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3 de novembro de 2023

3.11.23

Dra. Anahy D’amico esclarece dúvidas sobre depressão: ‘A pandemia agravou muito!’

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Dra. Anahy D’amico esclarece dúvidas sobre depressão: ‘A pandemia agravou muito!’

Na noite desta quinta-feira (02), a Dra. Anahy D’amico fez uma participação especial no Chupim, na Metropolitana FM. Durante o bate-papo, a psicóloga falou sobre depressão e esclareceu dúvidas sobre essa doença silenciosa que atinge quase 23 milhões de brasileiros.

“Na pandemia foi uma coisa incrível! Eu não acreditava no número de pessoas que me procuravam com depressão, síndrome do pânico e distúrbios de ansiedade. A gente não sabia se ia morrer, o que ia acontecer. Foi uma coisa sem precedentes, a gente nunca tinha passado por aquilo”, explicou a terapeuta.

“A última atualização foi janeiro de 2022. No Brasil, nós temos quase 23 milhões de pessoas com depressão, 10% da população do Brasil. A Organização Mundial da Saúde, a OMS, a nível global, tem 243 milhões pessoas com depressão no mundo. É uma das doenças mais incapacitantes que a gente tem”, alertou dra. Anahy.

Veja o vídeo


“Sempre teve, né! Mas, na pandemia, agravou muito por causa do medo. O medo do futuro, o medo de não ter futuro… As pessoas não sabiam se iam morrer, ao mesmo tempo, viveram coisas que não estavam acostumadas. Você via coisas que você não via, na rotina”, concluiu a psicóloga.

Dra. Anahy D’amico fala sobre depressão no mundo dos famosos!

Ainda nesta quinta-feira (02), Dra. Anahy D’amico falou como os transtornos mentais estão sendo discutidos no mundo das celebridades. “Existe essa visão, né: você está trabalhando, tá bem de vida, tá lotando show. Porque você vai ter depressão?”, questionou Tutu. “Também tem outra leitura: se essa pessoa consegue tudo, tem sucesso, é linda, rica, milionária, amada. Por que eu não consigo? Isso também causa depressão”, respondeu a psicóloga. “Tem os ataques nas redes sociais, cyberbullying, tudo isso são grandes agentes da depressão”, completou a terapeuta.

Fonte: Metropolitana FM 98,5
Autora da matéria: Por: Mariana Silva Coelho 




14 de junho de 2022

14.6.22

Matrículas no ensino a distância cresceram no primeiro ano da pandemia

Evasão em instituições superiores também aumentou de 2019 para 2020

Matrículas no ensino a distância cresceram no primeiro ano da pandemia.

Evasão em instituições superiores também aumentou de 2019 para 2020 

O crescimento do número de matrículas no ensino superior na modalidade de ensino a distância (EAD) aumentou 7,7 pontos percentuais de 2019 para 2020, saltando de 19,1% para 26,8%. Com queda de 3,8% em 2019, as matrículas para cursos presenciais diminuíram ainda 5,6 pontos percentuais, chegando à queda de 9,4% em 2020.

Os dados são do Mapa do Ensino Superior no Brasil 2022, que apresenta dados gerais do setor no país, de instituições de ensino superior (IES) privadas e públicas, e realizado pelo Instituto Semesp.

Leia mais em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2022-06/matriculas-no-ensino-distancia-cresceram-no-primeiro-ano-da-pandemia

 

2 de outubro de 2021

2.10.21

As crianças que esqueceram como ler e escrever durante a pandemia

 

Unicef ​​afirma que 86 milhões de menores só na América Latina não voltaram à escola; elas passaram a ser chamadas de 'geração perdida'.
Descrição da imagem #PraCegoVer: Imagem no formato quadrado. Uma ilustração com duas crianças, uma menina e um menino. Eles estão sentados em uma mesma carteira, e seguram um livro, com capa na cor laranja. Do livro, saem várias letras e figuras coloridas. Disponível em: https://www.portalacesse.com/o-jogo-dos-sons-na-educacao-infantil/shutterstock_255546268-converted/

As crianças que esqueceram como ler e escrever durante a pandemia

Unicef ​​afirma que 86 milhões de menores só na América Latina não voltaram à escola; elas passaram a ser chamadas de 'geração perdida'.

Por BBC

Elas já são chamadas de "a geração perdida": em relatório recente, a ONU alertou que quase 1 bilhão de crianças em todo o mundo correm o risco de "perda de aprendizagem" significativa devido a interrupções na frequência escolar durante a pandemia da Covid-19.

E não é só isso: em muitos países, o sistema educacional está prestes a entrar em colapso, se outros fatores como mudanças climáticas e conflitos internos forem adicionados, além da pandemia.

Um exemplo dessa crise alertada pela ONU acontece na Índia.

A jornalista da BBC Divya Arya descobriu que crianças em várias regiões deste país asiático "se esqueceram de ler e escrever" porque foram impedidas de frequentar a escola no ano passado.

Arya revela o caso de Radhika Kumari, de 10 anos, que basicamente se esqueceu de escrever porque "passou 17 meses" fora da sala de aula.

Radhika mora no estado de Jharkhand, onde a exclusão digital é enorme. E, quando a pandemia de Covid-19 forçou o fechamento de escolas, muitas crianças em escolas públicas não tiveram acesso a dispositivos que lhes permitissem continuar seus estudos remotamente.

"Foi realmente chocante descobrir que, de 36 crianças matriculadas em um único curso do Ensino Fundamental, 30 não sabiam ler uma única palavra", diz o economista Jean Dreze, que analisa a situação nesta região da Índia desde que os alunos puderam para voltar para a sala de aula. 

"Se você não se esquece de ler e escrever, ficar um pouco para trás pode ser remediado. Mas, se esquecer o básico, ao voltar para a sala de aula e avançar a próxima série, a lacuna vai ser pior", acrescenta.

Estudantes latino-americanos

Na América Latina, o quadro é semelhante: segundo o relatório da Unicef, o braço da ONU para a infância e adolescência, ​​há uma semana, cerca de 86 milhões de crianças ainda não voltaram às aulas, colocando em risco o progresso do aprendizado e os níveis de conhecimento previamente adquiridos.

"Nos últimos 18 meses, a maioria das crianças e adolescentes da América Latina e do Caribe não viu seus professores ou amigos fora de uma tela. Quem não tem internet não os viu diretamente", explica Jean Gough, diretor-regional da Unicef para a América Latina e o Caribe.

Ele acrescenta que não existe apenas o risco de as crianças deixarem de aprender as competências básicas para a vida, mas também de nunca mais regressarem à educação formal.

"A educação virtual deve continuar e melhorar, mas é claro que durante a pandemia as famílias mais marginalizadas não tiveram acesso ao aprendizado", completa.

A realidade é ainda mais dura entre os grupos mais vulneráveis, para os quais a evasão escolar era um problema antes da pandemia.

"Cada dia fora da sala de aula aproxima as crianças e adolescentes mais vulneráveis ​​da evasão escolar, da violência de gangues, do abuso ou do tráfico de pessoas", acrescenta.

'Minha escola falhou'

Para muitos dos alunos, durante estes últimos 18 meses "nada foi aprendido".

A BBC News Mundo, o serviço de notícias em espanhol da BBC, conversou com algumas crianças em idade escolar em partes da América Latina que foram afetadas pela falta de conectividade e baixa frequência escolar durante a pandemia.

Uma deles é Richard Guimarães. Ele tem 15 anos e mora em San Rafael, uma comunidade indígena localizada a duas horas e meia da cidade de Pucallpa, na Amazônia peruana. 

O sonho dele é se tornar designer gráfico.

"Meus pais fazem artesanato e eu aprendi a tecer e a fazer várias coisas que vendemos no mercado", conta Richard à BBC News Mundo. "E quero aprender a fazer isso melhor".

Um ano atrás, Richard estava na escola quando a pandemia fez com que milhões ao redor do mundo ficassem em casa. "Nesse último ano e meio não aprendi nada".

Antes da pandemia, ele frequentava a escola das 7h30 ao meio-dia. "Naquela época, estudávamos durante a semana 12 disciplinas".

Mas, depois que a pandemia começou e as aulas foram suspensas, tudo ficou mais difícil. "Passamos de 12 disciplinas para apenas seis".

O sistema estabelecido para remediar a crise funcionava assim: todo mês os professores vinham à sua cidade, deixavam uma espécie de lição de casa e os alunos tinham que fazê-la e mandar as respostas pelo WhatsApp.

Arte, que é sua aula preferida, ficou reduzida a desenhos que ele fazia em casa e que mandava para a professora no celular.

"Meu pai vive do artesanato e da venda de bananas, moramos em uma área muito remota, por isso é difícil acessar a internet", diz.

Como muitos de seus professores não moravam perto de sua comunidade, ele só podia contatá-los por telefone quando se conectava à internet. Além disso, algumas das lições de casa pareciam confusas e às vezes até ininteligíveis.

Aumento da desigualdade

Para muitos especialistas em psicopedagogia e processos educacionais, está claro que as crianças precisam retornar à sala de aula o mais rápido possível.

O desaparecimento desse espaço de aprendizagem e socialização tem sido para muitos meninos e meninas — principalmente entre as famílias de menor nível sociocultural — "uma catástrofe".

"É uma catástrofe. Vai demorar muito para superarmos isso", afirma Guillermina Tiramonti, especialista em educação e pesquisadora da Flacso Argentina, à BBC News Mundo. 

"Dou um exemplo: um menino que estava no primeiro ano do Ensino Fundamental antes da pandemia, e ainda não tinha conseguido aprender a ler, agora que voltou à escola deve terminar a segunda série sem saber o básico", assinala.

Para os acadêmicos, não se trata apenas do conteúdo que não foi aprendido ou incorporado, mas de algo mais importante: resgatar o hábito de aprender.

"A perda de conhecimento não é só não ter aprendido determinados conteúdos, mas sim o fato de perder o ritmo, o hábito, a rotina escolar", ressalta.

"Tome como exemplo os códigos linguísticos. As crianças dos setores socioculturais inferiores não estão acostumadas com esses códigos complexos e só têm acesso a eles na escola, onde são essenciais para o avanço do conhecimento. Não têm acesso a eles em casa."

Para crianças que não são expostas a esses códigos há dois anos, o declínio cognitivo é muito grande, conclui Tiramonti.

Objetivos revistos

À medida que as restrições à pandemia são suspensas em diferentes regiões, a reabertura de escolas se tornou uma prioridade para muitos governos. Até o momento, o relatório da ONU indica que 47 milhões de crianças voltaram gradativamente para a sala de aula.

E a próxima etapa também destaca o grande desafio de atualizar as crianças com os objetivos que deveriam ter aprendido neste um ano e meio.

"A educação das crianças se perdeu no esforço de proteger a vida de toda a população do coronavírus", explica Irma Martínez, especialista em educação da ONG Human Rights Watch.

Mas, se oportunidades surgem em crises, esse é o momento de repensar algumas das premissas da escolaridade e do sistema educacional como um todo, defendem os especialistas.

"O objetivo não deve ser simplesmente voltar a ser como as coisas eram antes da pandemia, mas corrigir as falhas dos sistemas que há muito impedem as escolas de serem abertas e receptivas a todas as crianças", acrescenta Martínez. 

Sobre essa questão, Tiramonti é categórico: "Não podemos voltar para a escola e fingir que nada aconteceu", diz.

"É preciso fazer uma avaliação, ver o que aconteceu com as crianças, quais são as perdas, quais são os problemas de aprendizagem que elas têm e montar um programa para que elas recuperem esses conhecimentos básicos para seguir adiante em sua jornada escolar".

"É preciso muito trabalho profissional para encontrar formas de recuperar o tempo perdido", assinala.

Há menos de um mês, Richard Guimarães é um das dezenas de milhares de alunos que voltaram para a sala de aula depois de quase um ano e meio.

E embora esteja feliz, ele sabe que não será nada fácil: "Agora estamos estudando matérias que deixamos de estudar na pandemia e está sendo difícil acompanhá-las. É como começar tudo do zero." 

 

Fonte: G1 via BBC 
 
 

12 de junho de 2021

12.6.21

Sul da Bahia Pandemia: Ilhéus tem restrições para venda e consumo de bebidas alcóolicas

A Prefeitura de Ilhéus, no Sul da Bahia, publicou decreto com novas medidas para conter o avanço da Covid-19. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (11).

Pandemia: Ilhéus tem restrições para venda e consumo de bebidas alcóolicas

A Prefeitura de Ilhéus, no Sul da Bahia, publicou decreto com novas medidas para conter o avanço da Covid-19. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (11). 

Segundo a Prefeitura, desta sexta até a próxima terça-feira (15), depois das 20h30, está proibido a utilização de caixas térmicas, isopores, coolers e similares para armazenamento de bebidas alcoólicas, em vias públicas do município, tanto para comercialização quanto para consumo próprio.

 A medida visa desestimular a permanência de pessoas em ruas e equipamentos públicos, em atendimento ao toque de recolher e às medidas restritivas necessárias para conter aglomerações e reduzir a disseminação do Coronavírus. 

Ainda segundo a Prefeitura, em caso de descumprimento, as autoridades públicas estão autorizadas a apreender os recipientes de refrigeração e o conteúdo que estiverem armazenados. Denúncias de aglomeração e desrespeito às normas de prevenção ao Coronavírus podem ser feitas anonimamente pelo número 190.

Fonte: Blog do Anderson

 

12.6.21

Pandemia do Coronavírus: Sheila externa preocupação com o novo cenário em Vitória da Conquista

Nesta sexta-feira (11), a prefeita Ana Sheila Lemos Andrade, do Democratas, externa com preocupação esse momento da Pandemia do Coronavírus em Vitória da Conquista, que para ela ainda não acabou.

Nesta sexta-feira (11), a prefeita Ana Sheila Lemos Andrade, do Democratas, externa com preocupação esse momento da Pandemia do Coronavírus em Vitória da Conquista, que para ela ainda não acabou.

A gestora também revela possíveis complicações, provavelmente com a falta de leitos após o desligamento de 20 do Hospital São Vicente de Paulo. Alegando o corte de recurso que vinha do Governo Federal, o contrato será encerrado ainda até o final desse mês de junho, ficando 20, mais 108 desmobilizados pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia. “Bom, nós estamos tomando todas as ações possíveis, vamos passar agora por, talvez alguns problemas, por conta que o recurso da Covid enviado pelo Governo Federal chegou ao fim. 

Nós estamos aí procurando investimentos do Governo Federal, do Governo do Estado para que a gente consiga enfrentar aí essa Pandemia que infelizmente não acabou”, afirmou Sheila. “Nós cansamos dela, mas ela ainda não cansou de nós”, complementa.

 A Bancada Bolsonarista do Parlamento Conquistense ainda não se manifestou sobre as medidas vindas do Planalto Central.

Foto e fonte: Blog do Anderson

 

1 de junho de 2021

1.6.21

Armazém Cultural relembra melhores momentos de entrevista com Dominguinhos do Estácio

O Armazém Cultural apresentou os melhores momentos da participação do sambista Dominguinhos do Estácio,

Armazém Cultural relembra melhores momentos de entrevista com Dominguinhos do Estácio

O Armazém Cultural apresentou os melhores momentos da participação do sambista Dominguinhos do Estácio, no programa Sem Censura, da TV Brasil, no ano 2017 e relembrou sambas-enredo antológicos na voz do intérprete. A apresentação foi de Vera Barroso e a produção da edição temática ficou a cargo do apresentador do Armazém Cultural, Tiago Alves, que participou como debatedor.

Dominguinhos do Estácio morreu no último dia 30 de maio, aos 79 anos, em hospital da cidade fluminense de Niterói, em decorrência de complicações por hemorragia cerebral. Nascido e criado no Morro de São Carlos, na região central do Rio, foi campeão 5 vezes do carnaval carioca em agremiações como Estácio de Sá, Imperatriz Leopoldinense e Unidos do Viradouro. No início da carreira foi ritimista do bloco Bafo da Onça, participou do grupo Exporta Samba e depois lançou nove álbuns solo.

Ouça o programa na íntegra no player acima. 

 
Fonte: Rádios EBC  
 
 

10 de abril de 2021

10.4.21

Pandemia: Sheila discute as consequências econômicas em Vitória da Conquista

Não existem números oficiais, mas é grande os prejuízos econômicos em decorrência da Pandemia do Coronavírus em Vitória da Conquista. Sobre o assunto a prefeita Ana Sheila Lemos Andrade esteve reunidos com diversos segmentos

Pandemia: Sheila discute as consequências econômicas em Vitória da Conquista

Não existem números oficiais, mas é grande os prejuízos econômicos em decorrência da Pandemia do Coronavírus em Vitória da Conquista. Sobre o assunto a prefeita Ana Sheila Lemos Andrade esteve reunidos com diversos segmentos [Parlamento Conquistense, CDL, AICOM, ACIVIC, ABRACOM, Shopping Conquista Sul e Boulevard Shopping Vitória da Conquista]. Um dos participantes foi o vereador Marcus Vinicius de Morais Oliveira, do Patriotas, que escreveu em seu Instagram que o “o resultado da reunião foi muito positivo e será apresentado na próxima semana”.

 Fonte: Blog do Anderson

 

 

15 de março de 2021

15.3.21

Educação: Escolas fechadas veja os tropeços de 2020 e as expectativas para 2021

Neste período de escolas de fechadas, especialistas avaliam impacto da pandemia e veem poucas mudanças para este ano
Professores e estudantes sentiram o impacto emocional da pandemia Divulgação/Pixabay

Educação: veja os tropeços de 2020 e as expectativas para 2021 

Neste período de escolas de fechadas, especialistas avaliam impacto da pandemia e veem poucas mudanças para este ano

Um ano de pandemia no Brasil e a situação de estudantes e professores continua uma incógnita para este ano de 2021. O R7 ouviu especialistas para saber quais foram os erros e os acertos em 2020 e quais as expectativas para este ano.

A Undime (União dos Dirigentes Municipais de Educação), com o apoio do Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e Itaú Social, apresentou na quarta-feira (10) o resultado de um estudo que analisou os desafios na Educação em 2020 e como está a volta às aulas neste 2021.

De acordo com a pesquisa, a maioria das escolas municipais conseguiu fechar o calendário escolar em 2020, 70% dos municípios. O levantamento também demonstrou que a falta de acesso à internet é uma barreira e boa parte das escolas teve de levar material impresso até os estudantes. Para os organizadores da pesquisa, é fundamental que o MEC (Ministério da Educação) acelere o programa de conectividade nas escolas. 

"A pandemia deixou consequências tanto emocionais como de aprendizagem", avalia Inês Kisil Miskalo, gerente executiva de articulação do Instituto Ayrton Senna. "A escola é um espaço de convivência entre as crianças e essa questão emocional precisa ser muito bem cuidada."

Esse distanciamento entre professores e alunos também "impacta a aprendizagem uma vez que não há esse olho no olho." Ela também destaca que os professores também enfrentaram difculdades com a conexão, além da questão emocional. 

Como um caminho para 2021, a gerente do Instituto Ayrton Senna aponta a necessidade das redes municipais e estaduais se fortalecerem. "Ninguém esperava uma situação ainda mais agressiva da pandemia, o que torna muito difícil fazer qualquer previsão para este ano de 2021, a única certeza que temos é a incerteza."

"Teremos poucas mudanças na Educação neste ano, infelizmente", avalia Ismael Rocha, doutor em Educação e diretor do Iteduc. "Essa ideia de concluir 'dois anos em um' também não é correta, a aprendizagem se constrói quando a criança consegue interpretar a realidade, não tenho dúvidas do impacto da pandemia para o futuro, precisamos de política pública que realmente valorize a Educação."

Para Felipe Poyares Coordenador de Relações Governamentais o problema da pandemia vai além do fechamento das escolas: "falta coordenação e esforços nacionais, as redes de ensino menores precisam de apoio técnico e a entrega de recursos é a menor desde 2010."

Ainda, na visão do Todos pela Educação, o ano de 2021 deve ser marcado pelas atualizações das leis do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica). 

 

Fonte: R7  

 

10 de março de 2021

10.3.21

Nota de Pesar | Fernando Oliveira da Silva, aos 61 anos

 

Nota de Pesar | Fernando Oliveira da Silva, aos 61 anos  Motorista de longas datas, Fernando Oliveira da Silva é mais uma vítima da Pandemia do Coronavírus.

Nota de Pesar | Fernando Oliveira da Silva, aos 61 anos

Motorista de longas datas, Fernando Oliveira da Silva é mais uma vítima da Pandemia do Coronavírus. 

Os 61 anos, estava internado no Hospital das Clínicas de Conquista onde faleceu na segunda-feira (8). Pela Viação Novo Horizonte e Viação Salutaris foram milhares de quilômetros levando passageiros de ponta a ponta do Brasil. Em nota, a Prefeitura Municipal de Barra do Choça prestou solidariedade aos amigos e familiares de Fernando Oliveira da Silva.

Fonte: Blog do Anderson

 

 

9 de março de 2021

9.3.21

Rui Costa no Canal Livre | com uma semana de restrições, caí número de casos do Coronavírus na Bahia

O governador Rui Costa dos Santos participou do Canal Livre, na TV Bandeirantes, destacando ações para o enfrentamento da Pandemia do Coronavírus na Bahia. 

“Falamos sobre nossa luta por mais vacinas e pela imunização da população, do cenário de crise econômica e social que o país segue enfrentando e das perspectivas para o futuro”, destacou Rui. 

Um dos pontos positivos que o BLOG DO ANDERSON traz na reprodução do programa nesta segunda-feira (8) é a queda do crescimento no número de casos da COVID-19 com uma semana de medidas restritivas com os polêmicos Locksdown e Toque de Recolher. 

 

Fonte: Blog do Andeson

 

3 de março de 2021

3.3.21

Jair Messias Bolsonaro no Cercadinho do Palácio com apoiadores | “para a mídia o vírus sou eu”

Durante conversa com apoiadores no Cercadinho do Palácio do Planalto, nesta quarta-feira (3), o presidente da República Brasileira Jair Messias Bolsonaro, mais uma vez atacou a cobertura da imprensa na Pandemia do Coronavírus.

 Jair Messias Bolsonaro no Cercadinho do Palácio com apoiadores | “para a mídia o vírus sou eu”

Durante conversa com apoiadores no Cercadinho do Palácio do Planalto, nesta quarta-feira (3), o presidente da República Brasileira Jair Messias Bolsonaro, mais uma vez atacou a cobertura da imprensa na Pandemia do Coronavírus.  

“Se você ler a imprensa, você não consegue viver […] Cancelei, desde o ano passado todas as assinaturas de jornais e revistas. Ministro que quiser ler jornal e revista vai ter que comprar. Não leio mais. Não vejo Jornal Nacional, não assisto, que é a maneira que você tem de realmente pensar em coisa séria no país”, afirmou o presidente que afirma “para a mídia o vírus sou eu”.

 

Fonte: Blog do Anderson