Prefeitura de Vitória da Conquista abre vagas para Educação com salários de até R$ 2.177,16

Prefeitura de Vitória da Conquista abre vagas para Educação com salários de até R$ 2.177,16

 

Estão abertas até o dia 3 de agosto as inscrições para o Edital de Processo Seletivo Simplificado Nº 003/2021 direcionado para vagas na Secretaria Municipal de Educação de Vitória da Conquista

  Prefeitura de Vitória da Conquista abre vagas para Educação com salários de até R$ 2.177,16

Estão abertas até o dia 3 de agosto as inscrições para o Edital de Processo Seletivo Simplificado Nº 003/2021 direcionado para vagas na Secretaria Municipal de Educação de Vitória da Conquista. Os salários variam de R$ 1.443,12 a R$ 2.177,16. Nesta terça-feira (27) o BLOG DO ANDERSON divulgou o Edital com todos os detalhes.

Acesse AQUI O EDITAL: 

 

Fonte e foto: Blog do Anderson


Você tem vivido num turbilhão de emoções?

Você tem vivido num turbilhão de emoções?

 

O músico Danilo Caymmi foi muito feliz ao descrever a alma humana na obra “O Bem e o Mal

   Por Pascoal Zani, psicólogo. 

Você tem vivido num turbilhão de emoções?

O músico Danilo Caymmi foi muito feliz ao descrever a alma humana na obra “O Bem e o Mal”. Sua composição expressa a essência das emoções, cada uma delas com seus papéis, suas dores e belezas: “eu guardo em mim o deus, o louco, o santo, o bem e o mal”.


 
Todas as suas vivências tem tons emocionais. Mesmo sendo algo tão essencial, a autoconsciência sobre as emoções é algo a ser buscado. Que tal falar um pouco sobre elas?  

Primeiro as emoções, depois os sentimentos

“As emoções ocorrem no teatro do corpo. Os sentimentos ocorrem no teatro da mente”. (António Damásio)

As emoções são reações fisiológicas do seu corpo quando este analisa uma situação. Estão na sua voz, postura, rosto, ações. São reações rápidas, curtas e intensas. Charles Darwin ressaltou suas funções de comunicação e de sobrevivência, além de ter comprovado que algumas são universais.

Os sentimentos são diferentes: derivam da sua interpretação e de como lida com as emoções. Duram mais tempo que elas, são nutridos por pensamentos que mantém o sofrimento ou o bem-estar.

Hoje em dia é comum na Psicologia encontrar a classificação de cinco “emoções primárias”. Para ajudar nas reflexões, a seguir você lerá um pouco da função, reações (sentimentos) saudáveis, exagerados ou reprimidos de cada uma: alegria, medo, nojo, raiva e tristeza.

A raiva que a raiva dá

A raiva nasce quando você entende que está sendo agredido, injustiçado, difamado, vítima de violência, desrespeitado em seus limites.

Cumprindo a função de proteger, ela prepara seu corpo para se indignar e reestabelecer a justiça. O rubor na face, o coração acelerado e a vontade de agir dão energia para enfrentar o desafio da situação. Algumas vezes é possível canalizar essa força para outras atividades ou para vencer seus medos. A raiva o leva a se posicionar, a impor limite aos outros assertivamente, fazendo valer sua autoestima, sua identidade e sua autonomia.

Já teve um “ataque de raiva”? Ou vive irritado? Se você “deixa crescer” a ira, é muito fácil “perder a razão”, agir com agressividade contra as pessoas com quem convive.

No extremo oposto, se não demonstra a sua indignação dentro do contexto em que ela acontece, a mensagem que comunica é a de que concorda com a injustiça que sofreu. Se não usa a função dessa emoção para “dizer não”, para se impor como “uma pessoa que se dá ao respeito”, é possível que se deixe dominar nos relacionamentos, pois você mesmo se invalida.

Curiosidade: já parou para pensar na expressão "vermelho de raiva"? Após ter lido sobre a raiva, isso faz sentido para você?

E esse medo de ter medo

Não é incrível ter uma emoção cujo principal objetivo é preservar a sua vida, perceber o perigo, fugir ou se defender dele? O medo, “no ponto certo”, é essencial à sobrevivência. No dia a dia você pode utilizá-lo para analisar riscos de quaisquer natureza. O melhor critério para entender se está agindo de modo saudável é se perguntar: “há uma ameaça real? Se existe, minha reação está proporcional a ela?”

Mas, e se exagerar na dose de insegurança, nervosismo, ciúmes, ansiedade? Se o seu padrão de reação emocional for de nutrir e aumentar medos infundados, exagerados ou sobre assuntos que não são de seu controle para resolver, estará mantendo armadilhas que o paralisam (ansiedade, fobias, preocupações) e o impedem de viver novas experiências. 

E quando sua reação ao medo é reprimi-lo, heim?!  Se ignorá-lo, talvez queira enfrentar animais perigosos ou se aventurar em locais com alto risco de vida sem proteção alguma. É possível também que tome atitudes inconsequentes, seja no trabalho, na escola ou nos seus relacionamentos.

Para refletir: por que amarelamos em certas situações?

Ai, que nojo

O nojo (repugnância, repulsa, náusea, arrogância, antipatia, aversão) é essencial para você se manter limpo, evitar contaminações e rejeitar o convívio com pessoas que são tóxicas por descumprir regras essenciais de saúde (física ou mental) ou sociais.

No excesso, a sua forma de reagir ao nojo o leva à rigorosidade nos hábitos de saúde e higiene, a exemplo do Transtorno Obsessivo-compulsivo. Socialmente, caso escolha evitar pessoas que considera perigosas à sua sobrevivência ou à sua sanidade, com justificativas pouco reais, é possível que sua reação aversiva o leve para a antipatia e o isolamento, caminhos naturais para a depressão.

Ao contrário, se reprimir, ficará mais vulnerável a contágios de doenças e mais relapso na higiene pessoal, fazendo com que as pessoas o excluam do convívio social. Ou ainda é possível que se mantenha ao lado de quem representa um perigo à sua integridade física ou saúde mental.

Alegria, alegria

Uma das funções da alegria é a de aproveitar os momentos de bem-estar. Outra é a de reforçar os seus vínculos sociais e familiares. O entusiasmo está dentre suas atribuições também, pois ela dá a “energia para agir”, como diria o filósofo Baruch Espinoza.

Diz o ditado que “tudo que é demais faz mal”. Até a alegria?! Buscar a felicidade de modo frenético, como se só pudesse ter momentos alegres, nunca sofrer e reprimir o que for desagradável: eis uma boa fórmula para a infelicidade! 

E o que é “de menos” geralmente também é disfuncional. Se não valoriza um momento agradável ou se o seu negativismo o leva a colocar uma “vírgula” e um “mas” após cada pensamento positivo e realista, é bem possível que tenha se habituado a reprimir a alegria.

Que tristeza

A tristeza reduz as energias e a capacidade de agir para inaugurar um estado de reflexão.  O "toque de recolher" pode vir de uma notícia de fato ruim ou de um pensamento negativo, às vezes infundado.

Em momentos reflexivos você reelabora suas frustrações, reforça a resiliência, processa as lições das experiências passadas, flexibiliza crenças e pensamentos, recupera o contato com os seus valores, ressignifica e redireciona a sua vida.  Importante, não é?

A Terapia Cognitivo-comportamental classifica como “pensamento catastrófico" aquele em que você imagina o pior desfecho para uma situação real ou imaginária. Dominado por medo e tristeza, se sente impotente, se convence de que não tem forças para enfrentar seus desafios. Esse e outros jeitos de pensar exagerados e distorcidos originam, mantém e agravam ansiedade e depressão, por exemplo.

Um das formas de reagir à tristeza com repressão tem sido alertado na psicologia com o termo “positividade tóxica”. É a tentativa de colocar pensamentos positivos prontos para aliviar algum sofrimento, invalidando as emoções “desagradáveis”, deixando de experimentar a dor ou a decepção que elas propõem. Como consequência, talvez você perca a capacidade de refletir e também a empatia com os sentimentos negativos dos seus amados. É possível que passe a ser superficial, raso, incapaz de ver sentido no que faz e no que quer.

Posso ou não controlar as emoções?

"Você é como um capitão navegando em um barco. Ele deve dar as ordens certas, e da mesma forma você deve dar as ordens certas (pensamentos e imagens mentais) para a sua mente subconsciente que controla e governa todas as suas experiências.“  (Joseph Murphy)

As emoções virão. São fisiológicas, incontroláveis.  Apesar disso, você tem papéis importantíssimos, alto lá! Como protagonista da sua vida, deve escolher entre se resignar, vivendo aos sabores delas; ou “varrê-las para baixo do tapete” a todo custo; ou fazer os caminhos da autoconsciência - parte da Inteligência Emocional para manter sua sanidade, saúde física e qualidade de vida.

Acredite: ao contrário do que muitos pensamentos seus lhe dirão, você tem forças para gerenciá-las! E a sua experiência emocional, com isso, será mais rica, fazendo-o aproveitar melhor das funções protetoras que elas oferecem.

 Fonte: Gazeta do Povo

Pascoal Zani – CRP-PR 08/04471

Fone whats: https://wa.me/5541988488303

https://linktr.ee/Psicologopascoalzani

psicologopascoalzani@gmail.com

Fonte: https://www.psicologopascoalzani.com.br 

Psicólogo Pascoal Zani – CRP 08/04471 | Instagran: psicologopascoalzani

 Leia  outros artigos do Psicólogo Pascoal Zani

Terapias integrativas também podem aliviar tensão e ansiedade nos pets 

O que é comunicação assertiva?

Relacionamento: conheça a técnica CNV e pare de brigar

Home Office: 10 dicas para recuperar a leveza

Estresse: lucros e prejuízos na Vida Profissional

 Mundo VUCA ou Mundo BANI? 

Como ter mais inteligência emocional?

 

 

 

Morre Januário de Oliveira, ex-locutor da Rádio Nacional

Morre Januário de Oliveira, ex-locutor da Rádio Nacional

 O jornalismo esportivo perdeu, na tarde de segunda-feira (31), um ícone do rádio e da TV.

Morre Januário de Oliveira, ex-locutor da Rádio Nacional 

O jornalismo esportivo perdeu, na tarde de segunda-feira (31), um ícone do rádio e da TV. Após 12 dias internado, por conta de uma pneumonia, faleceu em Natal (RN), Januário de Oliveira, que marcou época com suas narrações na Rádio Nacional e na TV Brasil.

Januário sofria de diabetes, doença que o fez perder cerca de 90% da visão e que foi a responsável por ele ter abandonado as transmissões em 1998, logo após a Copa do Mundo. O narrador vivia em Natal, ao lado de familiares, mas há cerca de dois anos apresentava saúde debilitada.

Após uma viagem ao Rio de Janeiro, em março de 2019, Januário apresentou quadro de pneumonia persistente, seguida por um acidente vascular cerebral. Ambas as condições de saúde não o impediram de festejar o aniversário de 80 anos com a família.

Em 23 de maio, uma nova pneumonia o levou para o hospital, onde permaneceu internado. A suspeita de tuberculose foi afastada, mas Januário precisou se submeter a hemodiálise desde o dia 27, quando o quadro se agravou.

Nascido em Alegrete (RS), em 19 de setembro de 1939, Januário Soares de Oliveira era torcedor do Internacional e sonhava ser jogador de futebol. Mas não levava jeito. A outra paixão o conquistou e o levou ao patamar dos maiores locutores do país.

Januário começou a carreira na Rádio Farroupilha, em Porto Alegre. No Rio de Janeiro, trabalhou na Rádio Mauá e, na Nacional, transformou-se num dos principais narradores do futebol carioca. Foi na emissora que começou a criar seus famosos bordões. “Taí o que você queria” surgiu após mais de duas horas aguardando o início de um jogo, no estádio Ítalo del Cima, em Campo Grande.

Assista à entrevista de Januário de Oliveira na TV Brasil:

Na TV Educativa, ao lado dos comentaristas Achilles Chirol e José Ignácio Werneck, era o responsável pela narração dos jogos de domingo, que iam em videoteipes nas noites de domingo, tendo os repórteres José Luiz Furtado, Sebastião Pereira, Sergio du Bocage e Fernando Domingues nas transmissões. Quantos até hoje se lembram do grito de gol? “É disso, é disso que o povo gosta!”.

Júnior Baiano, o zagueiro, o ajudou a criar o bordão “tá lá o corpo estendido no chão”, logo após derrubar mais um adversário. Não faltava a Januário criatividade.

Januário era, também, o apresentador da mais tradicional mesa de debates das noites de domingo: o Esporte Visão. Ao lado dele, além de Chirol e Werneck, despontavam outros ilustres comentaristas, como Luiz Mendes, Sérgio Noronha, Ruy Porto, Gérson, Washington Rodrigues e Sérgio Cabral. Foi nesta época, em 1987, que Januário sofreu uma parada cardíaca que o afastou da TV por quase um ano.

Já aposentado, Januário passou a integrar a equipe de locutores da Bandeirantes. E lá vieram novos bordões. Cruel, sinistro. E os famosos apelidos transformando jogadores em personagens eternizados por sua voz e na mente dos torcedores. O Super-Ézio e Sávio, o Anjo Louro da Gávea, certamente eram os mais queridos por ele.

 O programa No Mundo da Bola desta segunda-feira, 31, homenageou Januário de Oliveira revivendo uma narração do locutor, de 20 de junho de 1978, quando Fluminense vencia o Náutico por 2x1. Jorge narra o segundo gol do Fluminense, marcado por Robertinho. 


Texto: Sérgio Du Bocage - Repórter da TV Brasil - Rio de Janeiro

 

Fonte: Trilha do Rádio 


Helena Lúcia Cochlar ajudou a revolucionar a programação da Rádio Nacional de Brasília no início da década de 1980

Helena Lúcia Cochlar ajudou a revolucionar a programação da Rádio Nacional de Brasília no início da década de 1980

Em 1979, a publicitária e modelo Helena Lúcia Cochlar trocou o Rio de Janeiro por Brasília e,  dois anos depois, ingressou na Rádio Nacional de Brasília

Helena Lúcia Cochlar ajudou a revolucionar a programação da Rádio Nacional de Brasília no início da década de 1980 

Em 1979, a publicitária e modelo Helena Lúcia Cochlar trocou o Rio de Janeiro por Brasília e,  dois anos depois, ingressou na Rádio Nacional de Brasília para integrar a primeira equipe do programa Viva Maria, que estava sendo encabeçado pela radialista Mara Régia. Na emissora, que vivia um processo de segmentação de sua programação, Helena Lúcia participaria da produção dos principais programas que surgiram no início da década de 1980.

Além do Viva Maria, que estreou em 14 de setembro de 1981, logo em seu primeiro ano na emissora, ela passou a produzir o programa Carinhoso, que era apresentado por Célio Rodrigues, de segunda a sexta-feira, das 23h às 0h, com poesias e músicas românticas.  Já em 1983, além do Viva Maria, ela também participava da produção do Madrugada Nacional e do Geração Colorida, programa apresentado por Luciano Barroso, que abriu as portas da Rádio Nacional de Brasília para o rock, gênero efervescente na capital federal. 

Helena Lúcia Luciano Barroso, do programa 'Geração Colorida'. Acervo/Na Trilha do Rádio, 1992
Entre outros programas, Helena Lúcia também participou da produção do programa Bom Dia Brasil. Atuou exclusivamente na Rádio Nacional de Brasília até 1983, quando migrou para TV Nacional, assumindo a direção do programa Geração Colorida, que também alcançou um espaço na televisão. Nesse período continuou participando do Viva Maria com o quadro Realce, com dicas de moda e beleza. Na TV Nacional,  Helena Lúcia passou a atuar no departamento de TV, onde ficou até 1987, quando deixou a emissora. Nesse período, também integrou a equipe do programa Repórter Musical, apresentado por ela e Márcio Lacombe. Em entrevista exclusiva para o blog Na Trilha do Rádio, Helena Lúcia Cochlar revisita momentos marcantes da sua trajetória, na Rádio Nacional de Brasília. Fala dos bastidores e apresenta curiosidades dos programas que produziu na emissora brasiliense, recorda a relação da rádio com os ouvintes e profissionais que ajudaram a fazer a história da emissora na década de 1980. “Uma oportunidade deliciosa de reviver um tempo lindo, tempos de um rádio mágico. Eu sou muita honrada por ter tido a oportunidade de conviver com pessoas tão talentosas”, definiu.    

 

 Clique e Ouça a entrevista

Fonte: Blog na Trilha do Rádio

 

Mundo VUCA ou Mundo BANI?

Mundo VUCA ou Mundo BANI?

 

Que muVUCA era essa, heim? E até ela mudou, estão dizendo agora que o Mundo é BANI! Manter-se sadio ou insano em cenário muito louco: eis a questão!

Por Pascoal Zani, psicólogo. 

Mundo VUCA ou Mundo BANI?

Que muVUCA era essa, heim? E até ela mudou, estão dizendo agora que o Mundo é BANI! Manter-se sadio ou insano em cenário muito louco: eis a questão!

No jargão popular, confusão, aglomeração: muvuca; na Guerra Fria, VUCA indicava o contexto mundial: Volatilidade, Incerteza (Uncertainty), Complexidade e Ambiguidade; entre executivos o conceito tem embasado planejamentos empresariais.

Porém, recentemente, Jamais Cascio sugeriu um novo olhar, o Mundo BANI:

B Ele não é Volátil; é Frágil (Brittle), pode romper a qualquer momento; quem tiver valores sólidos estará mais forte na fragilidade dele (humm!);

A Para além de Incerto, ele é muito Ansioso, por tanta imprevisibilidade; o autoconhecimento e a atenção plena ajudarão a produzir mais por mais tempo sem adoecer (Olha só!);

N É Não-linear, acima do Complexo; na rapidez, ação e reação se confundem, exigindo adaptação e flexibilidade, desaprender e reaprender; o “Lifelong learning” poderia mudar para “unlearning and relearning”, heim?!;

I Mais que Ambíguo, tem muito de Incompreensível; requer criatividade, aceitação e humanização: “Não sois máquinas, homens é que sois!” (Charles Chaplin)

Apesar do panorama descrito, cada situação abre possibilidade de escolha e atuação. Se puder ser resolvida ou influenciada, a ideia é agir. Se não puder: a) afastar-se, evitar; ou b) aceitar e se adaptar.

Toda circunstância é um estressor. Então, lidar com estresse e ansiedade é importante para produzir “tanto por tanto tempo”. No meu blog estão sugestões práticas de como manter corpo e mente saudáveis em cenário turbulento: www.psicologopascoalzani.com.br.

No dia-a-dia, para se manter produtivo e saudável em meio às situações do mundo BANI, algumas dicas podem ser interessantes:

Cuidados pessoais:

manter disciplina de sono, alimentação e atividade física

regular uso de cafeína e bebidas alcóolicas

praticar “ócio criativo” e hobbies, buscar lazer e entretenimento

aprimorar os relacionamentos treinando assertividade, Comunicação Não-Violenta

treinar habilidades de inteligência emocional

que tal alguns momentos mais leves, em contato com a natureza?

Cuidados profissionais:

responder para si mesmo: "o que me motiva", "quais são as minhas paixões"?

planejar a Vida e a Carreira Profissional

estabelecer prioridades, planejar rotinas e formas de realizá-las com menor desgaste emocional e físico

aprender a dizer “não” quando for o caso

A Terapia Cognitivo-comportamental treina habilidades de resolução de problemas, redescoberta de valores, tomada de decisões, aperfeiçoamento de relacionamentos, resiliência, autoconhecimento, atenção plena, flexibilidade e inteligência emocional, melhorando, assim, as armas para enfrentar E tirar proveito das batalhas que o mundo BANI apresenta.

Enfim, o cenário é global e a decisão, individual! Situações difíceis existirão sempre, são da Vida! O detalhe é como cada um escolhe viver cada evento: Ameaça ou Oportunidade?

   Fonte: Gazeta do Povo

Pascoal Zani – CRP-PR 08/04471

Fone whats: https://wa.me/5541988488303

https://linktr.ee/Psicologopascoalzani

psicologopascoalzani@gmail.com

Fonte: https://www.psicologopascoalzani.com.br 

Psicólogo Pascoal Zani – CRP 08/04471 | Instagran: psicologopascoalzani

 Leia  outros artigos do Psicólogo Pascoal Zani

Terapias integrativas também podem aliviar tensão e ansiedade nos pets 

O que é comunicação assertiva?

Relacionamento: conheça a técnica CNV e pare de brigar

Home Office: 10 dicas para recuperar a leveza

Estresse: lucros e prejuízos na Vida Profissional

 

Estresse: lucros e prejuízos na Vida Profissional

Estresse: lucros e prejuízos na Vida Profissional

No mercado profissional, uma das poucas certezas é a de que precisamos produzir, sempre mais e mais, seja para manter o emprego ou ter sucesso no empreendimento tão sonhado
Estresse: lucros e prejuízos na Vida Profissional

Por Pascoal Zani, psicólogo. 

No mercado profissional, uma das poucas certezas é a de que precisamos produzir, sempre mais e mais, seja para manter o emprego ou ter sucesso no empreendimento tão sonhado.

Temos a produção, logística ou venda de produtos e serviços, as diretrizes gerais, estratégias corporativas e metas, muitas delas, para mensurar o Desempenho de Alta Performance. É um constante trabalhar sob pressão. Estressante! Acontece que não se trata de uma corrida de cem metros, mas, sim, de uma maratona de 42 anos ou mais. Quase sempre nos superamos, porém, quanto custa? Quanto e como pagamos por isso?

Precisamos desta maravilhosa máquina chamada “corpo humano” em boas condições de uso. Quais lucros e prejuízos do estresse na própria Profissão que por vezes nos estressa? Vamos pensar?

ENTRE O EQUILÍBRIO DO ESTRESSE E O SUCESSO

João dedicou-se ao máximo, conseguiu a promoção esperada. Maria cumpre seus objetivos profissionais enquanto cuida dos filhos e dos afazeres domésticos. Sérgio trabalha 12 (doze) horas por dia em seu empreendimento, com intensa preocupação. A ansiedade deles aumentou e do estresse nem se fala: irritação, cansaço extremo, tensão, dor, novas doenças.

A dedicação de cada um, tão louvável e necessária, é estressora? De bom, de lucrativo, o estresse libera adrenalina, cortisol e norepinefrina, nos leva a agir. Parabéns, estamos na ativa, produzindo, lutando pela sobrevivência, pelos sonhos, realização pessoal, independência financeira, etc.

Em excesso ou por tempo prolongado, deixa o cortisol sempre elevado, provocando dores musculares e outras (cefaleia, por exemplo), irritação, queda de energia, diminuição de serotonina e melatonina (com distúrbios do sono), desencadeamento ou agravamento de doenças autoimunes, desequilíbrio hormonal (prejuízos para a saciedade alimentar, perda de massa muscular e óssea, queda na produção de hormônios sexuais). E mais: desregulação emocional, ataques de pânico, ansiedade, depressão, compulsões e outros males. Enfim, uau, durma com um barulho desses!

Paguei caro pelas etapas da carreira e da Vida em que não alcancei o equilíbrio, por isso meu empenho em alertar. Conheci pessoas que sofreram com Síndrome de Burnout e até quem tirou a própria Vida em momento de exaustão.

DESEMPENHO DE ALTA PERFORMANCE E RESULTADO SUSTENTÁVEL

O profissional tem a obrigação de manter a produtividade. E tem também o desafio de obter resultados sustentáveis com o corpo e a mente danificados pelo estresse de sua busca por ela. E sempre conseguimos nos superar, aguentamos um pouco mais. Exploramos nossos limites para manter a Alta Performance, enquanto desenvolvemos ou cultivamos doenças, transtorno e vícios.

Paradoxalmente, uma pessoa mais “desestressada” obtém resultados mais duradouros. Produzir muito acima do limite do corpo (físico e mente) por um tempo pode ser saudável. Mas nessa corrida de resistência, de “longa distância”, que é a nossa vida profissional, precisamos buscar o equilíbrio em relação ao estresse. E é justamente essa homeostase que viabilizará o resultado de longo prazo.

A criatividade e a memória são habilidades muito debilitadas pelo estresse, já na fase dois, agravando-se. Como esperar Desempenho de Alta Performance e Resultado Sustentável sem elas?

OS RELACIONAMENTOS PROFISSIONAIS E A CARREIRA PROFISSIONAL

Cuidar da rede de contatos é essencial para os negócios. As relações com pares, subordinados, chefias, fornecedores e clientes são decisivas para a carreira e para as indicações profissionais.

Uma pessoa estressada, constantemente irritada, por vezes já adoecida, terá dificuldade de manter boas relações ou provocará atritos que comprometerão seus objetivos profissionais. Você talvez conheça profissionais brilhantes que não alcançam sucesso por terem relacionamentos conflituosos.

A redução de estresse traz ganhos nas relações profissionais e, consequentemente, no clima organizacional; garante a produtividade por mais tempo e melhora as oportunidades na carreira.

AUMENTANDO A PRODUTIVIDADE E O BEM ESTAR

Há uma tendência comum de produzir, dedicar-se, porém, sem descansar na medida necessária, sem planejar o alcance da eficácia com menor desgaste. Se os pensamentos nos levam a negligenciar a necessidade de reduzir o estresse, então, “alto lá, como posso reagir?” Produzir sem cuidar do estresse faz adoecer. E o adoecido terá grande produção por pouco tempo, o que é motivo bastante para mudar comportamentos. Em outra linha, quem buscar o equilíbrio terá mais chances de resultado sustentável, sucesso na carreira ou no empreendimento.

Você poderá tratar com seu Psicólogo como reduzir estresse, mas vou citar algumas dicas:

  • questionar-se sobre causas estressoras, agir sobre as “internas” e se adaptar às externas (aceitar o que não pode mudar e responsabilizar-se, agir sobre o que for possível)

  • registrar pensamentos (de preocupação e de perfeição, principalmente), confrontá-los com a realidade e adaptá-los

  • perceber, aceitar e controlar as emoções (inteligência emocional)

  • dizer “não” quando for o caso

  • priorizar ou excluir atividades

  • criar/manter disciplina de sono, alimentação e atividade física

  • exercitar respiração e relaxamento muscular

  • regular uso de cafeína e bebidas alcóolicas

  • “fazer nada”, praticar “ócio criativo”, “apertar o botão de pausa”, “descansar para não desistir”

  • buscar lazer com a família, de preferência com caráter diferente da atividade principal

  • cultivar o relacionamento afetivo, cuidar das relações com familiares e amigos

  • treinar “Mindfulness”

  • praticar hobbies

  • planejar formas eficientes de produzir com menor desgaste emocional e físico

  • aprimorar os relacionamentos profissionais: assertividade, cordialidade, empatia

  • responder para si mesmo: “o que me motiva”, “quais são as minhas paixões”?

  • planejar a Vida e a Carreira Profissional

Mais que indicar caminhos, espero ter sensibilizado sobre algumas vantagens de buscar o bem-estar, pois, assim motivado, você agirá a respeito, produzirá “mais por mais tempo”, melhorará seu Desempenho Profissional e sua Vida. “Desejo sucesso, e que seja com Alegria!”

Obs.: Esta reflexão não substitui a Psicoterapia

  Fonte: Gazeta do Povo 

Pascoal Zani – CRP-PR 08/04471

Fone whats: https://wa.me/5541988488303

https://linktr.ee/Psicologopascoalzani

psicologopascoalzani@gmail.com

Fonte: https://www.psicologopascoalzani.com.br 

Psicólogo Pascoal Zani – CRP 08/04471 | Instagran: psicologopascoalzani

 Leia  outros artigos do Psicólogo Pascoal Zani

Terapias integrativas também podem aliviar tensão e ansiedade nos pets 

O que é comunicação assertiva?

Relacionamento: conheça a técnica CNV e pare de brigar

Home Office: 10 dicas para recuperar a leveza