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6 de janeiro de 2024

6.1.24

Sucesso na loteria: o homem que usou matemática para se tornar milionário

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Stefan Mandel e uma de suas apostas - Divulgação


Matemático, conseguiu a proeza de vencer 14 vezes em diversos jogos ao redor do mundo.

Ficar milionário jogando na loteria é o sonho de muitas pessoas, mas um homem conseguiu realizar tal feito várias vezes utilizando apenas fórmulas matemáticas. Trata-se do matemático Stefan Mandel, que desenvolveu uma técnica elaborada para alcançar esse ambicioso objetivo.

O profissional era formado em Matemática e possuía doutorado em Economia. Assim, graças a essas graduações, adquiriu conhecimentos essenciais para conseguir ganhar 14 vezes em jogos de diversos países. Contudo, tanto sucesso fez com que sofresse com algumas acusações de fraude, entre outros problemas com a lei.

Leia mais emhttps://capitalist.com.br/sucesso-na-loteria-o-homem-que-usou-matematica-para-se-tornar-milionario/

Fonte: Capitalist 





23 de maio de 2022

23.5.22

Samuel Cardoso Brito, Aos 52 anos, pipoqueiro se forma em Letras, no Pará

 

Samuel Cardoso Brito, Aos 52 anos, pipoqueiro se forma em Letras, no Pará. Agora, ele quer fazer especialização, mestrado, doutorado.

 Samuel Cardoso Brito, Aos 52 anos, pipoqueiro se forma em Letras, no Pará. Agora, ele quer fazer especialização, mestrado, doutorado.

"No começo, minhas notas eram baixas", contou Samuel Cardoso Brito, de 52 anos, lembrando que teve a paciência de pessoas que o ajudaram a seguir em frente e concretizar o sonho antigo de ter um diploma de ensino superior. Ele já morou em Santarém, mas foi em Prainha, e a partir do carrinho de pipoca, que o trabalhador informal conseguiu pagar a faculdade particular, e agora se formou em Letras.

Samuel Brito contou que desde cedo precisou trabalhar para ajudar em casa e a educação ficou em segundo plano. Natural do Paraná, ele disse que sempre gostou de ler e da  língua inglesa e, por isso, mesmo já bem maduro decidiu correr atrás da formação em Letras e conseguiu.

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Engraxate e catador de lixo

Samuel lembrou que o pai trabalhava com café e em madeireira. “Ficávamos mudando de cidade e era difícil firmar em alguma escola. Cheguei a trabalhar no lixão, a engraxar sapato e a vender picolé na rua para sobreviver”, contou.

Somente na adolescência, ele se mudou com a família para Santarém, no oeste do Pará, e foi, neste período, que ele descobriu que gostava de ler. “Eu não tinha aquela vontade de estudar, não era bom em sala de aula, então não passei da terceira série. Com 15 anos eu já não pensava mais em estudar, fui para o garimpo trabalhar, mas eu sempre lia livros, gibis e romances e gostava muito”.

A iniciativa para voltar aos estudos aconteceu aos 40 anos de idade, quando o então pipoqueiro não conseguiu passar em um concurso por não ter finalizado a formação acadêmica. “Eu entrei na escola para conseguir um certificado, a partir da 3ª etapa, para tentar fazer novamente o concurso. Comecei a estudar e percebi que tudo que fazia dava certo, foi aí que veio a paixão pelo inglês e pelo português".

Estudo pelo Youtube 

"Como a comunidade era muito carente, um casal de professores com quem fiz amizade me orientou a estudar inglês. Comecei a fazer isso pelo YouTube. Passei a 4ª etapa, fiz o Ensino Médio e tudo com boa nota. Tornei-me presidente da turma e até fazia algumas partes das aulas com permissão do professor”, relembrou.

Após concluir o Ensino Médio, Samuel procurou uma universidade, devidamente reconhecida pelo MEC, para iniciar a graduação em Letras. Foi então que um professor o incentivou a fazer pela Universidade de Uberaba (Uniube), no formato de Educação a Distância (EaD).

Pipoca pagou a faculdade

“Eu só tinha o meu carrinho de pipoca e um terreno pequeno, por isso decidi ingressar em um curso EaD e ir embora para o interior, já que o custo de vida seria menor. Mudei para a Vila de Boa Vista do Cuçari, no município de Prainha, para vender pipoca e, assim, conseguir pagar meu curso. Fiz boas vendas, principalmente no segmento de festas, e consegui pagar todas as minhas mensalidades. Minha paixão pelos estudos foi concluída e devo agradecer também à minha esposa, que sempre me ajudou, é minha parceira”.

Durante a graduação EaD ele encarava 12 horas de viagem de barco até Santarém para fazer as atividades presenciais. “Os estudos na Uniube me proporcionaram um conteúdo diferente. No começo, minhas notas eram baixas, eu não sabia nem mexer no computador, mas tive a paciência das pessoas que trabalhavam na Universidade para conseguir aprender''. 

"Só não aprende aquele que não quer, porque 50% vêm da universidade e 50% você traz de casa, eu busquei em videoaulas pela internet, buscava nas plataformas de estudos para complementar mais, então isso facilitou para melhorar as minhas notas”.

Mestrado e Doutorado

Agora, formado em Letras, Samuel quer se inscrever em uma especialização e também quer fazer um mestrado e um doutorado. "Quero desenvolver a área de redação aqui em minha cidade, que é muito carente. Apesar de já ter 52 anos, eu acredito que até os 80 e poucos ainda vou estar em sala de aula”, disse sorrindo.

Samuel quer também escrever um livro contando a própria história em terceira pessoa. “A vontade é metade de tudo que você quer conquistar, não tem idade, não tem fronteira. Temos que persistir, ter amor pelo que queremos”, opinou o trabalhador, graduado em Letras.

 

Fonte: O liberal  

 

Uniube prepara surpresa para ex-aluno. famoso pipoqueiro Samuel Brito.

 Uniube - Universidade de Uberaba



19 de julho de 2021

19.7.21

Home Office: 10 dicas para recuperar a leveza

Home Office: 10 dicas para recuperar a leveza  Por Pascoal Zani, psicólogo.

Home Office: 10 dicas para recuperar a leveza

Por Pascoal Zani, psicólogo.

O sonho do Home Office

Até pouco tempo atrás, trabalhar em casa (home office) era um sonho distante para a maioria. O cansaço do trânsito, a jornada rígida, a irritação e o estresse acalentavam o desejo de ter horários mais flexíveis, ficar um pouco mais com a família, ver mais a luz do sol, ter tempo para atividade física, cuidar da alimentação, etc.

A ideia tinha (tem ainda, não é mesmo?) um tom de leveza, algo de liberdade e produtividade dividindo o mesmo espaço, um quê de “poder ser eu mesmo enquanto trabalho”. Uma proposta de harmonia e, enfim, mais qualidade de vida!

O Coronavírus acelerou o trabalho remoto

E quem previa uma pandemia? Mais: quem diria que ela, tão indesejada, aceleraria o chamado Home Office mundo afora. Se o vírus é perigoso, se é preciso ficar em casa, nada melhor do que doravante sentir o bem-estar daquilo que se sonhou: conviver mais com a família, com o cachorro, usar bermudas com camisa social, conquistar bons níveis de equilíbrio de estresse, ver as crianças crescerem e, de quebra, ter mais flexibilidade, autonomia. Em outras palavras, garantir resultados para a carreira e para a empresa produzindo de forma mais humana.

Um ano de COVID-19 e de Home Office

Após o primeiro aniversário da pandemia, porém, não se pode dizer que o Home Office garantiu a redução dos níveis de estresse. Ainda no final do ano passado o Ministério da Saúde divulgou pesquisa apontando 74% de entrevistados com ansiedade e 39,1% com depressão. E 16,60% dos entrevistados aumentaram a ingestão de álcool durante a pandemia. De fato, os consultórios de Psicologia e de Psiquiatria nunca foram tão procurados.

Mudou o Home Office ou mudamos nós? Do que se esperava antes, o que de fato acontece hoje? Considerando o atual cenário, quais ajustes podem ser feitos nessa busca constante de equilíbrio, de melhorar o bem-estar e de ter, de fato, qualidade de vida? Que tal um novo olhar?

Melhores práticas de Trabalho Remoto:

Recentemente colhi uma centena de depoimentos e selecionei boas práticas sobre Home Office e isolamento físico. Sou grato a todos os que contribuíram. Não é possível divulgar todas, mas quero partilhar algumas, na intenção de retomar o foco, deixar mais leve o dia-a-dia de quem trabalha remotamente:

Uma coisa em cada tempo e tudo em seu lugar

1. Definir quais são os espaços e os tempos da atuação profissional e quais são os de uso pessoal. Não havendo distinção clara, a nossa mente estará sempre alerta, em estado de hipervigilância, mantendo elevados níveis de estresse.

  • Espaço. Uma caixa de papelão, decorada, na mesa da sala, dividia a estação de trabalho, numa foto que recebi. É um exemplo simples de que cada um adapta o local conforme suas possibilidades. A ideia é de dividir a zona de trabalho daquela que é destinada ao lazer e à família.
  • Período de tempo. Outra pessoa comentou sobre conectar-se e desconectar-se do trabalho em horários rígidos, pré-definidos. Atuar com disciplina em momentos específicos de trabalho treina a mente a estar alerta e ativa em alguns momentos e relaxada em outros, regulando níveis de estresse e ansiedade. Nisso se pode incluir o uso profissional de whats App ou outros meios de comunicação, se conveniente e possível.

Um mínimo de planejamento é importante

2. Planejar e executar rotinas diárias e semanais. A flexibilidade oxigena a mente, é certo. Mas a noção do previsível, aliada à ação, permite usar a ansiedade para produzir com menor dispêndio de energia.

3. Stephen Covey, autor do best-seller “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes” (recomendo) prega no 7º. Hábito: “Afinar o instrumento”, “parar para afiar a serra”. Buscar autoconhecimento, praticar a Inteligência Emocional, equilibrar as diversas áreas de atuação, planejar a carreira e a vida são valiosos para manter o bem-estar.

Relacionamentos só de home office? Não!

4. Revisar o modo de se relacionar com as pessoas próximas. Muitos pais e filhos passaram a conviver diuturnamente na pandemia. As emoções de cada um podem se aflorar mais, causando desgastes. Por mais que o amor una a família, é preciso parar, refletir e conversar sobre os relacionamentos. A Psicologia recomenda uma boa conversa, assertiva: ouvir com atenção e expressar, com empatia e clareza, os pensamentos e sentimentos.

5. Ainda no quesito familiar, construir juntos a divisão de tarefas domésticas entre todos é fator que evita desgastes emocionais.

6. A solidão tem sido das reclamações mais frequentes na pandemia. Ocorre que para evitar propagação de Coronavírus a recomendação é de isolamento físico e não social.  Os relacionamentos sociais, laborais, amistosos e familiares podem ser mantidos por meios virtuais, e são essenciais para evitar a depressão, a perda do prazer, ou o que o sociólogo Corey Keyeschamam chama de “languishing”, ou, definhamento.

Paradas estratégicas

7. “Quando a gente anda sempre para frente, não pode mesmo ir longe.”  Antoine de Saint-Exupéry, em “O Pequeno Príncipe”. A mente busca economizar energia constantemente, funcionar “no automático”, modo em que os pensamentos se aceleram. Por isso o convite para clicar a seguir e colocar no dia-a-dia a prática de Mindfulness, a Atenção Plena, o viver consciente: https://www.instagram.com/p/CNV64xRlLyT/?igshid=znwwl0uaew5c

8. Assim como em todas as recomendações de gerenciamento de estresse, a disciplina com o sono, exercícios físicos e alimentação é importantíssima. De igual forma, recomenda-se procurar ajuda profissional imediatamente ao perceber os primeiros sinais de vícios e compulsões (álcool, drogas, compras, alimentação, internet, cigarro, etc).

Mente ativa

9. E o conceito de aprendizado constante, manter a mente ativa? Primeiramente, que tal começar ou retomar aquele curso tão adiado? Depois, talvez gerenciar a linha do tempo das redes sociais para inibir informações que gerem preocupações inúteis e distrações, incluindo páginas de conteúdos educativos? Ou, desde já uma boa leitura? Abaixo, algumas sugestões:

  • “Reinvente sua Vida”, de Jeffrey Young. Dentro da Terapia Cognitivo-comportamental, o autor criou a Terapia do Esquema. No livro, um guia de autoconhecimento, ele considera 11 armadilhas de vida, comenta possíveis origens, como se mantém hoje e indica alguns caminhos para se libertar delas.
  • “O Poder da Paciência”, de Mary Jane Ryan: “um dia resolvi dizer a mim mesma que eu tinha todo o tempo de que precisava, mesmo que fosse interrompida várias vezes. Para minha surpresa, funcionou. Descobri que de fato eu tinha todo o tempo de que precisava.” O livro indica o uso da virtude da paciência para controle de estresse e ansiedade, regulação emocional, melhora nos relacionamentos, e assim sucessivamente.
  • “Atenção Plena”, de Mark Williams. É dos livros mais populares de Mindfulness. Vem com CD com oito meditações, com explicações e sugestão de exercitar ao longo de oito semanas.

Mente relaxada

10. E outros momentos, relaxar a mente é importante, buscar entretenimento. Aí, uma pipoca, um guaraná, uma boa série ou filme. Bom, não é mesmo? Veja algumas opções abaixo:

  • “Professor Polvo” (Netflix): documentário inédito, resgatando valores como amizade, carinho, sensibilidade, equilíbrio.
  • “Virgen River” (Netflix): série com temas como luto e busca de paz em meio às dificuldades da vida.
  •  “Anne with an E” (Netflix): série emocionante, com tanta superação de sofrimento que inspira a enfrentar o medo e viver.
  • “Soul” (Disney+): animação ao som de Jazz, uma bela reflexão sobre o sentido e as escolhas da Vida

Home Office legal

A maratona da vida profissional e a necessidade de equilíbrio

Podemos comparar a vida profissional a uma maratona, corrida de longa duração em que a maior exigência é a resistência, dada pelo equilíbrio físico e mental. Da mesma forma, o trabalhador que cuida da saúde garante tanto a produtividade sustentável ao longo dos anos quanto a qualidade de vida enquanto produz. Afinal, cruzar a linha de chegada com sucesso é tão importante quanto viver, manter o bem-estar durante a caminhada.

Fonte: Gazeta do Povo 

Psicólogo Pascoal Zani – CRP 08/04471 | Instagran: psicologopascoalzani


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