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4 de setembro de 2025

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 4 de setembro de 2025

4.9.25

Para Harvard, as pessoas mais inteligentes do mundo possuem este comportamento

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 Para Harvard, as pessoas mais inteligentes do mundo possuem este comportamento

Vivemos em uma época em que tudo vira discussão nas redes sociais e cada pessoa tem a necessidade de mostrar seu ponto de vista e ter razão

Vivemos em uma época em que tudo vira discussão nas redes sociais e cada pessoa tem a necessidade de mostrar seu ponto de vista e ter razão. Sendo assim, um artigo publicado pela Universidade de Harvard revelou que quem tem um diferencial no comportamento tende a se parecer com as pessoas mais inteligentes do mundo. Entenda:

Para Harvard, as mais inteligentes do mundo têm um diferencial

Diante deste cenário em que vivemos, Harvard revelou um comportamento que os líderes das maiores empresas possuem. Primeiramente, eles questionam suas próprias ideias, ouvem opiniões distintas e, facilmente, se adaptam às mudanças. Ademais, são tolerantes, possuem respeito pelos outros e são capazes de dialogar. "O curioso é que pessoas mentalmente abertas não se tornam mais frágeis, mas mais ágeis. Elas têm mais recursos para defender seus pontos de vista e enxergam caminhos que outros ignoram", alegou o estudo.

Leia mais em: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/comportamento/para-harvard-as-pessoas-mais-inteligentes-do-mundo-possuem-este-comportamento,849b2ef5010d5659ed3c174d5ae4cfe48pv07ruc.html?utm_source=clipboard

Fonte: Terra



31 de dezembro de 2023

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 31 de dezembro de 2023

31.12.23

Porto Alegre silenciosa: o encanto dos dias finais do ano na cidade

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Foto: Cesar Lopes | PMPA / Porto Alegre 24 horas

 Porto Alegre silenciosa: o encanto dos dias finais do ano na cidade

Tradicionalmente o fluxo de pessoas diminui nesta época do ano.

Os últimos dias do ano podem transformar Porto Alegre em uma cidade incomumente tranquila e serena. Com a proximidade das festas de final de ano, muitos habitantes viajam para passar o Natal e o Réveillon com suas famílias, o que resulta em ruas mais vazias e uma atmosfera mais pacífica na cidade.

Leia mias em: 

https://www.terra.com.br/noticias/porto-alegre-silenciosa-o-encanto-dos-dias-finais-do-ano-na-cidade,ca7f6be4ba4b628f737c07680cbd61ffva5uf18f.html

Fonte: Terra




29 de outubro de 2023

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 29 de outubro de 2023

29.10.23

Filme de Scorsese com Leonardo DiCaprio e Robert De Niro é destaque entre as estreias

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Divulgação

Filme de Scorsese com Leonardo DiCaprio e Robert De Niro é destaque entre as estreias

O longa é inspirado em um livro baseado em um fato real. O ano é 1920, na região norte-americana de Oklahoma. Misteriosos assassinatos acontecem na tribo indígena de Osage, uma terra rica em petróleo. 

O caso foi investigado pelo FBI, a agência que tinha acabado de ser criada na época.

E a gente já começa destacando mais uma estreia voltada ao público infantil no mês das crianças. O filme Trolls 3 – Juntos Novamente traz de volta às telonas personagens muito queridos pelos pequenos.

A troll Poppy descobre que o amigo Tronco e seus quatro irmãos já fizeram parte do fenômeno BroZone, a boyband favorita dela. Porém, quando um de seus irmãos, Floyd, é sequestrado por dois vilões nefastos, Tronco e Poppy embarcam em uma jornada angustiante e emocional para reunir os outros irmãos e resgatar Floyd de um destino ainda pior do que a obscuridade da cultura pop. Eles embarcam mais uma vez em uma aventura onde diversão, desafios e muitos novos e loucos amigos os acompanharão em uma incrível jornada.

Agora uma opção mais voltada aos adultos e que já tá no radar de quem gosta de pensar nas opções de filmes para o Oscar. Assassino da Lua das Flores é dirigido pelo icônico diretor Martin Scorsese e tem um elenco de peso capitaneado por Leonardo DiCaprio e Robert De Niro.

O longa é inspirado em um livro baseado em um fato real. O ano é 1920, na região norte-americana de Oklahoma. Misteriosos assassinatos acontecem na tribo indígena de Osage, uma terra rica em petróleo. O caso foi investigado pelo FBI, a agência que tinha acabado de ser criada na época.

Os assassinatos dados a partir de circunstâncias misteriosas, assolando os membros da tribo Osage, acabam desencadeando uma grande investigação envolvendo o poderoso J. Edgar Hoover, considerado o primeiro diretor do FBI.

E pra fechar uma novela, o Globoplay resgata A Escrava Isaura. Inspirada na obra homônima de Bernardo Guimarães, a novela retrata a luta abolicionista no Brasil tendo como fio condutor a paixão doentia de um senhor por sua escrava. No elenco: Lucélia Santos, Beatriz Lyra, Rubens de Falco, entre muitos outros. Uma das obras mais vendidas pela TV Globo e que fez um sucesso danado na China, inclusive.


Fonte: CBN Campinas 

Autor da matéria: André Berenguel 


19 de janeiro de 2022

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 19 de janeiro de 2022

19.1.22

Programa Edelson Moura na TV, lembra época da Rádio Nacional da Amazônia

O  Programa Edelson Moura na TV,  lembra época da Rádio Nacional da Amazônia. Edelson Moura abriu o programa dizendo que "O programa de hoje. Esse programa vamos fazer uma referência aos 41 anos de Rádio Nacional da Amazônia, onde nós tivemos a oportunidade de fazer uma programação especial para as pessoas".
Foto: Reprodução - Programa Edelson Moura na TV

O  Programa Edelson Moura na TV, lembrou época da Rádio Nacional da Amazônia. Edelson Moura abriu o programa dizendo que "O programa de hoje. Esse programa vamos fazer uma referência aos 41 anos de Rádio Nacional da Amazônia, onde nós tivemos a oportunidade de fazer uma programação especial para às pessoas".  

Márcia Ferreira e Maurício Fares, lembraram os tempos da Rádio Nacional, como era fazer show na região da Amazônia.

Durante a conversa eles mencionou o quadro, que Edelson Moura e Márcia Ferreira tinha na Nacional "pergunte o que quiser" os ouvintes pensavam que Edelson Moura e Márcia Ferreira era casados. Mas desde da época da Rádio Nacional, os dois são amigos e atualmente Márcia tem um programa: Saúde com beleza, na Rádio Estúdio Brasil. 

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O Programa Edelson Moura na TV foi de número 301, exibido para todo o Brasil em 15/01/2022. 

Segundo o apresentador muita gente tem cobrado a presença no programa de algumas pessoas que fizeram parte da programação da Rádio Nacional da Amazônia. 

Para lembrar aquele tempo que fez parte da Rádio Nacional, ele recebeu Márcia Ferreira e Maurício Fares. 

                                  Veja o vídeo

Além de Márcia Ferreira e Maurício Fares, o programa também  recebeu outros convidados: 

Ricardo Noronha -  Marcelo José - Cida Bispo - Márcio Ferreira - Karminha Ribeiro - Leugim di Pádua.

O programa Edelson Moura na TV é transmitido para todo o Brasil por mais de 70 emissoras cadastradas no site www.radioestudiobrasil.com.br  

Se você é de uma TV que quer retransmitir o programa.

Entre em contato: https://radioestudiobrasil.com.br/ 

(61) 9 9968-5151 (Whatsapp) 

E-mail: edelsonmouranatv@gmail.com

 Fonte: Youtube 


Publicado por: Valdivino Sousa, em 19/01/2022

 


5 de outubro de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 5 de outubro de 2021

5.10.21

Reflexão: Ronaldo Conde Aguiar - Penso na vida e choro

[Ronaldo Conde Aguiar - Penso na vida e choro]
Foto Reprodução: Facebook

 Por Ronaldo Conde Aguiar 

Reflexão: Ronaldo Conde Aguiar - Penso na vida e choro

Eu era casado, tinha duas filhas, morava em São Paulo – e era formado em sociologia. Corria o ano de 1972. Na época, eu trabalhava numa empresa de consultoria, especializada em elaborar estudos de desenvolvimento para estados e municípios. Um dia, tocado por minha admiração ao professor Orlando Valverde, resolvi fazer vestibular para geografia, na USP. 
 
Passei. Montei meus horários de aula de forma compatível com minhas atividades profissionais. Deu certo, mas fui obrigado a trabalhar nos fins de semana (em casa) e a fazer serões que me obrigavam dormir não antes das três horas.
 
No primeiro dia de aula, alunos veteranos nos cercaram: queriam fazer o clássico trote. Bolas! Eu fizera, em 1965, vestibular para sociologia na velha Faculdade Nacional de Filosofia – e o trote foi uma palestra sobre o golpe militar, que tivemos de ouvir, embora o palestrante nada dissesse que fosse novidade para nós outros. Feridas ainda estavam abertas. Mas, vá lá! Submeti-me ao ritual: eu era jovem e ainda acreditava nessas coisas.
 
Mas, voltemos aos veteranos de geografia e sua intenção de nos submeter a um trote, que envolvia tintas, máscaras, grosserias e humilhação. Os calouros pareciam resignados ao sofrimento do trote, mas o Velhote do Penedo resolveu engrossar: cheguei perto do chefão dos veteranos (um sujeito gordo, barbudo, cara de caipira) – e fui direto e claro: eu não aceitaria ser submetido ao trote.
 
 Fui incisivo: quem chegasse perto de mim – ameacei - ia se dar mal. Fui olhado com surpresa, escárnio e ódio. Outro calouro, alto e parrudo, aliou-se a mim. Em alguns segundos éramos um grupo disposto a enfrentar os veteranos. Não iríamos nos submeter ao show. Não sei se ainda fazem trote, mas, ao longo de minha vida universitária, vi coisas horrorosas.
 
Melamos o trote que desejavam nos submeter. Fiz o curso, ao longo do qual aprendi e acumulei utilidades e inutilidades, mais estas que aquelas. Nunca fui buscar o diploma. Mudei-me para o Rio, onde fiquei três ou quatro anos. Em 1980, vim morar em Brasília, onde fiz mestrado e doutorado em sociologia. Escrevi 14 livros, ganhei netos e, agora, uma bisneta, a gloriosa Luna. Plantei inúmeras árvores – ninguém pode me acusar de agredir o meio ambiente. Não creio que tenha ajudado o mundo a ser melhor, mas em compensação não contribuí para sua piora.
 
Fiz política desde os 16 anos. Pertenci aos quadros da Polop, um bando de intelectuais bem-intencionados (nem todos) que imaginava, um dia, botar fogo no país em nome do melhor dos mundos, o socialismo. Hoje, aos 79 anos, desencantado das muitas verdades que um dia acreditei e defendi, limito-me a ler, a ouvir música e a escrever. Evito dizer e ouvir tolices e besteiras – por isso quase não vejo televisão. Não acredito mais que sejamos capazes de enfrentar e resolver os problemas brasileiros e mundiais.
 
A desigualdade e as chamadas injustiças sociais fazem parte do mundo que a civilização criou. Vivemos um dilema: o socialismo desmoronou, foi por água abaixo, embora ainda haja quem acredite nas suas possibilidades e – pior - na sua reedição; o capitalismo, por sua vez, não existe para incluir o povão nos ganhos do desenvolvimento, não irá superar as taras da desigualdade, pois estas lhe dão suporte e vida. Tudo isso significa que vivemos um mundo de muita dor e sofrimento, mas o que fazer?
 
No mundo tecnológico, não cabem os quase oito bilhões de habitantes planetários. Vivemos a era do malthusianismo tecnológico. O avanço das técnicas devorou empregos reais ou supostos, criando, como diria Marx, um exército industrial de reserva de dimensão mundial, que jamais será absorvido pelo mercado. 
 
Vi recentemente no canal smithsonian um documentário sobre a automatização das fábricas. Fico pasmo como, diante desse processo incoercível, tanta gente ainda acredita no socialismo.
 
A questão é que o socialismo não liquidou a desigualdade, ele apenas nivelou a sociedade por baixo. Estive em Cuba algumas vezes – e, tirante os cenários de propaganda do governo, é flagrante que a pobreza é um fato generalizado na ilha. Marx jamais admitiu que o socialismo florescesse sobre os escombros do subdesenvolvimento. Marx acreditava que a revolução socialista ocorreria numa sociedade burguesa plenamente amadurecida, num quadro de abundância material e elevado nível cultural. Tal previsão de Marx, contudo, não se realizou. As revoluções socialistas aconteceram apenas em países pobres e atrasados, onde a escassez de meios de produção, de bens de consumo, de qualificações, de habilidades e experiências profissional e cultural – sociedades, enfim, onde o embrião do socialismo não tivera ainda tempo de amadurecer, para usarmos a metáfora do próprio Marx
.
A leitura de Marx – e, infelizmente, raros sãos os marxistas que leram Marx – explica o fracasso do socialismo real.
Putz! Comecei o texto falando de mim. Terminei falando de Marx. Paro por aqui senão vou acabar discorrendo sobre o Joãozinho da Goméia.
 
 

Ronaldo Conde Aguiar(Velhote do Penedo)

"A pior invenção do homem foi o celular; de Deus, a pior invenção foi a velhice (Velhote, em crise)".
 
 

22 de julho de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 22 de julho de 2021

22.7.21

Morre Januário de Oliveira, ex-locutor da Rádio Nacional

 O jornalismo esportivo perdeu, na tarde de segunda-feira (31), um ícone do rádio e da TV.

Morre Januário de Oliveira, ex-locutor da Rádio Nacional 

O jornalismo esportivo perdeu, na tarde de segunda-feira (31), um ícone do rádio e da TV. Após 12 dias internado, por conta de uma pneumonia, faleceu em Natal (RN), Januário de Oliveira, que marcou época com suas narrações na Rádio Nacional e na TV Brasil.

Januário sofria de diabetes, doença que o fez perder cerca de 90% da visão e que foi a responsável por ele ter abandonado as transmissões em 1998, logo após a Copa do Mundo. O narrador vivia em Natal, ao lado de familiares, mas há cerca de dois anos apresentava saúde debilitada.

Após uma viagem ao Rio de Janeiro, em março de 2019, Januário apresentou quadro de pneumonia persistente, seguida por um acidente vascular cerebral. Ambas as condições de saúde não o impediram de festejar o aniversário de 80 anos com a família.

Em 23 de maio, uma nova pneumonia o levou para o hospital, onde permaneceu internado. A suspeita de tuberculose foi afastada, mas Januário precisou se submeter a hemodiálise desde o dia 27, quando o quadro se agravou.

Nascido em Alegrete (RS), em 19 de setembro de 1939, Januário Soares de Oliveira era torcedor do Internacional e sonhava ser jogador de futebol. Mas não levava jeito. A outra paixão o conquistou e o levou ao patamar dos maiores locutores do país.

Januário começou a carreira na Rádio Farroupilha, em Porto Alegre. No Rio de Janeiro, trabalhou na Rádio Mauá e, na Nacional, transformou-se num dos principais narradores do futebol carioca. Foi na emissora que começou a criar seus famosos bordões. “Taí o que você queria” surgiu após mais de duas horas aguardando o início de um jogo, no estádio Ítalo del Cima, em Campo Grande.

Assista à entrevista de Januário de Oliveira na TV Brasil:

Na TV Educativa, ao lado dos comentaristas Achilles Chirol e José Ignácio Werneck, era o responsável pela narração dos jogos de domingo, que iam em videoteipes nas noites de domingo, tendo os repórteres José Luiz Furtado, Sebastião Pereira, Sergio du Bocage e Fernando Domingues nas transmissões. Quantos até hoje se lembram do grito de gol? “É disso, é disso que o povo gosta!”.

Júnior Baiano, o zagueiro, o ajudou a criar o bordão “tá lá o corpo estendido no chão”, logo após derrubar mais um adversário. Não faltava a Januário criatividade.

Januário era, também, o apresentador da mais tradicional mesa de debates das noites de domingo: o Esporte Visão. Ao lado dele, além de Chirol e Werneck, despontavam outros ilustres comentaristas, como Luiz Mendes, Sérgio Noronha, Ruy Porto, Gérson, Washington Rodrigues e Sérgio Cabral. Foi nesta época, em 1987, que Januário sofreu uma parada cardíaca que o afastou da TV por quase um ano.

Já aposentado, Januário passou a integrar a equipe de locutores da Bandeirantes. E lá vieram novos bordões. Cruel, sinistro. E os famosos apelidos transformando jogadores em personagens eternizados por sua voz e na mente dos torcedores. O Super-Ézio e Sávio, o Anjo Louro da Gávea, certamente eram os mais queridos por ele.

 O programa No Mundo da Bola desta segunda-feira, 31, homenageou Januário de Oliveira revivendo uma narração do locutor, de 20 de junho de 1978, quando Fluminense vencia o Náutico por 2x1. Jorge narra o segundo gol do Fluminense, marcado por Robertinho. 


Texto: Sérgio Du Bocage - Repórter da TV Brasil - Rio de Janeiro

 

Fonte: Trilha do Rádio 


27 de novembro de 2020

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 27 de novembro de 2020

27.11.20

Morre Peruca ícone da Rádio Nacional da Amazônia

Na década de 90 Peruca ficou famoso por milhares de ouvintes em todo Brasil, era ele que tocava as músicas pedidas por centenas de cartas que chegava a Rádio Nacional da Amazônia. Época em que era tudo analógico, gravador de rolo, cartucheira e disco de vinil.

Na década de 90 Peruca ficou famoso por milhares de ouvintes em todo Brasil, era ele que tocava as músicas pedidas por centenas de cartas que chegava a Rádio Nacional da Amazônia. Época em que era tudo analógico, gravador de rolo, cartucheira e disco de vinil.

Willians Mar da Silva, conhecido por todos como “Peruca”, era operador de áudio e atuava nas rádios da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Ele faleceu na tarde de ontem (30), após um infarto fulminante. De acordo com a direção da EBC, ainda não foram fornecidas informações sobre velório e sepultamento. Mas os procedimentos serão restritos em razão da pandemia, com presença de no máximo 10 pessoas.

Peruca começou na empresa em 1968, quando era Rádio e TV Nacional. Lotado na Coordenação de Operações de Rádio, atuava nos estúdios de gravação de programas ao vivo. Em vídeo por ocasião dos 8 anos da EBC, ele falou sobre sua experiência. “Eu entrei trabalhando em um programa do Luiz Alberto, “Eu de cá, você de lá”. Gosto muito de trabalhar aqui porque temos bons colegas. Um colega está sempre fazendo um pelo outro, é uma irmandade. Isso é uma casa cheia de carinho”, comentou em 2015. 

Em outro vídeo, sobre o aniversário de 59 anos da Rádio Nacional AM de Brasília, em 2017, Peruca relembrou programas e radialistas que passaram pela emissora."Na época, os operadores faziam de tudo. Todos faziam toda a programação da empresa. A tecnologia mudou tudo. Antes era tudo analógico, gravador de rolo, cartucheira, disco de vinil. Era uma série de coisas que hoje foi extinto. Hoje é nova tecnologia, e temos na empresa", comentou 
 

 
A direção da EBC divulgou nota em que lamenta a morte e se solidariza com a família do ex-funcionário. Colegas publicaram postagens em redes sociais lamentando a morte de Willians Mar. "Peruca se confunde com a história da EBC, homem de coração imenso", escreveu um colega.
 

"Eu conheci o Peruca por volta 1990, quando eu fui estagiário na Rádio Nacional AM de Brasília, que completa hoje 62 anos. Peruca era operador de áudio do programa Eu de Cá, Você de Lá . E eu era estagiário, atendia as ligações e passava para o apresentador Luiz Alberto. Peruca era uma das pessoas mais simples que conheci. Eu nunca vi o Peruca de mau humor, sem estar sorrindo. Ele sempre foi uma pessoa humilde e simples. Me impressionava no Peruca o carisma, a simpatia, a vontade de sempre falar uma coisa engraçada e o tratamento sempre cordial com os colegas Nos últimos tempo, me chamava de professor. Isso é sinal de humildade, um cara que tinha tanto pra ensinar - e ensinou - tinha uma relação no trato com as pessoas. É uma perda grande. A Rádio Nacional que tem um ambiente ótimo na operação, perde o riso fácil que era estar junto do Peruca",  disse o repórter da Agência Brasil Gilberto Costa. 

"Estávamos uma vez no corredor da Rádio, chegou alguém e procurou pelo senhor Willians Mar. Olhei para um lado, para o outro, falei ´não sei´. Ficamos sem saber o que responder. Aí a pessoa disse: ´o Peruca´. Aí facilitou. Conhecia o Peruca, que ajudou a dar vida ao programa Eu de cá, você de lá,  apresentado por Luiz Alberto, comunicador incontestável mas que achou no Peruca a escada perfeita para o humor. Preparava a piada, jogava, o Peruca respondia e ele concluía", conta Luciano Barroso, radialista e jornalista da Rádio Nacional.

"Peruca, além de um colaborador da EBC era um amigo particular. Ele entrou na antiga Radiobrás. Ele saiu, passou um tempo fora e logo voltou. Ele estava na ativa apesar de aposentado. Ele tinha uma importância gigantesca para as rádios EBC, passou pela fase mais importante do rádio de Brasília. Não era só um operador, ele fazia parte dos programas. Os locutores adoravam gravar com ele, porque ele interagia e gostava de fazer as participações", relata Leleco Santos, gerente de Operações de Rádio da EBC.

"Peruca era um amigo de verdade. Procurava agradar a todos e estava sempre preocupado com a gente. A nossa amizade era algo muito presente na minha vida. Entre um café e outro nós ríamos muito. Eu não imaginava que ia doer tanto perder ele", diz Patrícia Fontoura, produtora da Rádio Nacional da Amazônia.

"Peruca foi um grande companheiro  de trabalho. Sempre muito competente na sua função. Todos gostavam de trabalhar com ele, por que sabiam que o trabalho sairia perfeito. Deus o receba como ele merece, e conforte os corações dos que sofrem com sua partida!", diz Marina Couto, ex-funcionária da Rádio Nacional da Amazônia

"A ida do Peruca representa uma grande perda pra Rádio Nacional e pra todos que trabalham ali. Ele era a alegria da redação. Por onde ele passava se ouvia uma risada, uma palavra de carinho. Aliás, tudo o que ele fazia era com muito carinho. Vai ser sempre lembrado e sempre amado por todos", diz Juliana Maya, apresentadora do programa Nacional da Amazônia.

 

  Fonte: EBC