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2 de fevereiro de 2026

2.2.26

Cármen Lúcia será relatora de Código de Ética do STF, anuncia Fachin

 

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Foto - Marcelo CAMARGO / AGÊNCIA BRASIL


Cármen Lúcia será relatora de Código de Ética do STF, anuncia Fachin


Presidente da Corte diz que buscará diálogo para aprovar texto

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, anunciou nesta segunda-feira (2) que a ministra Cámen Lúcia será relatora da proposta de criação de um código de ética para os integrantes da Corte.

Fachin discursou durante a sessão solene de abertura do Ano Judiciário de 2026, cerimônia que marca a abertura dos trabalhos após o período de recesso. O ministro disse que as instituições têm desafios para se manterem íntegras e com legitimidade.

"Momentos de adversidade exigem mais do que discurso, pedem responsabilidade institucional, clareza de limites e fidelidade absoluta à Constituição da República." 

O presidente do STF afirmou que os ministros "respondem pelas escolhas que fazem" e que o é momento é de "autocorreção".

Diante da resistência interna de ministros que são contra a aprovação de regras para regular a conduta da Corte, Fachin prometeu que buscará o diálogo com os colegas pela aprovação do texto.

"Vamos caminhar juntos na construção do consenso no âmbito desse colegiado. Impende dialogar e construir confiança pública, porque nessa reside a verdadeira força do Estado Democrático de Direito", afirmou durante a solenidade.

A cerimônia foi acompanhada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), além de outras autoridades.

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Banco Master

O anúncio sobre a criação de um código de ética para o STF ocorre após membros da Corte serem criticados publicamente pela condução das investigações envolvendo as fraudes no Banco Master.

No mês passado, o ministro Alexandre de Moraes negou ter participado de um encontro com o ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa, no primeiro semestre de 2025, na casa do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

O suposto encontro foi noticiado pelo Portal Metrópoles e teria ocorrido em meio ao processo de tentativa de compra do Master pelo BRB. Em nota à imprensa, Moraes classificou a reportagem como “falsa e mentirosa”.

Antes da liquidação do Master pelo Banco Central, o escritório de advocacia Barci de Moraes, que pertence à família do ministro, prestou serviços ao banco de Vorcaro.

No início deste mês, o ministro Dias Toffoli passou a ser criticado por permanecer na condição de relator do caso após matérias jornalísticas informarem que a Polícia Federal encontrou irregularidades em um fundo de investimento ligado ao Banco Master. O fundo comprou uma participação no resort Tayayá, localizado no Paraná, que era de propriedade de familiares do ministro.

Fachin também foi criticado por divulgar uma nota à imprensa para defender a atuação de Toffoli.

Fonte: Agência Brasil 

Link:  https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-02/carmen-lucia-sera-relatora-de-codigo-de-etica-do-stf




30 de janeiro de 2026

30.1.26

Flávio Dino nega pedido para suspender a renovação automática da CNH

 

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O ministro Flávio Dino, durante sessão do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) — Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo


Flávio Dino nega pedido para suspender a renovação automática da CNH


Dispensa de exames para bons condutores foi questionada por associação


O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (dia 29) negar pedido de suspensão da nova regra que permite a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para motoristas que não foram multados nos últimos 12 meses.






29 de janeiro de 2026

29.1.26

Ausência de código no STF gera duas classes de cidadãos, diz presidente da OAB-MS

 
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   Bitto Pereira, presidente da OAB-MS - Gerson Oliveira  - Foto reprodução da fonte de origem


Ausência de código no STF gera duas classes de cidadãos, diz presidente da OAB-MS

Bitto Pereira afirma que regras de conduta são essenciais para preservar a credibilidade do Judiciário e o Estado Democrático de Direito

O presidente da Seccional Mato Grosso do Sul da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MS), Bitto Pereira, declarou apoio ao esforço do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, de criar um código de conduta para a vida pública e privada dos ministros que compõem a Corte.

Fonte: Correio do estado





21 de maio de 2022

21.5.22

Veja os direitos do público LGBTQI+ no Brasil, as principais conquistas


O direitos do público LGBTQI+ no Brasil tem crescido a cada ano, elencamos os principais, como sabemos a união homoefetiva se equipara os mesmos direitos de uma união heterossexual

Os direitos do público LGBTQI+ no Brasil tem crescido a cada ano, elencamos os principais. Como sabemos a união homoefetiva se equipara os mesmos direitos de uma união heterossexual. Portanto, no direito de família e do trabalho se aplica a mesma legislação. No Wikipédia, a enciclopédia livre, você pode ver todos direitos conquistados. 

Vejamos alguns direitos 

Em 2011, o STF por unanimidade reconheceu a união homoafetiva entre pessoas do mesmo sexo, como núcleo familiar. E, equiparou os direitos e deveres de casais homoafetivos com os de casais heterossexuais.

Em 2013, o Conselho Nacional de Justiça permitiu os cartórios de todo o Brasil a realizarem diretamente o casamento civil ou conversão de união estável em casamento entre pessoas de mesmo sexo.

a) Em 2010, o STJ reconhece que casais homossexuais têm o direito de adotar filhos; 

b) 2016, por meio de Decreto é garantido uso do nome social e reconhecimento da identidade de gênero, pessoas travestis e transexuais, o nome social pode ser usado em atendimentos no SUS, Enem e cartões de contas bancárias e outros.

c) Em 2018, o STF autorizou pessoas trans a alterarem o nome no registro civil sem a necessidade de cirurgia de redesignação sexual ou decisão judicial. Apenas pode dirigir-se ao um cartório e alterar o nome;

d) Em caso de separação o companheiro tem direito uma pensão;

e) Previdência Social: em caso de falecimento o INSS concede pensão por morte;

f) As empresas de plano de saúde são obrigadas  aceitar como  dependentes na união homoefetiva  os companheiros e filhos;

g) Na Declaração de Imposto de Renda, casais homoafetivos podem declarar seus companheiros como dependentes;

h) Em 2013 com a Lei 12.873/13, adicionou novas normas no Artigo 392 da CLT, e os casais homoafetivos passaram a ter direito ao salário de maternidade;

i) Em caso de divórcio, ou morte são aplicados os mesmos direitos dos casais  heterossexuais;

j) Em junho de 2019, o STF determina que discriminação contra pessoas LGBT é crime, ou seja, a discriminação contra pessoas LGBT é enquadrada nos crimes previstos na Lei Nº 7.716/1989 (Lei do Racismo).

l) Em 2020,  STF suspende restrições para doação de sangue por homossexuais. O STF suspendeu as normas do Ministério da Saúde que exigiam aos homossexuais a abstinência sexual de um ano para doarem sangue.

m) Atualmente, a Lei Maria da Penha está sendo aplicada nos casos de violência doméstica em uniões homoafetivas, por entender o caráter de entidade familiar.

 

Para ver todos os direitos acesse o link: https://pt.wikipedia.org/wiki/Direitos_LGBT_no_Brasil

Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

  Fontes:

Quais são os direitos de casais homoafetivos? Disponível em: https://schumackerandrade.jusbrasil.com.br/artigos/397763918/quais-sao-os-direitos-de-casais-homoafetivos

Orgulho LGBTQI+: conheça avanços e direitos conquistados nos últimos 50 anos de luta. Disponível em: https://www.to.gov.br/cidadaniaejustica/noticias/orgulho-lgbtqi-conheca-avancos-e-direitos-conquistados-nos-ultimos-50-anos-de-luta/5edj4wa3bl98

Adoção - Salário e licença-maternidade: novas regras estão em vigor, disponível em: https://crianca.mppr.mp.br/2014/02/11703,37/

Lei Maria da Penha também se aplica a relações homoafetivas, Disponível em: https://www.conjur.com.br/2021-jan-06/lei-maria-penha-aplica-relacoes-homoafetivas-tj-sp

 

23 de abril de 2021

23.4.21

Deputado no Twitter | Waldenor Pereira comemora derrota de Moro no STF e alfineta: “um juiz ladrão”

 

No Twitter o deputado federal Waldenor Alves Pereira Filho (PT-BA) se manifestou sobre a derrota do ex-juiz federal e ex-ministro da Justiça no Supremo Tribunal Federal por 7 a 2,

Deputado no Twitter | Waldenor Pereira comemora derrota de Moro no STF e alfineta: “um juiz ladrão”

No Twitter o deputado federal Waldenor Alves Pereira Filho (PT-BA) se manifestou sobre a derrota do ex-juiz federal e ex-ministro da Justiça no Supremo Tribunal Federal por 7 a 2, mantendo a decisão que determinou a suspeição no processo contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva envolvendo na Operação Lava Jato. “Moro foi um juiz ladrão. Fez conluio, burlou as regras, agiu politicamente e interferiu no cenário eleitoral de 2018. A justiça vem com atraso e muitos prejuízos para [@LulaOficial] e o Brasil. Mas com placar de 7×2, STF confirmou a parcialidade do ex-juiz”, tuitou Waldenor Pereira na quinta-feira (22).

 

Fonte e foto: Blog do Anderson 


12 de março de 2021

12.3.21

Fachin recebe apoio em razão de ataques sofridos após decisão que anulou condenações de Lula

 

STF reforçou segurança do ministro Edson Fachin, alvo de ataques de militantes bolsonaristas. Ministro Gilmar Mendes e ex-juiz Sergio Moro divulgaram mensagens de solidariedade.

Fachin recebe apoio em razão de ataques sofridos após decisão que anulou condenações de Lula

STF reforçou segurança do ministro Edson Fachin, alvo de ataques de militantes bolsonaristas. Ministro Gilmar Mendes e ex-juiz Sergio Moro divulgaram mensagens de solidariedade.
  
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), recebeu manifestações de apoio nesta sexta-feira (12) após ter sido alvo de ataques em razão da decisão que anulou condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na última segunda-feira (8), Fachin anunciou a anulação de todas as condenações de Lula pela Justiça Federal no Paraná relacionadas às investigações da Operação Lava Jato. A decisão teve caráter processual — não significou absolvição. Ao decidir sobre um pedido da defesa, o ministro entendeu que a 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, responsável pelos processos da Operação Lava Jato relacionados à Petrobras, não era a instância competente para julgar os casos do ex-presidente. Fachin decidiu remeter os processos para a Justiça Federal do Distrito Federal. Com a decisão, Lula recuperou os direitos políticos e voltou a ser elegível.

Fachin anula condenações de Lula na Lava Jato

Os ataques sofridos pelo ministro foram organizados por manifestantes que se identificam como bolsonaristas. Na segunda-feira, logo após o anúncio da decisão, o STF reforçou a segurança de Fachin e de familiares.

Nesta sexta-feira, o ministro Gilmar Mendes prestou solidariedade ao colega de tribunal em uma rede social e reforçou que decisões podem ser contestadas na Justiça, mas não por meio de manifestações de ódio.

“Toda solidariedade ao min Fachin e família. Decisões judiciais podem ser recorridas ou criticadas, mas nunca por meio do discurso do ódio e da pressão autoritária. Ameaças e perseguições não impedirão o STF de continuar a proteger os direitos fundamentais e a CF/88 (Constituição)”, escreveu o ministro.

Após a manifestação de Gilmar Mendes, o ex-juiz Sergio Moro, que condenou Lula no caso do triplex do Guarujá quando era o titular da 13ª Vara de Curitiba, também usou uma rede social para defender Fachin e elogiou a atuação técnica do ministro.

“Repudio ofensas e ataques pessoais ao Ministro Edson Fachin do STF, magistrado técnico e com atuação destacada na Operação Lava Jato. Qualquer discordância quanto à decisão deve ser objeto de recurso, não de perseguição”, afirmou.

STF reforça segurança de Fachin após decisão sobre Lula

Em nota, o Supremo afirmou que o reforço da segurança de Fachin foi determinado pelo presidente do tribunal, Luiz Fux, "por precaução diante de possíveis questionamentos à recente decisão".

De acordo com o texto da nota, “a Suprema Corte ressalta que é inaceitável qualquer ato de violência por contrariedade a decisões judiciais”.

“A Constituição e as leis asseguram a independência de todos os magistrados. E, no Estado Democrático de Direito, o questionamento às decisões devem se dar nas vias recusais próprias”, diz o texto.


 Fonte: G1