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26 de abril de 2025

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 26 de abril de 2025

26.4.25

Brasília completa 65 anos: a relação de Valdivino Sousa com a capital que o inspirou a vencer na vida

 

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Nesta segunda-feira, 21 de abril de 2025, Brasília — a capital do Brasil — celebra seus 65 anos de fundação. Com sua arquitetura única, traçada por Lúcio Costa e Oscar Niemeyer, a cidade representa não só o centro político do país, mas também um polo de cultura e comunicação. Para Valdivino Sousa, Brasília é muito mais do que uma capital — é um símbolo de inspiração e transformação pessoal.

Na década de 1980, Valdivino vivia no interior da Bahia e descobriu Brasília através das ondas do rádio. Durante o dia, era fiel ouvinte da Rádio Nacional da Amazônia, e à noite, acompanhava a programação da Rádio Nacional AM de Brasília. Através dessas transmissões, criou uma conexão emocional com a cidade e com os comunicadores que passaram a fazer parte de sua vida cotidiana.

“Brasília passou a ser uma referência para mim graças ao rádio. Os radialistas da Nacional marcaram minha rotina e minha formação pessoal. Eram como amigos próximos”, relembra.

 

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      Foto reprodução   Facebook 


Entre os nomes que marcaram sua trajetória estão Clayton Aguiar, Maurício Fares, José Nery, Paulo Torres, Frei Venildo, Edelson Moura, Márcia Ferreira, Sula Sevilles, Maurício Rabelo, Artemiza Azevedo, Carlos Moreira, Frank Silva e Airton Medeiros — este último, por muitos anos, uma das vozes mais icônicas do programa.  A Voz do Brasil.

Valdivino Sousa visita o Radialista e Apresentador Clayton Aguiar

Em 2008, Valdivino realizou o sonho de conhecer Brasília pessoalmente. Visitou os estúdios da Rádio Nacional ainda no endereço antigo e, em visitas posteriores, conheceu pessoalmente alguns de seus ídolos do rádio. “Foi emocionante ver de perto aquelas vozes que me acompanharam por tanto tempo. Parecia um reencontro com o passado”, conta.

Quem é Valdivino Sousa

Valdivino Sousa é Matemático, Contador, Psicólogo, Professor, Bacharel em Direito e Pedagogo, com cinco graduações concluídas, quatro pós-graduações (em Psicopedagogia, Educação Matemática Comparada, Gestão da Segurança da Informação e Terapia Cognitivo-Comportamental) e é atualmente mestre em Educação

Natural do sudoeste da Bahia, iniciou sua trajetória educacional em São Paulo, após vencer inúmeros desafios. Hoje, além de sua formação acadêmica diversificada, é criador de conteúdo para redes sociais, produzindo vídeos nas áreas de Psicologia, Contabilidade e Educação.

“Adoro rádio, adoro comunicar. Me considero um comunicador nato. A Rádio Nacional teve papel fundamental nisso. Foi a minha escola de vida”, afirma.

Radialistas que marcaram minha juventude no interior da Bahia

Neste aniversário de 65 anos, Brasília é homenageada não apenas por sua história concreta, mas pelas memórias e sonhos que ajudou a construir em tantas vidas. A trajetória de Valdivino Sousa é a prova viva de que uma cidade pode ser sentida, vivida e amada — mesmo antes de ser visitada.



14 de março de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 14 de março de 2021

14.3.21

Qual será o futuro da Rádio Nacional da Amazônia? EBC poderá ser Privatizada incluindo as Rádios

 

Qual será o futuro da Rádio Nacional da Amazônia?  EBC será incluída no PND e terá imóveis e licenças de rádio e TV avaliados

Qual será o futuro da Rádio Nacional da Amazônia?  EBC será incluída no PND e terá imóveis e licenças de rádio e TV avaliados 

A Rádio Nacional fez parte da vida de milhares de ouvintes, sua programação foi líder de audiência nos anos de 1989 a 2005. 
 
Em 2007, foi criada a EBC e as rádios passaram a integrar a mesma, seus programas passou por mudanças e não conseguiram mais atrair a atenção dos ouvintes, e uma das críticas pela bancada do Governo Bolsonaro de privatizar a EBC incluindo as rádios e a TV Brasil é em razão da pouca audiência.

O Ministério das Comunicações anunciou nesta quarta (10) que a Empresa Brasil de Comunicação terá a inclusão no Programa Nacional de Desestatização analisada por conselho de ministros

 O ministro das Comunicações, Fábio Faria, informou nesta quarta-feira (10) que a Empresa Brasil de Comunicações (EBC) entrará no Programa Nacional de Desestatização (PND), conduzido pelo Ministério da Economia em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

“O BNDES vai contratar uma consultoria e nós iremos receber os estudos que virão”, disse o ministro em entrevista à imprensa após reunião com o presidente da EBC, Glen Valente, e representantes do Ministério da Economia.

O ministro também comunicou a inclusão da EBC no PND em suas redes sociais.


 Segundo a secretária especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Martha  Seillier, a EBC passará por um processo de benchmarking (comparação de performance com altos padrões) de padrão internacional para avaliar capacidades, competências e equivalências entre os serviços executados e a realidade de mercado para empresas do mesmo porte para identificar as melhores práticas.

O prazo dos estudos de viabilidade de desestatização ou de parcerias ainda não está definido, e dependerá de cronograma a ser definido entre os ministérios das Comunicações e da Economia e a empresa a ser contratada pelo BNDES. “Caso o presidente Bolsonaro concorde, ele publicará um decreto - que leva de um a dois meses. Com a publicação, partimos para a contratação da consultoria, que também pode demorar até dois meses. Acredito que entre três e quatro meses a gente possa aprofundar os estudos de desestatização da empresa”, afirmou Martha Seillier.

Sob risco de privatização, EBC luta para se manter viva

“A inclusão de uma empresa no PND não significa o seu fim, não significa que ela será, necessariamente, 100% privatizada. Significa que existe uma decisão que será encaminhada de avaliar ganhos com a desestatização”, concluiu.

Sobre as expectativas em relação ao tema, Glen Valente afirmou que não há “hipótese cravada” sobre o futuro que será dado à empresa de comunicação. “Continuamos trabalhando e vamos explorar todas as alternativas”, disse.

“Vamos entrar na fase de estudos. Dentro desta fase, vamos explorar todas as alternativas disponíveis em parceria com o Ministério da Economia. Mantemos a gestão do processo [no âmbito] do Ministério [das Comunicações]”, afirmou Glen Valente.

 

27 de novembro de 2020

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 27 de novembro de 2020

27.11.20

Morre Peruca ícone da Rádio Nacional da Amazônia

Na década de 90 Peruca ficou famoso por milhares de ouvintes em todo Brasil, era ele que tocava as músicas pedidas por centenas de cartas que chegava a Rádio Nacional da Amazônia. Época em que era tudo analógico, gravador de rolo, cartucheira e disco de vinil.

Na década de 90 Peruca ficou famoso por milhares de ouvintes em todo Brasil, era ele que tocava as músicas pedidas por centenas de cartas que chegava a Rádio Nacional da Amazônia. Época em que era tudo analógico, gravador de rolo, cartucheira e disco de vinil.

Willians Mar da Silva, conhecido por todos como “Peruca”, era operador de áudio e atuava nas rádios da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Ele faleceu na tarde de ontem (30), após um infarto fulminante. De acordo com a direção da EBC, ainda não foram fornecidas informações sobre velório e sepultamento. Mas os procedimentos serão restritos em razão da pandemia, com presença de no máximo 10 pessoas.

Peruca começou na empresa em 1968, quando era Rádio e TV Nacional. Lotado na Coordenação de Operações de Rádio, atuava nos estúdios de gravação de programas ao vivo. Em vídeo por ocasião dos 8 anos da EBC, ele falou sobre sua experiência. “Eu entrei trabalhando em um programa do Luiz Alberto, “Eu de cá, você de lá”. Gosto muito de trabalhar aqui porque temos bons colegas. Um colega está sempre fazendo um pelo outro, é uma irmandade. Isso é uma casa cheia de carinho”, comentou em 2015. 

Em outro vídeo, sobre o aniversário de 59 anos da Rádio Nacional AM de Brasília, em 2017, Peruca relembrou programas e radialistas que passaram pela emissora."Na época, os operadores faziam de tudo. Todos faziam toda a programação da empresa. A tecnologia mudou tudo. Antes era tudo analógico, gravador de rolo, cartucheira, disco de vinil. Era uma série de coisas que hoje foi extinto. Hoje é nova tecnologia, e temos na empresa", comentou 
 

 
A direção da EBC divulgou nota em que lamenta a morte e se solidariza com a família do ex-funcionário. Colegas publicaram postagens em redes sociais lamentando a morte de Willians Mar. "Peruca se confunde com a história da EBC, homem de coração imenso", escreveu um colega.
 

"Eu conheci o Peruca por volta 1990, quando eu fui estagiário na Rádio Nacional AM de Brasília, que completa hoje 62 anos. Peruca era operador de áudio do programa Eu de Cá, Você de Lá . E eu era estagiário, atendia as ligações e passava para o apresentador Luiz Alberto. Peruca era uma das pessoas mais simples que conheci. Eu nunca vi o Peruca de mau humor, sem estar sorrindo. Ele sempre foi uma pessoa humilde e simples. Me impressionava no Peruca o carisma, a simpatia, a vontade de sempre falar uma coisa engraçada e o tratamento sempre cordial com os colegas Nos últimos tempo, me chamava de professor. Isso é sinal de humildade, um cara que tinha tanto pra ensinar - e ensinou - tinha uma relação no trato com as pessoas. É uma perda grande. A Rádio Nacional que tem um ambiente ótimo na operação, perde o riso fácil que era estar junto do Peruca",  disse o repórter da Agência Brasil Gilberto Costa. 

"Estávamos uma vez no corredor da Rádio, chegou alguém e procurou pelo senhor Willians Mar. Olhei para um lado, para o outro, falei ´não sei´. Ficamos sem saber o que responder. Aí a pessoa disse: ´o Peruca´. Aí facilitou. Conhecia o Peruca, que ajudou a dar vida ao programa Eu de cá, você de lá,  apresentado por Luiz Alberto, comunicador incontestável mas que achou no Peruca a escada perfeita para o humor. Preparava a piada, jogava, o Peruca respondia e ele concluía", conta Luciano Barroso, radialista e jornalista da Rádio Nacional.

"Peruca, além de um colaborador da EBC era um amigo particular. Ele entrou na antiga Radiobrás. Ele saiu, passou um tempo fora e logo voltou. Ele estava na ativa apesar de aposentado. Ele tinha uma importância gigantesca para as rádios EBC, passou pela fase mais importante do rádio de Brasília. Não era só um operador, ele fazia parte dos programas. Os locutores adoravam gravar com ele, porque ele interagia e gostava de fazer as participações", relata Leleco Santos, gerente de Operações de Rádio da EBC.

"Peruca era um amigo de verdade. Procurava agradar a todos e estava sempre preocupado com a gente. A nossa amizade era algo muito presente na minha vida. Entre um café e outro nós ríamos muito. Eu não imaginava que ia doer tanto perder ele", diz Patrícia Fontoura, produtora da Rádio Nacional da Amazônia.

"Peruca foi um grande companheiro  de trabalho. Sempre muito competente na sua função. Todos gostavam de trabalhar com ele, por que sabiam que o trabalho sairia perfeito. Deus o receba como ele merece, e conforte os corações dos que sofrem com sua partida!", diz Marina Couto, ex-funcionária da Rádio Nacional da Amazônia

"A ida do Peruca representa uma grande perda pra Rádio Nacional e pra todos que trabalham ali. Ele era a alegria da redação. Por onde ele passava se ouvia uma risada, uma palavra de carinho. Aliás, tudo o que ele fazia era com muito carinho. Vai ser sempre lembrado e sempre amado por todos", diz Juliana Maya, apresentadora do programa Nacional da Amazônia.

 

  Fonte: EBC

 

5 de setembro de 2020

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 5 de setembro de 2020

5.9.20

Homenagem aos 43 anos da Rádio Nacional da Amazônia

Ouça a homenagem a Rádio Nacional da Amazônia com Sula Sevilles e Airton Medeiros  O Tarde Nacional desta terça-feira (1º) comemorou os 43 anos da Rádio Nacional da Amazônia conversando com a jornalista e apresentadora Sula Sevillis e o apresentador Airton Medeiros.

Ouça a homenagem a Rádio Nacional da Amazônia com Sula Sevilles e Airton Medeiros

O Tarde Nacional desta terça-feira (1º) comemorou os 43 anos da Rádio Nacional da Amazônia conversando com a jornalista e apresentadora Sula Sevillis e o apresentador Airton Medeiros.

Ouça no player abaixo:


Airton comandou o Nossa Terra por 13 anos, programa dedicado aos agricultores familiares que trazia informações sobre meio ambiente, cooperativismo, pecuária, tecnologias para o campo, entre outros.
Sula Sevillis apresentou o Ponto de Encontro por 34 anos. O programa foi criado para atender a grande demanda de cartas e recados recebidos pela emissora. 
Na entrevista, os dois relembraram momentos marcantes da Nacional da Amazônia.


Fonte: EBC