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22 de julho de 2021

22.7.21

Morre Januário de Oliveira, ex-locutor da Rádio Nacional

 O jornalismo esportivo perdeu, na tarde de segunda-feira (31), um ícone do rádio e da TV.

Morre Januário de Oliveira, ex-locutor da Rádio Nacional 

O jornalismo esportivo perdeu, na tarde de segunda-feira (31), um ícone do rádio e da TV. Após 12 dias internado, por conta de uma pneumonia, faleceu em Natal (RN), Januário de Oliveira, que marcou época com suas narrações na Rádio Nacional e na TV Brasil.

Januário sofria de diabetes, doença que o fez perder cerca de 90% da visão e que foi a responsável por ele ter abandonado as transmissões em 1998, logo após a Copa do Mundo. O narrador vivia em Natal, ao lado de familiares, mas há cerca de dois anos apresentava saúde debilitada.

Após uma viagem ao Rio de Janeiro, em março de 2019, Januário apresentou quadro de pneumonia persistente, seguida por um acidente vascular cerebral. Ambas as condições de saúde não o impediram de festejar o aniversário de 80 anos com a família.

Em 23 de maio, uma nova pneumonia o levou para o hospital, onde permaneceu internado. A suspeita de tuberculose foi afastada, mas Januário precisou se submeter a hemodiálise desde o dia 27, quando o quadro se agravou.

Nascido em Alegrete (RS), em 19 de setembro de 1939, Januário Soares de Oliveira era torcedor do Internacional e sonhava ser jogador de futebol. Mas não levava jeito. A outra paixão o conquistou e o levou ao patamar dos maiores locutores do país.

Januário começou a carreira na Rádio Farroupilha, em Porto Alegre. No Rio de Janeiro, trabalhou na Rádio Mauá e, na Nacional, transformou-se num dos principais narradores do futebol carioca. Foi na emissora que começou a criar seus famosos bordões. “Taí o que você queria” surgiu após mais de duas horas aguardando o início de um jogo, no estádio Ítalo del Cima, em Campo Grande.

Assista à entrevista de Januário de Oliveira na TV Brasil:

Na TV Educativa, ao lado dos comentaristas Achilles Chirol e José Ignácio Werneck, era o responsável pela narração dos jogos de domingo, que iam em videoteipes nas noites de domingo, tendo os repórteres José Luiz Furtado, Sebastião Pereira, Sergio du Bocage e Fernando Domingues nas transmissões. Quantos até hoje se lembram do grito de gol? “É disso, é disso que o povo gosta!”.

Júnior Baiano, o zagueiro, o ajudou a criar o bordão “tá lá o corpo estendido no chão”, logo após derrubar mais um adversário. Não faltava a Januário criatividade.

Januário era, também, o apresentador da mais tradicional mesa de debates das noites de domingo: o Esporte Visão. Ao lado dele, além de Chirol e Werneck, despontavam outros ilustres comentaristas, como Luiz Mendes, Sérgio Noronha, Ruy Porto, Gérson, Washington Rodrigues e Sérgio Cabral. Foi nesta época, em 1987, que Januário sofreu uma parada cardíaca que o afastou da TV por quase um ano.

Já aposentado, Januário passou a integrar a equipe de locutores da Bandeirantes. E lá vieram novos bordões. Cruel, sinistro. E os famosos apelidos transformando jogadores em personagens eternizados por sua voz e na mente dos torcedores. O Super-Ézio e Sávio, o Anjo Louro da Gávea, certamente eram os mais queridos por ele.

 O programa No Mundo da Bola desta segunda-feira, 31, homenageou Januário de Oliveira revivendo uma narração do locutor, de 20 de junho de 1978, quando Fluminense vencia o Náutico por 2x1. Jorge narra o segundo gol do Fluminense, marcado por Robertinho. 


Texto: Sérgio Du Bocage - Repórter da TV Brasil - Rio de Janeiro

 

Fonte: Trilha do Rádio 


1 de junho de 2021

1.6.21

Armazém Cultural relembra melhores momentos de entrevista com Dominguinhos do Estácio

O Armazém Cultural apresentou os melhores momentos da participação do sambista Dominguinhos do Estácio,

Armazém Cultural relembra melhores momentos de entrevista com Dominguinhos do Estácio

O Armazém Cultural apresentou os melhores momentos da participação do sambista Dominguinhos do Estácio, no programa Sem Censura, da TV Brasil, no ano 2017 e relembrou sambas-enredo antológicos na voz do intérprete. A apresentação foi de Vera Barroso e a produção da edição temática ficou a cargo do apresentador do Armazém Cultural, Tiago Alves, que participou como debatedor.

Dominguinhos do Estácio morreu no último dia 30 de maio, aos 79 anos, em hospital da cidade fluminense de Niterói, em decorrência de complicações por hemorragia cerebral. Nascido e criado no Morro de São Carlos, na região central do Rio, foi campeão 5 vezes do carnaval carioca em agremiações como Estácio de Sá, Imperatriz Leopoldinense e Unidos do Viradouro. No início da carreira foi ritimista do bloco Bafo da Onça, participou do grupo Exporta Samba e depois lançou nove álbuns solo.

Ouça o programa na íntegra no player acima. 

 
Fonte: Rádios EBC  
 
 

14 de março de 2021

14.3.21

Qual será o futuro da Rádio Nacional da Amazônia? EBC poderá ser Privatizada incluindo as Rádios

 

Qual será o futuro da Rádio Nacional da Amazônia?  EBC será incluída no PND e terá imóveis e licenças de rádio e TV avaliados

Qual será o futuro da Rádio Nacional da Amazônia?  EBC será incluída no PND e terá imóveis e licenças de rádio e TV avaliados 

A Rádio Nacional fez parte da vida de milhares de ouvintes, sua programação foi líder de audiência nos anos de 1989 a 2005. 
 
Em 2007, foi criada a EBC e as rádios passaram a integrar a mesma, seus programas passou por mudanças e não conseguiram mais atrair a atenção dos ouvintes, e uma das críticas pela bancada do Governo Bolsonaro de privatizar a EBC incluindo as rádios e a TV Brasil é em razão da pouca audiência.

O Ministério das Comunicações anunciou nesta quarta (10) que a Empresa Brasil de Comunicação terá a inclusão no Programa Nacional de Desestatização analisada por conselho de ministros

 O ministro das Comunicações, Fábio Faria, informou nesta quarta-feira (10) que a Empresa Brasil de Comunicações (EBC) entrará no Programa Nacional de Desestatização (PND), conduzido pelo Ministério da Economia em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

“O BNDES vai contratar uma consultoria e nós iremos receber os estudos que virão”, disse o ministro em entrevista à imprensa após reunião com o presidente da EBC, Glen Valente, e representantes do Ministério da Economia.

O ministro também comunicou a inclusão da EBC no PND em suas redes sociais.


 Segundo a secretária especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Martha  Seillier, a EBC passará por um processo de benchmarking (comparação de performance com altos padrões) de padrão internacional para avaliar capacidades, competências e equivalências entre os serviços executados e a realidade de mercado para empresas do mesmo porte para identificar as melhores práticas.

O prazo dos estudos de viabilidade de desestatização ou de parcerias ainda não está definido, e dependerá de cronograma a ser definido entre os ministérios das Comunicações e da Economia e a empresa a ser contratada pelo BNDES. “Caso o presidente Bolsonaro concorde, ele publicará um decreto - que leva de um a dois meses. Com a publicação, partimos para a contratação da consultoria, que também pode demorar até dois meses. Acredito que entre três e quatro meses a gente possa aprofundar os estudos de desestatização da empresa”, afirmou Martha Seillier.

Sob risco de privatização, EBC luta para se manter viva

“A inclusão de uma empresa no PND não significa o seu fim, não significa que ela será, necessariamente, 100% privatizada. Significa que existe uma decisão que será encaminhada de avaliar ganhos com a desestatização”, concluiu.

Sobre as expectativas em relação ao tema, Glen Valente afirmou que não há “hipótese cravada” sobre o futuro que será dado à empresa de comunicação. “Continuamos trabalhando e vamos explorar todas as alternativas”, disse.

“Vamos entrar na fase de estudos. Dentro desta fase, vamos explorar todas as alternativas disponíveis em parceria com o Ministério da Economia. Mantemos a gestão do processo [no âmbito] do Ministério [das Comunicações]”, afirmou Glen Valente.