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11 de outubro de 2023

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 11 de outubro de 2023

11.10.23

Jornalista castilhense lança livro sobre ansiedade, depressão, pânico e superação

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 (Foto: DIVULGAÇÃO )

A jornalista Paula Bonfim lança nesta quinta-feira, 01 de junho, o livro "Inverno de 2019". Dividido em duas partes, o livro traz uma narrativa em 1ª pessoa que reúne reflexão de noites sombrias pela qual passou a autora quando mergulhou no mar de ansiedade e incertezas atingindo o auge desse sofrimento em 2019. Já a segunda parte ela mostra alguns passos fundamentais que deu em direção a própria liberdade até viver a ascensão da primavera de 2023.

O lançamento será on line pelo facebook da própria autora (Paulinha Bonfim), às 20h. Mais do que um livro de auto-ajuda, a obra aborda temas sensíveis como ansiedade, pânico e depressão. Essas, consideradas as maiores doenças da alma da humanidade.

“Ao passar pelo mais rigoroso inverno da alma, crendo ser o fim, ela não sabia que se aproximava a mais bela primavera de sua existência”, narra a autora.

Conforme descreveu a jornalista, Inverno de 2019 – lançado pela editora Clube de Autores, é uma obra que “...nasceu dos olhos que um dia olharam sem conseguir mostrar sua dor; da boca que sorriu e se calou em vez de dizer o que trazia na alma”.

SOBRE A AUTORA- Paula Bonfim nasceu no inverno de 1984 aos 24 de agosto, em Andradina-SP. É graduada em Comunicação Social, Estética e Cosmética e Terapias Integrativas e Complementares, pós-graduada em Comunicação Empresarial e Auriculoterapia Neurofisiológica, especialista em Autoestima, Psicoterapia Holística e Neurociência Clínica Terapêutica. Atualmente cursa a graduação de Ciências da Felicidade pela Unicesumar e é palestrante.

SERVIÇO - O livro está sendo comercializado na versão impressa na Castilivro e na livraria Católica Nossa Senhora Aparecida, ambas em Castilho. Também é possível adquirir um exemplar direto pela editora pelo valor de R$ 42,82, (versão impressa) pelas plataformas Editora Clube dos Autores (https://clubedeautores.com.br/livro/inverno-de-2),  E digital (e-book), por R$ 25,72 pelo mesmo link. Também há exemplares à venda com a autora. 


Fonte: https://www.urubupunganews.com.br/noticias/brasil/704748


5 de outubro de 2022

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 5 de outubro de 2022

5.10.22

Ação conjunta entre Saúde e Educação homenageia idosos em escolas municipais

No Caic Guarani, teve café da manhã e reflexão sobre as questões do envelhecimento e da proteção à população idosa.

No Caic Guarani, teve café da manhã e reflexão sobre as questões do envelhecimento e da proteção à população idosa.

De acordo com o serviço de informação do Sistema Único de Saúde digi SUS, Uberlândia tem aproximadamente 110 mil idosos. Para sensibilizar a população no mês do Dia Internacional do Idoso (1º de outubro), a Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, promoveu, nesta quarta-feira (5), em todas as escolas da Rede Municipal de Ensino, um dia dedicado à reflexão sobre as questões do envelhecimento e da necessidade de proteger e cuidar da população idosa.

Na Escola Municipal Stella Saraiva Peano (Caic Guarani), os alunos convidaram os avós e prepararam um café da manhã e uma homenagem para demonstrar o respeito e a importância da pessoa idosa na sociedade.

“Nossa população está envelhecendo, por isso precisamos trabalhar desde cedo com as crianças a questão do respeito, do cuidado, e de atender às necessidades deste público. E a escola é o lugar de refletir sobre esses princípios, para que os idosos sejam parte integrantes da sociedade”, explicou a secretária de Educação, Tania Toledo.  

As atividades foram desenvolvidas pelas crianças e adolescentes, com apoio da equipe pedagógica da escola. Para a referência técnica da Rede de Atenção à Pessoa Idosas e autora do projeto, Elaine da Silva Silvestre Faria, a parceria busca levar conhecimento sobre o tema ao público jovem.

“A expectativa de vida está crescendo. Os jovens precisam se conscientizar sobre os cuidados para esta etapa da vida, além de saber lidar com a pessoa idosa ao passar carinho, respeito e atenção, que muitas vezes são esquecidas pela sociedade e pela própria família”, observou Elaine.

A estudante Lavínia Gonçalves, de 9 anos, destacou a importância da integração entre as gerações e da valorização do público idoso. “Temos que ter respeito e cuidado com eles, porque um dia estaremos vivendo essa fase da vida. Eles cuidam da gente desde quando nascemos, e é nosso papel respeitá-los e oferecer todos os cuidados.”

O trabalho desenvolvido com os alunos foi norteado pelas diretrizes da Política Nacional do Idoso (PNI) e contou com o apoio da equipe pedagógica de todas as escolas. “O processo de envelhecimento diz respeito à sociedade. É preciso levar conhecimento para todos, e o público jovem é multiplicador dessas informações. Além disso, ao desenvolver ações entre eles, praticamos também a integração das gerações, que é uma das premissas da PNI”, explicou a secretária municipal de Educação, Tania Maria de Souza Toledo.

Dia Internacional do Idoso

Criada em 1991 por iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), por meio da resolução 45/106, determinou o dia 1º de outubro como Dia Internacional do Idoso. A data tem como objetivo sensibilizar para o impacto do envelhecimento da população e para a necessidade de garantir que as pessoas possam envelhecer com dignidade e continuar a participar na sociedade como cidadãos de plenos direitos.

Para mais informações sobre a promoção da saúde do idoso pela Prefeitura de Uberlândia, acesse aqui.
 

 Fonte: Prefeitura de Uberlândia 

 

5 de outubro de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 5 de outubro de 2021

5.10.21

Reflexão: Ronaldo Conde Aguiar - Penso na vida e choro

[Ronaldo Conde Aguiar - Penso na vida e choro]
Foto Reprodução: Facebook

 Por Ronaldo Conde Aguiar 

Reflexão: Ronaldo Conde Aguiar - Penso na vida e choro

Eu era casado, tinha duas filhas, morava em São Paulo – e era formado em sociologia. Corria o ano de 1972. Na época, eu trabalhava numa empresa de consultoria, especializada em elaborar estudos de desenvolvimento para estados e municípios. Um dia, tocado por minha admiração ao professor Orlando Valverde, resolvi fazer vestibular para geografia, na USP. 
 
Passei. Montei meus horários de aula de forma compatível com minhas atividades profissionais. Deu certo, mas fui obrigado a trabalhar nos fins de semana (em casa) e a fazer serões que me obrigavam dormir não antes das três horas.
 
No primeiro dia de aula, alunos veteranos nos cercaram: queriam fazer o clássico trote. Bolas! Eu fizera, em 1965, vestibular para sociologia na velha Faculdade Nacional de Filosofia – e o trote foi uma palestra sobre o golpe militar, que tivemos de ouvir, embora o palestrante nada dissesse que fosse novidade para nós outros. Feridas ainda estavam abertas. Mas, vá lá! Submeti-me ao ritual: eu era jovem e ainda acreditava nessas coisas.
 
Mas, voltemos aos veteranos de geografia e sua intenção de nos submeter a um trote, que envolvia tintas, máscaras, grosserias e humilhação. Os calouros pareciam resignados ao sofrimento do trote, mas o Velhote do Penedo resolveu engrossar: cheguei perto do chefão dos veteranos (um sujeito gordo, barbudo, cara de caipira) – e fui direto e claro: eu não aceitaria ser submetido ao trote.
 
 Fui incisivo: quem chegasse perto de mim – ameacei - ia se dar mal. Fui olhado com surpresa, escárnio e ódio. Outro calouro, alto e parrudo, aliou-se a mim. Em alguns segundos éramos um grupo disposto a enfrentar os veteranos. Não iríamos nos submeter ao show. Não sei se ainda fazem trote, mas, ao longo de minha vida universitária, vi coisas horrorosas.
 
Melamos o trote que desejavam nos submeter. Fiz o curso, ao longo do qual aprendi e acumulei utilidades e inutilidades, mais estas que aquelas. Nunca fui buscar o diploma. Mudei-me para o Rio, onde fiquei três ou quatro anos. Em 1980, vim morar em Brasília, onde fiz mestrado e doutorado em sociologia. Escrevi 14 livros, ganhei netos e, agora, uma bisneta, a gloriosa Luna. Plantei inúmeras árvores – ninguém pode me acusar de agredir o meio ambiente. Não creio que tenha ajudado o mundo a ser melhor, mas em compensação não contribuí para sua piora.
 
Fiz política desde os 16 anos. Pertenci aos quadros da Polop, um bando de intelectuais bem-intencionados (nem todos) que imaginava, um dia, botar fogo no país em nome do melhor dos mundos, o socialismo. Hoje, aos 79 anos, desencantado das muitas verdades que um dia acreditei e defendi, limito-me a ler, a ouvir música e a escrever. Evito dizer e ouvir tolices e besteiras – por isso quase não vejo televisão. Não acredito mais que sejamos capazes de enfrentar e resolver os problemas brasileiros e mundiais.
 
A desigualdade e as chamadas injustiças sociais fazem parte do mundo que a civilização criou. Vivemos um dilema: o socialismo desmoronou, foi por água abaixo, embora ainda haja quem acredite nas suas possibilidades e – pior - na sua reedição; o capitalismo, por sua vez, não existe para incluir o povão nos ganhos do desenvolvimento, não irá superar as taras da desigualdade, pois estas lhe dão suporte e vida. Tudo isso significa que vivemos um mundo de muita dor e sofrimento, mas o que fazer?
 
No mundo tecnológico, não cabem os quase oito bilhões de habitantes planetários. Vivemos a era do malthusianismo tecnológico. O avanço das técnicas devorou empregos reais ou supostos, criando, como diria Marx, um exército industrial de reserva de dimensão mundial, que jamais será absorvido pelo mercado. 
 
Vi recentemente no canal smithsonian um documentário sobre a automatização das fábricas. Fico pasmo como, diante desse processo incoercível, tanta gente ainda acredita no socialismo.
 
A questão é que o socialismo não liquidou a desigualdade, ele apenas nivelou a sociedade por baixo. Estive em Cuba algumas vezes – e, tirante os cenários de propaganda do governo, é flagrante que a pobreza é um fato generalizado na ilha. Marx jamais admitiu que o socialismo florescesse sobre os escombros do subdesenvolvimento. Marx acreditava que a revolução socialista ocorreria numa sociedade burguesa plenamente amadurecida, num quadro de abundância material e elevado nível cultural. Tal previsão de Marx, contudo, não se realizou. As revoluções socialistas aconteceram apenas em países pobres e atrasados, onde a escassez de meios de produção, de bens de consumo, de qualificações, de habilidades e experiências profissional e cultural – sociedades, enfim, onde o embrião do socialismo não tivera ainda tempo de amadurecer, para usarmos a metáfora do próprio Marx
.
A leitura de Marx – e, infelizmente, raros sãos os marxistas que leram Marx – explica o fracasso do socialismo real.
Putz! Comecei o texto falando de mim. Terminei falando de Marx. Paro por aqui senão vou acabar discorrendo sobre o Joãozinho da Goméia.
 
 

Ronaldo Conde Aguiar(Velhote do Penedo)

"A pior invenção do homem foi o celular; de Deus, a pior invenção foi a velhice (Velhote, em crise)".
 
 

10 de março de 2020

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 10 de março de 2020

10.3.20

Velhice gay: a homossexualidade na terceira idade


Velhice gay: a  homossexualidade na terceira idade
Caro leitor, hoje eu inicio um ciclo de textos para a reflexão sobre os problemas da homossexualidade na terceira idade, bem como algumas soluções muitas vezes simples e que estão ao alcance de todos.
Envelhecer não é nada legal do ponto de vista dos pessimistas, mas quem chega aos sessenta anos percebe rapidamente a complexidade das questões sociais e sexuais do último terço da vida.

Os gays na maturidade tem a percepção de que terminarão a vida sozinhos, doentes, sem amparo, amigos, companheiros, familiares, colegas de trabalho ou vizinhos. Isso tudo pode até ser realidade, mas cada um tem o controle da sua vida e pode criar mecanismos para evitar o isolamento social.
Muitos se questionam se valeu a pena os sacrifícios desde a juventude para na velhice viverem como zumbis.