Mostrando postagens com marcador feliz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador feliz. Mostrar todas as postagens

31 de dezembro de 2023

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 31 de dezembro de 2023

31.12.23

Mensagem de Feliz Ano Novo 2024: 5 apps para criar cartão personalizado [+50 ideias de frases]

Alt text
Imagem: Freepik

Mensagem de Feliz Ano Novo 2024: 5 apps para criar cartão personalizado [+50 ideias de frases]

Criar uma mensagem de Feliz Ano Novo pode ser mais simples do que parece. Confira agora 5 apps para personalizar suas mensagens!

O final de um ano e o início de outro são momentos especiais para expressar nossos desejos de felicidade e sucesso para aqueles que amamos. 

Em 2024, a tecnologia oferece diversas maneiras inovadoras de enviar mensagens personalizadas, e uma das formas mais carinhosas é por meio de cartões virtuais personalizados. Conheça agora 5 apps e ferramentas para criar uma mensagem de Feliz Ano Novo totalmente personalizada.


Leia mais em: https://olhardigital.com.br/2023/12/31/dicas-e-tutoriais/mensagem-de-feliz-ano-novo-2024-5-apps-para-criar-cartao-personalizado-50-ideias-de-frases/

Fonte: Olhar Digital 


14 de fevereiro de 2022

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 14 de fevereiro de 2022

14.2.22

Você é um otimista?

 

[Você é um otimista?] Foto: Reprodução Forbes
Foto: Reprodução Forbes

 Você é um otimista? 

 Por: Pascoal Zani, CRP 08/04471, Psicólogo  

  

 “Quando há confiança, o sujeito continuará a despender esforços para realizar suas metas, mesmo diante de adversidades.” (Michael Scheier)

 Já fez algo cheio de confiança e ficou feliz com o resultado? O otimismo é a visão favorável do futuro. É a expectativa de encontrar a melhor solução para um problema ou o bem-estar em cada situação.

22 de setembro de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 22 de setembro de 2021

22.9.21

Intoxicação digital: a inveja nas redes sociais

A imagem do post é de uma amiga feliz, em férias, na praia!  O que você pensou a respeito?  "Estou feliz por ela", "quero ir lá nas minhas próximas férias", "Nunca vou conseguir ser feliz como ela", "nada", "a toda hora ela está me provocando", "nem é tudo isso"?

 Por: Pascoal Zani, CRP 08/04471, Psicólogo

Intoxicação digital: a inveja nas redes sociais

 A regulação emocional na rede social

Você está navegando no Instagram e a imagem do post é de uma amiga feliz, em férias, na praia!

O que você pensou a respeito? "Estou feliz por ela", "quero ir lá nas minhas próximas férias", "Nunca vou conseguir ser feliz como ela", "a toda hora ela está me provocando", "nem é tudo isso"?

Depende de muitos fatores, claro. Mas conforme tenha pensado você poderá ter sentido alegria, bem-estar, frustração, desânimo, raiva, inveja, desprezo, etc.

Treinando a regulação emocional você identificaria a situação, o seu pensamento a respeito, a emoção e o comportamento que teve. Talvez fizesse alguns ajustes para viver melhor suas emoções. Não é fácil, mas é o exercício nosso de cada dia e é necessário.

Agora vamos adicionar mais ingredientes. No momento em que você decide ir às redes sociais para se distrair com o rolar frenético das telas encontra a vida e o viver de tantas outras pessoas, queridas, famosas ou até desconhecidas. Lá estão também produtos, serviços e utilidades. Em cada post, uma situação, um fato. Eles se tornam estímulos e podem gerar desejo. Alguns passam despercebido, uns lhe incentivam, outros desmotivam, enfim, a depender do que você pensou a respeito.

 Mas, como processar tanto conteúdo de modo tão rápido?

O Class Mates foi criado em 1995. Logo após, oSixDegrees, em 1997. Orkut, facebook, LinkedIn, Instagram, twitter, Tik-tok e outras redes vieram depois, cada uma com suas características, mas sempre aumentando o volume de interações e de utilidade para os contatos pessoais e profissionais.

Não à toa hoje se fala de "Zoom Fatigue", “Cansaço ou Intoxicação Virtual”. O conceito nasceu dos excessos das reuniões via plataformas como Zoom, Google Meet, Skype, Whereby, etc. Eram reuniões de gerência com seus empregados em Home Office ou mesmo antes, pois as empresas já as utilizavam em suas comunicações.

Depois a ideia da “Fadiga de Zoom” se estendeu à saturação que muitos sentem dentro das redes, talvez pela dificuldade de digerir tanto conteúdo. De um lado, a maior parte do planeta está nelas fornecendo e consumindo dados. Noutro, você tem a necessidade de buscar soluções e adquirir habilidades que permitam vivenciar melhor a experiência delas.

 Leia também: 

Intoxicação digital: um drama contemporâneo 

 Inveja nas redes sociais?

Vício em redes sociais dispara na pandemia, mas há como recuperar o controle e se desintoxicar?

Por que há tanta inveja nas redes sociais?

Eu responderia que a inveja, outras emoções, pensamentos e comportamentos que estão das redes são a expressão do homem, que cria e usa a tecnologia à sua imagem e semelhança.

Cada rede social é como uma enxada que pode ser usada para assassinar alguém ou prover o sustento da família. Ela é ferramenta. A inveja já existia e continuou existindo nela. Vem do homem e dos relacionamentos humanos.

Em seu primeiro livro, a Bíblia apresenta o sentimento de inveja, já nas origens (Gênesis) da humanidade: Caim matou Abel após invejar a felicidade dele por ver a oferta aceita, enquanto a sua havia sido rejeitada.

Se houvesse Instagram ou TikTok na época, poderíamos dizer que o post de Abel, talvez uma imagem com a melhor carne do seu rebanho, teve mais curtidas e comentários, ou seja, a aprovação social do Criador. A publicação de Caim, com os frutos de sua terra, não teve a mesma sorte, ele se sentiu rejeitado.

 A inveja, emoção aprendida

            Iniciamos pela inveja, mas muitos pensamentos, emoções e sentimentos diferentes podem ir se juntando quando detalhamos o assunto. É comum que essa mesma reflexão possa abranger ciúme e necessidade de aprovação social em exagero, por exemplo.

·         O que a felicidade do outro provoca em você?

·         Como se sente quando se compara a alguém?

·         Quanto pesa ser ou não aprovado?

·         O sucesso do outro o motiva ou desanima?

·         E a grama mais verde do vizinho, aquelas vidas perfeitas que aparecem nos grupos e nas telas?

·         E as lindas e sorridentes famílias dos famosos comerciais de margarina?

·         Você faz comparações assim?

            “As emoções secundárias são influenciadas pelo contexto social e cultural: são portanto aprendidas, e não inatas”. (Roberto Lent) Caim sentiu um furor, a emoção primária de raiva, por ser rejeitado. Depois invejou Abel.

            A sociedade e a cultura, então, dão parâmetros. Podemos arriscar alguns deles: você precisa ter sucesso profissional, ter este peso e aquela altura, apresentar o melhor resultado, estar sempre feliz, ganhar “x” ou “y”, ser desta ou daquela religião, comprar isso ou aquilo, estar no namoro ou no casamento perfeito, tirar as melhores férias da empresa, torcer por este ou aquele time: “precisa de”, “tem que”. (Será mesmo?)

            São normas e regras socioculturais. Podem fazer você desejar ou achar necessário ter o que o outro tem. A inveja está neste berço, mas ela não dorme. Algumas reflexões podem ajudar você a lidar com ela:

·         Uma vez desejando algo, quais pensamentos lhe vem?

·         Querer algo lhe inspira a imitar um comportamento ou a buscar um objeto, uma situação similar e fazer ações saudáveis para conseguir?

·         Ou você pensa em ter o que é do outro, sem medir consequências?

·         A postagem o leva a criticar o que deseja ou a querer privar o outro do que tem?

·         Você se desmotiva ao querer algo que não conseguirá tão facilmente?

 A provocação do desejo e o seu modo de reagir

Bem, talvez você não precise desejar tudo o que os outros tem, não é mesmo?Ou, desejando, reagindo positivamente ao estímulo, possa parar a fim de analisar o que de fato quer e planejar maneiras saudáveis e viáveis de conseguir.

Repetindo, o que de fato quer, independente das comparações infindáveis da sociedade e da cultura nesta Grande Loja de Desejos chamada Rede Social. Portanto:

·         Cuide para não viver o desejo dos outros e esquecer o seu. É básico

·         Faça escolhas, examine bem quais atividades, pessoas e objetos quer acompanhar. Reorganize sua timeline. Assim você poderá focar em amizades que realmente importam e em páginas que lhe ofereçam conteúdos úteis para sua atividade e sua Vida

·         Eleja valores de Vida e objetivos de curto, médio e longo prazo. Isso facilitará suas decisões quanto a compras, quais amigos e páginas seguir e quais postagens devem merecer a sua atenção

 O comportamento digital e o social

No tempo em que as relações eram menos virtuais você já encontrava a inveja nos relacionamentos próximos: no parente que possuía um carro melhor, no amiguinho que tinha um brinquedo que você não tinha, no colega que conseguia um cargo melhor que o seu, etc. O que mudou foi a amplitude que as redes deram às experiências.Tudo é mais rápido, intenso e diverso. Sempre se pergunte: ameaça ou oportunidade? Pode ser um bom motivo para você treinar sua Inteligência Emocional. Assim vai aprimorar suas habilidades para melhor aproveitá-las e ter mais bem-estar, qualidade de vida.

            Em todo caso, nova pausa para pensar: não é a ferramenta, é o homem. Não são as redes sociais virtuais.Sem eximi-las de suas responsabilidades éticas e legais, a questão, do ponto de vista de da Psicologia, é que a sociedade se faz representar dentro delas, estimulando que o seu modo de se comportar passe a ser também o seu comportamento digital. Em outras palavras, trazendo ao particular para que possa exercer algum controle, trata-se de como você pensa, sente e age em relação aos conteúdos.

            Quem sabe um dia “ter ou provocar inveja” (envy) nas redes sociais se torne cringe (vergonha alheia). Isso aliviaria um pouco a insanidade das comparações que provocam frustração, ansiedade, desânimo, apatia e depressão em quaisquer gerações, sejam Baby Boomers, X, Y (Millennials), Z (Gen Z) ou Alpha! O que você acha?

 

Pascoal Zani – CRP-PR 08/04471

Fone whats: https://wa.me/5541988488303

https://linktr.ee/Psicologopascoalzani

psicologopascoalzani@gmail.com

Fonte: https://www.psicologopascoalzani.com.br 

Psicólogo Pascoal Zani – CRP 08/04471 | Instagran: psicologopascoalzani

Leia  outros artigos do Psicólogo Pascoal Zani

Terapias integrativas também podem aliviar tensão e ansiedade nos pets 

O que é comunicação assertiva?

Relacionamento: conheça a técnica CNV e pare de brigar

Home Office: 10 dicas para recuperar a leveza

Estresse: lucros e prejuízos na Vida Profissional

 Mundo VUCA ou Mundo BANI? 

Como ter mais inteligência emocional?

Você tem vivido num turbilhão de emoções?

 12 dicas para melhorar seu sono e dormir como um bebê

Agosto Lilás: a violência doméstica e familiar

Procrastinação: quando deixar para amanhã faz mal

 

31 de julho de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 31 de julho de 2021

31.7.21

Você tem vivido num turbilhão de emoções?

 

O músico Danilo Caymmi foi muito feliz ao descrever a alma humana na obra “O Bem e o Mal

   Por Pascoal Zani, psicólogo. 

Você tem vivido num turbilhão de emoções?

O músico Danilo Caymmi foi muito feliz ao descrever a alma humana na obra “O Bem e o Mal”. Sua composição expressa a essência das emoções, cada uma delas com seus papéis, suas dores e belezas: “eu guardo em mim o deus, o louco, o santo, o bem e o mal”.


 
Todas as suas vivências tem tons emocionais. Mesmo sendo algo tão essencial, a autoconsciência sobre as emoções é algo a ser buscado. Que tal falar um pouco sobre elas?  

Primeiro as emoções, depois os sentimentos

“As emoções ocorrem no teatro do corpo. Os sentimentos ocorrem no teatro da mente”. (António Damásio)

As emoções são reações fisiológicas do seu corpo quando este analisa uma situação. Estão na sua voz, postura, rosto, ações. São reações rápidas, curtas e intensas. Charles Darwin ressaltou suas funções de comunicação e de sobrevivência, além de ter comprovado que algumas são universais.

Os sentimentos são diferentes: derivam da sua interpretação e de como lida com as emoções. Duram mais tempo que elas, são nutridos por pensamentos que mantém o sofrimento ou o bem-estar.

Hoje em dia é comum na Psicologia encontrar a classificação de cinco “emoções primárias”. Para ajudar nas reflexões, a seguir você lerá um pouco da função, reações (sentimentos) saudáveis, exagerados ou reprimidos de cada uma: alegria, medo, nojo, raiva e tristeza.

A raiva que a raiva dá

A raiva nasce quando você entende que está sendo agredido, injustiçado, difamado, vítima de violência, desrespeitado em seus limites.

Cumprindo a função de proteger, ela prepara seu corpo para se indignar e reestabelecer a justiça. O rubor na face, o coração acelerado e a vontade de agir dão energia para enfrentar o desafio da situação. Algumas vezes é possível canalizar essa força para outras atividades ou para vencer seus medos. A raiva o leva a se posicionar, a impor limite aos outros assertivamente, fazendo valer sua autoestima, sua identidade e sua autonomia.

Já teve um “ataque de raiva”? Ou vive irritado? Se você “deixa crescer” a ira, é muito fácil “perder a razão”, agir com agressividade contra as pessoas com quem convive.

No extremo oposto, se não demonstra a sua indignação dentro do contexto em que ela acontece, a mensagem que comunica é a de que concorda com a injustiça que sofreu. Se não usa a função dessa emoção para “dizer não”, para se impor como “uma pessoa que se dá ao respeito”, é possível que se deixe dominar nos relacionamentos, pois você mesmo se invalida.

Curiosidade: já parou para pensar na expressão "vermelho de raiva"? Após ter lido sobre a raiva, isso faz sentido para você?

E esse medo de ter medo

Não é incrível ter uma emoção cujo principal objetivo é preservar a sua vida, perceber o perigo, fugir ou se defender dele? O medo, “no ponto certo”, é essencial à sobrevivência. No dia a dia você pode utilizá-lo para analisar riscos de quaisquer natureza. O melhor critério para entender se está agindo de modo saudável é se perguntar: “há uma ameaça real? Se existe, minha reação está proporcional a ela?”

Mas, e se exagerar na dose de insegurança, nervosismo, ciúmes, ansiedade? Se o seu padrão de reação emocional for de nutrir e aumentar medos infundados, exagerados ou sobre assuntos que não são de seu controle para resolver, estará mantendo armadilhas que o paralisam (ansiedade, fobias, preocupações) e o impedem de viver novas experiências. 

E quando sua reação ao medo é reprimi-lo, heim?!  Se ignorá-lo, talvez queira enfrentar animais perigosos ou se aventurar em locais com alto risco de vida sem proteção alguma. É possível também que tome atitudes inconsequentes, seja no trabalho, na escola ou nos seus relacionamentos.

Para refletir: por que amarelamos em certas situações?

Ai, que nojo

O nojo (repugnância, repulsa, náusea, arrogância, antipatia, aversão) é essencial para você se manter limpo, evitar contaminações e rejeitar o convívio com pessoas que são tóxicas por descumprir regras essenciais de saúde (física ou mental) ou sociais.

No excesso, a sua forma de reagir ao nojo o leva à rigorosidade nos hábitos de saúde e higiene, a exemplo do Transtorno Obsessivo-compulsivo. Socialmente, caso escolha evitar pessoas que considera perigosas à sua sobrevivência ou à sua sanidade, com justificativas pouco reais, é possível que sua reação aversiva o leve para a antipatia e o isolamento, caminhos naturais para a depressão.

Ao contrário, se reprimir, ficará mais vulnerável a contágios de doenças e mais relapso na higiene pessoal, fazendo com que as pessoas o excluam do convívio social. Ou ainda é possível que se mantenha ao lado de quem representa um perigo à sua integridade física ou saúde mental.

Alegria, alegria

Uma das funções da alegria é a de aproveitar os momentos de bem-estar. Outra é a de reforçar os seus vínculos sociais e familiares. O entusiasmo está dentre suas atribuições também, pois ela dá a “energia para agir”, como diria o filósofo Baruch Espinoza.

Diz o ditado que “tudo que é demais faz mal”. Até a alegria?! Buscar a felicidade de modo frenético, como se só pudesse ter momentos alegres, nunca sofrer e reprimir o que for desagradável: eis uma boa fórmula para a infelicidade! 

E o que é “de menos” geralmente também é disfuncional. Se não valoriza um momento agradável ou se o seu negativismo o leva a colocar uma “vírgula” e um “mas” após cada pensamento positivo e realista, é bem possível que tenha se habituado a reprimir a alegria.

Que tristeza

A tristeza reduz as energias e a capacidade de agir para inaugurar um estado de reflexão.  O "toque de recolher" pode vir de uma notícia de fato ruim ou de um pensamento negativo, às vezes infundado.

Em momentos reflexivos você reelabora suas frustrações, reforça a resiliência, processa as lições das experiências passadas, flexibiliza crenças e pensamentos, recupera o contato com os seus valores, ressignifica e redireciona a sua vida.  Importante, não é?

A Terapia Cognitivo-comportamental classifica como “pensamento catastrófico" aquele em que você imagina o pior desfecho para uma situação real ou imaginária. Dominado por medo e tristeza, se sente impotente, se convence de que não tem forças para enfrentar seus desafios. Esse e outros jeitos de pensar exagerados e distorcidos originam, mantém e agravam ansiedade e depressão, por exemplo.

Um das formas de reagir à tristeza com repressão tem sido alertado na psicologia com o termo “positividade tóxica”. É a tentativa de colocar pensamentos positivos prontos para aliviar algum sofrimento, invalidando as emoções “desagradáveis”, deixando de experimentar a dor ou a decepção que elas propõem. Como consequência, talvez você perca a capacidade de refletir e também a empatia com os sentimentos negativos dos seus amados. É possível que passe a ser superficial, raso, incapaz de ver sentido no que faz e no que quer.

Posso ou não controlar as emoções?

"Você é como um capitão navegando em um barco. Ele deve dar as ordens certas, e da mesma forma você deve dar as ordens certas (pensamentos e imagens mentais) para a sua mente subconsciente que controla e governa todas as suas experiências.“  (Joseph Murphy)

As emoções virão. São fisiológicas, incontroláveis.  Apesar disso, você tem papéis importantíssimos, alto lá! Como protagonista da sua vida, deve escolher entre se resignar, vivendo aos sabores delas; ou “varrê-las para baixo do tapete” a todo custo; ou fazer os caminhos da autoconsciência - parte da Inteligência Emocional para manter sua sanidade, saúde física e qualidade de vida.

Acredite: ao contrário do que muitos pensamentos seus lhe dirão, você tem forças para gerenciá-las! E a sua experiência emocional, com isso, será mais rica, fazendo-o aproveitar melhor das funções protetoras que elas oferecem.

 Fonte: Gazeta do Povo

Pascoal Zani – CRP-PR 08/04471

Fone whats: https://wa.me/5541988488303

https://linktr.ee/Psicologopascoalzani

psicologopascoalzani@gmail.com

Fonte: https://www.psicologopascoalzani.com.br 

Psicólogo Pascoal Zani – CRP 08/04471 | Instagran: psicologopascoalzani

 Leia  outros artigos do Psicólogo Pascoal Zani

Terapias integrativas também podem aliviar tensão e ansiedade nos pets 

O que é comunicação assertiva?

Relacionamento: conheça a técnica CNV e pare de brigar

Home Office: 10 dicas para recuperar a leveza

Estresse: lucros e prejuízos na Vida Profissional

 Mundo VUCA ou Mundo BANI? 

Como ter mais inteligência emocional?