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2 de maio de 2026

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 2 de maio de 2026

2.5.26

Bolsonaro apresenta melhora após cirurgia e pode receber alta nos próximos dias

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Ex-presidente evolui de forma positiva após procedimento no ombro em Brasília e segue em recuperação com fisioterapia


Recuperação avança após procedimento cirúrgico

O ex-presidente Jair Bolsonaro apresenta evolução considerada satisfatória após passar por uma cirurgia no ombro direito. De acordo com o ortopedista Alexandre Firmino, responsável por acompanhar o caso, o quadro clínico é estável e a recuperação segue dentro do esperado, com possibilidade de alta hospitalar já na próxima segunda-feira.

O procedimento foi realizado na manhã de sexta-feira (1º) no Hospital DF Star, unidade onde o ex-chefe do Executivo permanece internado sob observação médica.

Equipe médica destaca evolução positiva

Segundo o médico, a resposta do organismo ao tratamento tem sido adequada desde as primeiras horas após a cirurgia. A recuperação envolve não apenas cuidados pós-operatórios, mas também sessões de fisioterapia motora e pulmonar, fundamentais para acelerar o restabelecimento completo.

A avaliação clínica indica que, mantendo o ritmo atual, Bolsonaro poderá deixar o hospital em breve e continuar o tratamento em casa, sob monitoramento.

Michelle Bolsonaro atualiza estado de saúde

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro tem compartilhado atualizações frequentes sobre a recuperação do marido. Em publicação recente, afirmou que ele passou a noite bem e que o quadro está sob controle.

Ela também destacou avanços importantes, como a retirada do suporte de oxigênio nasal e a retomada gradual da alimentação, incluindo ingestão de sopa. Outro sinal positivo foi o retorno dos movimentos na mão do braço operado, algo esperado após o efeito da anestesia.

Entenda a cirurgia no ombro

O procedimento realizado foi para tratar lesões no manguito rotador, estrutura essencial para a movimentação do ombro. Essas lesões teriam sido agravadas após uma queda ocorrida no início do ano, enquanto Bolsonaro estava sob custódia em Brasília.

A cirurgia também abordou danos associados, comuns nesse tipo de trauma, visando restaurar a mobilidade e reduzir dores crônicas.

Segurança e logística durante a internação

A chegada do ex-presidente ao hospital contou com um esquema especial de segurança. A operação envolveu a Polícia Militar do Distrito Federal, com apoio de unidades de inteligência e policiamento regional para garantir o deslocamento seguro até a unidade de saúde.

Contexto jurídico e autorização para cirurgia

A realização do procedimento foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, após solicitação da defesa do ex-presidente.

Bolsonaro cumpre pena em regime domiciliar desde o final de março, em decisão que levou em consideração seu estado de saúde. A medida tem caráter temporário e foi concedida por um período inicial de 90 dias.

Saúde fragilizada motivou decisão judicial

Entre os fatores considerados para a prisão domiciliar estão problemas médicos recentes, incluindo um quadro de broncopneumonia bilateral. Esse histórico reforçou a necessidade de acompanhamento contínuo e cuidados especiais durante a recuperação.

Expectativa de retorno para casa

Caso a evolução clínica continue positiva, a expectativa é de que Bolsonaro retorne à sua residência nos próximos dias, onde seguirá em reabilitação. O acompanhamento médico deverá continuar com foco na recuperação total dos movimentos do ombro e na prevenção de complicações.

O caso segue sendo monitorado de perto por profissionais de saúde e também acompanha atenção pública devido à relevância política do ex-presidente.

Com informações da CNN Brasil

2 de maio de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 2 de maio de 2021

2.5.21

Mobilização Nacional grupo participa de ato na defesa de Jair Bolsonaro em Vitória da Conquista

 

Brasileiros foram às ruas neste sábado (1º), Dia Internacional do Trabalhador. Em Vitória da Conquista o ato aconteceu na Praça Sá Barreto. De acordo com Luiza Ariana da Rocha

Mobilização Nacional grupo participa de ato na defesa de Jair Bolsonaro em Vitória da Conquista

Brasileiros foram às ruas neste sábado (1º), Dia Internacional do Trabalhador. Em Vitória da Conquista o ato aconteceu na Praça Sá Barreto. De acordo com Luiza Ariana da Rocha Mota Ferraz, que foi vice na chapa de David Salomão Santos Lima, ambos do PRTB, à Prefeitura de Vitória da Conquista nas Eleições 2020, que registrou as fotos reproduzidas pelo BLOG DO ANDERSON, comentou sobre o evento:

Então hoje um dia importante para nós brasileiros o Dia do Trabalhador, e não poderíamos deixar de celebrar também o dia da família brasileira, aquela que todos os dias através de seu trabalho honesto alimenta seus filhos e busca um país melhor para as futuras gerações sem corrupção com esse mesmo espírito fomos as ruas hoje para dizer que somos Bolsonaro e acreditamos que a nossa Constituição precisa ser respeitada por todos os poderes”.

 

Fonte: Blog do Anderson

 

27 de abril de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 27 de abril de 2021

27.4.21

Bolsonaro lamenta beijo gay e diz que PT promovia sexualização em escolas

 

Fala com apoiadores nesta 3ª feira  Escolas tiveram “doutrinação”, diz  O presidente Jair Bolsonaro disse nesta 3ª feira (27.abr.2021) que o ex-ministro da Educação Fernando Haddad e os governos do PT deixaram “barbaridades” de herança para o Brasil

 Bolsonaro lamenta beijo gay e diz que PT promovia sexualização em escolas


27.abr.2021 (terça-feira) - 14h27

 Fala com apoiadores nesta 3ª feira

Escolas tiveram “doutrinação”, diz

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta 3ª feira (27.abr.2021) que o ex-ministro da Educação Fernando Haddad e os governos do PT deixaram “barbaridades” de herança para o Brasil. O chefe do Executivo afirmou que as gestões anteriores promoviam o que chamou de “doutrinação” nas escolas públicas.

Alguns querem que a gente resolva imediatamente, não dá para resolver. Fazemos o possível. Você não vê mais aquela doutrinação, aquela sexualização na escola. Praticamente zerou no nosso governo”, disse.

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A apoiadores no Palácio da Alvorada, afirmou que o ex-presidente Luiz Inácio do Lula da Silva foi a um evento em que 2 homens se beijaram. Bolsonaro chamou a cena de “dantesca”.

Tem uma cena dantesca: num evento, tá o Lula, acho que a Dilma, o Haddad atrás, Celso Amorim e 2 homens se beijando, mas de língua. Parecia aqueles casais apaixonados do Titanic, coisa inacreditável. Cada um vai fazer amor, ser feliz como bem entender. Agora, aquela cena… Um presidente da República sorrindo, de deboche, como se fosse uma coisa mais linda do mundo”, declarou.

Bolsonaro se refere a um ato de janeiro de 2018 de que o então pré-candidato Lula participou em São Paulo. Nas fotos do encontro, a presidente da sigla, Gleisi Hoffman, aparece ao lado do petista. Não foi possível ver a ex-presidente Dilma Rousseff e os ex-ministros Fernando Haddad e Celso Amorim.

O presidente continuou comentando sobre o assunto com seus apoiadores: “Cada um vai ser feliz como bem entender, entre 4 paredes, na sua intimidade. Agora, publicamente, nem um casal hétero pega bem fazer isso daí. A gente não faz isso. Eu sou casado e jamais farei isso em público, nem quando conhecia a dona Michelle. Agora, o que acontece lá dentro do Alvorada, isso aí não interessa para ninguém”, disse.

 

Fonte: Poder 360 

 

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22 de abril de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 22 de abril de 2021

22.4.21

Veja discurso de Bolsonaro na Cúpula do Clima; 'governo sai como entrou: desacreditado'

 

Presidente mudou o discurso feito na Assembleia da ONU e fez promessas que não condizem com a atual política nacional de meio ambiente, afirmaram especialistas.   O presidente Jair Bolsonaro fez um discurso nesta quinta-feira (22) na Cúpula de Líderes sobre o Clima e prometeu adotar medidas que reduzam as emissões de gases do efeito estufa. Ele pediu "justa remuneração" por serviços ambientais prestados pelo país (veja mais no vídeo acima).

  Veja repercussão do discurso de Bolsonaro na Cúpula do Clima; 'governo sai como entrou: desacreditado'

Presidente mudou o discurso feito na Assembleia da ONU e fez promessas que não condizem com a atual política nacional de meio ambiente, afirmaram especialistas.

 O presidente Jair Bolsonaro fez um discurso nesta quinta-feira (22) na Cúpula de Líderes sobre o Clima e prometeu adotar medidas que reduzam as emissões de gases do efeito estufa. Ele pediu "justa remuneração" por serviços ambientais prestados pelo país (veja mais no vídeo acima).

Especialistas ouvidos pelo G1 viram nos comentários do presidente "promessas vagas" e avaliaram que "o governo sai da Cúpula do Clima do mesmo jeito que entrou: desacreditado". Organizada pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, a cúpula convocou 40 chefes de Estado e de governo, além de representantes da Organização das Nações Unidas (ONU).

Especialistas ressaltaram que Bolsonaro discursou sobre metas climáticas já estabelecidas anteriormente pelo país e estabeleceu compromissos importantes, mas:

  • prometeu dobrar investimento em fiscalização, embora o Orçamento atualmente proposto para o Ministério do Meio Ambiente seja o menor dos últimos 21 anos;
  • citou dados errados sobre a preservação da Amazônia e as emissões de gases de efeito estufa;
  • adotou discurso que diverge das promessas feitas na Organização das Nações Unidas (ONU) no final de 2020;
  • e não apresentou ação concreta para alcançar o desmatamento ilegal zero e a neutralidade de carbono.

Bolsonaro e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, na Cúpula dos Líderes Sobre o Clima nesta quinta-feira (22). — Foto: Marcos Correa/Brazilian Presidency via Reuters

Investimento em fiscalização

O secretário-executivo do Observatório do Clima, Marcio Astrini, também comenta a promessa de duplicar o orçamento para fiscalização ambiental, mas lembra que o governo federal cortou verbas do Ministério do Meio Ambiente.

"É uma mentira. Na verdade, ele mesmo [Bolsonaro] colocou a fiscalização ambiental no orçamento para 2021 como o menor dos últimos 20 anos, então ele simplesmente não tem a menor noção da realidade", disse Marcio Astrini, secretário-executivo do OC.

O ambientalista se refere ao Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) deste ano, em que o governo destinou R$ 1,72 bilhão ao Ministério do Meio Ambiente. A proposta reduz em 27,4% os recursos de 2021 destinados à fiscalização ambiental e ao combate de incêndios florestais.

Já o coordenador do Laboratório de Gestão de Serviços Ambientais e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Raoni Rajão, lembra ainda que o Brasil poderia dispor de R$ 2,9 bilhões que estão paralisados no Fundo Amazônia desde janeiro de 2019.

"Importante Bolsonaro ter indicado mais recurso para ações de fiscalização. Mas hoje o Fundo Amazônia ainda tem dezenas de milhões de recursos que estão prontos para uso, inclusive para a Força Nacional", disse Rajão.

Para o professor da UFMG, o mais urgente é a contratação de fiscais e a substituição do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, pelo que ele chama de "um ministro efetivamente comprometido com a agenda ambiental".

De 2016 a 2018, o Ibama recebeu recursos do Fundo Amazônia para bancar o aluguel de veículos especiais em operações na Amazônia e implementar pelo menos 466 missões de fiscalização. Em 2019, o ministro Salles tentou mudar as regras do fundo para destinar os recursos captados para indenizar proprietários de terras. Tanto Noruega quanto Alemanha congelaram as doações milionárias ao Fundo por falta de gerência do governo federal.

Ricardo Galvão destaca mudança de discurso de Bolsonaro a respeito do aquecimento global

Ricardo Galvão destaca mudança de discurso de Bolsonaro a respeito do aquecimento global

O secretário-executivo do Observatório do Clima, Marcio Astrini, ainda destaca que, mais uma vez, o presidente brasileiro pediu dinheiro à comunidade internacional para executar as promessas de proteção à Amazônia.

"Ele passou a metade do vídeo pedindo dinheiro [...]. É também importante dizer que esse pedido de dinheiro tão insistentemente feito para outros países não faz nenhum sentido", diz Astrini, que também cita a verba paralisada no Fundo Amazônia. "O problema do Brasil não é falta de recursos, é falta de governo e de compromisso."

Dados ultrapassados x prática

A especialista sênior em políticas públicas do Observatório do Clima e ex-presidente do Ibama, Suely Araújo, destaca que o presidente apresentou dados ultrapassados do Brasil.

"As promessas colidem com a prática. Mostram-se dados passados, anteriores ao governo Bolsonaro, como um cenário de um país que se preocupa com a questão ambiental. O governo atual desconstruiu o que se fazia nesse sentido e demanda dinheiro para corrigir o que eles mesmo pioraram", afirma Suely.

Para ela, "mais importante do que financiamento internacional é a reversão do quadro de desmonte completo da política ambiental".

O climatologista Carlos Nobre afirma que o discurso foi vago e não apresentou ações concretas.

"Foi um discurso defensivo e não proativo. Se esperava que apresentassem propostas concretas de como zerar os desmatamentos, degradação e queimadas na Amazônia, fator principal que tornou o país um grande vilão ambiental, nacional e globalmente", declarou Carlos Nobre.

Promessas mais ambiciosas

A coordenadora de Clima e Justiça do Greenpeace, Fabiana Alves, explica que, diferente de discursos anteriores, Bolsonaro fez agora promessas mais ambiciosas, mas não apresentou medidas concretas de como conquistará a neutralidade de carbono até 2050 - uma década mais cedo do que o prometido anteriormente.

“O governo Bolsonaro não possui política pública para a contenção do desmatamento. Em sua fala, ele ressalta o mercado de carbono como solução, dando às empresas de combustíveis fósseis um caminho para ‘compensar’ sua poluição com florestas, em vez de, de fato, reduzi-la”, diz Alves.

A Cúpula de Líderes sobre o Clima foi organizada pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e contou com a participação de cerca de 40 líderes de estado de várias partes do mundo.

Emissões de gases

Sobre os dados apresentados por Bolsonaro, a especialista do Observatório do Clima Suely Araújo destaca que o discurso trouxe apenas dados em porcentagens, e não em números absolutos, o que ajudou a maquiar a situação do país quanto à emissão de gases de efeito estufa (GEE).

"Ele diz que o Brasil participou com menos de 1% das emissões históricas desses gases, mesmo sendo uma das maiores economias do mundo. Mas a realidade hoje é que o Brasil é o sexto maior emissor de GEE no mundo atualmente", explica Araújo.

O climatologista Carlos Nobre esclarece que até mesmo as porcentagens apresentadas por Bolsonaro nesta manhã estavam incorretas.

"O Brasil emite entre 4 e 5% das emissões globais de todos os gases de efeito estufa", diz Nobre, rebatendo a fala do presidente de que o país emite menos de 3% das emissões globais anuais.

Bolsonaro também afirmou que o Brasil tem "orgulho de conservar 84% de nosso bioma amazônico", mas Nobre ressalta que o número, mais uma vez, não está correto.

"Já desmatamos por corte raso cerca de 20% da floresta amazônica, e há uma área estimada entre 10% e 20% adicionais em diferentes graus de degradação. Em 2020, as emissões diminuíram na maioria dos países devido à pandemia. No Brasil, aumentaram por causa dos desmatamentos da floresta Amazônica", disse o climatologista.
Bolsonaro na Cúpula do Clima: vamos reduzir emissões em 40% até 2030

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Discurso divergente do feito na ONU

O secretário-executivo do Observatório do Clima destacou divergências entre as promessas feitas por Bolsonaro nesta quinta e as promessas feitas anteriormente à Organização das Nações Unidas (ONU). Um exemplo foi quando ele afirmou nesta quinta que o Brasil vai zerar até 2030 o desmatamento ilegal.

"Essa proposta já tinha sido apresentada na ONU, na submissão do Brasil de promessas de clima em 2015. E o governo Bolsonaro, quando fez a releitura da submissão em 2030, retirou esse compromisso. E agora ele está falando novamente de desmatamento ilegal zero até 2030. Então a gente tem que saber para quem ele está falando a verdade: para a ONU ou (para Biden) nesse vídeo?", Márcio Astrini, secretário-executivo do OC.

Astrini destaca outra divergência entre os discursos, desta vez sobre a promessa de o país zerar as emissões de carbono.

"Hoje Bolsonaro fala em neutralidade de carbono para o Brasil em 2050. Na proposta oficial encaminhada para ONU em dezembro, está lá que a meta é 2060".

Bolsonaro discursou na Assembleia da ONU em setembro do ano passado. Na ocasião, ele afirmou que o Brasil é "vítima" de uma campanha "brutal" de desinformação sobre a Amazônia e o Pantanal.

"De maneira geral, o governo sai da Cúpula do Clima do mesmo jeito que entrou: desacreditado. Um governo que está há 28 meses prestando serviços para o crime ambiental, destruindo o meio ambiente no Brasil. Não vai ser um vídeo de cinco minutos que vai reverter essa situação", conclui Astrini.

As promessas na Cúpula

Bolsonaro participou da cúpula acompanhado de alguns ministros, entre os quais o do Meio Ambiente, Ricardo Salles, alvo de críticas de ambientalistas e de diversos setores da sociedade.

Entre outros pontos, Bolsonaro disse no discurso que o Brasil se compromete a:

  • zerar até 2030 o desmatamento ilegal;
  • reduzir as emissões de gases;
  • buscar 'neutralidade climática' até 2050, antecipando em dez anos;
  • 'fortalecer' os órgãos ambientais, 'duplicando' recursos para fiscalização.

"À luz de nossas responsabilidades comuns, porém diferenciadas, continuamos a colaborar com os esforços mundiais contra a mudança do clima. Somos um dos poucos países em desenvolvimento a adotar e a refirmar a NDC transversal e abrangente, com metas absolutas de redução de emissões, inclusive para 2025, de 37%, e de 40% até 2030", afirmou o presidente na cúpula.

"Coincidimos, senhor presidente, com seu chamado ao estabelecimento de compromissos ambiciosos. Nesse sentido, determinei que nossa neutralidade climática seja alcançada até 2050, antecipando em dez anos a sinalização anterior", completou.

Em outro trecho, Bolsonaro declarou: "É preciso haver justa remuneração pelos serviços ambientais prestados por nossos biomas ao planeta como forma de reconhecer o caráter econômico das atividades de conservação."

Fonte: G1

11 de março de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 11 de março de 2021

11.3.21

Eleições 2022 | Bolsonaro e Lula estão empatados em um possível 2º turno, diz CNN

 

Eleições 2022 | Bolsonaro e Lula estão empatados em um possível 2º turno, diz CNN   Nesta quarta-feira (10), a CNN e o Instituto Real Time Big Data divulgaram pesquisa de intenção de voto sobre as eleições presidenciais de 2022.

Eleições 2022 | Bolsonaro e Lula estão empatados em um possível 2º turno, diz CNN 

Nesta quarta-feira (10), a CNN e o Instituto Real Time Big Data divulgaram pesquisa de intenção de voto sobre as eleições presidenciais de 2022.  

O levantamento foi feito citando os oitos principais candidatos, sendo Jair Bolsonaro, Lula, Sergio Moro, Ciro Gomes, Luciano Huck, João Doria, João Amoêdo e Marina Silva. De acordo com o levantamento, em um primeiro turno, Bolsonaro aparece com 31% dos votos, seguido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP), com 21%.  

No terceiro lugar há quatro candidatos tecnicamente empatados: Sergio Moro (10%), Ciro Gomes (9%), Luciano Huck (7%) e João Doria (4%). Na sequência João Amoedo registou 2% das intenções de voto e Marina Silva somou 1%. Segundo a CNN Brasil, considerando o cenário de um segundo turno entre os candidatos que lideram a pesquisa, Bolsonaro e Lula, a pesquisa registrou 43% das intenções de votos para o atual presidente, e 39% para o ex-presidente Lula.  

Levando em conta a margem de erro, de três pontos percentuais para mais ou para menos, eles estão tecnicamente empatados no segundo turno.  A pesquisa aponta que votos brancos e nulos somam 15%. Já 3% dos entrevistados não sabem ou não responderam essa etapa da pesquisa. 

 

Fonte: Blog do Anderson