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28 de abril de 2024

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 28 de abril de 2024

28.4.24

Convocação de lista de espera do Fies é prorrogada até 17 de maio

 

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Convocação de lista de espera do Fies é prorrogada até 17 de maio


No primeiro semestre, programa oferece 67 mil vagas aos estudantes


O Ministério da Educação (MEC) prorrogou até 17 de maio o prazo final para as convocações da lista de espera do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) do primeiro semestre de 2024. Essa etapa do processo seletivo terminaria na próxima terça-feira (30). A ampliação do prazo foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (26). 

No primeiro semestre, o Fies oferece 67.301 vagas aos estudantes. De 28 de março até o momento, o MEC já fez cinco chamadas de candidatos em listas de espera do Fundo.

As vagas que não forem ocupadas nesta edição do primeiro semestre serão ofertadas, novamente, no processo seletivo do segundo semestre deste ano. A estimativa é que ao todo, em 2024, o Fies oferecerá 112.168 vagas nos dois processos seletivos.

Para concluir o processo e obter o financiamento, o estudante deve ir até a faculdade escolhida, procurar a comissão permanente que trata do Fies naquela instituição e apresentar a documentação exigida. Somente depois, deverá ir ao banco que vai conceder o empréstimo.

Fies

O Fies concede financiamento a estudantes de cursos de graduação em instituições de educação superior privadas que aderiram ao programa.

Para solicitar o financiamento, o candidato que está na lista de espera, deve ter participado de qualquer edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010 e ter conquistado a média de pontuação igual ou maior do que 450 pontos, e nota maior ou igual a 400 na redação. Outro critério é o da renda familiar mensal, de no máximo três salários mínimos por pessoa (R$ 4.236,00).

Por meio do programa, o beneficiado pelo financiamento público consegue estudar em uma faculdade e pagar o valor somente após a graduação. O início da quitação da dívida se dá logo após a formatura.

Se a renda da família for de até 1,5 salário mínimo (R$ 2.118) por pessoa, não é necessário apresentar fiador. A taxa de juros será zero para todos os estudantes.

Fonte: Agência Brasil


17 de abril de 2024

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 17 de abril de 2024

17.4.24

Ministério da Educação abre vagas para 220 técnicos em Brasília

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© UNB

Ministério da Educação abre vagas para 220 técnicos em Brasília

O Ministério da Educação (MEC) está em processo de contratação de 220 técnicos em assuntos educacionais aprovados no concurso público realizado em 2023. Esses novos servidores serão designados para atuar em Brasília, conforme especificado no edital do processo seletivo.

Novos servidores e suas responsabilidades

Conforme o edital do concurso, os profissionais selecionados serão encarregados de executar trabalhos pedagógicos qualificados, sob supervisão superior. Suas atividades incluem a resolução de questões relacionadas à educação, orientação educacional, administração escolar e educação sanitária.

Contexto e desafios

A publicação da medida, divulgada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (17), ocorre em meio a uma greve de servidores das universidades e institutos federais. Entre as demandas dos trabalhadores estão a reestruturação de suas carreiras, aumento salarial e melhores condições de trabalho, incluindo a recomposição do orçamento das instituições federais.

Compromisso do governo e perspectivas futuras

Durante uma audiência na Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, o secretário de gestão de pessoas do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, José Celso Cardoso Jr, reiterou o compromisso do governo em criar mesas específicas para discutir as diversas carreiras da Educação. No entanto, ele destacou a complexidade do tema, envolvendo aspectos orçamentários, técnicos e relacionados ao funcionamento das diferentes carreiras. Cardoso Jr antecipou que o governo apresentará uma proposta aos trabalhadores na próxima sexta-feira (19), com base no relatório do grupo de trabalho que debateu a reestruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE), com a participação de representantes das universidades e instituições de ensino federais.

Fonte: Agência Brasil


19 de março de 2024

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 19 de março de 2024

19.3.24

Ministério da Agricultura manda recolher dez marcas de azeite

 

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Operação do Ministério da Agricultura identificou esquema ilícito de adulteração e distribuição de azeite de oliva fraudados (Foto: Mapa)

Ministério da Agricultura manda recolher dez marcas de azeite

Quem tiver o produto em casa deve parar de consumir imediatamente

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) ordenou a todos comerciantes, varejistas ou atacadistas, recolherem de suas prateleiras 10 marcas de azeite de oliva extravirgem.

Brasil é o terceiro maior importador de azeite de oliva no mundo

Conforme determinação divulgada na última sexta-feira, 15, devem ser retiradas de circulação as marcas: Terra de Óbidos; Serra Morena; De Alcântara; Vincenzo; Az Azeite; Almazara; Escarpas das Oliveiras; Don Alejandro; Mezzano e Uberaba. 

Aos consumidores, o Mapa orienta que parem de consumir imediatamente o produto, “podendo solicitar sua substituição nos moldes determinado pelo Código de Defesa do Consumidor. Podem ainda comunicar o Mapa pelo canal oficial Fala.BR, informando o estabelecimento e endereço onde foi adquirido o produto.” 

O consumidor pode ser ressarcido inclusive se já abriu e consumiu o produto. Para isso deve levar a nota fiscal comprovando que o produto foi vendido quando já estava na lista dos produtos que não deveriam ser comercializados. As pessoas prejudicadas também podem fazer reclamação na secretaria de Vigilância Sanitária do seu município.

Esquema ilícito 

As medidas tomadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária têm caráter cautelar e são desdobramentos da Operação Getsêmani que identificou esquema ilícito de importação, adulteração e distribuição de azeite de oliva fraudados.

A operação foi realizada nos dias 6, 7 e 8 de março nas capitais São Paulo (SP), Recife (PE) e Natal (RN), e no município de Saquarema, na Região dos Lagos (RJ). Na ação foram apreendidos mais de 104 mil litros de azeite de oliva fraudados e ainda embalagens e rótulos.

Essa não foi a primeira apreensão de azeite fraudado, do ano. No começo de janeiro, 24,5 mil litros de azeite foram retirados de circulação em rede de supermercados em municípios do Centro-Oeste paulista, por causa da má qualidade e falsificação de rótulo.

Conforme o Mapa, “o azeite é o segundo produto alimentar mais fraudado do mundo, atrás apenas do pescado.” O ministério orienta aos consumidores conferir a lista, antes da compra, de produtos irregulares já apreendidos; não comprar a granel; optar por produtos com a data de envase mais recente; reparar a data de validade e o tempo dos ingredientes contidos (o tempo de colheita de azeitona para azeites extra virgem é de seis meses).

O Instituto de Defesa dos Consumidores (Idec) também recomenda observar se o óleo está turvo e se na embalagem há informação sobre mistura de óleos (adição de outro óleo vegetal).

Outra dica é desconfiar de preços muito abaixo da média do mercado. O preço do azeite manteve-se em alta nos últimos anos e deve continuar sob pressão este ano por causa da diminuição histórica da produção global, sobretudo nos países europeus — responsáveis por dois terços da produção mundial de azeites.

De acordo com a Embrapa, o Brasil é o terceiro maior importador de azeite de oliva no mundo. O país também produz azeite, com “qualidade reconhecida por prêmios internacionais conquistados nos últimos anos”, mas a produção local ainda é incipiente. “Iniciada na última década, chegou a 503 toneladas em 2022, o que representa apenas 0,24% do consumo nacional.” 

Fonte: Agência Brasil


5 de janeiro de 2024

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 5 de janeiro de 2024

5.1.24

Ministério da Educação recua e diz não ter data para lançar novo Fies

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Hugo Barreto/Metrópoles

 
Ministério da Educação recua e diz não ter data para lançar novo Fies

Questionado sobre quando o novo Fies seria apresentado, o Ministério da Educação limitou-se a dizer que fará o anúncio “oportunamente”

Ministério da Educação admitiu não ter prazo definido para lançar o novo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), apesar das diversas promessas feitas pelo ministro Camilo Santana ao longo de 2023.

O grupo de trabalho que elabora a reformulação do programa foi criado no dia 8 de março e tinha duração inicial de seis meses.


Fonte: Mterópoles 


11 de dezembro de 2023

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 11 de dezembro de 2023

11.12.23

A partir de 2024, o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) terá apenas uma edição por ano

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Consulta de vagas na página do Sisu — Foto: John Pacheco/g1


A partir de 2024, o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) terá apenas uma edição por ano, que ocorrerá sempre em janeiro/fevereiro. Essa decisão do Ministério da Educação (MEC) tem como objetivo solucionar o problema das altas taxas de desistência e vagas remanescentes durante as edições do Sisu que ocorrem no meio do ano.

 A publicação oficial com todos os detalhes e cronogramas dessa mudança no Sisu será feita no Diário Oficial da União ainda nesta semana.

 De acordo com fontes ligadas ao MEC, a proposta é que, a partir de 2024, o Sisu realizasse apenas um processo seletivo mais simples no meio do ano, destinado apenas àqueles que desejam mudar de curso, por exemplo, e não para o preenchimento de novas vagas, como ocorre atualmente.

 O funcionamento da inscrição no Sisu 2024 seguirá o padrão já conhecido pelos candidatos. Será possível utilizar as notas do Enem 2023 para pleitear uma vaga em universidades públicas.

O período de inscrição normalmente dura uma semana, e os candidatos devem escolher duas opções de curso.

 É recomendado que os candidatos pesquisem quantas vagas estão disponíveis por curso e por modalidade, além de verificar as regras específicas de cada universidade, como notas mínimas exigidas ou regulamentos para cotas sociais. Durante o período de inscrição, é importante acompanhar as notas de corte dos cursos e a classificação parcial, pois essas informações podem influenciar a escolha do curso.

Após o encerramento do prazo de inscrição, as duas últimas opções salvas pelo candidato ficarão valendo. Com essa mudança no Sisu, espera-se otimizar o processo seletivo e melhorar a distribuição das vagas nas universidades públicas participantes.


Com Informações do G1.

Link: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2023/12/11/sisu-tera-so-uma-edicao-por-ano-a-partir-de-2024.ghtml




21 de agosto de 2023

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 21 de agosto de 2023

21.8.23

Secretários de Educação pedem aplicação do novo ensino médio em 2025, Posicionamento foi encaminhado ao Ministério da Educação

Os secretários estaduais de Educação e os conselhos Nacional, estaduais e Distrital de Educação pedem que as mudanças no ensino médio, que estão em fase de elaboração pelo Ministério da Educação (MEC),
Secretários de Educação pedem aplicação do novo ensino médio em 2025

Posicionamento foi encaminhado ao Ministério da Educação

Os secretários estaduais de Educação e os conselhos Nacional, estaduais e Distrital de Educação pedem que as mudanças no ensino médio, que estão em fase de elaboração pelo Ministério da Educação (MEC), ocorram apenas a partir de 2025. Em posicionamento conjunto, eles argumentam que o novo ensino médio já foi implementado em todos os estados e que as mudanças exigirão um período de transição factível.

“Qualquer mudança a ser implementada exige um período de transição factível, motivo pelo qual as decisões a serem encaminhadas a partir da consulta pública devem ser implementadas apenas a partir do ano letivo de 2025”, defendem os secretários e conselheiros. Eles dizem que eventuais mudanças implicariam em novos ajustes e regulamentações, incluindo a reescrita do referencial curricular, o que seria inviável de ser feito a tempo para o ano letivo de 2024.

O posicionamento conjunto do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Conselho Nacional de Educação (CNE) e Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais e Distrital de Educação (Foncede) foi encaminhado nesta segunda-feira (21) ao MEC.

Os secretários e conselheiros destacam também no posicionamento quatro aspectos que consideram essenciais na oferta do ensino médio. Além das regras de transição em um período considerado factível, eles pedem a manutenção do ensino a distância (EaD) tanto na formação geral básica, que é a parte do conteúdo estipulado pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e que é comum a todas as escolas do país, quanto nos itinerários formativos, que é a parte escolhida pelos estudantes para aprofundamento mediante a disponibilidade de cada rede.

Segundo eles, o ensino mediado por tecnologia “é pré-requisito para viabilizar a implementação da reforma no turno noturno e necessário ao equacionamento das especificidades territoriais de cada região (vazios demográficos, educação indígena, educação do campo, educação quilombola, dentro outros)”. O texto aponta ainda questões de infraestrutura, logística de transporte escolar e falta de professores como argumentos para se manter a oferta em EaD.

Além disso, os secretários e conselheiros defendem que 2,1 mil horas das 3 mil horas do ensino médio sejam dedicadas à formação geral básica e que os itinerários formativos sejam reduzidos de dez para dois, sendo um composto por linguagens, matemática e ciências humanas e sociais e outro por linguagens, matemática e ciências da natureza. Os estudantes podem optar ainda pela trilha formativa em educação profissional e técnica.

Revisão

O Novo Ensino Médio foi aprovado em 2017 pela Lei 13.415/2017, e foi implementado no ano passado, nas escolas de todo o país. O modelo é alvo de críticas e, ao assumir o governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comprometeu-se a revê-lo.

No primeiro semestre deste ano foi aberta a Consulta Pública para Avaliação e Reestruturação da Política Nacional de Ensino Médio. No dia 7 de agosto, o MEC divulgou o sumário com os principais resultados da consulta. Ao todo, foram recebidas mais de 11 mil contribuições de 9 de março a 6 de julho.

Entre as propostas de mudança apresentadas pelo MEC com base na consulta estão a ampliação da carga horária da parte comum, a recomposição de componentes curriculares e o fim da educação a distância (EaD) para a Formação Geral Básica, com exceção da educação profissional técnica, que terá oferta de até 20% nesse formato. A EaD também poderá ser aplicada em situações específicas, como no caso da pandemia.

Após a divulgação do sumário, o MEC abriu um prazo para que as entidades educacionais e órgãos normativos se manifestassem em relação ao documento. Nesta segunda-feira (21), termina o prazo.

Outras entidades também se manifestaram. Para a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), a lei do Novo Ensino Médio deve ser imediatamente revogada. Os estudantes apontam que da forma como vem sendo aplicada, a lei apenas aumenta as desigualdades entre os estudantes que dependem das condições de oferta e de qualidade de cada rede de ensino.

Campanha Nacional pelo Direito à Educação divulgou nota técnica na qual defende a “garantia de 2,4 mil horas destinadas à Formação Geral Básica como um passo crucial para a garantia de uma formação sólida de nossos estudantes”; a entidade defende também a educação 100% presencial, sem exceção, e a importância de aumentar os recursos públicos para a educação pública e implementar um conjunto de critérios que assegurem a excelência das condições oferecidas, de acordo com o Custo Aluno Qualidade (CAQ), garantindo o padrão de qualidade previsto constitucionalmente.

Até chegar às salas de aula, as propostas ainda têm um caminho a percorrer. Agora, o MEC consolidará uma versão final do relatório, que será enviada para a apreciação do Congresso Nacional. As propostas do MEC para o ensino médio também serão apresentadas para as comissões de Educação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, para que possam contribuir com o relatório final, com base nas informações coletadas em audiências públicas realizadas pelas casas legislativas.

Fonte: Agência Brasil 


14 de junho de 2022

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 14 de junho de 2022

14.6.22

MEC lança plataforma para ajudar estudantes a escolher curso técnico

Aplicativo SouTec foi desenvolvido em parceria com redes de ensino.

MEC lança plataforma para ajudar estudantes a escolher curso técnico.

Aplicativo SouTec foi desenvolvido em parceria com redes de ensino.

O Ministério da Educação (MEC) lançou, nesta sexta-feira (3), o aplicativo SouTec, uma plataforma para auxiliar estudantes na escolha do futuro profissional, com foco no ensino tecnológico e profissional. A ferramenta foi desenvolvida em parceria com redes de ensino.

O aplicativo foi criado para auxiliar os estudantes e demais cidadãos na escolha de cursos técnicos. O SouTec já pode ser baixado gratuitamente nas lojas de aplicativos e auxiliará os estudantes que estão nos anos finais do ensino fundamental e iniciais do ensino médio na escolha do futuro profissional.

Leia mais em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2022-06/mec-lanca-plataforma-para-ajudar-estudantes-escolher-curso-tecnico

 

5 de maio de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 5 de maio de 2021

5.5.21

Bolsonaro veta adiamento de prazo do Imposto de Renda para o mês de Julho

 

Bolsonaro veta adiamento de prazo do Imposto de Renda para o mês de Julho, como muitos já esperava o Ministério da Economia sugeriu ao Presidente Jair Bolsonaro brecar a prorrogação da data de entrega da Declaração de Imposto de Renda.

Bolsonaro veta adiamento de prazo do Imposto de Renda para o mês de Julho, como muitos já esperava o Ministério da Economia sugeriu ao Presidente Jair Bolsonaro brecar a prorrogação da data de entrega da Declaração de Imposto de Renda. Este ano de 2021, os prazos ficaram confusos para os contribuintes. Primeiro o prazo original era 30 de abril e, por causa da pandemia de covid-19, a Receita Federal adiou a data limite para 31 de maio. Bom, então, está valendo até 31 de Maio de 2021.

A matéria de Exame trás mais informações sobre o assunto, leia a seguir.

 O Ministério da Economia informou nesta quarta-feira, 5, que recomendou ao presidente Jair Bolsonaro o veto ao projeto de lei nº 639 que adia o prazo para envio das declarações de imposto de renda de pessoas físicas para 31 de julho, bem como o pagamento da primeira cota do imposto.

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O prazo original era 30 de abril e, por causa da pandemia de covid-19, a Receita Federal já adiou a data limite para 31 de maio. No ano passado, pela mesma razão, o governo ampliou o prazo para envio dos documentos de 30 de abril para 30 de junho.

No pedido de veto ao projeto aprovado pelo Congresso no dia 13 de abril, o ministério alega que o adiamento por mais tempo que o já permitido pelo Fisco teria impacto na arrecadação da União e dos governos regionais, e poderia inclusive impedir pagamento de "importantes programas sociais para o enfrentamento do efeito da pandemia".

A equipe econômica alerta que a prorrogação do prazo para o pagamento do imposto devido com a manutenção do cronograma de restituições teria com consequência um fluxo de caixa negativo para a Receita Federal.

"Esta diferença negativa afetaria, por exemplo, programas emergenciais implantados pelo governo federal para preservar atividades empresariais e manter o emprego e a renda dos trabalhadores, e a programação de pagamento do auxílio emergencial de 2021. Da mesma forma, estados e municípios teriam redução considerável nos recursos destinados aos fundos de participação que subsidiam, entre outros, gastos com saúde para o combate à pandemia", argumentou a pasta.

O ministério considera ainda que não há motivos para ampliar ainda mais o prazo para envio das declarações e o pagamento do IRPF. De acordo com o Fisco, foram entregues 14,7 milhões de declarações entre 1º e 22 de abril, volume superior ao do mesmo período de 2020 e em linha com o registrado em anos anteriores.

Até as 11 horas desta quarta-feira, a Receita Federal recebeu 17,701 milhões de declarações.


Fonte: Exame

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12 de março de 2021

       

Por Redação Top10News

Publicado em: 12 de março de 2021

12.3.21

EBC será incluída no PND e terá imóveis e licenças de rádio e TV avaliados

 

[EBC será incluída no PND e terá imóveis e licenças de rádio e TV avaliados]
EBC será incluída no PND e terá imóveis e licenças de rádio e TV avaliados

O Ministério das Comunicações anunciou nesta quarta (10) que a Empresa Brasil de Comunicação terá a inclusão no Programa Nacional de Desestatização analisada por conselho de ministros

 O ministro das Comunicações, Fábio Faria, informou nesta quarta-feira (10) que a Empresa Brasil de Comunicações (EBC) entrará no Programa Nacional de Desestatização (PND), conduzido pelo Ministério da Economia em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

“O BNDES vai contratar uma consultoria e nós iremos receber os estudos que virão”, disse o ministro em entrevista à imprensa após reunião com o presidente da EBC, Glen Valente, e representantes do Ministério da Economia.

O ministro também comunicou a inclusão da EBC no PND em suas redes sociais.

[EBC será incluída no PND e terá imóveis e licenças de rádio e TV avaliados]
Segundo a secretária especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Martha  Seillier, a EBC passará por um processo de benchmarking (comparação de performance com altos padrões) de padrão internacional para avaliar capacidades, competências e equivalências entre os serviços executados e a realidade de mercado para empresas do mesmo porte para identificar as melhores práticas.

O prazo dos estudos de viabilidade de desestatização ou de parcerias ainda não está definido, e dependerá de cronograma a ser definido entre os ministérios das Comunicações e da Economia e a empresa a ser contratada pelo BNDES. “Caso o presidente Bolsonaro concorde, ele publicará um decreto - que leva de um a dois meses. Com a publicação, partimos para a contratação da consultoria, que também pode demorar até dois meses. Acredito que entre três e quatro meses a gente possa aprofundar os estudos de desestatização da empresa”, afirmou Martha Seillier.

Sob risco de privatização, EBC luta para se manter viva

“A inclusão de uma empresa no PND não significa o seu fim, não significa que ela será, necessariamente, 100% privatizada. Significa que existe uma decisão que será encaminhada de avaliar ganhos com a desestatização”, concluiu.

Sobre as expectativas em relação ao tema, Glen Valente afirmou que não há “hipótese cravada” sobre o futuro que será dado à empresa de comunicação. “Continuamos trabalhando e vamos explorar todas as alternativas”, disse.

“Vamos entrar na fase de estudos. Dentro desta fase, vamos explorar todas as alternativas disponíveis em parceria com o Ministério da Economia. Mantemos a gestão do processo [no âmbito] do Ministério [das Comunicações]”, afirmou Glen Valente.

 

 Fonte: Agência Brasil