Virou Notícias Publicamos Aqui!

LightBlog

Mostrando postagens com marcador desejo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador desejo. Mostrar todas as postagens

23 de maio de 2022

23.5.22

Amarga vingança: o desejo de vingança forma um carcereiro para um suposto prisioneiro

Amarga vingança  O desejo de vingança forma um carcereiro para um suposto prisioneiro
Amarga vingança.

O desejo de vingança forma um carcereiro para um suposto prisioneiro.

O desejo de vingança forma um carcereiro para um suposto prisioneiro.

Mesmo que este último seja real, ambos compartilham da mesma masmorra. Ambos.

Por vezes o encarcerado cumpre sua pena e vai embora.

Enquanto isso, o autointitulado aprisionador ou vingador permanece a maior parte dos seus dias (e noites) no confinamento que criou para si.

Se doce se lhe parece a vingança, muito amargo se torna o seu lar-doce-lar.

Triste fim.

A vingança, se chegar à realidade, pode causar sérios danos à vítima, sim.

A única certeza é a de que, antes, ela já destruiu o vingador.

Cego em ira, a maior punição que deu foi a si mesmo.

Obs.1 :
a reflexão pode ser adaptada a outros sentimentos também.

É o caso de ressentimentos, mágoas, ciúmes, etc, geralmente negativos e intensos.

Tais sentimentos podem ser positivos também, como expectativas muito elevadas e irreais de ser correspondido numa paixão, num grande negócio, na profissão, etc.

Alimentar pensamentos neste sentido aprisiona mais a você do que à “pessoa odiada”, por isso a analogia com a masmorra.

E depois de um tempo a pessoa contra ou a favor de quem você projeta seus sentimentos pouco ou nada tem a ver com eles: passa a ser apenas uma internalização, algo que você escolheu remoer e sofrer sozinho.

A outra pessoa pode até ter dado causa, talvez: ofendido, gerado desconfiança ou expectativa.

Mas a sequência é com você:

quer nutrir pensamentos e se aprisionar aos sentimentos que eles geram?

Ou quer encerrar um ciclo nocivo e retomar o controle da sua vida?

Obs.2 : essa reflexão pode ajudar no seu processo psicoterapêutico, mas não substitui a psicoterapia. Se algo lhe chamou a atenção, converse com seu (sua) psicólogo (a) a respeito.

 

 Pascoal Zani – CRP-PR 08/04471

Fone whats: https://wa.me/5541988488303

https://linktr.ee/Psicologopascoalzani

psicologopascoalzani@gmail.com

Fonte: https://www.psicologopascoalzani.com.br 

Psicólogo Pascoal Zani – CRP 08/04471 | Instagran: psicologopascoalzani

Leia  outros artigos do Psicólogo Pascoal Zani

 

16 de novembro de 2021

16.11.21

Você sabe onde está sua alegria?

 

Como gestor, psicólogo ou amigo, muitas vezes eu disse, de coração, aos que assumiam novos desafios: “Desejo sucesso, e que seja com Alegria!”

Por: Pascoal Zani, CRP 08/04471, Psicólogo 

Alegria, energia

Como gestor, psicólogo ou amigo, muitas vezes eu disse, de coração, aos que assumiam novos desafios: “Desejo sucesso, e que seja com Alegria!”

Não é só pelo “fim”: é principalmente pelo “meio”, pois a Vida é um processo. Requer foco no destino, sim, mas muita atenção à jornada.

Alegria é o aumento da potência para agir

Spinoza

A Alegria, mais que o simples e belo sorriso nos lábios, é o aumento da potência para agir”, como disse Baruch Spinoza, ainda no século XVII. Ela garante a sua energia, nutre a paixão pela causa, envolve você e as pessoas próximas a favor dos seus objetivos e do seu bem-estar.

O vai e vem da Alegria (ou: não ponha todos os ovos numa cesta só)

Pode ser normal que você, por vezes, esteja bem em algumas áreas da vida e menos desenvolvido em outras. Mas o risco de frustração aumenta quando concentra a satisfação em poucos aspectos. Por exemplo, se está bem-sucedido no trabalho, mas encontra dificuldades nas demais questões, caso entre em crise profissional terá o nível de bem-estar bastante comprometido. Assim, verá aberta uma porta para a ansiedade e a depressão se instalarem, pois todas as fichas estavam em uma só aposta.

O exemplo deixa clara a importância de buscar o equilíbrio, usar a força da Alegria para manter estável o que já está bem equacionado e também para buscar autoconhecimento e desenvolvimento de habilidades que elevem a satisfação de aspectos menos explorados. O resultado virá na forma de melhor qualidade de Vida.

Quando a Alegria se esvai

Se você se empenha em praticar a Inteligência Emocional, logo se depara com a indignação que traz a raiva e também com os estragos dela quando expressada instintivamente, exageradamente ou reprimida; com um medo que algumas vezes protege e noutras paralisa; com o nojo que faz rejeitar o que sua mente entende como tóxico; com a tristeza que pode causar reflexões transformadoras ou aprofundar a depressão; e com a alegria, ponto à parte:

A Alegria é tida como a “mocinha”, aquela a manter. De fato, ela move, energiza, empodera, cura. Porém, trata-se de uma manutenção a todo custo? Não, a proposta é de regulação emocional, porque as situações, seus pensamentos e crenças lhe presenteiam diariamente com uma farta gama de emoções e não só dela. A cada uma compete seu ciclo, bem vivenciado. E pode ser que a Alegria passe a lhe visitar menos de vez em quando, não é mesmo?

Como recuperar a Alegria

Emoções vem e vão. Se vão, voltam: é da Vida. A Alegria é geradora de ação, mobilizadora, mantém os relacionamentos estáveis, a paixão por pessoas, causas e objetivos. Então, caso a tenha perdido, sim, é possível recuperá-la. A Psicoterapia, com empatia no trato humano, aplicação de técnicas específicas e especialidade na redescoberta de valores internos, poderá ajudar nessa volta à Vida, à Alegria.

A depressão é das maiores demandas na Psicologia. Ela tem por características o aprofundamento da tristeza, a visão negativa de si, do futuro e do mundo, a desesperança, o isolamento, a irritação, a perda do prazer, a dificuldade de agir, de fazer coisas simples do dia a dia, dentre outros sintomas. Então, porque não dizer, quanto a este problema mental: há uma perda de Alegria. No viés de solução, ela, como fonte de energia para a ação, pode auxiliar no tratamento.

Nesse caso você pode reativar o potencial que tem em si, a fim de voltar a se alegrar, viver. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), além de acolher a pessoa que sofre e de atuar sobre os pensamentos e emoções que causam dor, se utiliza de técnicas como

  1. Lista de atividades prazerosas: inclua na sua rotina atividades que tragam bem-estar; se possível inicie o dia com uma delas;
  2. Ativação comportamental: não espere pela motivação, mas, aja; dê um pequeno passo, um só; por alguns dias não mire o topo da escada, mas apenas suba um degrau; quando começar a agir, a própria ação lhe dará bem-estar;
  3. Curtograma: use o esquema a seguir para relacionar e refletir sobre o que você curte e o que tem obrigação de fazer; depois planeje ações buscando o equilíbrio das demandas entre prazeres e deveres: o que você gosta e faz; o que você gosta e não faz; o que você não gosta e faz; o que você não gosta e não faz;
CURTOGRAMA OU GOSTOGRAMA
o que você gosta e fazo que você gosta e não faz
o que você não gosta e fazo que você não gosta e não faz

Onde está a sua Alegria?

Respeitando que cada emoção deve ser vivida a seu tempo, nas suas escolhas conscientes você pode optar entre dois caminhos:

  1. a tristeza, vitimização e atribuição de culpa a si, aos outros e ao mundo, mantendo sofrimentos;
  2. ou assumir a responsabilidade por si próprio, se autoempoderar e resolver seus problemas, usando a força da Alegria.

Os atuais conceitos de "Longlife learner" / "Lifelong learning" reforçam a necessidade e a oportunidade de buscar energia sempre: viver aprendendo, extrair lições de cada experiência e, assim, estimular a “neuroplasticidade cerebral”, ativar o “mindset do crescimento”.

A linha da Alegria implica também em tratar os assuntos e as pessoas tão apaixonadamente que, de fato, você “aproveite até o último sopro de vida". Ou, simplificando mais ainda, como dizia Gonzaguinha alegremente, já em 1982: “a beleza de ser um eterno aprendiz! ”

Para lembrar

A vida adulta pode fazer você se esquecer de sua essência, dos seus valores e objetivos, por tamanha turbulência. Então, de tempos em tempos convém refletir, reavaliar os níveis necessários em cada área para viver bem.

Feito isso, redirecionar rotas, recobrar a sua Alegria! Onde ela estiver, você, planejada ou automaticamente, buscará formas de fazer acontecer seus objetivos.

Por isso, termino com algumas provocações:

  1. O que inspira você?

2.O que o move, enche de entusiasmo?

3. Qual é a sua paixão? Onde está a sua Alegria?

  Fonte: Clube Gazeta do povo


 Pascoal Zani – CRP-PR 08/04471

Fone whats: https://wa.me/5541988488303

https://linktr.ee/Psicologopascoalzani

psicologopascoalzani@gmail.com

Fonte: https://www.psicologopascoalzani.com.br 

Psicólogo Pascoal Zani – CRP 08/04471 | Instagran: psicologopascoalzani

Leia  outros artigos do Psicólogo Pascoal Zani

 

19 de julho de 2021

19.7.21

Home Office: 10 dicas para recuperar a leveza

Home Office: 10 dicas para recuperar a leveza  Por Pascoal Zani, psicólogo.

Home Office: 10 dicas para recuperar a leveza

Por Pascoal Zani, psicólogo.

O sonho do Home Office

Até pouco tempo atrás, trabalhar em casa (home office) era um sonho distante para a maioria. O cansaço do trânsito, a jornada rígida, a irritação e o estresse acalentavam o desejo de ter horários mais flexíveis, ficar um pouco mais com a família, ver mais a luz do sol, ter tempo para atividade física, cuidar da alimentação, etc.

A ideia tinha (tem ainda, não é mesmo?) um tom de leveza, algo de liberdade e produtividade dividindo o mesmo espaço, um quê de “poder ser eu mesmo enquanto trabalho”. Uma proposta de harmonia e, enfim, mais qualidade de vida!

O Coronavírus acelerou o trabalho remoto

E quem previa uma pandemia? Mais: quem diria que ela, tão indesejada, aceleraria o chamado Home Office mundo afora. Se o vírus é perigoso, se é preciso ficar em casa, nada melhor do que doravante sentir o bem-estar daquilo que se sonhou: conviver mais com a família, com o cachorro, usar bermudas com camisa social, conquistar bons níveis de equilíbrio de estresse, ver as crianças crescerem e, de quebra, ter mais flexibilidade, autonomia. Em outras palavras, garantir resultados para a carreira e para a empresa produzindo de forma mais humana.

Um ano de COVID-19 e de Home Office

Após o primeiro aniversário da pandemia, porém, não se pode dizer que o Home Office garantiu a redução dos níveis de estresse. Ainda no final do ano passado o Ministério da Saúde divulgou pesquisa apontando 74% de entrevistados com ansiedade e 39,1% com depressão. E 16,60% dos entrevistados aumentaram a ingestão de álcool durante a pandemia. De fato, os consultórios de Psicologia e de Psiquiatria nunca foram tão procurados.

Mudou o Home Office ou mudamos nós? Do que se esperava antes, o que de fato acontece hoje? Considerando o atual cenário, quais ajustes podem ser feitos nessa busca constante de equilíbrio, de melhorar o bem-estar e de ter, de fato, qualidade de vida? Que tal um novo olhar?

Melhores práticas de Trabalho Remoto:

Recentemente colhi uma centena de depoimentos e selecionei boas práticas sobre Home Office e isolamento físico. Sou grato a todos os que contribuíram. Não é possível divulgar todas, mas quero partilhar algumas, na intenção de retomar o foco, deixar mais leve o dia-a-dia de quem trabalha remotamente:

Uma coisa em cada tempo e tudo em seu lugar

1. Definir quais são os espaços e os tempos da atuação profissional e quais são os de uso pessoal. Não havendo distinção clara, a nossa mente estará sempre alerta, em estado de hipervigilância, mantendo elevados níveis de estresse.

  • Espaço. Uma caixa de papelão, decorada, na mesa da sala, dividia a estação de trabalho, numa foto que recebi. É um exemplo simples de que cada um adapta o local conforme suas possibilidades. A ideia é de dividir a zona de trabalho daquela que é destinada ao lazer e à família.
  • Período de tempo. Outra pessoa comentou sobre conectar-se e desconectar-se do trabalho em horários rígidos, pré-definidos. Atuar com disciplina em momentos específicos de trabalho treina a mente a estar alerta e ativa em alguns momentos e relaxada em outros, regulando níveis de estresse e ansiedade. Nisso se pode incluir o uso profissional de whats App ou outros meios de comunicação, se conveniente e possível.

Um mínimo de planejamento é importante

2. Planejar e executar rotinas diárias e semanais. A flexibilidade oxigena a mente, é certo. Mas a noção do previsível, aliada à ação, permite usar a ansiedade para produzir com menor dispêndio de energia.

3. Stephen Covey, autor do best-seller “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes” (recomendo) prega no 7º. Hábito: “Afinar o instrumento”, “parar para afiar a serra”. Buscar autoconhecimento, praticar a Inteligência Emocional, equilibrar as diversas áreas de atuação, planejar a carreira e a vida são valiosos para manter o bem-estar.

Relacionamentos só de home office? Não!

4. Revisar o modo de se relacionar com as pessoas próximas. Muitos pais e filhos passaram a conviver diuturnamente na pandemia. As emoções de cada um podem se aflorar mais, causando desgastes. Por mais que o amor una a família, é preciso parar, refletir e conversar sobre os relacionamentos. A Psicologia recomenda uma boa conversa, assertiva: ouvir com atenção e expressar, com empatia e clareza, os pensamentos e sentimentos.

5. Ainda no quesito familiar, construir juntos a divisão de tarefas domésticas entre todos é fator que evita desgastes emocionais.

6. A solidão tem sido das reclamações mais frequentes na pandemia. Ocorre que para evitar propagação de Coronavírus a recomendação é de isolamento físico e não social.  Os relacionamentos sociais, laborais, amistosos e familiares podem ser mantidos por meios virtuais, e são essenciais para evitar a depressão, a perda do prazer, ou o que o sociólogo Corey Keyeschamam chama de “languishing”, ou, definhamento.

Paradas estratégicas

7. “Quando a gente anda sempre para frente, não pode mesmo ir longe.”  Antoine de Saint-Exupéry, em “O Pequeno Príncipe”. A mente busca economizar energia constantemente, funcionar “no automático”, modo em que os pensamentos se aceleram. Por isso o convite para clicar a seguir e colocar no dia-a-dia a prática de Mindfulness, a Atenção Plena, o viver consciente: https://www.instagram.com/p/CNV64xRlLyT/?igshid=znwwl0uaew5c

8. Assim como em todas as recomendações de gerenciamento de estresse, a disciplina com o sono, exercícios físicos e alimentação é importantíssima. De igual forma, recomenda-se procurar ajuda profissional imediatamente ao perceber os primeiros sinais de vícios e compulsões (álcool, drogas, compras, alimentação, internet, cigarro, etc).

Mente ativa

9. E o conceito de aprendizado constante, manter a mente ativa? Primeiramente, que tal começar ou retomar aquele curso tão adiado? Depois, talvez gerenciar a linha do tempo das redes sociais para inibir informações que gerem preocupações inúteis e distrações, incluindo páginas de conteúdos educativos? Ou, desde já uma boa leitura? Abaixo, algumas sugestões:

  • “Reinvente sua Vida”, de Jeffrey Young. Dentro da Terapia Cognitivo-comportamental, o autor criou a Terapia do Esquema. No livro, um guia de autoconhecimento, ele considera 11 armadilhas de vida, comenta possíveis origens, como se mantém hoje e indica alguns caminhos para se libertar delas.
  • “O Poder da Paciência”, de Mary Jane Ryan: “um dia resolvi dizer a mim mesma que eu tinha todo o tempo de que precisava, mesmo que fosse interrompida várias vezes. Para minha surpresa, funcionou. Descobri que de fato eu tinha todo o tempo de que precisava.” O livro indica o uso da virtude da paciência para controle de estresse e ansiedade, regulação emocional, melhora nos relacionamentos, e assim sucessivamente.
  • “Atenção Plena”, de Mark Williams. É dos livros mais populares de Mindfulness. Vem com CD com oito meditações, com explicações e sugestão de exercitar ao longo de oito semanas.

Mente relaxada

10. E outros momentos, relaxar a mente é importante, buscar entretenimento. Aí, uma pipoca, um guaraná, uma boa série ou filme. Bom, não é mesmo? Veja algumas opções abaixo:

  • “Professor Polvo” (Netflix): documentário inédito, resgatando valores como amizade, carinho, sensibilidade, equilíbrio.
  • “Virgen River” (Netflix): série com temas como luto e busca de paz em meio às dificuldades da vida.
  •  “Anne with an E” (Netflix): série emocionante, com tanta superação de sofrimento que inspira a enfrentar o medo e viver.
  • “Soul” (Disney+): animação ao som de Jazz, uma bela reflexão sobre o sentido e as escolhas da Vida

Home Office legal

A maratona da vida profissional e a necessidade de equilíbrio

Podemos comparar a vida profissional a uma maratona, corrida de longa duração em que a maior exigência é a resistência, dada pelo equilíbrio físico e mental. Da mesma forma, o trabalhador que cuida da saúde garante tanto a produtividade sustentável ao longo dos anos quanto a qualidade de vida enquanto produz. Afinal, cruzar a linha de chegada com sucesso é tão importante quanto viver, manter o bem-estar durante a caminhada.

Fonte: Gazeta do Povo 

Psicólogo Pascoal Zani – CRP 08/04471 | Instagran: psicologopascoalzani


 Leia  outros artigos do Psicólogo Pascoal Zani

Terapias integrativas também podem aliviar tensão e ansiedade nos pets 

O que é comunicação assertiva?

Relacionamento: conheça a técnica CNV e pare de brigar