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29 de março de 2026

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 29 de março de 2026

29.3.26

Felca alerta sobre o impacto devastador das apostas digitais entre adolescentes e defende regras mais rígidas nas redes sociais

Influenciador expõe riscos do vício em jogos online, cobra responsabilidade das plataformas e impulsiona debate nacional sobre proteção digital de crianças e jovens

A nova era das apostas digitais e o alerta que ecoou no Brasil

O crescimento acelerado das plataformas digitais transformou radicalmente o comportamento social, econômico e cultural em todo o mundo. No Brasil, esse cenário ganhou novos contornos com a popularização das apostas online, conhecidas como “bets”, que se tornaram presença constante nas redes sociais, na televisão e em eventos esportivos. 

Nesse contexto, a participação do influenciador digital Felipe Bressanim Pereira, popularmente chamado de Felca, no programa Roda Viva trouxe à tona um debate urgente sobre o impacto das apostas digitais na vida de adolescentes brasileiros.

Leia mais: “Eu acredito que a rede social é problemática até para adultos”, afirma Felca.


Durante a entrevista exibida pela TV Cultura, o influenciador destacou que os adolescentes estão entre os grupos mais vulneráveis aos efeitos negativos das apostas digitais. Segundo ele, o vício em jogos online não vem sendo tratado com a gravidade necessária pela sociedade, pelas plataformas digitais e até mesmo por parte dos veículos de comunicação.


Felca argumentou que o ambiente digital atual favorece comportamentos impulsivos e cria uma falsa percepção de sucesso rápido, estimulando jovens a acreditar que é possível obter ganhos financeiros fáceis por meio das apostas. Esse discurso, amplamente disseminado por influenciadores e anúncios publicitários, contribui para a normalização de práticas potencialmente perigosas.


Adolescentes no centro da crise: o grupo mais vulnerável

Um dos pontos centrais abordados durante a entrevista foi a vulnerabilidade dos adolescentes diante da publicidade digital e dos algoritmos das redes sociais. Segundo Felca, jovens em fase de desenvolvimento emocional e psicológico são particularmente suscetíveis à influência de conteúdos repetitivos que prometem ganhos financeiros rápidos e aparentemente acessíveis.


A adolescência é um período marcado pela busca por identidade, pertencimento social e independência financeira. Nesse cenário, a exposição constante a conteúdos relacionados a apostas pode funcionar como um gatilho comportamental. Muitos adolescentes passam a enxergar as apostas como uma forma legítima de renda, ignorando os riscos envolvidos e as possíveis consequências a longo prazo.


Felca destacou que a ludomania — termo técnico que define o vício em jogos — possui uma das maiores taxas de suicídio entre todos os tipos de dependência. Essa informação, ainda pouco discutida em debates públicos, revela a gravidade do problema e a urgência de medidas preventivas mais eficazes.

          Assista ao programa completo:



Já está em vigor no Brasil o novo Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), também conhecido como Lei Felca. A medida ganhou força após o influenciador denunciar, em vídeo publicado em agosto do ano passado, perfis nas redes sociais que exploravam a sexualização de menores.

Na edição, o influenciador é questionado sobre a forma como os algoritmos exercem influência sobre os conteúdos, a necessidade de se olhar para outros temas da sociedade e onde são necessárias regras nas redes sociais.

Leia mais: Eca Digital: Felca diz que plataformas digitais precisam padronizar a verificação de idade

“Se eu fosse impor uma regra, se tivesse esse poder, a primeira coisa que faria seria impor limites à forma como as bets são propagadas. São extremamente danosas, em um grau que não fazemos ideia”, afirma Felca.

O influenciador destaca que a ludomania, o vício em apostas, possui a maior taxa de suicídio entre todos os vícios, mas que o assunto é retratado na televisão e na internet como algo divertido.

“A sociedade ainda está naquele lugar em que estava com o cigarro, quando não sabíamos exatamente a totalidade dos danos. Estamos nesse mesmo lugar com as apostas. Se eu fosse impor uma regra, eu proibiria a forma como as propagandas de jogos de apostas são feitas. São terríveis e não tratam as apostas com a seriedade que elas exigem", ressalta.

Leia mais: “Eu acredito que a rede social é problemática até para adultos”, afirma Felca.

Para responder a essas e outras perguntas, bancada de entrevistadores será formada por Bruno Lucca, repórter de Cotidiano da Folha de S.Paulo; Daniel Becker, pediatra e colunista do jornal O Globo; Fernanda Campagnucci, diretora-executiva do InternetLab; Iberê Dias, juiz da Coordenadoria da Infância e Juventude do TJSP; Maria Mello, gerente do Eixo Digital do Instituto Alana; e Renata Cafardo, repórter especial e colunista do Estadão.

Com apresentação de Ernesto Paglia, o Roda Viva é exibido pela TV Cultura às segundas-feiras, a partir das 22h, com transmissão simultânea no YouTube e site da emissora. Os desenhos em tempo real são do cartunista Eduardo Baptistão.



Além disso, o influenciador chamou atenção para o fato de que a ludomania ainda é frequentemente retratada como entretenimento leve, tanto em programas televisivos quanto em conteúdos digitais. Essa abordagem, segundo ele, contribui para minimizar os riscos associados ao comportamento compulsivo e impede que o tema seja tratado como um problema de saúde pública.

Algoritmos e influência digital: quando a tecnologia molda comportamentos


Outro tema abordado durante o programa foi o papel dos algoritmos das plataformas digitais na amplificação do alcance das apostas online. Esses sistemas automatizados são responsáveis por selecionar quais conteúdos serão exibidos aos usuários com base em seus interesses e comportamentos anteriores.

Na prática, isso significa que adolescentes que demonstram curiosidade inicial por conteúdos relacionados a apostas passam a receber recomendações frequentes sobre o mesmo tema. Esse ciclo cria um ambiente digital altamente estimulante e repetitivo, aumentando o risco de desenvolvimento de hábitos compulsivos.

Felca ressaltou que os algoritmos não são neutros. Pelo contrário, eles são projetados para maximizar o tempo de permanência do usuário nas plataformas, favorecendo conteúdos que geram maior engajamento — independentemente do impacto social ou psicológico desses conteúdos.


Esse modelo de negócios, baseado em engajamento e monetização, levanta questionamentos éticos importantes. Até que ponto as plataformas digitais devem ser responsabilizadas pelos conteúdos que promovem? E quais limites devem ser estabelecidos para proteger usuários vulneráveis?


Essas perguntas continuam sendo debatidas por especialistas em tecnologia, educação e saúde mental, que defendem a necessidade de regulamentação mais clara e fiscalização mais rigorosa.


A origem da chamada Lei Felca e o nascimento do ECA Digital

O debate sobre segurança digital ganhou novos contornos após a divulgação de um vídeo publicado por Felca em agosto do ano anterior. Na ocasião, o influenciador denunciou a existência de perfis em redes sociais que exploravam a sexualização de menores, expondo práticas consideradas altamente prejudiciais ao desenvolvimento infantil.


A repercussão nacional do vídeo impulsionou discussões legislativas e mobilizou autoridades públicas, culminando na criação do chamado Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, também conhecido informalmente como “Lei Felca”.


O novo estatuto tem como objetivo estabelecer diretrizes específicas para a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. Entre suas principais propostas estão:

  • Regras mais rígidas para verificação de idade em plataformas digitais
  • Responsabilização de empresas por conteúdos nocivos
  • Maior controle sobre publicidade direcionada a menores
  • Incentivo à educação digital nas escolas

A criação do ECA Digital representa um marco histórico na legislação brasileira, sinalizando uma mudança significativa na forma como o país encara os desafios da era digital.


Publicidade de apostas: uma estratégia que preocupa especialistas

Durante sua participação no programa, Felca foi enfático ao afirmar que, se tivesse poder para implementar uma única regra, ela estaria relacionada à limitação da publicidade de apostas online.


Segundo o influenciador, a forma como esses anúncios são apresentados cria uma narrativa enganosa, sugerindo que as apostas são uma forma segura e lucrativa de entretenimento. Em muitos casos, propagandas exibem influenciadores celebrando ganhos financeiros e exibindo estilos de vida luxuosos, criando uma associação direta entre apostas e sucesso pessoal.


Especialistas em comportamento e saúde mental alertam que esse tipo de publicidade pode estimular expectativas irreais, principalmente entre jovens que ainda não possuem maturidade financeira ou emocional para avaliar riscos.

Felca comparou a atual situação das apostas com o período histórico em que o cigarro era amplamente divulgado sem que seus riscos fossem plenamente conhecidos. Segundo ele, a sociedade ainda está em fase inicial de compreensão dos danos causados pelas apostas digitais.

Essa analogia reforça a ideia de que medidas preventivas devem ser adotadas antes que o problema alcance proporções ainda maiores.


A banalização do vício e o desafio da conscientização pública

Um dos maiores desafios apontados por especialistas é a banalização do vício em apostas. Diferentemente de outras formas de dependência, como álcool ou drogas ilícitas, o jogo online ainda é frequentemente associado a diversão e entretenimento casual.

Essa percepção equivocada dificulta o reconhecimento do problema e atrasa a busca por ajuda especializada. Muitos jovens e adultos só percebem a gravidade do vício quando já enfrentam consequências financeiras e emocionais severas.

Felca destacou que o tratamento do vício em apostas precisa ser abordado com a mesma seriedade dedicada a outras formas de dependência. Isso inclui campanhas de conscientização pública, investimentos em saúde mental e regulamentação adequada do setor.

Ele também enfatizou que a responsabilidade não deve recair apenas sobre os indivíduos, mas também sobre empresas e plataformas que lucram com a disseminação desses conteúdos.


O papel da mídia tradicional e digital no debate sobre apostas

A entrevista exibida no Roda Viva, apresentado por Ernesto Paglia, reuniu especialistas de diferentes áreas para discutir os desafios relacionados ao ambiente digital.


Entre os participantes estavam profissionais ligados ao jornalismo, medicina, direito e tecnologia, refletindo a complexidade do tema e a necessidade de abordagem multidisciplinar.


A presença de especialistas contribuiu para ampliar o debate e fornecer diferentes perspectivas sobre o impacto das apostas digitais na sociedade.


O programa também destacou a importância da mídia na disseminação de informações confiáveis e na promoção de debates públicos responsáveis. Ao abordar temas sensíveis como vício digital e proteção infantil, veículos de comunicação desempenham papel fundamental na formação de opinião pública e na conscientização coletiva.


Com informações da TV Cultura 



25 de novembro de 2025

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 25 de novembro de 2025

25.11.25

Alienação Parental: Como Afeta o Emocional das Crianças e o Que Diz a Lei Brasileira

 

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Imagem Ilustrativa 

A alienação parental é um fenômeno que cresce silenciosamente nos lares brasileiros. Ela ocorre quando um dos responsáveis manipula a criança para rejeitar o outro genitor, criando um ambiente emocionalmente hostil e prejudicial ao desenvolvimento psíquico. Embora muitas vezes seja tratada como um “conflito de adultos”, seus efeitos recaem de forma intensa sobre crianças e adolescentes.

Segundo o psicólogo Valdivino Sousa, a alienação parental atua como uma violência emocional prolongada.

“A criança passa a desenvolver medo, rejeição e sentimentos negativos que não correspondem à realidade. É como se ela fosse moldada psicologicamente para odiar o pai ou a mãe. Isso afeta autoestima, segurança emocional e pode gerar ansiedade, depressão e dificuldades escolares”, explica.

Impactos emocionais profundos

Entre os sintomas mais comuns observados em crianças vítimas desse tipo de violência emocional, destacam-se:

  • Ansiedade acentuada

  • Medo constante

  • Sentimento de culpa

  • Isolamento social

  • Baixa autoestima

  • Dificuldade em confiar em outras pessoas

Esses efeitos podem perdurar até a vida adulta, comprometendo relações afetivas, profissionais e familiares.

“Os danos emocionais são reais e podem acompanhar a pessoa por toda a vida. A criança aprende a rejeitar um dos pais, mas também aprende a rejeitar partes de si mesma”, afirma Valdivino Sousa.

O que diz a lei

No Brasil, a Lei 12.318/2010 estabelece mecanismos de identificação, punição e prevenção da alienação parental. O juiz pode determinar:

  • Advertência ao responsável

  • Ampliação ou restrição de visitas

  • Acompanhamento psicológico

  • Alteração da guarda

  • Suspensão da autoridade parental em casos mais graves

A intenção da lei é proteger o direito fundamental da criança à convivência familiar saudável.

O papel da psicologia e da Justiça

A Justiça atua para restaurar vínculos, mas o processo depende de avaliações psicológicas, mediação familiar e um olhar técnico que permita identificar a origem da manipulação.

Valdivino Sousa reforça que:

“A Justiça pode determinar medidas legais, mas o cuidado psicológico é essencial para reparar os danos emocionais e reequilibrar o ambiente familiar.”

Conclusão

A alienação parental é uma forma de violência que ultrapassa o âmbito jurídico: é um ataque direto ao desenvolvimento emocional da criança. Identificar cedo e buscar apoio profissional é fundamental para preservar o bem-estar psicológico e garantir que os vínculos familiares não sejam destruídos por conflitos entre adultos.



22 de março de 2024

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 22 de março de 2024

22.3.24

Como Incentivar a Aprendizagem Autônoma em Crianças e Adolescentes

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Os filhos podem ter uma vida mais tranquila e de sucesso quando são independentes na adolescência| Foto: Shutterstock

Como Incentivar a Aprendizagem Autônoma em Crianças e Adolescentes


A aprendizagem autônoma é uma habilidade valiosa que capacita crianças e adolescentes a se tornarem aprendizes autodirigidos e independentes. Ao desenvolver essa habilidade, eles não apenas adquirem conhecimento de forma mais eficaz, mas também cultivam a capacidade de aprender ao longo da vida. Neste artigo, exploraremos estratégias práticas para incentivar a aprendizagem autônoma em crianças e adolescentes, promovendo assim um crescimento pessoal e acadêmico significativo.

1. Fomentando a curiosidade e o interesse pelo aprendizado: Despertando a paixão pelo conhecimento

Um dos primeiros passos para incentivar a aprendizagem autônoma é fomentar a curiosidade e o interesse das crianças e adolescentes pelo aprendizado. Proporcione acesso a uma ampla variedade de recursos e experiências educacionais que despertem sua curiosidade e estimulem sua imaginação. Incentive-os a explorar tópicos de seu interesse e a fazer perguntas, promovendo assim um desejo intrínseco de aprender e descobrir.

2. Promovendo a responsabilidade e a autonomia: Capacitando os alunos a assumirem o controle de seu próprio aprendizado

Dar às crianças e adolescentes a oportunidade de assumir a responsabilidade por seu próprio aprendizado é fundamental para desenvolver a aprendizagem autônoma. Encoraje-os a definir metas educacionais pessoais e a criar planos de ação para alcançá-las. Dê-lhes a liberdade de tomar decisões sobre como, quando e onde eles aprendem, capacitando-os a assumir o controle de seu processo de aprendizado.

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3. Ensinando habilidades de organização e gerenciamento do tempo: Criando uma base sólida para o sucesso acadêmico

Aprender a gerenciar o tempo e organizar tarefas é essencial para a aprendizagem autônoma. Ensine habilidades de planejamento e organização, como criar cronogramas de estudo, fazer listas de tarefas e priorizar atividades. Ajude as crianças e adolescentes a desenvolver estratégias eficazes de gerenciamento do tempo, ensinando-lhes a distribuir seu tempo de maneira equilibrada entre estudo, recreação e outras atividades.

4. Incentivando a autorreflexão e a metacognição: Desenvolvendo habilidades de pensamento crítico

A autorreflexão e a metacognição são componentes essenciais da aprendizagem autônoma. Encoraje as crianças e adolescentes a refletir sobre seu próprio processo de aprendizado, avaliando o que funcionou bem e o que pode ser melhorado. Ensine-lhes a monitorar seu próprio pensamento e aprendizado, desenvolvendo assim habilidades de pensamento crítico e autoconsciência que os ajudarão a se tornarem aprendizes mais eficazes.

5. Criando um ambiente de apoio e incentivo: Cultivando uma cultura de aprendizado

Um ambiente de apoio e incentivo é fundamental para promover a aprendizagem autônoma. Crie um ambiente em que as crianças e adolescentes se sintam seguros para assumir riscos e cometer erros, incentivando a experimentação e a exploração. Valorize o esforço e a persistência, em vez de apenas o resultado final, e forneça feedback construtivo e encorajador que os ajude a crescer e se desenvolver.

6. Integrando a tecnologia de forma estratégica: Utilizando ferramentas digitais para potencializar a aprendizagem

A tecnologia pode ser uma aliada poderosa na promoção da aprendizagem autônoma. Integre ferramentas digitais e recursos educacionais online de forma estratégica, proporcionando oportunidades para a exploração independente e a colaboração entre os alunos. Incentive o uso responsável da tecnologia, ensinando habilidades de pesquisa online, avaliação de fontes e uso ético da informação. Ao fazer uso eficaz da tecnologia, você pode potencializar a aprendizagem autônoma e preparar as crianças e adolescentes para o sucesso em um mundo cada vez mais 

Conclusão 

Incentivar a aprendizagem autônoma em crianças e adolescentes é essencial para prepará-los para o sucesso acadêmico e pessoal. Ao cultivar a curiosidade, promover a responsabilidade, ensinar habilidades de organização, incentivando a autorreflexão, criando um ambiente de apoio e integrando a tecnologia de forma estratégica, você está capacitando-os a se tornarem aprendizes autodirigidos e independentes. Investir no desenvolvimento da aprendizagem autônoma não apenas os prepara para os desafios do presente, mas também os equipa com as habilidades necessárias para prosperar no futuro.


Da Redação, 22/03/2024 


27 de dezembro de 2023

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 27 de dezembro de 2023

27.12.23

Entenda o que é 'geração do quarto', fenômeno muito comum entre adolescentes

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Entenda o que é 'geração do quarto', fenômeno muito comum entre adolescentes

Cada vez mais jovens optam por interagir com o mundo somente através das telas; entretanto, isolamento levanta debate sobre a saúde mental


Espaço para estudar, para ler livros, assistir a filmes e séries, jogar online, trabalhar, para se conectar com o mundo. Já faz algum tempo que o quarto não é apenas o cômodo da casa para dormir e descansar. Em muitos lares, ele se transformou em um local multifuncional e, também, no universo particular de quem prefere passar horas ali a conviver com as demais pessoas que moram sob o mesmo teto. 
É a chamada “geração do quarto”, nome dado pelo educador e psicólogo Hugo Monteiro Ferreira aos adolescentes, público que, nos últimos anos, mais tem demonstrado esse comportamento. Entretanto, essa tendência tem levantado questionamentos sobre a saúde física e mental desses adolescentes. 

Leia mais em: 

Fonte: O tempo 



25 de setembro de 2022

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 25 de setembro de 2022

25.9.22

Novo presidente deve priorizar educação e emprego, dizem adolescentes

Pesquisa da Agenda 227 ouviu mais de 900 jovens em todo o país

Novo presidente deve priorizar educação e emprego, dizem adolescentes

Pesquisa da Agenda 227 ouviu mais de 900 jovens em todo o país

São Paulo – O próximo presidente brasileiro deve dar prioridade a políticas de educação e de geração de emprego e renda, disseram quase mil jovens com idade entre 15 e 21 anos que participaram de grupos de discussão realizados pela Agenda 227, movimento da sociedade civil.

Para eles, o futuro presidente deve investir na qualidade de ensino, valorizar os professores e melhorar a infraestrutura nas escolas, além de incluir iniciativas de combate à discriminação e investir de forma urgente em programas de emprego e de geração de renda para aqueles que concluíram o ensino médio. Os jovens também defendem igualdade de oportunidades para todos.

Leia mais em: https://www.redebrasilatual.com.br/educacao/2022/09/novo-presidente-deve-priorizar-educacao-e-emprego-dizem-adolescentes/