Livro sobre o Mundo pós-pandemia ganha lançamento digital

Livro sobre o Mundo pós-pandemia ganha lançamento digital

Livro sobre o Mundo pós-pandemia ganha lançamento digital

Com organização de Bogado Lins, “@Normal” reúne dezessete contos de premiados autores brasileiros e latinos, já está disponível na Amazon

 

Enquanto o mundo aguarda uma vacina contra o coronavirus, escritores brasileiros já se debruçam na criação de narrativas sobre a sociedade que herdaremos, com todas as implicações em decorrência do impacto da pandemia. Assim nasce o e-book @Normal, uma coletânea de contos com narrativas de um mundo pós-pandemia da Covid 19, já disponível na Amazon (https://amzn.to/35GF4Yi, Preço: R$ 7,99). Ao todo, são dezessete textos com estilos e abordagens diferentes:viagens pelos sonhos, consultorias especializadas em controle de vírus, uma sociedade autoritária distópica no subúrbio do Rio e até um curioso encontro com Keith Richards, num futuro apocalíptico, dentre outros. Uma mescla de comédia, drama, terror, suspense, distopia e, por que não? Utopia. Futuros possíveis imaginados por diferentes visões literárias.

 

Os autores selecionados, além de escritores, alguns premiados, destacam-se por sua atuação variada no campo artístico – poesia, artes plásticas, quadrinhos, vídeo, animação, cinema, televisão, eventos e até escolas de samba.  Destacam-se a chilena Claudia Apablaza, autora de sete livros publicados em diversos países, incluindo o próprio Chile, Espanha, México, Itália e Estados Unidos, dentre eles; Gisele Mirabai, que tem cinco livros publicados, dentre eles, Machamba (Ed. Nova Fronteira), romance vencedor do 1º Prêmio Kindle de Literatura e finalista do Prêmio JABUTI de Melhor Romance, e Guerreiras De Gaia (Grupo Global), adotado por diversas escolas do Brasil; o santista Manoel Herzog, autor de seis livros e  terceiro lugar do Prêmio Jabuti como livro A comédia de Alissia Bloom (2014), terceiro lugar no prêmio Jabuti; Maria Fernanda Elias Maglio, que logo no seu primeiro livro Enfim, imperatriz (Patuá, 2017) venceu o Prêmio Jabuti 2018 na categoria contos e já lançou o seu segundo, 179 Resistência, também pela Patuá; Pacha Urbano que, além de escritor e roteirista, se destaca por ser o criador das tirinhas de humor Filho do Freud, que já conta com uma trilogia lançada“As TRAUMÁTICAS Aventuras do Filho do Freud” (2013,2015, 2017).  

 

A ilustração da capa é assinada pelo cartunista Nando Motta, que tem se destacado por suas tirinhas com bom humor e sensibilidade. 

 

O livro desde o início foi planejado para um lançamento on-line, com contos curtos e que oferecessem elementos cênicos, de modo a se tornar um projeto multimídia. Desta forma, ganhou leitura por atores de prestígio no cenário teatral paulistano, como Gloriete Luz, Lucia Romano, Marta Guerreiro, Nora Prado, Ricardo Gelli e Roberto Alencar.

 

Livro @Normal

Editora: Independente

Link de compra: https://amzn.to/35GF4Yi

Preço: R$ 7,99

Organizador: Bogado Lins

Autores: Clark Mangabeira, Claudia Apablaza, Gisele Mirabai, João Knijnik, José Bueno Villafane, Kika Hamaoui, Manoel Herzog, Marcio Sales Saraiva, Maria Fernada Elias Maglio, Pacha Urbano, Paulo Laubé, Rafael Maieiro, Sebastian Ocampo, Solano Guedes, Terêncio Porto, Zeh Gustavo e Bogado Lins.

Realização: Literatura Cotidiana

 

Videos da leitura dos contos por atores:

https://youtu.be/v0gdjh2fViw

https://youtu.be/3mm56ksP4w8

https://youtu.be/i2n6Jn6lgoE

https://youtu.be/uaGoK-78nzU

 

 

 

 

 

'Após 45 anos com minha esposa, quero tentar sexo gay. Como fazer?'

'Após 45 anos com minha esposa, quero tentar sexo gay. Como fazer?'

 'Após 45 anos com minha esposa, quero tentar sexo gay. Como fazer?'

'Após 45 anos com minha esposa, quero tentar sexo gay. Como fazer?'

Serviço de aconselhamento publicou dúvida de idoso casado e com desejos homossexuais

  Terapeuta pode ajudar homem a decidir que caminho tomar.

 Alguns lidam e resolvem sua orientação sexual muito cedo na vida. Outros, enfrentam questões relacionadas ao autoconhecimento bem mais tarde.

 Curta o Guia Gay São Paulo no Facebook

 Um homem de 68 anos e há 45 anos casado com a mesma mulher escreveu para uma coluna de sexo pedindo ajuda.

 Ele diz que criaram três filhos e sempre tiveram uma vida sexual ativa. Porém, nos últimos anos, os dois quase não transam mais. Ao mesmo tempo, neste período ele tem ficado fascinado sobre encontros com o mesmo sexo.

"Isso é incomum, principalmente tão tarde assim na vida? Como devo falar isso com a minha mulher?", pergunta o homem, que se mantém anônimo, à coluna How to Do It? (Como fazer isso?) do site Slate.

 Os responsáveis pela seção, Stoya e Rich Juzwiak, questionam entre si se este homem teria vivido a vida inteira no armário. Pode ser, sim? Mas não é o que parece, já que ele diz ter tido uma vida sexual saudável.

 "Nós temos essa ideia que a sexualidade das pessoas é estática", diz um dos especialistas. Eles pontuam que o acesso ao sexo pela internet e os aplicativos podem fazer com que as pessoas encontrem novos focos, novos interesses durante a vida. 

"E somos capazes de ver uma imagem muito mais variada da sexualidade, expondo-nos a interesses que talvez não tivéssemos realizado por conta própria."

 Os autores da coluna pedem que o anônimo não torne isso mais dramático do que realmente é. Considerando que ele não pense em se divorciar e que há cumplicidade, após décadas de casamento, com a esposa, deve-ser abordar a questão de maneira leve.

 Levando-se em consideração que a esposa talvez esteja em uma pós-menopausa e talvez se culpando pela falta de sexo dos dois atualmente, é necessária cautela.

 "É preciso que ele saiba que o relacionamento deles não está em risco. Pelo menos não tanto quanto ele está preocupado", aconselham.

 Eles sugerem que talvez junto a um terapeuta possa-se não só achar a melhor forma de abordar o tema, mas também dele se descobrir para saber se ele quer imergir na comunidade LGBT ou apenas transar com homens.

 

 Fonte: Guia Gay São Paulo 

 Tags: sexo gay idosos gays idosos bissexuais

 

Valdivino Sousa fala sobre o resultado em 39 anos Internacional de Matemática  da Olimpíada

Valdivino Sousa fala sobre o resultado em 39 anos Internacional de Matemática da Olimpíada

 

Segundo o Matemático e Pedagogo Valdivino Sousa, o resultado conquistado deixa o Brasil a frente de Três país de renome do conhecimento matemático como Japão, França e Alemanha.
Segundo o Matemático e Pedagogo Valdivino Sousa, o resultado conquistado deixa o Brasil a frente de Três país de renome do conhecimento matemático como Japão, França e Alemanha.

Por outro lado em função do Brasil não está valorizando a pesquisa científica mesmo com com o resultado do Brasil ficar à frente de Japão, França, Canadá e Alemanha. O Coordenador do time brasileiro lamenta a possível "fuga de cérebros" dos 6 jovens.

O Brasil ficou em 10º lugar na Olimpíada Internacional de Matemática, a maior competição entre estudantes de 14 a 19 anos do ensino médio. Este é o melhor resultado já conquistado desde que o Brasil participa do torneio, há 39 anos. A competição foi criada em 1959. Nesta edição, 105 países disputaram as provas.

Ao todo, a equipe brasileira somou 165 pontos, com uma medalha de ouro e cinco de prata. Com o resultado, ficou à frente de países como Japão, França, Canadá e Alemanha.

Top 10 na Olimpíada Internacional de Matemática 2020

1 China

2 Rússia

3 Estados Unidos

4 Coreia do Sul

5 Tailândia

6 Itália

6 Polônia

8 Austrália

9 Reino Unido

10 Brasil

Fonte: Olimpíada Internacional de Matemática

Os estudantes que conquistaram as medalhas são:

Pedro Gomes Cabral, de Fortaleza (CE) - Ouro

Bernardo Peruzzo Trevizan, de São Paulo (SP) - Prata

Francisco Moreira Machado Neto, de Fortaleza (CE) - Prata

Gabriel Ribeiro Paiva, de Fortaleza (CE) - Prata

Guilherme Zeus Dantas e Moura, de Maricá (RJ) - Prata

Pablo Andrade Carvalho Barros, de Teresina (PI) - Prata

Para chegar à etapa internacional, antes eles conquistaram medalhas na Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM). Depois, passaram por três testes seletivos e treinamento. Eles foram liderados por Carlos Gustavo Moreira, pesquisador do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) e coordenador-geral da OBM, e Matheus Secco, da Academia de Ciências Tcheca. 

Segundo o Matemático e Pedagogo Valdivino Sousa, o resultado conquistado deixa o Brasil a frente de Três país de renome do conhecimento matemático como Japão, França e Alemanha.  Por outro lado em função do Brasil não está valorizando a pesquisa científica mesmo com com o resultado do Brasil ficar à frente de Japão, França, Canadá e Alemanha. O Coordenador do time brasileiro lamenta a possível "fuga de cérebros" dos 6 jovens.

"Eles são resultado de um processo de seleção muito disputado e rigoroso, aberto para todas as escolas do país", afirma Carlos Moreira. "Com essas medalhas, provavelmente conseguirão bolsas de estudos nas melhores universidades e terão ótimas perspectivas de carreira em várias áreas."

Fuga de cérebros

Ele lamenta a possível "fuga de cérebros" destes jovens, já que há pouca perspectiva de trabalho para eles no Brasil após a graduação. Moreira cita que há pesquisa científica de alta qualidade no Brasil, inclusive em Matemática, com ótimos cursos de graduação e pós-graduação em áreas diversas. Mas, as perspectivas para os jovens são "incertas e obscuras".

"O Brasil está no grupo dos países mais desenvolvidos em pesquisa em Matemática - o grupo 5 do IMU, segundo a União Internacional de Matemática. Portanto, os alunos premiados poderiam seguir uma carreira brilhante no Brasil. Mas o governo está cortando bolsas de pós-graduação e posições nas universidades, o que torna incertas e obscuras as perspectivas de futuro desses jovens e do país", avalia.

Resultados tão positivos em matemática não são realidade de toda a população. Dados da mais recente edição do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês) colocam o Brasil entre os últimos 10 colocados na prova de matemática.

A competição estava prevista para ocorrer em São Petersburgo, na Rússia, mas por causa da pandemia, os estudantes fizeram as provas sem sair do país. No Brasil, os testes foram aplicados em 21 e 22 de setembro na Universidade Federal do Ceará (UFC) e no Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), no Rio de Janeiro.


Fonte: G1

 

 Tags:

 Japão