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5 de dezembro de 2023

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 5 de dezembro de 2023

5.12.23

Síndrome de Burnout: como as empresas podem proteger sua equipe e evitar o esgotamento

 

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Síndrome de Burnout: como as empresas podem proteger sua equipe e evitar o esgotamento

A Síndrome de Burnout continua em alta no Brasil, afetando mais de 30% dos brasileiros, porém, os empregadores podem desempenhar um papel fundamental na redução desses números preocupantes.

O final de ano é um período desafiador para os profissionais de finanças e contabilidade, que têm a responsabilidade de "fechar o ano" das empresas e se preparar para as demandas futuras. Além disso, a exaustão acumulada ao longo do ano torna essa época ainda mais conturbada tanto para as empresas quanto para os colaboradores.

A síndrome de Burnout, também conhecida como esgotamento, continua em alta no país, e o Brasil é o segundo país com o maior número de casos diagnosticados, de acordo com a International Stress Management Association (ISMA). Além disso, dados da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT) revelam que cerca de 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem com a síndrome.

Essa condição se torna uma preocupação ainda maior para as equipes de finanças e contabilidade durante o período de fim de ano. O esgotamento dos colaboradores pode ser particularmente prejudicial durante o processo de contabilidade de fim de ano, diminuindo a produtividade, prejudicando o engajamento e até mesmo causando problemas físicos e mentais.

O esgotamento e a falta de motivação no ambiente de trabalho não devem ser considerados normais, pois são sintomas da síndrome de Burnout. Essa doença pode ser causada principalmente pelo ambiente de trabalho, o que torna a empresa a principal responsável pela saúde mental do profissional. Portanto, a empresa desempenha um papel fundamental na prevenção desse problema, na manutenção da produtividade de seus colaboradores e até mesmo na prevenção de possíveis consequências jurídicas.

Pensando nisso, a empresa especialista em recrutamento Robert Half separou algumas informações importantes sobre a síndrome de Burnout para ajudar as empresas a evitar que seus colaboradores sejam afetados. Confira abaixo!

O que é a síndrome de Burnout?

A síndrome de Burnout é um distúrbio emocional que leva ao estresse, à exaustão mental e física e ao esgotamento. Essa doença é resultado de situações que envolvem competitividade ou responsabilidade extrema, o que é muito comum nos ambientes profissionais. Atualmente, o transtorno está incluso na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).

Apesar dos dados da ISMA, especialistas acreditam que o número de casos aumentou ainda mais após a pandemia, devido a motivos como a maior carga de trabalho, maiores exigências nas tarefas, pressão por maior produtividade, falta de férias, sobrecarga de horários, falta de limite entre vida pessoal e profissional, medo de perder o emprego, entre outros.

Quais são os principais sintomas da síndrome de Burnout?

Identificar os sintomas da síndrome de Burnout ajuda as empresas a adotarem iniciativas que cuidem da saúde mental de seus colaboradores. Conheça os principais sintomas abaixo:

- Exaustão e esgotamento: esses sintomas são os primeiros indicadores do transtorno, podendo se manifestar de forma física, como dores de cabeça, fadiga crônica, excesso de sono ou insônia, falta de ar, entre outros, e também de forma psicoemocional, como falta de concentração, frustração, impotência e lapsos de memória.

- Atitudes negativistas: nesse caso, o profissional evita realizar suas tarefas por medo de fracassar, tanto no trabalho quanto consigo mesmo. Isso causa sensações de irritação, impotência e derrota, podendo levar à ansiedade e depressão.

- Falta de motivação: esse sintoma muitas vezes é confundido com preguiça no ambiente de trabalho. Os colaboradores perdem o entusiasmo e ficam desmotivados para realizar suas tarefas. O motivo pode ou não ser provocado por situações no próprio ambiente de trabalho, resultando em atrasos ou baixa qualidade no desempenho.

- Tendência ao isolamento e a problemas interpessoais: os sintomas da síndrome de Burnout podem afetar o relacionamento do profissional com seus colegas de trabalho. Essa situação pode levar ao isolamento, resultando na falta de cumprimento de tarefas ou envolvimento nas atividades sociais da empresa.

- Problemas de saúde: em estágios mais avançados da síndrome de Burnout, os sintomas se manifestam de forma mais intensa, com problemas de saúde, como estresse, ansiedade, problemas gastrointestinais, enxaquecas, palpitações cardíacas, tontura, desmaios e dores no peito. Além disso, a falta de cuidado com a própria saúde e a alimentação inadequada também são fatores que acompanham a síndrome, o que pode levar a condições de baixa imunidade e aumento do risco de doenças.

Como evitar que a síndrome de Burnout afete os colaboradores?

É possível adotar algumas práticas para prevenir e tratar os sintomas da síndrome de Burnout nas empresas. Essas medidas simples podem trazer resultados positivos a longo prazo para a saúde mental da equipe e também para os resultados da organização. Confira algumas dicas:

- Cuide da saúde mental dos colaboradores: estabeleça um diálogo aberto entre os colaboradores e a empresa, para identificar as dificuldades enfrentadas no ambiente de trabalho e encontrar soluções para cuidar da saúde mental da equipe. Essa abertura também é importante para alinhar as expectativas em relação à equipe, evitando cobranças excessivas.

- Incentive uma alimentação equilibrada e a prática de exercícios: uma dieta balanceada, com a ingestão de nutrientes essenciais, contribui para a reposição de energias e para a saúde dos funcionários. Inclua programas de bem-estar na empresa, promovendo a alimentação saudável e a prática de atividades físicas. Disponibilize alimentos saudáveis no ambiente de trabalho e ofereça sessões de alongamento, meditação ou massagem no local.

- Ofereça momentos de lazer e relaxamento: o descanso é fundamental para a mente e o corpo, ajudando a prevenir e tratar os sintomas da síndrome de Burnout. Portanto, ofereça momentos de lazer e diferentes opções de relaxamento para a equipe, como pausas para atividades de lazer coletivas que fortaleçam o espírito de equipe e melhorem o relacionamento interpessoal.

- Analise a intensidade das cobranças: as cobranças excessivas levam ao estresse e ao esgotamento dos colaboradores, que são sinais da síndrome de Burnout. É importante equilibrar a intensidade das cobranças e fornecer feedbacks construtivos, para não afetar a saúde mental dos colaboradores.

- Cultive relacionamentos saudáveis no ambiente de trabalho: uma convivência mais saudável é fundamental para manter a saúde mental dos colaboradores. Incentive a gentileza, a cooperação e a cordialidade entre os profissionais. Essa prática reduz o estresse e torna os dias de trabalho menos estressantes e mais produtivos para todos.

Proteger a equipe do esgotamento é responsabilidade das empresas. Adotar práticas que promovam a saúde mental dos colaboradores faz toda a diferença, contribuindo para o bem-estar dos profissionais e para a qualidade do ambiente de trabalho. Além disso, isso também resulta em melhores resultados para a empresa como um todo.


Da Redação.

Publica em: 05/12/2023. 




6 de novembro de 2023

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 6 de novembro de 2023

6.11.23

Conheça sete hábitos de vida que podem prevenir a depressão

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Conheça sete hábitos de vida que podem prevenir a depressão

Pessoas que levam um estilo de vida saudável têm cerca de metade da probabilidade de desenvolver depressão do que aquelas que não têm bons hábitos.

Essa foi a conclusão de um estudo publicado na revista Nature Mental Health, em que uma equipe internacional de pesquisadores analisou uma combinação de fatores, incluindo elementos de estilo de vida, genética, estrutura cerebral e sistemas imunológico e metabólico para identificar os mecanismos que podem ajudar na prevenção da depressão.

 Veja mais em: 

https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2023/11/06/conheca-sete-habitos-de-vida-que-podem-prevenir-a-depressao.htm

Fonte: UOL



1 de setembro de 2023

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 1 de setembro de 2023

1.9.23

Conhecida como “Orelhão da Amazônia” Rádio na Nacional da Amazônia com suas ondas curtas completa 46 anos

Hoje, 1º de Setembro de 2023, a Rádio Nacional da Amazônia completa seus 46 anos.
Foto: Reprodução, equipe da Rádio Nacional da Amazônia 

Conhecida como “Orelhão da Amazônia” Rádio na Nacional da Amazônia com suas ondas curtas completa 46 anos.

Hoje, 1º de Setembro de 2023, a Rádio Nacional da Amazônia completa seus 46 anos.

Inaugurada em 1977, a Nacional da Amazônia transmite em ondas curtas para toda a região amazônica, chegando também a outros estados como Maranhão, Piauí, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás, interior de São Paulo e, dependendo das condições climáticas, até mesmo a outros países.

A Rádio Nacional da Amazônia faz parte da vida de milhares de ouvintes espalhados nos quatros cantos do nosso país. Na década de 1980 a 1990 a rádio fez muito sucesso e marcou a história de muitos ouvintes.  

O ouvinte da rádio, O professor Valdivino Sousa  na década de 1985 a 1990 ouvia a programação da rádio no interior do sudoeste da Bahia, na Cidade de Piripá -Bahia, nessa época todos os programas recebiam milhares de cartas. 

”A Rádio Nacional da Amazônia faz parte da minha vida, pois desde de 1980, ainda quando morava na Bahia ouvia a rádio pelo radinho de pilha, praticamente cresci ouvindo a programação da Nacional”, explica Valdivino Sousa.  

Atualmente Valdivino Sousa conhece toda a história e equipe da rádio, desde dos radialistas mais antigos como: José Nery, Paulo Torres, Artemiza Azevedo, Edelson Moura, Clayton Aguiar, Airton Medeiros, entre outros.

O prof. Valdivino Sousa com alguns radialistas da Rádio Nacional da Amazônia. 

A seguir a equipe atual de 2020 e equipe antiga de 1989

Foto: Reprodução, equipe da Rádio Nacional da Amazônia 

“Eles nos ensinaram muitas coisas boas para a nossa vida”, conta Artemisa. A rádio começou a integrar a região com outros estados por meio de informação e também por mensagens e recados. No ar com o programa que promove a integração entre ouvintes há 32 anos, a apresentadora Carmem Crisula, mais conhecida como Sula Sevilis, ressalta a função da rádio como um verdadeiro Ponto de Encontro. 

“Nós criamos o Ponto de Encontro porque havia muitas cartas que nós recebíamos de ouvintes que queriam encontrar seus parentes, desaparecidos. Porque a Amazônia na verdade estava se abrindo como região, muitas pessoas do Brasil iam tentar sua sorte, plantar e também garimpar né e aí os parentes que ficavam nos outros estados queriam saber notícias”, relembra.

Na década de 1990 a Rádio Nacional da Amazônia era a mais ouvida nos quatro canto do Brasil, era comum em cada casa existir um rádio de pilhas para ouvir a Nacional. Mas como chegava o sinal e as vozes dos nossos locutores em nossa casa?.

Clique e veja o vídeo 


A Jornalista Priscila Rangel, que apresenta o programa EBC no Ar, visitou o Parque de Transmissão da EBC no Rodeador, em Brazlândia (DF). O Rodeador é o maior complexo de antenas e transmissores de radiodifusão, em ondas médias e curtas, da América Latina e o quinto maior do mundo em potência.

A seguir confira a matéria 

RádioNacional da Amazônia completa 46 anos

Publicado em 01/09/2023 - 08:41 Por Nathália Mendes* - Repórter da Rádio Nacional - Brasília

Ela é o "orelhão da Amazônia". Com suas ondas curtas, chega nas casas de ribeirinhos, em aldeias no meio da floresta, em cidades pequenas das áreas rurais e até em outros países. Ela leva informação, entretenimento, cultura e prestação de serviço para quase todo o território brasileiro. E, desde o seu começo, liga pessoas e também liga o Brasil. Estamos falando da Rádio Nacional da Amazônia, que hoje completa 46 anos.

A rádio entrou no ar em primeiro de setembro de 1977, com a missão de integrar a região Amazônica com outros estados do país. Programas como o Amazônia Brasileira, Encontro com Tia Heleninha, Falando Francamente, Tarde Nacional, Mosaico, Em Conta, Eu de Cá, Você de Lá, Brasil Rural, Natureza Viva, Nacional Jovem e tantos outros fizeram e fazem parte de uma programação que nasceu pensada para o ouvinte, como explica Artemisa Azevedo, antiga apresentadora da Rádio.

Essa relação de proximidade com a audiência é uma das marcas da Nacional da Amazônia: antes, passando recados para quem estava longe. Também com as cartas, que chegavam aos montes, vindas de todos os cantos do país - como lembra Mara Régia, integrante mais antiga da Rádio, e atualmente no ar com o Viva Maria.

Agora, são os áudios e as mensagens de whatsapp dos ouvintes que estão em todos os programas da emissora.

E as vozes que vão ao microfone acabam entrando para a vida dos ouvintes. É o que conta a jornalista Maíra Heinen, que já foi repórter da Rádio.

Hélio Doyle, presidente da EBC, empresa da qual a Rádio Nacional da Amazônia faz parte, resume a importância da emissora para o Brasil.

*Com colaboração de Maíra Heinen

 

   Fonte: Rádios EBC 



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27 de fevereiro de 2022

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 27 de fevereiro de 2022

27.2.22

Veja a importância das cartas enviadas pelos ouvintes na programação da Rádio Nacional da Amazônia

 

Veja a importância das cartas enviadas pelos ouvintes na programação da Rádio Nacional da Amazônia.  Um destaque foi o concurso Cidade contra Cidade, em que a cidade que mais enviava carta recebia a equipe da Rádio para realizar um show.
José Nery e Paulo Torres nos estúdios da Rádio Nacional da Amazônia com as paredes forradas pelas cartas dos ouvintes, década de 1990. Foto: Acervo Pessoal/Artemisa Azevedo.

Veja a importância das cartas enviadas pelos ouvintes na programação da Rádio Nacional da Amazônia. 

Um destaque foi o concurso Cidade contra Cidade, em que a cidade que mais enviava carta recebia a equipe da Rádio para realizar um show.

 Cartas ajudaram a moldar a programação da Rádio Nacional da Amazônia

O quarto capitulo do radiodocumentário "Memória Nacional" destaca a importância das cartas enviadas pelos ouvintes na consolidação da programação da emissora. Também destaca o papel social da Rádio como instrumento de sensibilização e meio de comunicação para Amazônia Legal. Outro destaque é o concurso Cidade contra Cidade, em que a cidade que mais enviava carta recebia a equipe da Rádio para realizar um show. Para contar essa história vamos ouvir os radialistas Mara Régia di Perna, Maurício Rabelo e Edson Nery. 

“AS CARTAS E O PAPEL SOCIAL DA RÁDIO”  
 
  
 Áudio produção e apresentação Cláudio Paixão. 

Radiodoc Memória Nacional - As Cartas e o papel social da Rádio (2021)

As cartas, ao longo dos anos foram o grande termômetro da programação da Rádio Nacional da Amazônia. Apenas 17 dias após o inicio das transmissões para Amazônia Legal chegou à primeira delas. Um dos primeiros ouvintes a escrever foi Januário Barbosa dos Santos, de Carolina, Maranhão.  “O som da Nacional aqui no meu motorrádio está fazendo os peixes colocarem a cabeça fora d´água para ouvir”. 


De acordo com a apresentadora, Mara Régia, as cartas foram as principais aliadas dos locutores e produtores na construção da programação da Rádio Nacional da Amazônia. “As cartas são, não só uma fonte enorme de pautas, demandas, como também de histórias sobre a Amazônia. Tanto assim, que nos estúdios da antiga Radiobrás nós tínhamos países, fotos e cartas ‘de cabo a rabo nos estúdios’, por sempre foram o nosso grande tesouro”, contou.  
Mara Régia, produtora e apresentadora dos programa Natureza Viva e Viva Maria, nos novos estúdios da Rádio Nacional da Amazônia, 2013. Foto: Site EBC.

No inicio das transmissões, o número de cartas não ultrapassavam 90 em cada mês. Após um ano, esse número subiu para 2000. As cartas demonstravam a satisfação dos ouvintes de serem atendidos pela rádio e fazia com que notícias e recados fossem mandados para parentes e amigos. A Nacional se torna um ponto de encontro, unindo pessoas que não se veem há muitos anos. 

“Capricha aí gente que a Nacional em Tangará da Serra é doença incurável. Todos nossos tangaraenses sofremos dessa doença”, trecho da carta da ouvinte Maria Aparecida de Tangará da Serra, Mato Grosso (MT).   

As cartas continuavam chegando aos milhares. Somente em 1980 foram 50 mil. Em 1982, José Gutenberg assume a superintendência da Rádio Nacional da Amazônia, e a emissora foi surpreendida com um número de cartas sem igual: a emissora recebe dois milhões, 843 mil e 48 cartas. Um milhão e oitenta mil, só do estado do Amazonas.
 
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Além das cartas, ainda nos primeiros anos os ouvintes começaram a participar da programação por telefone. O apresentador Mauricio Rabelo conta que o primeiro programa a colocar o ouvinte no ar, ao vivo, foi o Sertão Brasil, transmitido aos sábados pela manhã, no na primeira metade da década de 1980. “Eu acho que eu fui a primeira pessoa a interagir com as pessoas no ar”, lembrou Mauricio Rabelo.
 
Show da equipe da Rádio Nacional da Amazônia em Dueré (To), cidade vencedora do concurso Cidade contra Cidade, 1988. Foto: Arquivo/Artemisa Azevedo.
Em 1988, a Rádio Nacional da Amazônia lançou o concurso Cidade contra Cidade. Dueré (TO), com quase 70 mil cartas, de um total de 200 mil, é a grande vencedora. Uma equipe de 42 pessoas, formada por locutores, produtores musicais, chefes e outros saem em caravana fazendo shows na cidade melhores classificadas para o concurso. Edson Nery, o popular Burrinho, locutor, apresentador e chefe de operação de áudio, lembra desse momento histórico. “O caminhão chegou para descarregar as cartas e nós fomos lá para fazer o show, porque o pessoal queria ver a turma todinha indo para lá”, contou. 
 
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Em 1989, a Rádio Nacional da Amazônia repete o concurso Cidade contra Cidade e vive a emoção de mais um grande sucesso. Desta vez vence a cidade de Cristalândia (To). 

A comunicação avança, a participação dos ouvintes na programação da Rádio Nacional da Amazônia se torna cada vez mais plural. Os recados chegam, por cartas, telefone e por meio das redes sociais. Ao longo dos seus mais de 40 anos a emissora já possibilitou milhares de encontros, romances e até casamentos. 
   
 
 

15 de novembro de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 15 de novembro de 2021

15.11.21

Destaque entre as emissoras do interior de Minas, A Rádio Sucesso FM comemora 36 anos, Parabéns!

Destaque entre as emissoras do interior de Minas, a Rádio Sucesso FM comemorou 36 anos, neste domingo (14) de Novembro de 2021, Parabéns!.

Destaque entre as emissoras do interior de Minas, a Rádio Sucesso FM comemorou 36 anos, neste domingo (14) de Novembro de 2021, Parabéns!. A Rádio Sucesso FM 101,7 completou mais um aniversário. 

Fundada pelo jornalista Hélio Costa em 14 de novembro de 1985, e transmitida na frequência de 101,7 a emissora completou mais um aniversário, 36 anos no ar. 

Destaque entre as emissoras do interior de Minas, A Rádio Sucesso FM comemora 36 anos, Parabéns!
Foto Reprodução: Instagram
Com uma equipe de comunicadores da mais alta qualidade e um jornalismo implacável em busca da verdade, a Sucesso FM é destaque entre as emissoras do interior de Minas com direção de José Rubens e Rogério Barbosa.

José Rubens de Albuquerque, é uma das mais conhecidas vozes do rádio em Barbacena e fundou a emissora. Com 58 anos, ele começou a trabalhar com locução aos 14 anos.  

Localizada na cidade de Barbacena-MG, a Sucesso com sua potência de 10kwatts é sintonizada em mais de 30 cidades da região. Mas com o avanço da internet a programação pode ser ouvida de qualquer lugar, ou Cidade do Brasil.

Acesse para ouvir: http://www.radiosucesso.com.br   e também pelo site: https://www.radios.com.br/aovivo/radio-sucesso-fm-1017/14703   

 

Créditos: Foto da equipe disponível em: https://barbacenaonline.com.br/36-anos-parabens-sucesso-fm/  Ambas fotos: Reprodução Instagram: https://www.instagram.com/p/CWRSKJTrEdM/

 Edição e Publicação: Valdivino Sousa, em 15/11/2021

 

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