeta o ego da criança e pouco importa para elas o que significa essa pergunta

 Porém essa pergunta chata continua, pois terminada a infância e no início da adolescência, a pergunta passa a ser uma cobrança, uma pressão, uma forte de angústias e preocupações. Por quê? Porque a resposta que darão a ela precisa ser certa – imagina os jovens, influenciados por nós e infelizes lá na frente. Por outro lado, os jovens pensam, puxa, então eu só posso ser uma coisa na vida, ou seja, só posso ter uma profissão? Que responsabilidade dos pais hein!?

  O ser humano é limitado para uma única coisa?

O que veem provando para pais, educadores e para os especialistas tradicionais é que existem atualmente pessoas fazendo mais de uma, ou duas coisas ao mesmo tempo, ou seja, algo comum em outros, país em que a pessoa é cantor, ator e jornalista. Ou, engenheiro e economista, ou professor, economista e escritor. Afinal o ser humano é limitado e só pode exercer uma atividade? A resposta seria não!, Quem nunca já ouviu alguém dizer sou engenheiro e nas horas vagas sou cozinheiro de mão cheia. Sou jornalista, músico e adoro cozinhar.

 Os jovens começaram a perceber que aquela pergunta chata, o que você quer ser quando crescer?”, é mesmo uma pergunta idiota, pois o ser humano não é limitado a só uma coisa. Então, entre várias profissões e atividade eu só posso escolher uma – quem disse isso, quem determinou isso os pais?. Os tradicionalistas conservadores deparam e contradiz com teoria do desenvolvimento cognitivo, ou seja, se cada pessoa tem várias vertentes e capacidades para desenvolver, porque fixar só em uma para o resto da vida?. Claro, que a pessoa se é capaz de fazer mais de uma atividade deve-se fazer dentro de seu limite e fazer bem, dividir o tempo é importante. Os país atualmente sabe que a escolha de um curso, seja ele universitário ou técnico, não é tudo isso, e essa escolha não limita e define a vida para sempre. É importante saber que uma profissão não define a pessoa, define apenas uma vida profissional. E, também saber que uma profissão não limita seu potencial, seu potencial pode ir além e tem limite para outras profissões.

  Na vida prática

Experimente conversar com jovens que pensam por essa fase de escolha e veja como eles ficam atormentados com o fato de que o curso que farão os definirá. “ Fico desesperado ao pensar que vou ser conhecido pelo resto da vida como engenheiro, ou médico”, respondem os jovens entre idade de 15 a 17 anos. Outro responde “sou muito novo para saber o que quero até o fim de minha vida”, a vida do ser humano é bastante mutável, e sabemos que não somos limitados a fazer uma única coisa para o resto de nossas vidas, desde que gostamos podemos fazer e atuar em outras atividades.  Ser e fazer, vida pessoal e vida profissional: tais conceitos estão identificados para muitos jovens, o que é um equívoco. Equívoco que, por sinal, é fácil compreender: nós temos aceitado com facilidade que o trabalho é o que de mais importante fazemos, que é o que nos motiva na vida, dá prazer, realização pessoal e não é? Segundo pesquisas 70% das pessoas fazem o que não gostam e 30% gostam do que fazem, mas também se realizam fazendo outras atividades.

  Um diploma universitário não limita e define a vida profissional

Outro ponto importante que as pessoas precisam saber, é que um diploma universitário não limita e define a vida profissional, apenas amplia. Cada profissão pode ser exercida em uma variedade incrível de campos. Os jovens precisam mudar a referência que têm a respeito da escolha do curso universitário. Qualquer curso é uma porta que abrem muitas outras, e não fecha a maioria delas.

Sabermos que muitas pessoas se deixaram a se levar por esse caminho, achando que apenas um diploma de determinado curso superior fosse os definirem para o resto da vida, quando na verdade essas pessoas encontram se fazendo outras coisas e atividades diferentes. Claro que o trabalho é importante em nossa vida: por meio dele que garantimos nossa sobrevivência. Mas é por meio da vida pessoal que garantimos nosso potencial produtivo, e não o contrário. Podemos, por exemplo, ficar temporariamente sem exercer a profissão, e nesse período a vida pessoal nos ajuda a enfrentar as dificuldades decorrentes dessa situação e até a sustentar um outro trabalho remunerado qualquer.

Quem nunca encontrou alguém fazendo algo totalmente diferente daquilo em que se formou? Quem nunca encontrou alguém exercendo atividades diversas ou correlatas, os jovens sabem disso, que vivemos num mundo cheio de oportunidades e vence aquele mais inteligente, ou quem tem mais oportunidade? E, então saber usar os potenciais intelectuais naquilo que gostam é satisfatório, e não tentar usar naquilo que fez para agradar a alguém. Será que você é você mesmo? Porque não ousar, extravasar e colocar em prática aquilo que querer ser e fazer.

  Ah, então é por isso que hoje em dia os pais respondem: “meu filho faz o que ele quiser, e vou deixar ele livre para escolher o quer fazer da vida”. Será que os pais estão caindo na realidade e deixando o tradicionalismo ultrapassado de lado, ou seja, e não mais com aquela perguntinha chata: “O que você quer ser quando crescer?”. Ou os pais atualmente enxergaram que seu filho  um ser humano capaz, não limitado uma só coisa, e que pode fazer muitas coisas quando crescer. 

 

Valdivino Sousa é Professor, Matemático, Pedagogo, Contador, Bacharel em Direito, Psicanalista e Escritor. Criador do método X Y Z que facilita a aprendizagem de equação e expressão algébrica com objetos ilustrativos. Autor de mais de 15 livros e têm vários artigos publicados em revistas e jornais. É editor do blog Valor x Matemática News, Produtor de Conteúdo e Colunista. Semanalmente escreve para o portal D.Dez e TOP 10 News, sobre: Comportamento, Educação Matemática e Desenvolvimento da Aprendizagem. E-mail: valdivinosousa.mat@gmail.com Whatsap: 11 – –9.9608-3728 Veja Biografia

Você sabe quais os tipos de alterações contratuais de uma empresa?

Você sabe quais os tipos de alterações contratuais de uma empresa?

 

O processo de alteração também é elaborado pelo Portal Redesim – Via Rápida Empresa – sistema integrado que permite a legalização de empresas na Junta Comercial. Vamos ao passo a passo:

Muitos não sabem, mas existem vários tipos de alterações contratuais de uma empresa, algumas razões levam uma alteração contratual, e qualquer registro na Junta Comercial, ou Cartório representa uma mudança no atual contrato social. Veja os tipos mais comuns de alterações de uma empresa.

  • Alteração de endereço;
  • Alteração do nome empresarial;
  • Alteração de natureza jurídica;
  • Alteração de atividades econômicas (objeto social) ;
  • Alteração de quadro societário;
  • Transformação de tipo jurídico.
  • Alteração no capital e outras cláusulas contratuais.

Veja também:

Como fazer uma alteração de empresa na JUCESP

Quais os tipos de alterações contratuais de uma empresa?

Como fazer alteração de empresa na JUCESP

O processo de alteração também é elaborado pelo Portal Redesim – Via Rápida Empresa – sistema integrado que permite a legalização de empresas na Junta Comercial. Vamos ao passo a passo:

I– Viabilidade

Não são todas as alterações ocorridas na JUCESP que necessitam de consulta de viabilidade. As alterações mais comuns que se faz necessária a Viabilidade, são as seguintes:

  • Alteração de endereço dentro do mesmo município;
  • Alteração de nome empresarial;
  • Alteração de natureza jurídica;
  • Alteração de atividade econômica;
  • Alteração do tipo de unidade;
  • Alteração da forma de atuação.

Se a alteração que deseja realizar se enquadrar em alguma dessas, é necessário efetuar a Consulta de Viabilidade no Portal Via Rápida Empresa. Além disso, depois da Viabilidade aprovada o próximo passo é o Preenchimento do DBE.

II– Preenchimento do DBE

Se houver a necessidade de realizar a Consulta de Viabilidade, nesse passo de preenchimento será necessário informar o Protocolo dessa consulta.

Faça o preenchimento de todas as informações solicitadas. Além disso, verifique as pendências e antes de finalizar averigúe todo o documento básico para não precisar de retrabalho.

Todo esse processo de preenchimento do DBE pode ser transmitido/assinado pelo certificado digital.

III – Registro

Enquanto o DBE (Documento básico) está sendo processado, faça o preenchimento do registro.

O processo de alteração não é digital, ou seja, é necessário comparecer à Junta Comercial com as devidas vias assinadas.

Para realizar a impressão da documentação que deverá ser conduzida ao órgão responsável – JUCESP, é necessário, ao finalizar o preenchimento do Registro, consultar o processo.

É necessário realizar o preenchimento das informações e logo após será liberado a impressão dos documentos. O guia para pagamento (DARE) poderá ser impresso junto com a documentação.

Sobre a impressão dos documentos serão necessárias 3 vias. Além disso, será necessário solicitar as assinaturas dos empresários e encaminhar essa documentação a Junta do Estado.

Precisa fazer uma alteração?

Entre em contato conosco.

Fones: 11 -3229-9277 Cel e Whatsap: (11) 9.9608-3728

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 Fonte: Hasa

 

 

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