Mostrando postagens com marcador ataques. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ataques. Mostrar todas as postagens

29 de fevereiro de 2024

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 29 de fevereiro de 2024

29.2.24

Ex-noiva de Luan Santana desabafa após cantor se declarar para Jade Magalhães

 

Alt text
Reprodução/Instagram/@itsizabela
Izabela Cunha namorou Luan Santana durante quase três anos

Ex-noiva de Luan Santana desabafa após cantor se declarar para Jade Magalhães

Izabela Cunha afirma que começou a sofrer ataques na internet após o astro da música sertaneja voltar a se relacionar com antiga namorada

Izabela Cunha, ex-noiva de Luan Santana, fez um desabafo nas redes sociais após o cantor se declarar para Jade Magalhães. Ela falou sobre os ataques que vem recebendo e pediu por mais “amor, luz e paz” no mundo. Izabela ressaltou a importância do respeito e desejou felicidades ao casal, enfatizando que sempre buscou manter uma postura positiva em relação à situação. Durante quase três anos, Izabela se relacionou com Luan Santana, após o término do cantor com Jade. 

Eles chegaram a ficar noivos em julho de 2022, mas terminaram o relacionamento em maio de 2023. Com a notícia de que Luan e Jade haviam reatado, os fãs do cantor mencionaram Izabela, observando que ela deixou de seguir o ex-noivo.

“Acredito que o respeito é a base de tudo na vida. Respeito o Luan, com quem convivi por quase três anos. Tivemos muitos momentos felizes. Respeitava a história que ele tinha vivido com a Jade e jamais incitei ou quis rivalidade entre duas mulheres do bem, e continuo respeitando e desejando que sejam felizes, que eu seja feliz e que vocês sejam felizes”, disse Izabela. “Talvez, um dia a internet possa voltar a ser um ambiente mais saudável em que todo mundo só espalhe amor para o outro. Empatia eu sempre tive de sobra e que vocês pratiquem isso também. Deus ilumine todos vocês.” Os fãs de Luan Santana continuaram a comentar sobre a situação, demonstrando apoio a Izabela e reconhecendo sua postura positiva diante dos acontecimentos.

Fonte: Jovem Pan 



17 de março de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 17 de março de 2021

17.3.21

Bolsonaro inclui EBC com sete emissoras de Rádios, mais TV Brasil e Agência Brasil na lista de privatizações

A Rádio Nacional da Amazônia na mira da extinção, desde 2016,  vem passando por uma série de ataques. O governo Temer, por exemplo, destituiu o Conselho Curador da EBC,

Bolsonaro inclui EBC com sete emissoras de Rádios, mais TV Brasil e Agência Brasil na lista de privatizações

A EBC na mira da privatição, desde 2016 vem passando por uma série de ataques. O governo Temer, por exemplo, destituiu o Conselho Curador da EBC, composto por representantes da sociedade civil. Além disso, os jornalistas vem revelando dossiês de censura no interior dos veículos. Menções ao golpe do impeachment, não pode falar de determinados assuntos, o mais recente, é às medidas de isolamento no combate à pandemia viraram temas proibidos. 

O governo do presidente Jair Bolsonaro incluiu a Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) no Plano Nacional de Desestatização (PND). A decisão foi tomada nesta terça-feira (16), pelo Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI). A partir de agora será feito um estudo sobre a viabilidade do conglomerado de comunicação. Um agravante é que, caso o governo não encontre interessados na compra, a EBC poderá ser fechada.  


Os trabalhadores da EBC afirmam que tanto a desestatização como a sua eventual extinção são medidas inconstitucionais. Além disso, eles afirmam se tratar de um risco para a democracia brasileira, já que países com regimes democráticos consolidados contam com áreas de comunicação pública fortalecidas. 

Além da TV Brasil, a EBC é composta por sete emissoras de rádio espalhadas pelo país. Também possui o site jornalístico Agência Brasil, que produz textos e fotos que abastecem milhares de grandes e pequenos veículos de comunicação.

Desde 2016, a estatal de comunicação vem passando por uma série de ataques. O governo Temer, por exemplo, destituiu o Conselho Curador da EBC, composto por representantes da sociedade civil. Além disso, os jornalistas vem revelando dossiês de censura no interior dos veículos. Menções ao golpe do impeachment, ao assassinato da vereadora Marielle Franco ou, mais recentemente, às medidas de isolamento no combate à pandemia viraram temas proibidos.  

Desinformação

Para o jornalista da EBC Daniel Ito, diretor do Sindicato dos Jornalistas profissionais do Distrito Federal (SJPDF), além de cumprir os preceitos da própria Constituição Federal, a comunicação pública cresce em importância no momento atual, marcado pelo aumento da desinformação. Essa crise advém do aumento das chamadas notícias falsas, disseminadas pelas redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas. “A comunicação pública poderia ser uma alternativa para solucionar essa crise. Mas o projeto está sendo abandonado pelo governo”, criticou Ito, em entrevista à repórter Larissa Bohrer, para o Jornal Brasil Atual, nesta quarta-feira (17).

Além disso, diferentemente dos veículos privados de comunicação, a EBC trata com maior atenção temas relativos à cidadania, direitos humanos e educação. Também difere dos canais estatais propriamente ditos, que se concentram em produzir informes sobre as ações dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

“A comunicação pública é algo que fortalece democracia. Existe nas principais democracias do mundo. Os Estados Unidos têm, assim como Portugal, Espanha, Itália, Canadá e Argentina. A Inglaterra tem a BBC. A maior parte dos países possui uma comunicação pública forte dentro do seu sistema de comunicação”, disse Ito. Ele afirmou que a disposição dos funcionários da EBC é “lutar até as últimas consequências” contra a privatização ou extinção do conglomerado.

Golpismo

Para o jornalista Laurindo Lalo Leal Filho, professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), a desestatização da EBC faz parte do golpe iniciado em 2016. De acordo com o docente, a comunicação pública é quase sempre a primeira vítima, quando da ocorrência de golpes de estado ao redor do mundo, ao longo da história.

“Muitas foram as emissoras de rádio e TV invadidas por golpistas em diferentes países. No Brasil não houve uma invasão física. Ela foi substituída pela destruição do arcabouço legal, que dava caráter público à EBC, com a cassação pelo governo Temer do Conselho Curador da empresa”, destacou.

Assista à reportagem


 Fonte: Jornal Brasil Atual 

Redação: Tiago Pereira – Edição: Helder Lima

 

12 de março de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 12 de março de 2021

12.3.21

Fachin recebe apoio em razão de ataques sofridos após decisão que anulou condenações de Lula

 

STF reforçou segurança do ministro Edson Fachin, alvo de ataques de militantes bolsonaristas. Ministro Gilmar Mendes e ex-juiz Sergio Moro divulgaram mensagens de solidariedade.

Fachin recebe apoio em razão de ataques sofridos após decisão que anulou condenações de Lula

STF reforçou segurança do ministro Edson Fachin, alvo de ataques de militantes bolsonaristas. Ministro Gilmar Mendes e ex-juiz Sergio Moro divulgaram mensagens de solidariedade.
  
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), recebeu manifestações de apoio nesta sexta-feira (12) após ter sido alvo de ataques em razão da decisão que anulou condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na última segunda-feira (8), Fachin anunciou a anulação de todas as condenações de Lula pela Justiça Federal no Paraná relacionadas às investigações da Operação Lava Jato. A decisão teve caráter processual — não significou absolvição. Ao decidir sobre um pedido da defesa, o ministro entendeu que a 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, responsável pelos processos da Operação Lava Jato relacionados à Petrobras, não era a instância competente para julgar os casos do ex-presidente. Fachin decidiu remeter os processos para a Justiça Federal do Distrito Federal. Com a decisão, Lula recuperou os direitos políticos e voltou a ser elegível.

Fachin anula condenações de Lula na Lava Jato

Os ataques sofridos pelo ministro foram organizados por manifestantes que se identificam como bolsonaristas. Na segunda-feira, logo após o anúncio da decisão, o STF reforçou a segurança de Fachin e de familiares.

Nesta sexta-feira, o ministro Gilmar Mendes prestou solidariedade ao colega de tribunal em uma rede social e reforçou que decisões podem ser contestadas na Justiça, mas não por meio de manifestações de ódio.

“Toda solidariedade ao min Fachin e família. Decisões judiciais podem ser recorridas ou criticadas, mas nunca por meio do discurso do ódio e da pressão autoritária. Ameaças e perseguições não impedirão o STF de continuar a proteger os direitos fundamentais e a CF/88 (Constituição)”, escreveu o ministro.

Após a manifestação de Gilmar Mendes, o ex-juiz Sergio Moro, que condenou Lula no caso do triplex do Guarujá quando era o titular da 13ª Vara de Curitiba, também usou uma rede social para defender Fachin e elogiou a atuação técnica do ministro.

“Repudio ofensas e ataques pessoais ao Ministro Edson Fachin do STF, magistrado técnico e com atuação destacada na Operação Lava Jato. Qualquer discordância quanto à decisão deve ser objeto de recurso, não de perseguição”, afirmou.

STF reforça segurança de Fachin após decisão sobre Lula

Em nota, o Supremo afirmou que o reforço da segurança de Fachin foi determinado pelo presidente do tribunal, Luiz Fux, "por precaução diante de possíveis questionamentos à recente decisão".

De acordo com o texto da nota, “a Suprema Corte ressalta que é inaceitável qualquer ato de violência por contrariedade a decisões judiciais”.

“A Constituição e as leis asseguram a independência de todos os magistrados. E, no Estado Democrático de Direito, o questionamento às decisões devem se dar nas vias recusais próprias”, diz o texto.


 Fonte: G1