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25 de novembro de 2025

25.11.25

Alienação Parental: Como Afeta o Emocional das Crianças e o Que Diz a Lei Brasileira

 

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Imagem Ilustrativa 

A alienação parental é um fenômeno que cresce silenciosamente nos lares brasileiros. Ela ocorre quando um dos responsáveis manipula a criança para rejeitar o outro genitor, criando um ambiente emocionalmente hostil e prejudicial ao desenvolvimento psíquico. Embora muitas vezes seja tratada como um “conflito de adultos”, seus efeitos recaem de forma intensa sobre crianças e adolescentes.

Segundo o psicólogo Valdivino Sousa, a alienação parental atua como uma violência emocional prolongada.

“A criança passa a desenvolver medo, rejeição e sentimentos negativos que não correspondem à realidade. É como se ela fosse moldada psicologicamente para odiar o pai ou a mãe. Isso afeta autoestima, segurança emocional e pode gerar ansiedade, depressão e dificuldades escolares”, explica.

Impactos emocionais profundos

Entre os sintomas mais comuns observados em crianças vítimas desse tipo de violência emocional, destacam-se:

  • Ansiedade acentuada

  • Medo constante

  • Sentimento de culpa

  • Isolamento social

  • Baixa autoestima

  • Dificuldade em confiar em outras pessoas

Esses efeitos podem perdurar até a vida adulta, comprometendo relações afetivas, profissionais e familiares.

“Os danos emocionais são reais e podem acompanhar a pessoa por toda a vida. A criança aprende a rejeitar um dos pais, mas também aprende a rejeitar partes de si mesma”, afirma Valdivino Sousa.

O que diz a lei

No Brasil, a Lei 12.318/2010 estabelece mecanismos de identificação, punição e prevenção da alienação parental. O juiz pode determinar:

  • Advertência ao responsável

  • Ampliação ou restrição de visitas

  • Acompanhamento psicológico

  • Alteração da guarda

  • Suspensão da autoridade parental em casos mais graves

A intenção da lei é proteger o direito fundamental da criança à convivência familiar saudável.

O papel da psicologia e da Justiça

A Justiça atua para restaurar vínculos, mas o processo depende de avaliações psicológicas, mediação familiar e um olhar técnico que permita identificar a origem da manipulação.

Valdivino Sousa reforça que:

“A Justiça pode determinar medidas legais, mas o cuidado psicológico é essencial para reparar os danos emocionais e reequilibrar o ambiente familiar.”

Conclusão

A alienação parental é uma forma de violência que ultrapassa o âmbito jurídico: é um ataque direto ao desenvolvimento emocional da criança. Identificar cedo e buscar apoio profissional é fundamental para preservar o bem-estar psicológico e garantir que os vínculos familiares não sejam destruídos por conflitos entre adultos.



27 de dezembro de 2023

27.12.23

Entenda o que é 'geração do quarto', fenômeno muito comum entre adolescentes

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Entenda o que é 'geração do quarto', fenômeno muito comum entre adolescentes

Cada vez mais jovens optam por interagir com o mundo somente através das telas; entretanto, isolamento levanta debate sobre a saúde mental


Espaço para estudar, para ler livros, assistir a filmes e séries, jogar online, trabalhar, para se conectar com o mundo. Já faz algum tempo que o quarto não é apenas o cômodo da casa para dormir e descansar. Em muitos lares, ele se transformou em um local multifuncional e, também, no universo particular de quem prefere passar horas ali a conviver com as demais pessoas que moram sob o mesmo teto. 
É a chamada “geração do quarto”, nome dado pelo educador e psicólogo Hugo Monteiro Ferreira aos adolescentes, público que, nos últimos anos, mais tem demonstrado esse comportamento. Entretanto, essa tendência tem levantado questionamentos sobre a saúde física e mental desses adolescentes. 

Leia mais em

Fonte: O tempo 



21 de maio de 2022

21.5.22

As dificuldades nas relações sociais entre gays maduros

 

Não adianta querer parar o tempo, pois ele chega para qualquer um. A partir dos 50 anos os gays masculinos tem tendência de querer congelar o tempo, pois não aceitam o envelhecimento como processo natural e com esse fenômeno o comportamento e atitudes também mudam para além do convencional.

As dificuldades nas relações sociais entre gays maduros

Não adianta querer parar o tempo, pois ele chega para qualquer um. A partir dos 50 anos os gays masculinos tem tendência de querer congelar o tempo, pois não aceitam o envelhecimento como processo natural e com esse fenômeno o comportamento e atitudes também mudam para além do convencional.

É a partir dessa fase e depois de uma série de frustrações amorosas que uma parcela se atira no sexo sem segurança, além de correr riscos de contrair doenças ficam vulneráveis aos oportunistas de plantão.

A facilidade de comunicação através de aplicativos e redes sociais facilita os contatos, principalmente para o prazer, mas condiciona ao isolamento social. Como se não bastasse o isolamento próprio da idade e da homossexualidade as tecnologias também isolam o ser humano por dependência psíquica, dai muda-se comportamentos e sem perceber estão presos num mundo vazio de buscas por prazer enquanto as relações sociais ficam fora do radar.

Caro leitor, você conhece gay maduro ou idoso que usa redes sociais sem fins sexuais? Sim, existem, mas é minoria.

Talvez seja essa a visão dos jovens que gostam de maduros têm dos mais velhos. Querem apenas sexo e nada de compromissos. Por outro lado, tem aqueles maduros que buscam um parceiro, justamente para preencher o vazio e o isolamento e se permitem às relações tediosas e de confinamento. Há exceções, há sentimentos, mas no geral é assim mesmo.

Caramba os gays são seres humanos e fazem tudo o que qualquer simples mortal faz, logo não há porque rotulá-los de promíscuos e sedentos por prazer.

Os próprios gays maduros tem uma visão distorcida de seus pares e fica a sensação de que tudo no mundo gay é sexo, bebidas, saunas, farras e que não existem aqueles que gostam de relações sociais pautadas em diálogo e conversas que agregam valores culturais, como literatura, música e eventos diversos. Aliás, nos dias atuais está difícil encontrar amigos.

É claro, também, as afinidades são primordiais nas relações. Pergunto: Porque um gay maduro não pode ter relações de amizade sem interesse?

Tudo bem é difícil manter vínculos sociais com outros gays e esta realidade ninguém mostra, porque vejo TV, Internet e parece um mar de rosas, mas por traz das cortinas desse faz-de-contas a realidade dos maduros é outra. Hoje a cena LGBT não é para maduros e idosos, mas para os jovens e o que é bom para eles não é bom para os mais velhos.

O cenário atual principalmente nos grandes centros urbanos é repleto de opções, mas faltam pessoas para compartilhar outros espaços e outras conversas.

Como disse um falecido amigo: O tempo presente é o meu mundo, seja ele na juventude ou na velhice.

Partindo da premissa de que boa parcela dos maduros e idosos vive no armário não é fácil encontrar alguém para compartilhar momentos de lazer sem interesses. Esses gays não querem vínculos de amizades para não comprometer a imagem construída ao longo da vida e não querem ser identificados como homossexuais.

Há exceções, porque alguns mantém vínculos com pequenos grupos, aliás, esses grupos se formam ou se mantém no decorrer de anos de amizade e convivência.

Então é cada um no seu quadrado porque na velhice a volta ao gueto é uma condição senão obrigatória, talvez transitória para a interação social entre os homossexuais.

 

  - do Blog Grisalhos 

Disponível em: https://grisalhos.wordpress.com/2018/08/24/as-dificuldades-nas-relacoes-sociais-entre-gays-maduros/