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3 de outubro de 2023

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 3 de outubro de 2023

3.10.23

O quadro "Cada Vida uma História" fez o maior sucesso na década de 1990, de segunda à sexta-feira

O quadro do programa show da tarde: "Cada Vida uma História", fez o maior sucesso na década de 1990, de segunda à sexta-feira.
O professor e fã e ouvinte Valdivino Sousa, com Luiza Inez nos estúdios da Rádio Nacional

O quadro do programa show da tarde: "Cada Vida uma História", fez o maior sucesso na década de 1990, de segunda à sexta-feira.

O professor e ouvinte  Valdivno Sousa, ouvia a Rádio Nacional através de um rádio de pilhas no interior da Bahia. "Eu ouvia todas as tardes o quadro, cada vida uma história". Conta Valdivino Sousa. 

O programa show da tarde recebia muitas cartas, e quem quisesse escrever para o quadro era só colocar na carta o nome do quadro e contar sua história. A conselheira Luiza Inés ajudou muitos ouvintes. 

Luiza Inez aconselhava os ouvintes que estavam passando por algum problema, com uma linguagem simples e com profissionalismo.

Em 1989 ela passou a fazer parte da equipe da Rádio Nacional da Amazônia, e no programa Show da Tarde que ia ao ar de segunda à sexta-feira Luiza Inez apresentava o quadro: cada vida uma história

Os ouvintes escreviam para o quadro relatando seu problema, de cunho pessoal ou profissional. Na carta o ouvinte identificava como pseudônimo, ou seja, usava um nome fictício.

 Luiza Inez aconselhava os ouvintes de uma forma simples e com profissionalismo e passou a ser vista como uma conselheira campeã de cartas, pois cada história "relato" era diferente do outro.


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1 de setembro de 2023

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 1 de setembro de 2023

1.9.23

Conhecida como “Orelhão da Amazônia” Rádio na Nacional da Amazônia com suas ondas curtas completa 46 anos

Hoje, 1º de Setembro de 2023, a Rádio Nacional da Amazônia completa seus 46 anos.
Foto: Reprodução, equipe da Rádio Nacional da Amazônia 

Conhecida como “Orelhão da Amazônia” Rádio na Nacional da Amazônia com suas ondas curtas completa 46 anos.

Hoje, 1º de Setembro de 2023, a Rádio Nacional da Amazônia completa seus 46 anos.

Inaugurada em 1977, a Nacional da Amazônia transmite em ondas curtas para toda a região amazônica, chegando também a outros estados como Maranhão, Piauí, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás, interior de São Paulo e, dependendo das condições climáticas, até mesmo a outros países.

A Rádio Nacional da Amazônia faz parte da vida de milhares de ouvintes espalhados nos quatros cantos do nosso país. Na década de 1980 a 1990 a rádio fez muito sucesso e marcou a história de muitos ouvintes.  

O ouvinte da rádio, O professor Valdivino Sousa  na década de 1985 a 1990 ouvia a programação da rádio no interior do sudoeste da Bahia, na Cidade de Piripá -Bahia, nessa época todos os programas recebiam milhares de cartas. 

”A Rádio Nacional da Amazônia faz parte da minha vida, pois desde de 1980, ainda quando morava na Bahia ouvia a rádio pelo radinho de pilha, praticamente cresci ouvindo a programação da Nacional”, explica Valdivino Sousa.  

Atualmente Valdivino Sousa conhece toda a história e equipe da rádio, desde dos radialistas mais antigos como: José Nery, Paulo Torres, Artemiza Azevedo, Edelson Moura, Clayton Aguiar, Airton Medeiros, entre outros.

O prof. Valdivino Sousa com alguns radialistas da Rádio Nacional da Amazônia. 

A seguir a equipe atual de 2020 e equipe antiga de 1989

Foto: Reprodução, equipe da Rádio Nacional da Amazônia 

“Eles nos ensinaram muitas coisas boas para a nossa vida”, conta Artemisa. A rádio começou a integrar a região com outros estados por meio de informação e também por mensagens e recados. No ar com o programa que promove a integração entre ouvintes há 32 anos, a apresentadora Carmem Crisula, mais conhecida como Sula Sevilis, ressalta a função da rádio como um verdadeiro Ponto de Encontro

“Nós criamos o Ponto de Encontro porque havia muitas cartas que nós recebíamos de ouvintes que queriam encontrar seus parentes, desaparecidos. Porque a Amazônia na verdade estava se abrindo como região, muitas pessoas do Brasil iam tentar sua sorte, plantar e também garimpar né e aí os parentes que ficavam nos outros estados queriam saber notícias”, relembra.

Na década de 1990 a Rádio Nacional da Amazônia era a mais ouvida nos quatro canto do Brasil, era comum em cada casa existir um rádio de pilhas para ouvir a Nacional. Mas como chegava o sinal e as vozes dos nossos locutores em nossa casa?.

Clique e veja o vídeo 


A Jornalista Priscila Rangel, que apresenta o programa EBC no Ar, visitou o Parque de Transmissão da EBC no Rodeador, em Brazlândia (DF). O Rodeador é o maior complexo de antenas e transmissores de radiodifusão, em ondas médias e curtas, da América Latina e o quinto maior do mundo em potência.

A seguir confira a matéria 

RádioNacional da Amazônia completa 46 anos

Publicado em 01/09/2023 - 08:41 Por Nathália Mendes* - Repórter da Rádio Nacional - Brasília

Ela é o "orelhão da Amazônia". Com suas ondas curtas, chega nas casas de ribeirinhos, em aldeias no meio da floresta, em cidades pequenas das áreas rurais e até em outros países. Ela leva informação, entretenimento, cultura e prestação de serviço para quase todo o território brasileiro. E, desde o seu começo, liga pessoas e também liga o Brasil. Estamos falando da Rádio Nacional da Amazônia, que hoje completa 46 anos.

A rádio entrou no ar em primeiro de setembro de 1977, com a missão de integrar a região Amazônica com outros estados do país. Programas como o Amazônia Brasileira, Encontro com Tia Heleninha, Falando Francamente, Tarde Nacional, Mosaico, Em Conta, Eu de Cá, Você de Lá, Brasil Rural, Natureza Viva, Nacional Jovem e tantos outros fizeram e fazem parte de uma programação que nasceu pensada para o ouvinte, como explica Artemisa Azevedo, antiga apresentadora da Rádio.

Essa relação de proximidade com a audiência é uma das marcas da Nacional da Amazônia: antes, passando recados para quem estava longe. Também com as cartas, que chegavam aos montes, vindas de todos os cantos do país - como lembra Mara Régia, integrante mais antiga da Rádio, e atualmente no ar com o Viva Maria.

Agora, são os áudios e as mensagens de whatsapp dos ouvintes que estão em todos os programas da emissora.

E as vozes que vão ao microfone acabam entrando para a vida dos ouvintes. É o que conta a jornalista Maíra Heinen, que já foi repórter da Rádio.

Hélio Doyle, presidente da EBC, empresa da qual a Rádio Nacional da Amazônia faz parte, resume a importância da emissora para o Brasil.

*Com colaboração de Maíra Heinen

 

   Fonte: Rádios EBC 



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27 de fevereiro de 2022

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 27 de fevereiro de 2022

27.2.22

Veja a importância das cartas enviadas pelos ouvintes na programação da Rádio Nacional da Amazônia

 

Veja a importância das cartas enviadas pelos ouvintes na programação da Rádio Nacional da Amazônia.  Um destaque foi o concurso Cidade contra Cidade, em que a cidade que mais enviava carta recebia a equipe da Rádio para realizar um show.
José Nery e Paulo Torres nos estúdios da Rádio Nacional da Amazônia com as paredes forradas pelas cartas dos ouvintes, década de 1990. Foto: Acervo Pessoal/Artemisa Azevedo.

Veja a importância das cartas enviadas pelos ouvintes na programação da Rádio Nacional da Amazônia. 

Um destaque foi o concurso Cidade contra Cidade, em que a cidade que mais enviava carta recebia a equipe da Rádio para realizar um show.

 Cartas ajudaram a moldar a programação da Rádio Nacional da Amazônia

O quarto capitulo do radiodocumentário "Memória Nacional" destaca a importância das cartas enviadas pelos ouvintes na consolidação da programação da emissora. Também destaca o papel social da Rádio como instrumento de sensibilização e meio de comunicação para Amazônia Legal. Outro destaque é o concurso Cidade contra Cidade, em que a cidade que mais enviava carta recebia a equipe da Rádio para realizar um show. Para contar essa história vamos ouvir os radialistas Mara Régia di Perna, Maurício Rabelo e Edson Nery. 

“AS CARTAS E O PAPEL SOCIAL DA RÁDIO”  
 
  
 Áudio produção e apresentação Cláudio Paixão. 

Radiodoc Memória Nacional - As Cartas e o papel social da Rádio (2021)

As cartas, ao longo dos anos foram o grande termômetro da programação da Rádio Nacional da Amazônia. Apenas 17 dias após o inicio das transmissões para Amazônia Legal chegou à primeira delas. Um dos primeiros ouvintes a escrever foi Januário Barbosa dos Santos, de Carolina, Maranhão.  “O som da Nacional aqui no meu motorrádio está fazendo os peixes colocarem a cabeça fora d´água para ouvir”. 


De acordo com a apresentadora, Mara Régia, as cartas foram as principais aliadas dos locutores e produtores na construção da programação da Rádio Nacional da Amazônia. “As cartas são, não só uma fonte enorme de pautas, demandas, como também de histórias sobre a Amazônia. Tanto assim, que nos estúdios da antiga Radiobrás nós tínhamos países, fotos e cartas ‘de cabo a rabo nos estúdios’, por sempre foram o nosso grande tesouro”, contou.  
Mara Régia, produtora e apresentadora dos programa Natureza Viva e Viva Maria, nos novos estúdios da Rádio Nacional da Amazônia, 2013. Foto: Site EBC.

No inicio das transmissões, o número de cartas não ultrapassavam 90 em cada mês. Após um ano, esse número subiu para 2000. As cartas demonstravam a satisfação dos ouvintes de serem atendidos pela rádio e fazia com que notícias e recados fossem mandados para parentes e amigos. A Nacional se torna um ponto de encontro, unindo pessoas que não se veem há muitos anos. 

“Capricha aí gente que a Nacional em Tangará da Serra é doença incurável. Todos nossos tangaraenses sofremos dessa doença”, trecho da carta da ouvinte Maria Aparecida de Tangará da Serra, Mato Grosso (MT).   

As cartas continuavam chegando aos milhares. Somente em 1980 foram 50 mil. Em 1982, José Gutenberg assume a superintendência da Rádio Nacional da Amazônia, e a emissora foi surpreendida com um número de cartas sem igual: a emissora recebe dois milhões, 843 mil e 48 cartas. Um milhão e oitenta mil, só do estado do Amazonas.
 
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Além das cartas, ainda nos primeiros anos os ouvintes começaram a participar da programação por telefone. O apresentador Mauricio Rabelo conta que o primeiro programa a colocar o ouvinte no ar, ao vivo, foi o Sertão Brasil, transmitido aos sábados pela manhã, no na primeira metade da década de 1980. “Eu acho que eu fui a primeira pessoa a interagir com as pessoas no ar”, lembrou Mauricio Rabelo.
 
Show da equipe da Rádio Nacional da Amazônia em Dueré (To), cidade vencedora do concurso Cidade contra Cidade, 1988. Foto: Arquivo/Artemisa Azevedo.
Em 1988, a Rádio Nacional da Amazônia lançou o concurso Cidade contra Cidade. Dueré (TO), com quase 70 mil cartas, de um total de 200 mil, é a grande vencedora. Uma equipe de 42 pessoas, formada por locutores, produtores musicais, chefes e outros saem em caravana fazendo shows na cidade melhores classificadas para o concurso. Edson Nery, o popular Burrinho, locutor, apresentador e chefe de operação de áudio, lembra desse momento histórico. “O caminhão chegou para descarregar as cartas e nós fomos lá para fazer o show, porque o pessoal queria ver a turma todinha indo para lá”, contou. 
 
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Em 1989, a Rádio Nacional da Amazônia repete o concurso Cidade contra Cidade e vive a emoção de mais um grande sucesso. Desta vez vence a cidade de Cristalândia (To). 

A comunicação avança, a participação dos ouvintes na programação da Rádio Nacional da Amazônia se torna cada vez mais plural. Os recados chegam, por cartas, telefone e por meio das redes sociais. Ao longo dos seus mais de 40 anos a emissora já possibilitou milhares de encontros, romances e até casamentos. 
   
 
 

22 de setembro de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 22 de setembro de 2021

22.9.21

Cartas ajudaram a moldar a programação da Rádio Nacional da Amazônia

 

O quarto capitulo do radiodocumentário "Memória Nacional" destaca a importância das cartas enviadas pelos ouvintes na consolidação da programação da emissora.
José Nery e Paulo Torres nos estúdios da Rádio Nacional da Amazônia com as paredes forradas pelas cartas dos ouvintes, década de 1990. Foto: Acervo Pessoal/Artemisa Azevedo.

Cartas ajudaram a moldar a programação da Rádio Nacional da Amazônia

O quarto capitulo do radiodocumentário "Memória Nacional" destaca a importância das cartas enviadas pelos ouvintes na consolidação da programação da emissora. Também destaca o papel social da Rádio como instrumento de sensibilização e meio de comunicação para Amazônia Legal. Outro destaque é o concurso Cidade contra Cidade, em que a cidade que mais enviava carta recebia a equipe da Rádio para realizar um show. Para contar essa história vamos ouvir os radialistas Mara Régia di Perna, Maurício Rabelo e Edson Nery. 

“AS CARTAS E O PAPEL SOCIAL DA RÁDIO”  
 
  
 Áudio produção e apresentação Cláudio Paixão. 

Radiodoc Memória Nacional - As Cartas e o papel social da Rádio (2021)

As cartas, ao longo dos anos foram o grande termômetro da programação da Rádio Nacional da Amazônia. Apenas 17 dias após o inicio das transmissões para Amazônia Legal chegou à primeira delas. Um dos primeiros ouvintes a escrever foi Januário Barbosa dos Santos, de Carolina, Maranhão.  “O som da Nacional aqui no meu motorrádio está fazendo os peixes colocarem a cabeça fora d´água para ouvir”. 


De acordo com a apresentadora, Mara Régia, as cartas foram as principais aliadas dos locutores e produtores na construção da programação da Rádio Nacional da Amazônia. “As cartas são, não só uma fonte enorme de pautas, demandas, como também de histórias sobre a Amazônia. Tanto assim, que nos estúdios da antiga Radiobrás nós tínhamos países, fotos e cartas ‘de cabo a rabo nos estúdios’, por sempre foram o nosso grande tesouro”, contou.  
Mara Régia, produtora e apresentadora dos programa Natureza Viva e Viva Maria, nos novos estúdios da Rádio Nacional da Amazônia, 2013. Foto: Site EBC.

No inicio das transmissões, o número de cartas não ultrapassavam 90 em cada mês. Após um ano, esse número subiu para 2000. As cartas demonstravam a satisfação dos ouvintes de serem atendidos pela rádio e fazia com que notícias e recados fossem mandados para parentes e amigos. A Nacional se torna um ponto de encontro, unindo pessoas que não se veem há muitos anos. 

“Capricha aí gente que a Nacional em Tangará da Serra é doença incurável. Todos nossos tangaraenses sofremos dessa doença”, trecho da carta da ouvinte Maria Aparecida de Tangará da Serra, Mato Grosso (MT).   

As cartas continuavam chegando aos milhares. Somente em 1980 foram 50 mil. Em 1982, José Gutenberg assume a superintendência da Rádio Nacional da Amazônia, e a emissora foi surpreendida com um número de cartas sem igual: a emissora recebe dois milhões, 843 mil e 48 cartas. Um milhão e oitenta mil, só do estado do Amazonas.

Além das cartas, ainda nos primeiros anos os ouvintes começaram a participar da programação por telefone. O apresentador Mauricio Rabelo conta que o primeiro programa a colocar o ouvinte no ar, ao vivo, foi o Sertão Brasil, transmitido aos sábados pela manhã, no na primeira metade da década de 1980. “Eu acho que eu fui a primeira pessoa a interagir com as pessoas no ar”, lembrou Mauricio Rabelo.
 
Show da equipe da Rádio Nacional da Amazônia em Dueré (To), cidade vencedora do concurso Cidade contra Cidade, 1988. Foto: Arquivo/Artemisa Azevedo.
Em 1988, a Rádio Nacional da Amazônia lançou o concurso Cidade contra Cidade. Dueré (TO), com quase 70 mil cartas, de um total de 200 mil, é a grande vencedora. Uma equipe de 42 pessoas, formada por locutores, produtores musicais, chefes e outros saem em caravana fazendo shows na cidade melhores classificadas para o concurso. Edson Nery, o popular Burrinho, locutor, apresentador e chefe de operação de áudio, lembra desse momento histórico. “O caminhão chegou para descarregar as cartas e nós fomos lá para fazer o show, porque o pessoal queria ver a turma todinha indo para lá”, contou. 

Em 1989, a Rádio Nacional da Amazônia repete o concurso Cidade contra Cidade e vive a emoção de mais um grande sucesso. Desta vez vence a cidade de Cristalândia (To). 

A comunicação avança, a participação dos ouvintes na programação da Rádio Nacional da Amazônia se torna cada vez mais plural. Os recados chegam, por cartas, telefone e por meio das redes sociais. Ao longo dos seus mais de 40 anos a emissora já possibilitou milhares de encontros, romances e até casamentos. 
   
 
 

29 de janeiro de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 29 de janeiro de 2021

29.1.21

Quem se lembra do quadro: cada vida uma história? Luiza Inez ajudava os ouvintes que passava por algum problema

Luiza Inêz aconselhava os ouvintes que estavam passando por algum problema, com uma linguagem simples e com profissionalismo.
Fã e ouvinte Valdivino Sousa, com Luiza Inez nos estúdios da Rádio Nacional

Luiza Inez aconselhava os ouvintes que estavam passando por algum problema, com uma linguagem simples e com profissionalismo.

Em 1989 ela passou a fazer parte da equipe da Rádio Nacional da Amazônia, e no programa Shou da Tarde que ia ao ar de segunda à sexta-feira Luiza Inez apresentava o quadro: cada vida uma história. Os ouvintes escreviam para o quadro relatando seu problema, de cunho pessoal ou profissional. Na carta o ouvinte identificava como pseudônimo, ou seja, usava um nome fictício.

  Luiza Inez aconselhava os ouvintes de uma forma simples e com profissionalismo e passou a ser vista como uma conselheira campeã de cartas, pois cada história "relato" era diferente do outro.

“Na época de 1990 eu escutava pela rádio no interior da Bahia, e só em 2010 tive o prazer de conhecê-la pessoalmente, nos estúdios da Rádio Nacional da Amazônia”. Conta Valdivino Sousa, fã e ouvinte, foto com a radialista em visita a Rádio Nacional da Amazônia.

O programa cotidiano ganhou o 10º Prêmio Orgulho Autista. Além de outros prêmios, em 2015, Luiza Inez Vilela Ramos
Foto: Reprodução: Estúdios da Rádio Nacional
 
Luiza Inez Vilela ficou muitos anos na Rádio Nacional da Amazônia, na ocasião ainda emissora Radiobrás, no endereço no setor norte SCRN, em Brasília.

Após 2007 com a criação da EBC que integrou todas as rádios e TV Brasil, Luiza Inez passou apresentar o programa chamado cotidiano na Rádio Nacional AM de Brasília.

 Mais informações: http://radios.ebc.com.br/novidade/2014-04/programa-cotidiano

No ano de 2016 o programa trouxe uma novidade para os ouvintes, pois é nas ondas das Rádio Nacional de Brasília, Rádio Nacional do Rio de Janeiro e Rádio MEC AM do Rio de Janeiro. O programa Cotidiano estreou em novo horário e em novo formato de segunda a sexta-feira das 14h às 15h. 

 Por onde anda? 

Em 2018, Luiza Inez Vilela trabalhou após 40 anos na Rádio Nacional da Amazônia, atual Empresa Brasil de Comunicação,  EBC, se despediu dos ouvintes. A última função desempenhada pela jornalista foi a apresentação de um programa nacional de rádio. 

Luiza ainda poderia prestar alguns anos de serviço antes de se aposentar quando aderiu ao Programa de Demissão Voluntária oferecido pela empresa. O PDV é uma alternativa para que empregados e empregadores possam entrar em consenso quanto à demissão. O objetivo é que a dispensa seja vantajosa para ambas as partes. As empresas conseguem diminuir custos, com a redução do quadro de pessoal, e readequar diversos setores, por exemplo. Já para os empregados são oferecidas vantagens pecuniárias. No caso da jornalista, o lado financeiro foi o fator determinante para que ela aderisse ao programa no ano passado.

“Eu encarei o PDV e o dinheiro que acompanha o PDV, como um presente da empresa para quem já estava há muitos anos na casa, né? Então achei, que, eu por exemplo, pretendia me aposentar de fato lá para os 65 anos. Então foi uma antecipação do meu projeto, não era nada cravado, mas a ideia era essa. Antecipei um pouco, e a compensação financeira encarei como um presente”. Disse a Reportagem Especial: Programa de Demissão Voluntária

A jornalista e apresentadora  Luiza Inez Vilela, nas Rádios Nacional da Amazônia, e Rádio Nacional AM, foi premiada pelo seu excelente trabalho, como o 10º Prêmio Orgulho Autista. Além de outros prêmios.  Em 2015 Luiza Inez Vilela Ramos conquistou o segundo lugar no prêmio SBR/Pfizer de Jornalismo – Doenças Reumáticas na categoria Mídia Eletrônica com a reportagem “Alertas sobre a Artrite Reumatoide”, veiculada no programa Cotidiano, da Rádio Nacional de Brasília. A cerimônia de premiação ocorreu na abertura do Congresso Brasileiro de Reumatologia, no dia 07 de outubro, às 19 horas, no Teatro Positivo, em Curitiba.

Veja a matéria: Jornalistas da EBC conquistam segundo lugar no Prêmio SBR/Pfizer

Facebook da Radialista: https://pt-br.facebook.com/luizainez.vilela